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  • A vida no mundo tridimensional dos oceanos
    Despertai! — 1976 | 22 de março
    • águas das bacias marítimas.” (Gên. 1:22) Visto que existe tamanha interdependência entre a vida marinha (tanto a vida vegetal como a animal) e a terrestre, podemos estar seguros de que Deus fará com que tanto o mar como o solo sejam povoados de criaturas essenciais ao bem-estar e à felicidade eternos do homem. Isto Ele fará durante o reinado milenar de seu Filho, quando o homem estará em paz com a vida animal, tanto terrestre como marinha, exercendo o domínio correto e amoroso sobre ela. — Gên. 1:27, 28; Sal. 8:4-8.

  • Eu era o prefeito
    Despertai! — 1976 | 22 de março
    • Eu era o prefeito

      TIVE a felicidade de ser criado numa família dotada de sólidos princípios morais. Em resultado disso, ensinaram-me a ser honesto, sincero e verídico — caraterísticas que influenciariam fortemente importantes decisões que eu teria de fazer mais tarde na vida.

      Da Ação Católica passei à política, achando que a pessoa devia contribuir ativamente para o desenvolvimento político e social da comunidade. Em outras palavras, devia tornar-se parte integral do momento histórico em que vive.

      E aconteceu assim que, na eleição local de 1970, fui eleito para o conselho municipal e, por sua vez, o conselho municipal me elegeu para o cargo de prefeito. Isto se deu em Campagna Montferrato (Alessandria), Itália. Na minha nova posição, verifiquei ter sido lançado na arena política, com a sua burocracia que age contra seus cidadãos, estes últimos, em especial, no papel de contribuintes.

      Logo se me tornou evidente que a corrução atingira todos os níveis da sociedade, o político agindo segundo interesses pessoais, a fim de manter-se no poder. Assim, as decisões eram estritamente partidárias. Sempre que se propunha algo construtivo, logo isso era bloqueado pela burocracia. Assim, nunca era possível terminar nada em menos de seis ou sete meses.

      Nestas circunstâncias, empenhei-me em fazer com que predominasse a honestidade e a correção, tentando jamais perder de vista os interesses de toda a comunidade. Foi possível mudar algumas coisas, mas, oh, quantos inimigos criei!

      Observei que a maioria de meus concidadãos desejavam que se fizesse justiça, mas apenas da parte dos outros. Sempre que surgia a questão de seus próprios interesses, procuravam os favores dum amigo, ou tentavam uma transigência ou um “jeitinho”, ou tentavam amedrontar o administrador, ou recorriam à violência imoral para obter privilégios pessoais.

      Visita de Resultados de Longo Alcance

      Enquanto labutava no meio ‘de todas essas dificuldades, no Dia de Natal de 1972, um senhor e uma senhora vieram à minha porta, e começaram a conversar comigo sobre Deus e a Bíblia, afirmando que era iminente uma mudança na terra. Um tanto surpreso, consenti em conversar com eles brevemente. Deixaram comigo o livro A Verdade Que Conduz à Vida Eterna e algumas revistas, prometendo que voltariam para indagar o que eu pensava sobre tal publicação.

      Depois de ler algumas páginas do livro Verdade, parei de ler, pois parecia tão ridículo. Mas, falei sobre isso com minha esposa. Perguntamos a nós mesmos: ‘Para irem às portas dizer tais coisas essa gente deve ter alguma base; se o que dizem estiver na Bíblia Sagrada, como é que entenderam isso, ao passo que nossa Igreja Católica, com quase dois mil anos de história, não o entendeu?’

      Como de costume, no domingo seguinte fomos à Missa, porque éramos católicos praticantes sinceros. Depois de o pároco explicar o Evangelho, aconselhou sua assistência a não escutar aqueles que se identificavam como. “cristãos” ou como “testemunhas de Jeová”.

      No domingo seguinte, depois de saber que as testemunhas de Jeová novamente visitaram as casas no povoado, o sacerdote ficou irado e disse, de maneira categórica, que não devíamos escutá-las, visto que eram protestantes que não criam em Cristo e, além disso, procuravam, de modo agressivo, fazer as pessoas aceitarem suas idéias. Nas semanas seguintes, o sacerdote atacou com freqüência as testemunhas de Jeová, chamando-as de “lobos gananciosos”.

      Mas, eu e minha esposa, movidos pela curiosidade, ou talvez devido à nossa reação ao ambiente que nos cercava, recebemos em nossa casa esses cristãos conhecidos como testemunhas de Jeová, contrário aos conselhos de nosso pároco. Para nossa surpresa, verificamos que suas intenções eram pacíficas e que seus modos eram mansos.

      Como católicos, achávamos que tínhamos a religião verdadeira e, por isso, nossas palestras com as Testemunhas visavam ajudá-las a entender que estavam erradas. Quanto mais continuamos a estudar, porém, mais entendemos que quem estava errado éramos nós. Mais de uma vez procuramos nosso pároco, que, contudo, não conseguiu nos dar as explicações necessárias.

      Movidos agora pela nossa sede da verdade, palestramos com pessoas que achávamos serem bem informadas sobre a Bíblia, tanto católicas como protestantes. Muitos pontos importantes foram considerados. No entanto, nem o teólogo católico nem o pastor protestante conseguiram achar uma base bíblica em apoio de suas teorias. Por isso, só pudemos concluir que a verdade se achava nas Escrituras Sagradas, e estava sendo pregada somente por aqueles que obedeciam a ordem de Jesus de se amarem uns aos outros, assim identificando-se como verdadeiros discípulos.

      O católico mediano obtém, na adolescência, um treinamento religioso baseado em ritos e orações aprendidas mecanicamente, após o que sua espiritualidade deve ser supostamente satisfeita pela Missa dominical. Faz-se-lhe entender que sua salvação se acha nas mãos do sacerdote que realiza os vários sacramentos. Sua consciência pode ficar cauterizada e endurecida, e, no fim, tal pessoa não raro se torna insensível, corruta.

      Gradualmente vi serem expostos os erros da Igreja Católica no nível doutrinal. Deixe-me citar os que principalmente me impressionaram. Por exemplo: Como se pode justificar a doutrina da Trindade quando se lê o que está escrito em João 14:28, Ou como pode ser sustentada a doutrina da imortalidade da alma à luz de Gênesis 2:7; Eclesiastes 9:5; Jó 14:13 e 34:14, 15? E, se examinarmos a conduta das igrejas da cristandade, a violência que cometeram por toda a história, e, em especial, nas recentes guerras mundiais, e se compararmos tal conduta com João 13:34, certamente fica patente que tal conduta é incompatível com o verdadeiro cristianismo.

      De tudo isso foi fácil concluir que os ensinos da Igreja Católica eram falsos, de modo que, pouco a pouco, abandonei-a, e, junto com minha esposa, comecei a freqüentar as reuniões no Salão do Reino das Testemunhas de Jeová. Ao aumentar nosso conhecimento, compreendemos que as testemunhas de Jeová são verdadeiramente o povo de Deus.

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