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    Ajuda ao Entendimento da Bíblia
    • REBATIDOS FALSOS CONCEITOS

      Falsos instrutores em Colossos promoviam uma filosofia enganosa. Dava-se destaque à observância de preceitos da Lei mosaica. A prática do ascetismo também era promovida. O apóstolo avisou os cristãos colossenses para que tivessem cuidado, de modo que ninguém os levasse “como presa sua, por intermédio de filosofia e de vão engano, segundo a tradição de homens, segundo as coisas elementares do mundo e não segundo Cristo”. (Col. 2:8) Paulo também instou com seus co-crentes a não permitir que ninguém os julgasse pelo comer e beber “ou com respeito a uma festividade ou à observância da lua nova ou dum sábado; pois estas coisas são sombra das coisas vindouras, mas a realidade pertence ao Cristo”. (Col. 2:16, 17) O apóstolo reconheceu o que era realmente a humildade fingida, e expôs o ascetismo, declarando: “Estas mesmas coisas, deveras, têm aparência de sabedoria numa forma de adoração imposta a si próprio e em humildade fingida, no tratamento severo do corpo; mas, não são de valor algum em combater a satisfação da carne.” — Col. 2: 20-23.

      Paulo sublinhou a posição de superioridade, dada por Deus, que Cristo usufrui. (Col. 1:13-20) Esta verdade combateria a filosofia pagã, a tradição judaica e outra prática, uma “forma de adoração dos anjos”. (Col. 2:18) As Escrituras não esclarecem se os envolvidos nela pretendiam praticar a mesma forma de adoração que supunham que os anjos praticavam, se pensavam estar imitando a atitude reverente dos anjos, ou se estavam realmente adorando tais criaturas espirituais.

      ESBOÇO DO CONTEÚDO

      I. Posição de Cristo, cabeça da congregação

      A. Paulo agradece a fé e o amor dos colossenses em Cristo (1:1-14)

      1. Ora que fiquem plenos de conhecimento acurado

      2. Foram transplantados para o reino do Filho

      B. Ele é a imagem de Deus, primogênito da criação, cabeça da congregação (1:15-20)

      C. Mediante ele, consegue-se a reconciliação com Deus (1:21-23)

      D. Como ministro do segredo sagrado, Paulo trabalha para ‘apresentar cada homem completo em união com Cristo’ (1:24-29)

      II. Sabedoria, conhecimento, ocultos em Cristo; “realidade” pertence a ele

      A. Paulo peleja para que obtenham conhecimento de Cristo (2:1-5)

      B. Insta que andem em união com Cristo e não sejam desencaminhados (2:6-12)

      C. Deus perdoou aqueles “mortos” outrora; apagou documento da Lei (2:13-17)

      1. Não deviam deixar ninguém julgá-los pelo comer, beber, observâncias

      2. Tais são sombra, mas “a realidade pertence ao Cristo”

      D. Não deviam permitir que nenhum homem os privasse do prêmio (2:18-23)

      1. Adoração imposta a si próprio, humildade fingida, e tratamento severo do corpo, não tinham valorem combater a satisfação da carne

      III. Procurem coisas de cima; revistam-se da nova personalidade

      A. Amorteçam membros carnais na terra; revistam-se da nova personalidade (3: 1-11)

      B. Revistam-se de compaixão, benignidade, humildade mental, brandura, longanimidade, amor (3:12-17)

      1. Que a paz de Cristo os controle; ajudem-se mutuamente

      2. Façam tudo em nome de Jesus, agradecendo a Deus por meio dele

      C. Instruções dadas às esposas, aos maridos, filhos, escravos (3:18-25)

      IV. Exortação adicional e cumprimentos pessoais

      A. Instados os amos a lidar com justiça e eqüidade com escravos (4:1)

      B. Dada admoestação para orarem, andarem de modo sábio, e sobre como responder (4:2-6)

      C. Estão sendo enviados Tíquico e Onésimo; contarão “todas as coisas daqui” (4:7-9)

      D. Paulo e associados mandam cumprimentos; ele termina com instrução e o desejo de que a benignidade imerecida acompanhe os colossenses (4:10-18)

      Veja o livro “Toda a Escritura É Inspirada por Deus e Proveitosa”, pp. 216-218.

  • Colossos
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    • COLOSSOS

      Uma cidade do sudoeste da Ásia Menor. Nos dias do apóstolo Paulo, Colossos (ou Colossas) achava-se na província romana da Ásia, embora fizesse parte da antiga região da Frígia. Situava-se perto do extremo superior do vale do rio Lico, cerca de 18 km a E de Laodicéia (moderna Denizli). O vale do rio Lico é estreito na região de Colossos, sendo ladeado por grandes penhascos, mas vai-se ampliando à medida que avança para o NO e para a junção do Lico com o rio Meandro (Menderes). Por este vale passava a estrada principal que ia de Éfeso e da costa do Egeu, a E, até o Eufrates. Pelos escritos de Heródoto e Xenofonte (quinto século A.E.C.), Colossos parece ter sido então a principal cidade do vale. Uma estrada partia dali até Sardes e Pérgamo, ao NO. Durante o período romano, contudo, mudou-se o sistema rodoviário, e Laodicéia e a vizinha Hierápolis (Col. 4:13) vieram a ultrapassar em importância a Colossos. Todavia, Colossos continuou a ser conhecida como centro têxtil, sendo famosa por sua lã excelente, de tonalidade incomum, chamada collossinus. Achava-se na beirada da região isolada e de estepe, onde pastavam greis de ovelhas. Logo ao S, cerca de 5 km, o mte. Cadmo ascendia 2.515 m, suas neves alimentando riachos que passavam por Colossos.

      No dia de Pentecostes de 33 E.C. havia frígios em Jerusalém, alguns deles talvez sendo de Colossos. (Atos 2:10) Embora Colossos se achasse na rota principal E-O, a maioria dos peritos crê que Paulo seguiu uma rota mais setentrional em sua terceira viagem missionária, que o levou por terra até Éfeso. (Atos 18:22, 23; 19:1) Sua carta aos colossenses indica que não havia visitado Colossos e que a congregação ali era fruto do trabalho de Epafras, a quem Paulo descreve como representando tanto a ele como a seus colaboradores por ministrar fielmente aos crentes em Colossos. (Col. 1:7, 8; 2:1; 4:12) Paulo, contudo, conhecia vários cristãos de Colossos. Cita nominalmente Onésimo, Arquipo, Filêmon e Áfia. — Col. 4:9, 17; Filêm. 1, 2, 10-12.

  • Coluna (Pilar)
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    • COLUNA (PILAR)

      Um suporte estrutural ereto, ou pilar, ou algo que se assemelha ou é comparável a tal coluna de apoio.

      Alguns povos antigos do Oriente Médio ergueram colunas sagradas relacionadas com sua religião falsa; é bem provável que envolvessem o simbolismo fálico. Os israelitas, ao entrarem na Terra Prometida, deviam destruir tais colunas sagradas, e foi-lhes proibido erguer colunas dessa espécie. (Deut. 7:5; 16:22) Entretanto, às vezes, assumiram a religião pagã e utilizaram colunas sagradas. — 1 Reis 14:23; 2 Reis 3:2; veja COLUNA SAGRADA.

      Bem diferente da utilização incorreta das colunas, odiada por Deus, as Escrituras Hebraicas mencionam a ereção de colunas ou de pedras de natureza comemorativa. Tais colunas não eram objetos de adoração idólatra, nem símbolos dos órgãos sexuais. Serviam para recordar atos ou acontecimentos históricos.

      Jacó, em duas ocasiões, ergueu colunas de pedra em Betel. Ambos os casos envolviam um marco dos modos de Jeová lidar com Jacó de forma especial naquele lugar. (Gên. 28:18, 19, 22; 31:13; 35:14, 15) A coluna que Jacó ergueu sobre o túmulo de Raquel era, sem dúvida, de pedra, e ainda existia nos dias de Moisés. (Gên. 35:19, 20) Quando os israelitas aceitaram as leis que Moisés recebera de Deus, Moisés construiu um altar e “doze colunas correspondentes às doze tribos de Israel”. (Êxo. 24:4) Josué forneceu instruções similares que envolviam pedras, para representar as tribos, embora o relato não as chame de colunas ou pilares. Serviriam qual marco comemorativo para Israel, e propiciariam aos pais a oportunidade de explicar a seus filhos o que aquelas doze pedras significavam. — Jos. 4:1-9, 20-24.

      Um pacto ou uma vitória poderia ser assinalado por se erigir uma pedra, amiúde uma coluna. (Gên. 31:44-53; Jos. 24:26; 1 Sam. 7:10-12) Depois de sua vitória sobre os amalequitas, o Rei Saul ‘erigiu um monumento para si mesmo no Carmelo’. (1 Sam. 15:12) A palavra hebraica aqui traduzida “monumento” é geralmente vertida “mão”, mas também é usada em 2 Samuel 18:18 em relação à “coluna” que Absalão ergueu, chamada de “Monumento de Absalão” (ALA, BJ, NM), assim, evidentemente, Saul erigiu um monumento, ou pilar (Al, IBB), comemorativo de sua vitória. — Compare com Isaías 56:5.

      A idéia de uma coluna servir de monumento comemorativo pode estar envolvida na profecia de Isaías 19:19. Escrita no oitavo século A.E.C., tratava de circunstâncias posteriores à destruição de Jerusalém, em 607 A.E.C. Alguns dos judeus, que os babilônios deixaram em sua terra, fugiram para o Egito, e moraram em cidades egípcias, conforme predito em Isaías 19:18. (Jer. 43:4-7; 44:1) Assim, a promessa de que haveria “uma coluna a Jeová” ao lado do termo territorial do Egito tem sido entendida por muitos comentaristas como significando que, no Egito, Jeová seria lembrado ou comemorado, quer houvesse quer não uma coluna literal. — Compare com Isaías 19:20-22.

      USO FIGURADO

      O material e a função das colunas estruturais as tornavam símbolos apropriados do apoio firme. Ilustrariam aquilo que sustenta com segurança. A congregação cristã podia ser chamada de “coluna e amparo da verdade”, pois, mediante ela, os cristãos aprendem e obtêm entendimento das verdades da Palavra de Deus. (1 Tim. 3:15) Ela sustenta a verdade, em contraste com o erro religioso. Menciona-se Tiago, Cefas e João como ‘parecendo ser colunas’ da congregação primitiva; estavam solidamente fixados e eram fortes apoiadores dela. (Gál. 2:9) Os cristãos conquistadores se tornarão colunas no “templo” de Deus, obtendo uma posição permanente naquela estrutura espiritual. (Rev. 3:12) A idéia da firmeza duma coluna se encontra nas alusões às colunas, ao se descrever os pés dum anjo forte. (Rev. 10:1) As pernas do amante pastor da jovem sulamita eram como “colunas de mármore”, sendo tanto lindas como fortes. — Cân. 5:15.

      COLUNA DE NUVEM E DE FOGO

      Jeová guiou miraculosamente os israelitas para fora do Egito e através do deserto, ‘indo na frente deles, de dia numa coluna de nuvem . . . e de noite numa coluna de fogo, para dar-lhes luz, para irem’ adiante. (Êxo. 13:21) Não se tratava de duas colunas, mas de uma só “coluna de fogo e de nuvem” que normalmente aparecia como uma nuvem de dia, e como fogo à noite. (Êxo. 14:24) Quando os egípcios perseguiram os israelitas, a coluna passou para trás, talvez se espalhando como um muro. (Sal. 105:38, 39) Provocava escuridão do lado egípcio, mas iluminava o lado israelita. (Êxo. 14:19, 20) Quando se ergueu

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