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Pode o sol suprir as necessidades energéticas do homem?Despertai! — 1973 | 22 de abril
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mudança. O presente modo de vida industrializado, em considerável medida, precisa ser desmantelado, e se precisa pôr um fim na tendência para maior industrialização. Mas, é evidente que os governos de hoje não cooperarão voluntariamente nisto.
Uma Solução Justa
No entanto, aquilo que os governos humanos não fizeram e não se pode esperar que façam, podemos ter plena confiança de que o Criador do homem, o Deus Onipotente, fará. Com efeito, aproxima-se o tempo para que Ele assevere seu poder onipotente, eliminando este inteiro sistema perverso de coisas. Isto significa que o inteiro sistema do homem, que tanto polui a terra, será permanentemente rompido.
Não obstante, a terra não será inteiramente despovoada; haverá pessoas que restarão, pessoas que genuinamente amam a Deus e que apreciam as Suas criações maravilhosas. Usarão, assim, os recursos da terra de tal modo que não tragam dano ao meio-ambiente. Significa isto que a humanidade viverá uma forma primitiva de vida sem a energia para fazer funcionar as utilidades modernas?
Não, isso não é necessário. A terra tem energia que pode ser aproveitada sem se poluir o meio-ambiente. Sob a orientação da justa administração de Deus, o homem aprenderá a utilizar eficazmente os recursos energéticos da terra, e ele os usará de forma sábia, dum modo totalmente proveitoso. Todos disporão de toda a energia necessária para viverem confortavelmente e usufruírem plenamente a vida. Não haverá escassez de energia então, nem haverá horrendos problemas de poluição! — Sal. 37:9-11, 29; Rev. 21:3, 4.
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Itens NoticiososDespertai! — 1973 | 22 de abril
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Itens Noticiosos
Aumenta o Comércio Leste-Oeste
◆ O comércio dos EUA com a Rússia e outros países comunistas da Europa Oriental está aumentando. O secretário de Comércio dos EUA, P. G. Peterson vê “grandes promessas” nas possíveis colaborações para explorar os amplos recursos naturais da Rússia. A Rússia considera que tais passos contrabalançariam em parte as grandes importações russas previstas dos EUA. O aumento das demandas dos consumidores ali e em outros países da Cortina de Ferro é, segundo se relata, um dos motivos para o aumento no comércio com o Ocidente.
Continua a Corrida Armamentista
◆ Embora os EUA e a Rússia tenham assinado pactos de controle de armamentos, a corrida nuclear não diminuiu. Ambos os países continuam a pressão em áreas não abrangidas pelos acordos, tais como provas subterrâneas. Ao mesmo tempo, a França realiza provas atômicas no Pacífico e, como a China, recusa parar as explosões atmosféricas. Quase duas dúzias de nações menores estão chegando perto de desenvolver armas atômicas.
Tribunais Sustentam Rejeição de Sangue
◆ Charles Osborn, um senhor de 34 anos de Hughesville, Maryland, depois de um acidente, soube que “só tinha uma possibilidade em quatro de sobreviver sem transfusões de sangue”. Os médicos no Hospital Memorial de Cafritz foram instruídos, quando ele baixou ao hospital, para não usarem sangue. Na tentativa de forçar uma transfusão de sangue a Osborn, as autoridades hospitalares se dirigiram à casa da juíza do Superior Tribunal, Sylvia Bacon. Os membros da família de Osborn, apoiando a posição dele, também foram junto. A juíza negou o pedido do hospital. O hospital levou o caso ao Tribunal de Apelações de Washington, D. C., EUA; outro desembargador, J. Skelly Wright, havia anteriormente ordenado que se desse sangue a uma senhora. (Despertai!, 22 de setembro de 1964) A Juíza Bacon, a quem se pediu que reconsiderasse sua decisão, dirigiu-se ao hospital para entrevistar pessoalmente o paciente. Novamente negou o pedido do hospital. Numa sessão final, o tribunal de apelações recusou mudar a decisão da Juíza Bacon. Uma notícia no Post de Washington dizia: “A maioria dos pacientes na situação de Osborn teriam morrido, segundo o Dr. Albert Rolle, médico que atendeu Osborn. ‘Mas, não podemos sempre predizer o que acontecerá’, disse ele. ‘Varia com o paciente.’” Os médicos ficaram surpresos quando ele voltou para casa uma semana depois.
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