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  • As grandes empresas e a guerra
    Despertai! — 1984 | 22 de julho
    • armas não mudou. Por três anos antes da guerra das Malvinas, os ingleses venderam para a Argentina, no valor superior a 200 milhões de dólares, navios de guerra e armas eletrônicas, grande parte das quais foram empregadas contra eles quando irrompeu a guerra. Este é o risco que tanto as nações como as grandes empresas preferem assumir. Erguem-se vozes condenando as vendas internacionais de armas. Todavia, as vendas prosseguem, geralmente incentivadas pelos governos nacionais. E, no ínterim, o mundo se torna um lugar cada vez mais perigoso de se viver.

  • As grandes empresas e o leitor
    Despertai! — 1984 | 22 de julho
    • As grandes empresas e o leitor

      O COMÉRCIO é uma atividade humana, e os humanos são passíveis de cometer graves erros. Assim sendo, as grandes empresas, também, com freqüência cometem graves erros morais. As grandes empresas envolvem enormes somas, de modo que, inevitavelmente, elas atraem os gananciosos e os famintos de poder. E, como parte integral deste mundo, naturalmente refletem o modo de pensar do deus deste mundo. Lembre-se de que “o mundo inteiro jaz no poder do iníquo”. — 1 João 5:19.

      Todavia, aqueles que cometem tais erros são os responsáveis. Qualquer pessoa que se aproveite do enorme poder financeiro para tapear o homem simples do povo deve lembrar-se do aviso: “Quem defrauda o de condição humilde tem vituperado Aquele que o fez.” (Provérbios 14:31) Mesmo que as conseqüências de suas ações só sejam visíveis num país distante, não sendo talvez jamais vistas pessoalmente por eles, o princípio da Bíblia se prova verídico: “Quem defrauda ao de condição humilde para suprir-se de muitas coisas . . . seguramente se destina à carência.” (Provérbios 22:16) Quaisquer riqueza resultante de tal defraudação não escudará os criminosos do julgamento final de Deus.

      Isto se dá especialmente com os produtores e vendedores de armas. Na verdade, não são eles realmente que puxam o gatilho ou lançam as bombas que ceifam vidas inocentes. Mas, ao suprirem as armas, compartilham a culpa. A verdade é que grande parte das guerras modernas seria impossível sem a cooperação das grandes empresas. Visto que tais empresas têm cooperado, todo o globo acha-se como a antiga terra de Israel, “poluída com o derramamento de sangue”. (Salmo 106:38) Por fim, como aconteceu também naqueles dias, Jeová julgará os culpados: “Destruirás os que falam mentira. Jeová detesta o homem que derrama sangue e que engana.” — Salmo 5:6.

      Mas, o que pode a pessoa fazer? Deveria evitar todo contato com o comércio? Não necessariamente. A Bíblia não condena o comércio em si. (Provérbios 31:18; Mateus 25:14-27) Todavia, é importante como o comércio é conduzido. “Quem obtém lucro injusto traz o banimento sobre a sua própria casa”, avisa o provérbio bíblico. E os perigos morais que aguardam qualquer pessoa cujo alvo principal na vida é ficar rico são claramente sublinhados

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