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  • Como pode enfrentar os preços crescentes
    Despertai! — 1975 | 22 de outubro
    • Contudo, e se seu supermercado não tiver uma seção de carne com mais de um dia? Por que não se dirige ao gerente pessoalmente e pede tal oportunidade de comprar tais itens a preços reduzidos? Talvez fique surpresa de descobrir que ele já tem freguesas, e ficará contente de incluí-la entre elas.

      Um casal de Mênfis, Tennessee, descobriu interessante meio de economizar nos gastos com comida. Compreendendo que captavam a maioria das notícias pela televisão, cancelaram as assinaturas do jornal e das revistas que não eram mesmo lidos. Observaram, contudo, que em certo dia os anúncios de mercearias incluíam cupons impressos de descontos sobre itens de “isca”, mercadorias vendidas com desconto para “atrair” pessoas à loja. Visto que eram mercadorias com freqüência mais necessitadas, comprar o jornal daquele dia numa banca mais do que compensava seu custo.

      Ajudaria uma Horta?

      Quando os preços dos alimentos obrigaram jovem casal de Indianápolis a reduzir despesas, pequena horta de legumes parecia ser útil. Mas, moravam num apartamento. O que podiam fazer?

      Depois de olharem o terreno dum vizinho, o rapaz sugeriu um arranjo: “Se eu cortar sua grama durante todo o verão, deixará que eu roce aquela parte para plantar legumes?” Concordou-se nisto, e aquela horta produziu em abundância para eles e seus amigos e até mesmo para o senhor com que foi feito o acordo. Poderia algo similar ajudá-lo a enfrentar os preços crescentes de hoje?

      Se pensa em cultivar alguns alimentos, talvez ache de ajuda a técnica das “safras múltiplas”. Que é isso? Ao invés de plantar logo todas suas sementes, talvez ache proveitoso plantá-las com um intervalo de uma ou duas semanas. Assim, quando uma semeadura estiver pronta para a colheita, outra estará bem a caminho disso. Colher safras maduras deixa o campo aberto para plantar ainda outras. Peritos agrícolas nas Filipinas refinaram as safras múltiplas ao ponto em que meio hectare já produziu 13 toneladas. Este processo pode aumentar também os produtos de sua horta de legumes.

      Precisa Realmente Disso?

      Sem dúvida já notou que a maioria das cozinheiras usam produtos acabados ou semi-acabados como blocos básicos para suas refeições. Será realmente necessário incorrer nessa despesa? Ao passo que pão de padaria, molhos enlatados, sobremesas embaladas e pratos já prontos aliviam a carga de trabalho, também aumentam suas contas de alimentos. A disposição de “começar do nada” ao preparar a comida não só reduz os custos, mas também traz satisfação especial. O aroma do pão caseiro assando no forno e seu sabor caraterístico são coisas que nenhum produto comercial pode imitar. E pode ser mais barato.

      Em muitos países, hoje em dia, os anunciantes pressionam continuamente as pessoas a “comprar”, “comprar”, “comprar”. Mas, será que as pessoas realmente precisam de todas as coisas materiais que acenam diante de seus olhos? Precisa de todas as coisas que possui agora? Estas são boas perguntas a ponderar quando se pensa em enfrentar crescentes preços.

      Quando uma família de três em Indiana sentiu o aperto de seu reduzido poder aquisitivo, decidiram “baixar” seu padrão de vida por venderem sua casa e comprarem outra menor pela metade do preço. Ainda tinham adequada moradia; mas os pagamentos de sua hipoteca tornaram-se Cr$ 800,00 menos por mês.

      Poderá usar um processo similar até mesmo em sua casa atual. Usar roupas mais pesadas dentro de casa e fechar as cortinas em janelas ventosas lhe poupará dinheiro com aquecimento. Maiores economias advirão se passar dos telefonemas interurbanos para a escrita de cartas. E, onde isso se aplicar, ao invés de usar indiscriminadamente a via aérea, por que não enviar a correspondência menos urgente por via simples? As economias podem aumentar rapidamente, assim como as despesas.

      Outra coisa que poderá fazer para enfrentar os preços crescentes é seguir este princípio importante: Nunca peça emprestado a menos que seja absolutamente necessário. Naturalmente, os cartões de crédito e os arranjos de mandar debitar em sua conta são de grande conveniência. E talvez lhe digam que o custo do crédito é, por exemplo, de apenas 1,5 por cento depois de trinta dias. Mas, compreende que isso significa 1,5 por cento ao mês? Isso significaria pelo menos 18 por cento ao ano. Este não é um meio de vencer o ascendente custo de vida.

      Lembro-me de um comercial de TV que transbordava de generosidade ao prometer emprestar ao telespectador Cr$ 5.000,00, pagáveis em um período de trinta meses a apenas 16 por cento de juros. Compreende, contudo, que do devedor se poderia exigir um pagamento de até Cr$ 7.000,00 nessa taxa? Não seria mais sábio evitar comprar a crédito, quando possível?

      UMA FAMÍLIA Combate os Preços Altos

      Importante meio de enfrentar os preços altos é desenvolver uma atitude familiar diante do problema. Como isso pode ser feito!

      Talvez, em sua família, como em muitos lares da América do Norte, os filhos desempenhem tarefas domésticas pelas quais recebem mesada. No entanto, deveriam ser pagos por ajudarem em casa? Será isso nos melhores interesses deles? Alguns jovens também têm empregos fora de casa. Mas, que motivos têm os filhos para fazer seu trabalho? Será unicamente para terem “seu próprio” dinheiro para comprar coisas para si mesmos? Tal motivo inclinado para o egoísmo traz poucos benefícios à família como um todo. Os pais talvez até mesmo considerem necessário insistir que os jovens contribuam para o bem-estar da família, resultando em relações estremecidas.

      Muito melhor é que os membros da família criem uma atitude baseada no princípio bíblico provado pelo tempo: “Que cada um persista em buscar, não à sua própria vantagem, mas a da outra pessoa.” (1 Cor. 10:24) Seguindo este princípio, os pais não esperarão que os filhos desistam de todo seu salário; e os filhos não desejarão guardá-lo todo para si mesmos. Que benefícios maravilhosos resultam quando os membros da família trabalham juntos para o proveito uns dos outros! Isso contribui para uma vida familiar bem unida.

      Enfrentar os preços crescentes hoje representa, deveras, um desafio. Mas, é um desafio que pode enfrentar com êxito, se estiver disposta a fazer alguns ajustes em seu modo de vida. — Contribuído.

  • “Refrigerantes” ou sucos de frutas?
    Despertai! — 1975 | 22 de outubro
    • “Refrigerantes” ou sucos de frutas?

      ■ As mães certa vez afirmavam que compravam “refrigerantes” para suas famílias — não genuínos sucos de frutas — por causa de seus preços inferiores. Agora que os custos do açúcar tornaram os “refrigerantes” quase tão caros quanto os sucos, pareceria que, até mesmo por razões econômicas, os sucos se tornariam muito mais populares. Mas, isso não acontece. Um artigo em Women’s Wear Daily cita um vice-presidente de grande cadeia de mercearias como dizendo: “As mães entorpecidas insistem em comprar refrigerantes, ao invés de sucos.”

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