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  • Quando as árvores “falam”

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  • Quando as árvores “falam”
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g86 8/11 p. 13

Quando as árvores “falam”

O ANTÍLOPE africano chamado kudu, com seus magníficos chifres em espiral, é um animal de porte majestoso. Os conservacionistas, assim, ficaram alarmados quando grande número de kudus começaram a morrer de fome em pequenas reservas da África do Sul. As mortes pareciam inexplicáveis, pois as reservas tinham árvores em abundância para que tais animais mordiscassem suas folhas. No entanto, depois de muita investigação, surgiu surpreendente explicação: As árvores tinham “falado” umas com as outras!

Tolice? Bem, a revista South African Panorama informa: “As árvores dispõem de uma arma secreta contra os kudus e outros comedores de folhas . . . Quando o kudu se alimenta duma árvore, as folhas são estimuladas a produzir uma forma de tanino conhecida como tanino K.” Os kudus não conseguem digerir devidamente estas folhas, e logo param de comê-las. “Mas não podem simplesmente passar para outra árvore?”, pergunta. É aí que entra a “fala” da árvore.

O Professor van Hoven afirma na revista Custos que “foi recentemente provado, além de qualquer dúvida, que, quando as folhas duma árvore são feridas, ela libera no ar alguns compostos aromáticos, a que outras plantas da mesma espécie são sensíveis”. Com efeito, as árvores avisam as vizinhas que há por perto mordiscadores famintos. E como é que tais vizinhas respondem? Por produzirem igualmente em suas folhas o tanino prejudicial. Afinal de contas, a sobrevivência está em jogo! “Plantas que não possuíam esta habilidade de defender-se . . . inevitavelmente tornaram-se extintas, com o passar do tempo”, especula o Professor van Hoven. Assim, dentro de relativamente pouco tempo depois que um kudu começa a mordiscar, uma espécie de árvore após outra poderá ‘lacrar’ suas reservas de alimento. Com efeito, parece ser preciso passarem alguns dias para que as folhas duma árvore ferida retornem ao normal.

O mecanismo natural de proteção das árvores constitui real problema quando os kudus são mantidos em pequenas reservas. Os pesquisadores logo observaram que a taxa de mortalidade dos kudus nas reservas menores era seis vezes mais alta do que nas grandes. Por quê? Superpopulação de kudus. Afirma o Professor van Hoven: “Nossa recomendação aos criadores de animais de caça . . . é de não manterem mais de três a quatro kudus por 100 hectares . . . Se houver mais kudus em confinamento, é aconselhável fornecer-lhes uma suplementação alimentar no inverno.”

Naturalmente, será necessário duplicar as descobertas em laboratório, sob condições naturais, para se saber com certeza quantas e até que ponto as árvores realmente “falam”. Todavia, até mesmo estes resultados preliminares apontam para o projeto da criação viva e a assombrosa inteligência do Deus que fez todas as coisas.

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