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  • Como toda a escritura inspirada por Deus é proveitosa
    A Sentinela — 1964 | 1.° de maio
    • “PARA DISCIPLINAR EM JUSTIÇA”

      36. (a) Como muitas vêzes os clérigos religiosos defendem coisas não-bíblicas, mas o que ordena a Palavra de Deus sob tais circunstâncias? (b) Explique as palavras de Paulo aos pais em Efésios 6:4.

      36 Por fim, “tôda a Escritura” que contém os inspirados “escritos sagrados” é proveitosa “para disciplinar em justiça”. (2 Tim. 3:16) Às vêzes, quando certa prática ou exigência de organizações religiosas são indicadas como contrárias aos “escritos sagrados”, os clérigos religiosos tentam justificar as coisas não-bíblicas, dizendo: “É a disciplina da Igreja.” Mas se não fôr segundo “tôda a Escritura”, então não é uma disciplina em justiça e não resulta em salvação alguma para o disciplinado. O propósito básico da disciplina é a educação, a instrução. (Atos 7:22) Esta educação pode ser transmitida dentro da norma de certas leis e regulamentos de uma organização. Nas palavras de Paulo aos pais, esta organização é o lar cristão, assim como êle disse: “Vós, pais, não estejais irritando os vossos filhos, mas prossegui em criá-los na disciplina e no conselho de autoridade de Jeová.” (Efé. 6:4) Aqui a disciplina seria uma educação acompanhada de ação ou atos de treinamento dos filhos, a fim de fazê-los entender como se conduzirem no lar cristão em sujeição aos pais cristãos. Para ajudá-los a se comportarem segundo esta disciplina, alguns conselhos autorizados ou palavras de conselho e encorajamento da parte da Palavra autorizada de Deus podem ser dados aos filhos segundo a necessidade durante o treinamento. Então, disciplina significa que êles não podem conduzir-se segundo seus caprichos imaturos e infantis, suas fantasias e seus desejos irrefletidos, mas que precisam aprender a agir em obediência às normas e aos regulamentos cristãos da casa.

      37, 38. Como tal disciplina vai além de apenas pais e filhos?

      37 Também, há a disciplina que precisa prevalecer na maior e mais ampla instituição, a organização de Jeová Deus, que hoje se faz representar na terra pela congregação de suas testemunhas cristãs. Esta representa a casa do grande Pai celestial, a “casa de Deus”. As suas normas, seus regulamentos e modo de operação são justos e qualquer membro de casa que pensa e age em harmonia com êles aprende a justiça.

      38 Precisamos receber instrução sôbre como nos conduzir dentro da organização de Deus e foi por isso que Paulo deu instruções a Timóteo, escrevendo: “Escrevo-te estas coisas, . . . para que saibas como deves comportar-te na família de Deus, que é a congregação do Deus vivente, coluna e amparo da verdade.” (1 Tim. 3:14, 15) As instruções de Paulo a Timóteo estão nos inspirados “escritos sagrados” e, então, “tôda a Escritura” que Deus inspirou é proveitosa “para disciplinar em justiça”.

      39. De nôvo, com que motivo se deve administrar a disciplina e o que significa isto para os cristãos?

      39 O motivo por trás da disciplina cristã, quer em um lar em que se teme a Deus, quer na congregação das testemunhas de Jeová, é o amor. Será, portanto, estabelecida e realizada de modo correto. O modo em que esta educação por ação dentro das leis e regulamentos teocráticos deve ser dirigida os inspirados “escritos sagrados” nos dizem claramente. Sendo motivada pelo amor e devendo ser educativa, tendo-se em mente a nossa salvação, devemos sujeitar-nos a ela, embora não nos permita falar, agir e viver do modo desenfreado que o mundo vive, quer dentro quer fora da congregação.

      40. Que obstáculos talvez tenhamos que enfrentar neste mundo, mas que alegria temos também?

      40 Comportando-nos dêste modo disciplinado, podemos sujeitar-nos ao criticismo, oposição e perseguição do mundo, mas tudo isto acompanha a nossa disciplina neste mundo. Pode tornar-nos o trabalho de pregação das “boas novas eternas” que Deus deu uma árdua experiência “pùblicamente e de casa em casa”, mas isto nos é boa disciplina, tendo bons resultados em vista. “É verdade”, diz Hebreus 12:11, “que nenhuma disciplina parece no momento ser motivo de alegria, mas sim de pesar; no entanto, depois dá fruto pacífico, a saber, a justiça, aos que têm sido treinados por ela”. Então, amemos a Deus, o nosso Pai celestial, por isso.

      41. Dando atenção a “tôda a Escritura”, o que nos tornaremos?

      41 Hoje em dia devemos levar nossa vida, precisamos fazer unidamente o nosso trabalho mundial como disciplinadas testemunhas de Jeová. Precisamos agir e servir como homens de Deus, como seu povo dedicado. A nossa sabedoria para salvação eterna jaz no estudo fiel e no uso do Seu Livro de “boas novas eternas”. Êle foi amorosamente dado a nós, “a fim de que o homem de Deus seja plenamente competente, completamente equipado para tôda boa obra”. — 2 Tim. 3:17; Apo. 14:6.

  • O dom da imortalidade
    A Sentinela — 1964 | 1.° de maio
    • O Dom da Imortalidade

      O MAIOR dom que um homem mortal poderia receber é o da imortalidade. Este lhe significaria não morrer, existir independentemente de qualquer coisa criada, e impossibilidade de se desgastar e deteriorar. Sendo feito de carne que se desgasta e que precisa de energia externa para viver, o homem é corrutível. Ele não nasce com a imortalidade, como alguns pensam.

      Se todos os homens possuíssem alma imortal que perpetuasse para sempre a sua existência consciente, por que apresentaria Deus a imortalidade como recompensa pela fidelidade cristã? Por que falaria a sua Palavra sôbre a incorrutibilidade como algo a ser buscado? Ordenaria Deus que os homens buscassem o que já possuem? Diz a Bíblia: “Êle dará a cada um segundo as suas obras: vida eterna aos que estão buscando glória, e honra, e incorrutibilidade, pela perseverança na obra que é boa.” (Rom. 2:6, 7) Sendo o homem corrutível e desgastando o seu corpo com o passar do tempo, o dom da imortalidade é algo a ser altamente estimado.

      Passaram-se muitos milhares de anos depois da criação do primeiro homem antes que o Criador Jeová recompensasse uma de suas criaturas com a imortalidade. Até então, sòmente êle a possuía, sendo incorrutível, indestrutível e imperecível. Foi o primeiro de seus filhos criados que, quando estêve na terra como homem perfeito, foi conhecido por Jesus Cristo. As Escrituras dizem que êle é “o primogênito de tôda a criação”. (Col. 1:15) No terceiro dia após sua morte violenta numa estaca de tortura, Jeová o ressuscitou dos mortos, não como humano corrutível cujo corpo pudesse desgastar-se, mas como uma criatura imortal espiritual. Sôbre isto o apóstolo Pedro escreveu: “Até mesmo Cristo morreu uma vez para sempre quanto aos pecados, um justo pelos injustos, a fim de conduzir-vos a Deus, sendo morto na carne, mas vivificado no espírito.” — 1 Ped. 3:18.

      Sendo a primeira criatura de Jeová que recebeu a imortalidade, era então, na ocasião que Paulo escreveu a Timóteo, a única criatura que a possuía. Como espírito imortal, êle agora habita em uma glória inacessível ao homem. Homem algum poderia resistir vê-la, assim como homem algum pode resistir ver com olhos desprotegidos a bola de fogo intensamente brilhante da explosão da bomba de hidrogênio.

      Falando referente a êste único Potentado legítimo, que foi ungido Rei por Deus, Paulo disse: “Esta manifestação, o feliz e único Potentado mostrará nos seus próprios tempos designados, êle, o Rei dos que reinam e Senhor dos que dominam, o único que tem imortalidade, que mora em luz inacessível, a quem nenhum dos homens tem visto nem pode ver.” — 1 Tim. 6:15, 16.

      Que alguns dos seguidores fiéis de Jesus também receberiam o dom da imortalidade se torna claro nas Escrituras.

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