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  • Unidos no empenho pela vida
    A Sentinela — 1986 | 15 de fevereiro
    • Escreveu-se a respeito dele: “Contigo está a fonte da vida.” (Salmo 36:5, 9) Mas agora, o Pai já ressuscitou seu Filho íntegro dentre os mortos como “as primícias dos que adormeceram na morte”. Jesus, tendo “em si mesmo o dom da vida”, recebeu o poder de perdoar pecados, e de julgar e de ressuscitar os mortos, visando a vida eterna. — 1 Coríntios 15:20-22; João 5:27-29; Atos 17:31.

      União Alegre

      8, 9. (a) Como podemos manter em vista o alvo da vida eterna? (b) O que providenciou Deus quanto à vida eterna? (c) Quem passa a compartilhar essas bênçãos, e como?

      8 Assim, Judas, discípulo de Jesus, nos admoesta: “Mantende-vos no amor de Deus, ao passo que aguardais a misericórdia de nosso Senhor Jesus Cristo, visando a vida eterna.” (Judas 21) Que alvo precioso — a vida eterna! E será uma vida em perfeição, segundo a vontade de nosso Criador perfeito e o arranjo que ele faz por meio de seu Filho. Estará livre da labuta estafante que tantas vezes marca a luta pela sobrevivência no atual sistema de coisas. No vindouro sistema de coisas, a tristeza, a doença, a violação da lei, a corrupção e até mesmo a morte não existirão mais! — Miquéias 4:3, 4; 1 Coríntios 15:26.

      9 Quem deve compartilhar a realização dessas promessas, e onde? São os que passam a exercer fé no sacrifício de Jesus e que acrescentam a esta fé obras piedosas. Esses ficam harmoniosamente unidos com concristãos no mundo inteiro na unidade na fé. — Tiago 2:24; Efésios 4:16.

      10. (a) O que vem primeiro na “administração” de Deus? (b) Para o que passa a “administração” a seguir?

      10 Segundo o beneplácito de Deus, ele se propôs ter “uma administração. . . [para] ajuntar novamente todas as coisas no Cristo, as coisas nos céus e as coisas na terra”. (Efésios 1:8-10) Este é o arranjo doméstico de Deus, que começou com o ajuntamento dos 144.000 co-herdeiros de Cristo. Estes “foram comprados dentre a humanidade como primícias para Deus e para o Cordeiro [Jesus Cristo]”. Têm parte “na primeira ressurreição”, a celestial, para que possam servir junto com Cristo como reis e sacerdotes durante mil anos. A seguir, a administração de Deus passou a ajuntar “as coisas na terra”, começando com uma inumerável “grande multidão. . . de todas as nações, e tribos, e povos, e línguas”. Estes servos de Deus sairão da “grande tribulação” com a perspectiva de obter a vida eterna numa “nova terra”. — Revelação 14:1, 4; 20:4, 6; 7:4, 9-17; 21:1, 4.

      11. (a) A que preciosa “união” se refere Efésios 1:11? (b) Como se aplica João 15:4, 5, aos que estão nesta “união”?

      11 Os filhos de Deus, ungidos com o espírito, os quais são “as coisas nos céus”, usufruem um relacionamento muito íntimo com Jesus e com o Pai. Eles são “designados herdeiros” do Reino em união com Jesus. (Efésios 1:11) Jesus incentivou-os a permanecerem em união com ele, assim como os ramos permanecem na videira, para dar muito fruto. A menos que mantenham esta preciosa união com Cristo Jesus, os ramos ‘não podem fazer nada’. — João 14:10, 11, 20; 15:4, 5; 1 João 2:27.

      “Outras Ovelhas” Compartilham Agora

      12. (a) Que relação existe entre as “outras ovelhas” e o “pequeno rebanho”? (b) Que aplicação tem 1 João 2:1-6 a cada um desses grupos?

      12 Todavia, que dizer dos milhões de outras pessoas, semelhantes a ovelhas, que foram separadas dos “cabritos” mundanos durante os últimos 50 anos? (Mateus 25:31-40) Estas não são dos do “pequeno rebanho” de Jesus, que recebem o Reino, mas, como “outras ovelhas”, juntam-se a eles como parte dum rebanho maior, que serve em união com o Pai e o Filho. (Lucas 12:32; João 10:16) O apóstolo João oferece a garantia de que Jesus Cristo “é um sacrifício propiciatório pelos nossos pecados, [isto é, pelos do “pequeno rebanho”,] contudo, não apenas pelos nossos, mas também pelos do mundo inteiro”. Assim, estas “outras ovelhas”, ajuntadas dentre o mundo da humanidade, podem também usufruir uma preciosa união ou concordância com Deus e com Cristo. Isso é similar ao que João passa a dizer: “Todo aquele que observar a sua palavra, verdadeiramente, neste tem sido aperfeiçoado o amor de Deus. Por meio disso temos o conhecimento de que estamos em união com ele.” Primeiro os do “pequeno rebanho”, e depois os das “outras ovelhas”, passam a ter a obrigação de andar assim como Jesus andou. — 1 João 2:1-6.

      13. (a) Em prol de que orou Jesus em João 17:20, 21? (b) O que mostra que esta petição não se limitava aos co-herdeiros de Cristo?

      13 De modo que hoje ambos os grupos, o celestial e o terrestre, estão ‘em união com o Pai e com o Filho’ — em plena harmonia com eles na realização da obra de Deus. Jesus orou para que “todos [estejam em união], assim como tu, Pai, estás em união comigo e eu estou em união contigo, para que eles também estejam em união conosco”. Esta unidade não se limita à co-herança, porque os discípulos de Jesus obviamente não se tornam parte de um ‘corpo de Jeová’, nem se tornam ‘co-herdeiros de Jeová’. Estão “em união” no sentido de que mostram unidade de cooperação, estando unidos no coração e na mente tanto com Jeová como com Cristo, ao darem testemunho ao mundo da humanidade. — João 17:20, 21.

      14. Em que sentido especial está a classe celestial em união com Cristo, e o que os torna apercebidos disso?

      14 Entretanto, os da classe celestial, ungida, usufruem esta união agora de modo especial, visto que foram declarados justos para com a vida por meio da aplicação do mérito do sacrifício de Cristo. Por isso, podem ser gerados pelo espírito, com a perspectiva de se tornarem co-herdeiros de Cristo Jesus. Reconhecem sua adoção como filhos, dizendo: “O próprio espírito [a força ativa, geradora, de Deus] dá testemunho com o nosso espírito [a predominante inclinação mental] de que somos filhos de Deus.” — Romanos 3:23, 24; 5:1; 8:15-18.

      15. O que reserva o presente e o futuro aos que têm a perspectiva de vida terrestre?

      15 Quanto aos que têm a perspectiva de vida terrestre, são agora declarados justos com respeito à amizade com Deus, assim como foram Abraão, Raabe e outros dos tempos antigos. Durante o Reinado milenar de Cristo, serão gradualmente levados à perfeição humana, de modo que, após uma prova final, “a própria criação será também liberta da escravização à corrupção e terá a liberdade gloriosa dos filhos de Deus”. (Romanos 8:19-21; Tiago 2:21-26) Os humanos obedientes serão assim declarados justos para a vida eterna na terra. — Veja João 10:10; Isaías 9:7; 11:1-9; 35:1-6; 65:17-25.

      16. (a) Em que sentido mostram os do “pequeno rebanho” e os das “outras ovelhas” que têm “união” entre si? (b) Mas por que se aplica João 3:3-5 apenas aos do “pequeno rebanho”?

      16 Os do “pequeno rebanho” e os da numerosa multidão das “outras ovelhas”, como pessoas, mostram comparável zelo alegre pelo serviço de Deus. (Lucas 12:32; João 10:16; Tito 2:13, 14) A maioria dos ungidos remanescentes talvez tenha idade muito mais avançada e maior experiência cristã, mas ambos os grupos exibem a personalidade cristã e os frutos do espírito. (Efésios 4:24; Gálatas 5:22, 23) No entanto, há uma diferença, conforme Jesus indicou a Nicodemos, mesmo antes de falar sobre a vida eterna. Ele disse: “A menos que alguém nasça de novo, não pode ver o reino de Deus.” (João 3:3-5) Portanto, os cristãos batizados que Deus chama para ser co-herdeiros de Jesus no seu Reino passam por um renascimento espiritual. (1 Coríntios 1:9, 26-30) Os das “outras ovelhas” não precisam de tal renascimento, porque seu objetivo é a vida eterna no restabelecido Paraíso terrestre, como súditos do Reino. — Mateus 25:34, 46b; Lucas 23:42, 43.

      A Comemoração — e o Novo Pacto

      17. (a) Por que devem todos os que têm por objetivo obter a vida reunir-se com o povo de Deus em 24 de março? (b) O que notamos a respeito da Comemoração de 1985?

      17 O dia 24 de março de 1986, após o pôr-do-sol, é a ocasião em que as Testemunhas de Jeová em todo o mundo observarão a Comemoração da morte de Jesus. O enfoque será em Jesus sacrificar seu perfeito corpo humano e seu sangue vital em vindicação do nome e do propósito de seu Pai, e a favor da humanidade pecadora. (1 Coríntios 11:23-26) Portanto, todos os que têm por objetivo obter a vida (quer no céu, quer na terra) desejarão reunir-se com o povo de Deus, em todo o mundo, para esta ocasião alegre. Em 1985, o total geral de 7.792.109 pessoas comemoraram assim a morte de Jesus. Todavia, os que tomaram do pão e do vinho comemorativos, simbolizando o corpo humano e o sangue de Jesus, foram apenas 9.051. Por que tão poucos?

      18, 19. (a) A que pactos referiu-se Jesus no capítulo 22 de Lucas? (b) Que objetivo tem cada pacto? (c) Conforme prefigurado por Moisés, como serve Jesus de “um só mediador”?

      18 Ora, o que disse Jesus naquela noite em que instituiu a Comemoração de sua morte? Depois de passar o pão aos seus discípulos, ele ofereceu a seguir o vinho do mesmo modo, dizendo: “Este copo significa o novo pacto em virtude do meu sangue, que há de ser derramado em vosso benefício.” Mais tarde, ele ampliou o motivo de acolhê-los no novo pacto, dizendo: “Vós sois os que ficastes comigo nas minhas provações; e eu faço convosco um pacto, assim como meu Pai fez comigo um pacto, para um reino, a fim de que comais e bebais à minha mesa, no meu reino, e vos senteis em tronos para julgar as doze tribos de Israel.” — Lucas 22:19, 20, 28-30.

      19 O profeta Jeremias havia predito o novo pacto, declarando que, por meio dele, Jeová perdoaria o erro e o pecado de seu povo, para que este pudesse ‘conhecer a Jeová‘ num relacionamento muito íntimo. (Jeremias 31:31, 34) Assim como Moisés fora “mediador” do pacto da Lei com o Israel carnal, assim Jesus tornou-se “mediador [deste] pacto correspondentemente melhor”, celebrado por Deus com os do espiritual “Israel de Deus”. O objetivo é resgatar os que são chamados para se tornarem herdeiros do Reino junto com Cristo. Eles recebem assim “a promessa da herança eterna”. (Gálatas 3:19, 20; 6:16; Hebreus 8:6; 9:15; 12:24) É especialmente neste sentido bíblico que Cristo Jesus serve como “um só mediador entre Deus e homens”. — 1 Timóteo 2:5, 6.

      20. (a) Quem toma corretamente dos emblemas comemorativos? (b) Por que se dá isso?

      20 Então, quem pode corretamente tomar dos emblemas comemorativos de pão e vinho? Somente os do grupo que Deus inclui no novo pacto feito à base do sacrifício de Jesus. (Salmo 50:5) O objetivo deste pacto é justificar primeiro os 144.000 co-herdeiros de Jesus para a vida humana, para que possam sacrificar este direito à vida e ser levados para o Reino celestial. (Romanos 4:25; 2 Timóteo 2:10, 12) Mas, que dizer das “outras ovelhas”?

      21. (a) Como são os das “outras ovelhas” beneficiados como observadores da Comemoração? (b) O que enfoca a Comemoração, e que pergunta surge?

      21 Os que são da classe das “outras ovelhas” não estão no novo pacto e por isso não tomam dos emblemas. Entretanto, todos eles tiram grande proveito de estar presentes à Comemoração como observadores respeitosos. Seu apreço por assuntos espirituais é aguçado em harmonia com as palavras da oração de Jesus ao seu Pai: “Isto significa vida eterna, que absorvam conhecimento de ti, o único Deus verdadeiro, e daquele que enviaste, Jesus Cristo.” (João 17:3) Lembre-se de que a Comemoração enfoca a carne e o sangue de Jesus. Os sacrificados carne e sangue de Cristo são vitalmente importantes para todos os que se empenham pela vida eterna. Como se dá isso com respeito às “outras ovelhas”, que não foram incluídas no novo pacto e que assim não tomam dos emblemas na Comemoração? Vamos considerar isso no artigo que segue.

      Qual É a Sua Resposta?

      ◻ Como deu Jesus progressivamente entendimento a respeito da perspectiva de se ter vida eterna?

      ◻ Que passou a fazer Deus quanto à sua “administração”?

      ◻ Por que se pode dizer que as “outras ovelhas” estão “em união” com o Pai, o Filho e os irmãos de Cristo?

      ◻ Por que é que apenas os cristãos ungidos tomam dos emblemas comemorativos?

  • “O pão da vida” disponível a todos
    A Sentinela — 1986 | 15 de fevereiro
    • “O pão da vida” disponível a todos

      “Eu sou o pão vivo que desceu do céu; se alguém comer deste pão, viverá para sempre; e, de fato, o pão que eu hei de dar é a minha carne a favor da vida do mundo.” — João 6:51.

      1. Com que situação trágica se confronta hoje a humanidade?

      O MUNDO da humanidade já por muito tempo é sustentado pelo pão, o alimento mais amplamente consumido na terra. Tem sido considerado apropriadamente como alimento básico para sustentar a vida. Mas, hoje em dia, a fome de pão tornou-se uma questão trágica. A fome e a inanição afetam agora um quarto dos habitantes da terra. Há pouco tempo, o jornal The Globe and Mail, de Toronto, Canadá, declarou: “A

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