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  • Sacerdotes que podem ajudar-nos
    A Sentinela — 1974 | 15 de outubro
    • fazer o bem como cristãos. — Heb. 13:15, 16.

      NO “SANTO”

      Sendo contados como homens justos, são aceitos por Deus e gerados quais filhos espirituais. Assim estão para Deus na condição de sacerdotes, servindo no compartimento do Santo do verdadeiro templo espiritual, não erguido por mãos humanas. (Heb. 9:11) Enquanto ainda na carne, usufruem iluminação espiritual, conforme representada pelo candelabro de ouro no Santo. Assimilam alimento espiritual, conforme tipificado pelas duas pilhas de pães da proposição, na mesa dourada. Fazem orações e prestam serviço fervoroso a Deus, como que oferecendo incenso no altar dourado de incenso no Santo.

      Também, enquanto ainda na terra, prestam serviços sacerdotais a outros, assim como faziam os antigos sacerdotes hebraicos. Estando espiritualmente iluminados e alimentados, iluminam outros com o entendimento da Palavra de Deus e os alimentam com nutrição espiritual. Edificam-se e animam-se mutuamente e ajudam agora a centenas de milhares de outros a limparem a sua vida e a servirem a Deus com a esperança de viver para sempre na terra, sob o reinado milenar de Cristo e de seus companheiros régios e sacerdotais no céu.

      Muitos estão desanimados, oprimidos e abatidos — num péssimo estado espiritual. Muitos vêem que não adianta olhar para este sistema atual de coisas, com seus sacerdotes religiosos, mundanos, situação que também existia antes de a antiga Jerusalém ser destruída. (Eze. 9:4) As boas novas do Reino, proclamadas pelos verdadeiros sacerdotes de Deus, ao prestarem serviço zeloso a Ele, ajudam outros a ter esperança de vida. Estes são ensinados a renovar sua vida, para se harmonizar com Deus. Quais embaixadores de Deus, estes sacerdotes ajudam outros a ser reconciliados com Ele. (2 Cor. 5:20) Fazem assim uma obra muito valiosa e benéfica de cura espiritual.

      RESSURREIÇÃO AO CÉU

      Estes ungidos pelo espírito aguardam realmente entrar no céu, no tempo devido. Conforme o expressou um de seus consacerdotes: “Temos esta esperança como âncora para a alma, tanto segura como firme, e ela penetra até o interior da cortina, onde um precursor entrou a nosso favor, Jesus, que se tornou sumo sacerdote para sempre à maneira de Melquisedeque.” — Heb. 6:19, 20.

      Jesus morreu, renunciando à sua carne, conforme foi representado pela entrada do antigo sumo sacerdote no Santíssimo, passando pela cortina. “Portanto, irmãos”, diz o escritor inspirado em Hebreus 10:19-22, “visto que temos denodo para com o caminho de entrada no lugar santo, pelo sangue de Jesus, que ele inaugurou para nós como caminho novo e vivente através da cortina, isto é, sua carne, e, visto que temos um grande sacerdote sobre a casa de Deus, aproximemo-nos com corações sinceros na plena certeza da fé”.

      Quando depois de servirem fielmente até a morte forem trazidos à vida na “primeira ressurreição”, serão admitidos ao Santíssimo celestial. Entrarão na presença de Deus, não para fazer o mesmo que o Sumo Sacerdote Jesus Cristo, ao apresentar o mérito de seu perfeito sacrifício humano, mas para servir com seu Sumo Sacerdote em aplicar os benefícios do sacrifício de Cristo à humanidade necessitada. (Rev. 20:6) Administrarão então às pessoas terrenas não só a cura espiritual, mas também a cura física.

      BENEFÍCIOS PARA TODA A HUMANIDADE

      Estas são boas novas para todos os da humanidade, tanto para si mesmos como para seus entes queridos que faleceram, os quais serão ressuscitados para viver novamente na terra. Porque o apóstolo João escreveu de modo tranqüilizador aos co-subsacerdotes: “Filhinhos meus, escrevo-vos estas coisas para que não cometais pecado. Contudo, se alguém cometer pecado, temos um ajudador junto ao Pai, Jesus Cristo, um justo. E ele é um sacrifício propiciatório pelos nossos pecados, contudo, não apenas pelos nossos, mas também pelos do mundo inteiro.” — 1 João 2:1, 2.

      Por conseguinte, Jesus Cristo não aplicará o mérito de seu sacrifício apenas aos seus 144.000 subsacerdotes. Igual ao seu Pai, ele não é parcial. (Atos 10:34) Comprou toda a raça humana. Não deixará de usar nenhuma parte de seu sacrifício. A balança da justiça não ficaria equilibrada se aplicasse seus benefícios sacrificiais apenas a poucos. Visto que comprou a todos, tem a alegria e a obrigação de ajudar a tantos de toda a humanidade quantos expressarem fé e obediência para obter a vida eterna em perfeição. — João 3:16.

      Quanta alegria aguarda assim toda a terra, quando reis e sacerdotes justos e aperfeiçoados ministrarem à humanidade! Todos eles, inclusive seu Sumo Sacerdote, passaram por tudo o que significa viver como homem. (Heb. 4:15) Reconhecem plenamente a situação da humanidade, seus sentimentos e seus desejos. Não importa que tipo de vida alguém tenha levado no passado, poderá receber ajuda sacerdotal ao saber dos arranjos de Deus mediante Cristo. Pois, ‘Cristo morreu por nós enquanto éramos ainda pecadores’. (Rom. 5:8) Quando na terra, seus subsacerdotes pregavam a toda espécie de pessoas, inclusive a alguns pecadores muito vis, que escutavam a verdade e mudavam de vida. Foram purificados pela fé e manifestaram esta fé por obras segundo a Palavra de Deus. — Col. 3:5-9.

      De modo que os sacerdotes que Deus ungiu e que glorifica no céu conhecem toda necessidade da humanidade. Os subsacerdotes têm a compaixão e a misericórdia que Cristo tem, porque se harmonizam com a sua imagem. (Rom. 8:29) Terão o poder de ver que se cumpra a vontade de Deus, de povoar a terra em justiça. (Gên. 1:28; Sal. 150:6) Portanto, todos os que amarem a vida e desejarem o que é direito e bom receberão os plenos benefícios deste sacerdócio. Isto significa vida eterna. — Rev. 21:1-5.

      Agora mesmo, precisamos da ajuda deste sacerdócio para sobreviver a vindoura “grande tribulação”, que destruirá este sistema de coisas. (Mat. 24:21) Se desejarmos estar entre os que iniciarão a nova sociedade humana, justa, que acolherá de volta os mortos e verá a terra transformada num paraíso, teremos de cooperar agora com os representantes sacerdotais de Deus. Podemos fazer isso por escutar as boas novas do Reino, conforme proclamadas por eles, sabendo dos propósitos de Deus e agindo para harmonizar nossa vida com eles.

  • O papel da igreja na violação da lei
    A Sentinela — 1974 | 15 de outubro
    • O papel da igreja na violação da lei

      ● O que há atrás do atual surto de violação da lei? Jesus Cristo predisse: “Surgirão muitos falsos profetas e desencaminharão a muitos, e, por causa do aumento do que é contra a lei, o amor da maioria se estriará.” (Mat. 24:3, 11, 12) Isto faz com que se pergunte se os clérigos contribuem para a atual onda de violação da lei.

      Ora, de muitos países vêm continuamente relatórios sobre atividades subversivas dos clérigos. “Tornou-se rotina”, observou o jornal “Sun” de Baltimore, EUA, “de sacerdotes serem presos, julgados e sentenciados por ajudar operários a se organizar, por abrigar subversivos fugitivos”. Mas têm estes clérigos a aprovação da Igreja?

      Há motivo para se crer que sim. Por exemplo, na Encíclica “O Desenvolvimento dos Povos”, da Igreja Católica Romana, de 1967, aprovou-se a “insurreição revolucionária” nos “casos de tirania evidente e prolongada”. O Conselho Mundial de Igrejas, na sua reunião de Upsala, em 1968, aprovou similarmente as revoluções políticas.

      Alguns talvez interpretem as grandes contribuições do Conselho Mundial de Igrejas a organizações antigovernamentais como sendo em apoio de revoluções. O Primeiro-Ministro rodesiano Ian Smith disse sobre tais contribuições feitas a grupos no seu país: “Atrás dos foguetes que foram disparados na noite, atrás das minas terrestres e de outras armas está o dinheiro do Conselho Mundial de Igrejas.”

      Não concorda em que, ao promoverem tais revoluções e violência, bem como pelos seus ensinos, que colocam os conceitos humanos à frente da Palavra de Deus, as igrejas ‘desencaminham a muitos’ e por isso são responsáveis pelo “aumento do que é contra a lei”? Crendo que são, muitos têm retirado seu apoio das igrejas. É você, leitor, um destes?

  • Perguntas dos Leitores
    A Sentinela — 1974 | 15 de outubro
    • Perguntas dos Leitores

      ● O que significa 1 Tessalonicenses 4:17 quando diz: ‘Nós, os viventes, que sobrevivermos, seremos arrebatados em nuvens para encontrar o Senhor no ar’?

      Esta referência é feita aos co-herdeiros de Jesus Cristo, que vivem no tempo de sua presença no poder do Reino.

      O versículo específico em questão é entendido melhor à luz do assunto que o apóstolo Paulo considerava, ao escrever aos tessalonicenses. Lemos: “Irmãos, não queremos que sejais ignorantes no que se refere aos que estão dormindo na morte, para que não estejais pesarosos como os demais que não têm esperança. Pois, se a nossa fé é que Jesus morreu e foi levantado de novo, então, também, Deus trará com ele os que adormeceram na morte por intermédio de Jesus. Pois, nós vos dizemos pela palavra de Jeová o seguinte: que nós, os viventes, que sobrevivermos até a presença do Senhor, de modo algum precederemos os que adormeceram na morte; porque o próprio Senhor descerá do céu com uma chamada dominante, com voz de arcanjo e com a trombeta de Deus, e os que estão mortos em união com Cristo se levantarão primeiro. Depois nós, os viventes, que sobrevivermos, seremos juntamente com eles arrebatados em nuvens, para encontrar o Senhor no ar; e assim estaremos sempre com o Senhor. Conseqüentemente, persisti em consolar-vos uns aos outros com estas palavras.” — 1 Tes. 4:13-18.

      Pode-se ver que o ponto em consideração é a ressurreição dos co-herdeiros de Cristo. Todos os seus co-herdeiros que morreram antes de sua presença no poder do Reino permaneceram adormecidos na morte. Após o começo de sua presença, porém, todos estes falecidos seriam ressuscitados à vida imortal, espiritual, para estarem unidos com seu Senhor. Quão consolador foi este pensamento para os cristãos em Tessalônica, em vista das tribulações que sofriam! — 1 Tes. 1:6.

      Mas, não há motivo bíblico para concluirmos que Jesus desceria literalmente do céu e que, na ressurreição e na glorificação destes adormecidos na morte, fosse visível aos homens na terra. Por que não? Porque Jesus Cristo, qual pessoa espiritual no céu, “mora em luz inacessível”. “Nenhum dos homens tem visto nem pode ver” a ele como tal. (1 Tim. 6:16) Portanto, a situação dele é comparável à de seu Pai celestial. (Heb. 1:2, 3) De modo que Jesus Cristo ‘desce’ no mesmo sentido em que a Bíblia fala de Jeová Deus como descendo. Por exemplo, as Escrituras Sagradas dizem sobre Jeová: “Ele passou a curvar os céus para baixo e a descer; e havia densas trevas debaixo dos seus pés.” (2 Sam. 22:10) “Eis que Jeová está saindo do seu lugar, e ele certamente descerá e pisará os altos da terra.” (Miq. 1:3) É evidente que Deus não abandonou literalmente sua moradia nos céus invisíveis, mas voltou sua atenção para os homens na terra, demonstrando seu poder para com eles. Jesus Cristo, de modo similar, na sua presença, conforme indicou o apóstolo Paulo, voltaria a sua atenção para baixo, para esta terra, e exerceria seu poder para ressuscitar seus co-herdeiros adormecidos na morte.

      Seria sua ressurreição visível aos olhos humanos? Isto simplesmente não poderia ser assim. Por que não? Porque estão ‘unidos com Jesus Cristo na semelhança de sua ressurreição’. (Rom. 6:5) Passam por uma ressurreição semelhante à dele. E as Escrituras nos dizem sobre a ressurreição de Jesus, que ele foi “vivificado no espírito”. (1 Ped. 3:18) A fim de ser visto pelos seus discípulos, Jesus teve de materializar um corpo de carne. Isto serviu para provar-lhes que de fato havia sido vivificado. (Atos 1:3) Sua ressurreição, porém, foi invisível aos olhos humanos. Os vigias junto ao túmulo de Jesus ‘tremeram e ficaram como que mortos’ não por verem Jesus ser ressuscitado, mas por causa do anjo que rolou a pedra da frente do túmulo. — Mat. 28:3, 4.

      Do mesmo modo, a ressurreição dos co-herdeiros de Jesus Cristo é invisível. No caso deles, porém, as Escrituras não dão nenhuma indicação de que permaneçam na vizinhança da terra e logo após a sua ressurreição se revelem aos concrentes como estando vivos.

      Contra este fundo, podemos apreciar que a referência aos viventes como sendo “arrebatados” não se pode referir a que seus corpos de carne e sangue comecem a flutuar para cima ao encontro do Senhor Jesus Cristo, no que alguns chamam de “arrebatamento” ou “enlevo”. Ele não estará no ar literal numa nuvem literal, pois “mora em luz inacessível” nos mais altos dos céus, no domínio espiritual, invisível. Não obstante, serem “arrebatados” precisa referir-se a algo que realmente acontece relacionado com a ressurreição.

      Pode relacionar-se isso com serem “arrebatados” do mundo condenado da humanidade? Pode referir-se a serem elevados, ‘assentados nos lugares celestiais com Cristo Jesus’, por terem sido designados com ele para uma herança celestial? (Efé. 1:3; 2:6) Não, Paulo dão estava ali tratando disso na sua carta aos tessalonicenses.

      A referência a serem “arrebatados” era um ponto que os cristãos em Tessalônica podiam usar para consolar-se mutuamente ao morrerem os co-herdeiros de Jesus. Evidentemente, estarem os co-herdeiros agora separados do mundo condenado não é verdadeira fonte de consolo quando há um falecimento na congregação do povo de Deus. Também, estarem assim separados e unidos com Jesus em sentido espiritual não poderia significar estarem ‘sempre com o Senhor’. Uma vez que os co-herdeiros de Cristo terminam sua carreira terrestre, aquela condição deixa de existir, visto que então estarão na ressurreição pessoalmente com o Senhor, para sempre. Naturalmente, o mundo condenado também desaparecerá. Além disso, alguém pode agora, na terra, estar separado do mundo por algum tempo, mas depois perder a recompensa de estar com o Senhor Jesus Cristo, por infidelidade. — Rev. 2:10.

      Por conseguinte, as palavras de Paulo em Tessalonicenses salientam que há uma diferença na ressurreição dos que morrem antes da presença de Cristo no Reino e dos que terminam sua carreira terrestre e morrem durante essa presença. Esta diferença pode ser observada em Revelação 14:13, onde lemos: “Felizes os mortos que morrem em união com o Senhor, deste tempo em diante [quer dizer, desde a sua vinda na glória do Reino]. Sim, diz o espírito, descansem eles dos seus labores, porque as coisas que fizeram os acompanham.” Ao passo que os co-herdeiros de Cristo que morreram antes de sua presença tiveram de dormir na morte, os que terminam sua carreira terrestre durante essa presença não precisam fazer isso. São imediatamente elevados à vida celestial. Cessam seus labores terrenos e entram diretamente no serviço celestial. Como pessoas espirituais invisíveis, são “arrebatados” como que em nuvens (símbolo de invisibilidade), para estarem para sempre com o seu Senhor invisível. Isto está também em harmonia com as palavras do apóstolo Paulo aos Coríntios: “Nem todos adormeceremos na morte [quer dizer, permanecer no estado morto, aguardando uma ressurreição no futuro], mas todos seremos mudados, num momento, num piscar de olhos.” — 1 Cor. 15:51, 52.

      Assim, o que Paulo escreveu em 1 Tessalonicenses 4:13-18 foi essencialmente a seguinte mensagem animadora: Os cristãos ungidos que morrem antes da presença do Senhor dormem na morte. Ao começar essa presença aguardada, são ressuscitados à vida celestial como criaturas espirituais, imortais. Os cristãos ungidos que viverem durante essa presença, porém, não dormirão na morte. Ao morrerem, são mudados imediatamente, sendo levados ao céu, para estarem para sempre com Cristo.

      ● É correto que o cristão aceite tratamento médico que envolve soro preparado à base de sangue?

      A Bíblia é explícita a respeito do alto conceito de Deus sobre o sangue, mostrando que Ele o considera como representando a alma ou vida. (Lev. 17:11, 12, 14) É por isso compreensível que a ordem divina dada ao nosso antepassado comum, Noé, declarasse: “Somente a carne com a sua alma — seu sangue — não deveis comer.” (Gên. 9:4) Noé e seus descendentes, inclusive todos nós, não deviam sustentar a sua vida por usar sangue como alimento. E este conceito importante foi até mesmo repetido, mostrando a sua aplicação aos verdadeiros adoradores da atualidade, porque se disse aos cristãos: “De vos absterdes . . . de sangue, e de coisas estranguladas.” (Atos 15:29) Por este motivo, não podemos endossar as muitas práticas médicas, modernas, que usam sangue. E mostramos repetidas vezes que a aceitação duma transfusão

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