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“Os mortos em Cristo ressuscitarão primeiro”A Sentinela — 1979 | 1.° de novembro
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“Os mortos em Cristo ressuscitarão primeiro”
1. Por que precisa haver uma ressurreição dos mortos, se a humanidade há de viver novamente em alguma parte, e como lançou Deus a base para a necessária ressurreição?
QUE esperança haveria para os mortos da humanidade se não houvesse a promessa duma ressurreição? A ressurreição dos mortos é uma absoluta necessidade, visto que a alma humana não é imortal. Por isso, por ocasião da morte do corpo, não poderia entrar numa vida mais plena, num nível mais elevado, num mundo invisível. (Eze. 18:4, 20; Isa. 53:12) Para que a humanidade falecida possa viver novamente, em qualquer parte, precisa haver uma ressurreição. Este é o motivo de Deus ter lançado a base para tal milagre, a ocorrer no seu devido tempo. Quando ele ressuscitou o seu Filho, que se sacrificou, tirando-o dos mortos no terceiro dia, abriu o caminho para este Filho digno ascender novamente para onde havia estado antes, o céu. O Filho levou consigo o pleno valor redentor de seu perfeito sacrifício humano. Jesus Cristo nunca mais morrerá. Ofereceu um só sacrifício humano, para sempre, pelos pecados da humanidade. Portanto, quando vem pela segunda vez, não é para enfrentar a morte. — Heb. 9:28; Rom. 6:9.
2. Como mostra 1 Coríntios 15:22, 23, que Deus observa uma ordem com respeito à ressurreição?
2 Jeová Deus segue uma certa ordem com respeito à ressurreição dos mortos. Isto é trazido à nossa atenção pelo apóstolo Paulo, que viu a glória do ressuscitado Jesus e falou com ele. Uns 18 anos depois disso, Paulo escreveu à congregação cristã de Corinto, na Grécia, suscitando a seguinte pergunta: “Ora, se se prega Cristo, que ele tem sido levantado dentre os mortos, como é que alguns entre vós dizem que não há ressurreição dos mortos?” (1 Cor. 15:12) Secundando esta pergunta, Paulo passou a elaborar a resposta inspirada. Em prosseguimento, ele disse: “Assim como em Adão todos morrem, assim também em Cristo todos serão vivificados. Mas, cada um na sua própria categoria: Cristo, as primícias, depois os que pertencem a Cristo durante a sua presença [em grego: parousia].” (1 Cor. 15:22, 23) Só Deus foi responsável pela ressurreição de Jesus.
3. Como veio a ser Jesus o “primeiro” na questão da ressurreição?
3 Jesus Cristo foi ressuscitado em 16 de nisã de 33 E.C., no dia em que o sumo sacerdote judaico oferecia as primícias da colheita da cevada. Isto se ajusta bem a Jesus ser as “primícias” na ressurreição dos mortos humanos. (1 Cor. 15:20) Coloca Jesus Cristo na primeira “categoria”. Assim como na ceifa da cevada dos judeus havia depois o resto da colheita para fazer, assim precisa haver uma colheita suplementar na ressurreição dos mortos. Mas, visto que Jesus Cristo ocupa o primeiro lugar, Paulo chamou-o de “primogênito dentre os mortos, para se tornar aquele que é primeiro em todas as coisas”. — Col. 1:18.
4. Mesmo a ressurreição dos primeiros dentre os mortos humanos tinha de esperar o começo de que evento oficial, e quando começou este?
4 Pela sua morte sacrificial, Jesus Cristo comprou de volta ou remiu toda a família humana que está morrendo “em Adão” Por isso, todos eles “pertencem a Cristo”. No entanto, a ressurreição, mesmo dos primeiros dentre os mortos humanos, tinha de esperar até após o começo da “presença” ou parousia de Jesus Cristo. Esta presença oficial começa com a sua segunda vinda. De acordo com o “sinal” predito por Jesus, e também segundo certas medições bíblicas do tempo, sua “presença” ou parousia invisível começou nos meados do segundo semestre de 1914 E.C. — Mat. 24:3.a
5, 6. Como mostra 1 Tessalonicenses 4:13-17 que Deus observará a ordem e “categoria” na colheita dos que morreram “em Adão”?
5 Jeová Deus observará ordem e “categoria” com respeito à ressurreição dos que estão morrendo “em Adão” e que são ceifados como colheita suplementar da ressurreição. O apóstolo Paulo escreveu especialmente para consolar os cristãos do primeiro século, que ficaram enlutados por causa dos “que adormeceram na morte” por intermédio de Cristo:
6 “Nós vos dizemos pela palavra de Jeová o seguinte: que nós, os viventes [cristãos gerados pelo espírito], que sobrevivermos até a presença do Senhor, de modo algum precederemos os [cristãos gerados pelo espírito] que adormeceram na morte; porque o próprio Senhor descerá do céu com uma chamada dominante [ordem de comando, BLH],b com voz de arcanjo e com a trombeta de Deus, e os que estão mortos em união com Cristo se levantarão primeiro. Depois nós, os viventes, que sobrevivermos, seremos juntamente com eles arrebatados em nuvens, para encontrar o Senhor no ar; e assim estaremos sempre com o Senhor.” — 1 Tes. 4:13-17.
7. De que mortos específicos fala aqui Paulo, e como indica Revelação 14:12, 13, um tempo especial para eles serem ressuscitados?
7 O apóstolo Paulo não fala aqui sobre os mortos da humanidade em geral, mas sobre “os que adormeceram na morte” por intermédio de Cristo, “os que estão mortos em união com Cristo”. No último livro da Bíblia, o apóstolo João tem algo a dizer sobre quando tais cristãos mortos são ressuscitados de seu sono na morte. João escreve em Revelação 14:12, 13: “‘Aqui [em conexão com a organização mundial de paz e segurança internacionais] é que significa perseverança para os santos, os que observam os mandamentos de Deus e a fé que era de Jesus.’ E ouvi uma voz saindo do céu dizer: ‘Escreve: Felizes os mortos que morrem em união com o Senhor, deste tempo em diante. Sim, diz o espírito, descansem eles dos seus labores, porque as coisas que fizeram os acompanham.’” Então, quando se conta “deste tempo em diante”?
8. Por que se refere a expressão “deste tempo em diante” ao período da presença do Senhor em espírito, e acaba a morte deles com os seus atos?
8 À luz do que o apóstolo Paulo escreveu em 1 Tessalonicenses 4:16, 17, deve ser durante a “presença” ou parousia de Jesus Cristo, não antes de seu começo, mas depois. Mesmo durante a sua presença invisível em espírito, há cristãos gerados pelo espírito, na terra, que “morrem em união com o Senhor”. Especialmente estes devem ser “felizes” ao morrerem durante a “presença” dele. Sua morte na carne não acaba por algum tempo com os seus ‘atos’. Por que não? Porque “as coisas que fizeram os acompanham”, ou segundo o texto grego, literalmente, ‘os seguem’.
9. Então, por que são “felizes” os “santos” que morrem neste tempo, segundo Revelação 14:13?
9 Isto exige uma transferência de atuação, das obras na carne, na terra, para obras no espírito, no domínio celestial Sobre os “que morrem em união com o Senhor”, o apóstolo Paulo disse: “Assim também é a ressurreição dos mortos. Semeia-se em corrução, é levantado em incorrução. Semeia-se em desonra, é levantado em glória. Semeia-se em fraqueza, é levantado em poder. Semeia-se corpo físico, é levantado corpo espiritual. Se há corpo físico, há também um espiritual.” (1 Cor. 15:42-44) De modo que estes ressuscitados “felizes” dão seguimento aos seus “labores” terrenos com obras em corpos espirituais, no domínio espiritual. Não precisam dormir na morte à espera da presença de Cristo.
AQUILO COM QUE O SENHOR DESCE DO CÉU
10. Com que desce o Senhor Jesus Cristo do céu, quando vem para ressuscitar os discípulos gerados pelo espírito?
10 O apóstolo Paulo nos informa sobre o que acompanha a descida espiritual do Senhor desde o céu: “Nós, os viventes, que sobrevivermos até a presença [parousia] do Senhor, de modo algum precederemos [numa ressurreição espiritual] os que adormeceram na morte; porque o próprio Senhor descerá do céu com uma chamada dominante, com voz de arcanjo e com a trombeta de Deus, e os que estão mortos em união com Cristo se levantarão primeiro.” — 1 Tes. 4:15, 16.
11. Quem ouve a “chamada dominante” do Senhor Jesus Cristo por ocasião de sua descida do céu, obedecendo a ela?
11 Quem ouve a “chamada dominante” com que o Senhor Jesus Cristo desce de sua posição celestial à mão direita de Deus? Evidentemente, os cristãos gerados pelo espírito que, até então, faleceram “em união com o Senhor”. Sabemos que nenhum homem vivo na terra ouviu diretamente a sua voz, desde a sua descida espiritual, quer dizer, desde que sua “presença” ou parousia invisível começou em meados do segundo semestre de 1914. Mas os “mortos em Cristo” (Almeida, atualizada) o ouviram e lhe obedeceram.
12. (a) Quando começa o “último dia” mencionado por Jesus em João 6:53, 54, e como entram esses discípulos na “vida eterna”? (b) De que outro chamado “último dia’’ difere este?
12 Os assim ressuscitados por Jesus Cristo pertencem aos discípulos a respeito dos quais ele disse: “A menos que comais a carne do Filho do homem e bebais o seu sangue, não tendes vida em vós mesmos. Quem se alimenta de minha carne e bebe meu sangue tem vida eterna, [a partir do tempo de ser ressuscitado dentre os mortos,] e eu o hei de ressuscitar no último dia.” (João 6:53, 54) Naquele “último dia” há poder na sua “chamada dominante” para ressuscitar do sono da morte os seus discípulos que compartilharam este privilégio especial com respeito à sua carne e ao seu sangue. Para tais discípulos privilegiados, o “último dia” começa quando entram na “vida eterna” no céu por serem ressuscitados com “corpo espiritual”, igual ao de Cristo. Visto que este “último dia” se aplica à ressurreição dos fiéis cristãos gerados pelo espírito, que têm esperança celestial, ele difere do “último dia” em que Marta, de Betânia, estava pensando, porque ela não tinha então nenhuma idéia sobre uma ressurreição espiritual para o céu.
13. (a) A voz de quem ouvem os “mortos em Cristo” e quem é o “arcanjo”? (b) Que prova bíblica temos para isso?
13 O glorificado Senhor Jesus Cristo desce também “com voz de arcanjo.” Esta é a sua própria voz. Ele é o “arcanjo.” Na sua parábola das ovelhas e dos cabritos, Jesus referiu-se a si mesmo como tendo esta qualidade arcangélica, dizendo: “Quando o Filho do homem chegar na sua glória, e com ele todos os anjos, então se assentará no seu trono glorioso. E diante dele serão ajuntadas todas as nações.” (Mat. 25:31, 32) Na sua condição pré-humana, no céu, ele tinha o nome Miguel. Não há dúvida de que ele é o mencionado na profecia pré-cristã de Daniel 12:1, 2: “Durante esse tempo pôr-se-á de pé Miguel, o grande príncipe que está de pé a favor dos filhos de teu povo [de Daniel]. E certamente virá a haver um tempo de aflição tal como nunca se fez ocorrer, desde que veio a haver nação até esse tempo. E, durante esse tempo, teu povo escapará, todo aquele que for achado inscrito no livro. E muitos dos adormecidos no solo de pó acordarão, estes para a vida de duração indefinida e aqueles para vitupérios e para abominação de duração indefinida.”
14. Qual é o nome do arcanjo, conforme indicado por Revelação 12:7, e que referência faz Judas 9 a um anterior confronto dele?
14 Revelação 12:7 mostra também anjos subordinados a Miguel, dizendo: “Irrompeu uma guerra no céu: Miguel e os seus anjos [não os ressuscitados cristãos gerados pelo espírito] batalhavam com o dragão.” Além disso, Judas 9 o chama de arcanjo, dizendo: “Miguel, o arcanjo, teve uma controvérsia com o diabo e disputava o corpo de Moisés.” O Diabo não conseguiu este corpo.
15. Como se saiu Satanás, o Diabo, na guerra com o areando Miguel, e pode ele impedir a ressurreição dos discípulos de Cristo e sua ascensão ao céu, para estarem com Jesus Cristo?
15 Satanás, o Diabo, sempre perdeu neste confronto secular. Na guerra no céu, ele foi derrotado, e, junto com seus anjos demoníacos, foi lançado para baixo, à vizinhança de nossa terra, ao passo que o arcanjo Miguel, a saber, o Senhor Jesus Cristo, e seus anjos permaneceram vitoriosos nos céus. Já que o vitorioso Jesus Cristo usa “voz de arcanjo” quando ordena aos mortos em união com Cristo a saírem, sua “chamada dominante” tem mais autoridade e efeito mais forte. Além disso, o derrotado Satanás, o diabo, não tem bastante poder para impedir a ressurreição espiritual dos mortos em união com Cristo e não pode impedir sua entrada no domínio espiritual, nem sua ascensão ao céu, para estarem com o vitorioso Jesus Cristo.
16. Para que fim toca a “trombeta de Deus” no tempo em que o Senhor desce do céu, e quem são os primeiros a atender seu toque?
16 Outra coisa que acompanha a descida de Cristo do céu é o som da “trombeta de Deus” (1 Tes. 4:16) A trombeta, neste caso, não é um sinal de guerra para reunir as tropas, a fim de que lutem e acabem com o inimigo. Antes, o toque da “trombeta de Deus” é pacífico, para reunir o povo de Jeová, como quando se tocavam as duas trombetas de prata, nos dias de Moisés, para reunir as 12 tribos de Israel. (Núm. 10:1-10) Em outra parte, em 1 Coríntios 15:52, o apóstolo Paulo relaciona tal “trombeta” para convocar uma reunião com a ressurreição dos cristãos mortos, ao dizer: “Durante a última trombeta. Pois a trombeta soará, e os mortos serão levantados incorrutíveis, e nós seremos mudados.” Quem serão os primeiros a atender esta “última trombeta”, quando ela, como “trombeta de Deus”, soar para reunir os mortos novamente para a vida? Em resposta, 1 Tessalonicenses 4:16 diz: “E os que estão mortos em união com Cristo se levantarão primeiro.”
17. Por que é invisível aos olhos humanos a ressurreição dos “mortos em união com Cristo”?
17 Todavia, a ressurreição destes “mortos em união com Cristo” não é visível aos homens na terra. Por que não? Porque são abençoados com uma ressurreição espiritual, cada um deles sendo “levantado corpo espiritual”. (1 Cor. 15:44) Visto que os olhos humanos não são bastante fortes para ver corpos espirituais, a ressurreição dos “mortos em Cristo” é invisível para os homens. Este é o motivo pelo qual a humanidade, desde o começo da “presença” ou parousia de Cristo, a partir de 1914, não o viu, nem se apercebeu da ressurreição de seus discípulos.
18, 19. (a) Em 1 Tessalonicenses 4:17, queria Paulo dizer que esses cristãos não morreriam antes de serem “arrebatados”? (b) Em que sentido, então, são “arrebatados”, e em que corpo ascendem para se encontrar com o Senhor em felicidade?
18 O apóstolo Paulo fala de si mesmo como se sobrevivesse na terra até este evento feliz para os cristãos gerados pelo espírito, dizendo: “Depois nós, os viventes, que sobrevivermos, seremos juntamente com eles arrebatados em nuvens, para encontrar o Senhor no ar; e assim estaremos sempre com o Senhor.” — 1 Tes. 4:17
19 O apóstolo Paulo não queria dizer com isso que os cristãos gerados pelo espírito, iguais a ele, não morreriam, mas seriam “arrebatados”, com o corpo humano e tudo o mais, para os céus, no meio de nuvens literais Paulo morreu Os cristãos gerados pelo espírito, que hoje sobrevivem durante a “presença” ou parousia de Cristo, também têm de morrer Quais sementes plantadas no solo, cada um deles precisa ser ‘semeado corpo físico’ por ter uma morte humana. (1 Cor. 15:44) Então, como são “arrebatados em nuvens” junto com os “mortos em união com Cristo”, que são ressuscitados primeiro? Da seguinte maneira: Quando são semeados como corpos físicos, não têm o sono da morte. Passam instantaneamente por uma ressurreição espiritual, deixando na terra seu corpo humano e sendo, cada um, ressuscitado “corpo espiritual”. É como corpos espirituais que ascendem para se encontrar com seu Senhor celestial. Especialmente por este motivo podem ser considerados como “felizes”, segundo Revelação 14:13.
20. Em que espécie de “nuvens” é que os cristãos vivos e sobreviventes são “arrebatados”, indicando o que a respeito de sua ascensão?
20 No entanto, o que significa serem arrebatados “em nuvens”? Naturalmente, as nuvens pairam alto no céu e indicam elevação. Também ocultam de nós, na terra, o que há neles e acima deles. Os corpos espirituais não precisam de nossas nuvens literais para torná-los invisíveis a nós. Então, o que se quer dizer em 1 Tessalonicenses 4:17 são nuvens simbólicas, as quais como que ocultam da visão terrestre o arrebatamento dos cristãos ressuscitados para se encontrarem com seu grandemente elevado Senhor. Lembremo-nos de como Jesus Cristo, no 40.º dia após a sua ressurreição, subiu novamente ao céu e de que, durante a sua subida, “uma nuvem o arrebatou para cima, fora da vista [dos discípulos observadores]”. — Atos 1:9.
21. Acaba a descida do Senhor do céu em ele ter contato direto, pessoal, com nossa terra? Quando termina o “Último dia” em que ele ressuscita seus discípulos gerados pelo espírito?
21 o que prova tudo isso? O seguinte: O Senhor Jesus Cristo que desce não entra diretamente em contato com a nossa terra. As nuvens, nas quais se representa os cristãos ressuscitados como encontrando seu Senhor celestial, pairam muito acima da superfície da terra. Além disso, é “no ar” que os cristãos ressuscitados encontram seu Senhor, não aqui no solo, nem em Jerusalém, no Monte das Oliveiras, nem em qualquer outro lugar na nossa terra. Adicionalmente, o “último dia” em que se dá este arrebatamento não é um dia terreno de 24 horas. É um período de tempo que só se completa quando o último desses cristãos gerados pelo espírito, que participam da “primeira ressurreição”, é ressuscitado para a vida celestial. (Rev. 20:4, 6; João 6:54) O cumprimento da profecia bíblica indica que já vivemos neste específico “último dia”.
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Vivemos agora neste “último dia” de ressurreiçãoA Sentinela — 1979 | 1.° de novembro
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Vivemos agora neste “último dia” de ressurreição
1. Por décadas, pensava-se que a glorificação do restante dos cristãos sobreviventes ocorreria em que tempo, mas cumpriu-se a partir de então aquilo que foi predito em 1 Tessalonicenses 4:16, 17?
VISTO que os “mortos em Cristo” são ressuscitados com corpo espiritual, invisível aos olhos humanos, neste “último dia”, nós, humanos, temos de andar pela fé, não pela vista, quanto à ocorrência real disto, agora. Lembramo-nos de que, durante algumas décadas, não eram poucos os que pensavam que a glorificação de todos os membros sobreviventes da congregação cristã ocorreria no fim dos Tempos dos Gentios, por volta de 1.º de outubro de 1914. (Luc. 21:24) Todavia, naquela data não aconteceu nada do que está descrito em 1 Tessalonicenses 4:16, 17. Antes, irrompeu uma guerra no céu, e os perdedores, Satanás e seus demônios, sofreram uma rápida queda em direção à terra. (Rev. 12:7-13) É de interesse notar que muitos dos cristãos gerados pelo espírito, que viviam e estavam ativos na terra em 1914, ainda estão conosco em carne. Pelo visto, havia algo de errado com a cronometragem do “último dia” para a glorificação da congregação gerada pelo espírito.
2, 3. Durante que período deve ocorrer a glorificação, e, portanto, que pergunta surge com respeito ao cumprimento de 1 Coríntios 15:50-57?
2 Não obstante, a invisível “presença” ou parousia do glorificado Jesus Cristo começou no fim dos Tempos dos Gentios em 1914. Portanto, a partir de então se estende o período em que se deve dar o que foi predito em 1 Tessalonicenses 4:16, 17, a respeito dos sobreviventes cristãos gerados pelo espírito, para corresponder com o “último dia”. — João 6:54.
3 Quando começa razoavelmente o cumprimento de 1 Coríntios 15:50-57? “Carne e sangue não podem herdar o reino de Deus, nem pode a corrução herdar a incorrução Eis que eu vos digo um segredo sagrado: Nem todos adormeceremos na morte [quando o corrutível corpo humano morrer], mas todos seremos mudados, num momento, num piscar de olhos, durante a última trombeta. Pois a trombeta soará, e os mortos serão levantados incorrutíveis, e nós [cristãos, iguais a Paulo,] seremos mudados. Pois isto que é corrutível tem de revestir-se de incorrução e isto que é mortal tem de revestir-se de imortalidade. Mas, quando isto que é corrutível se revestir de incorrução e isto que é mortal se revestir de imortalidade, então se cumprirá a palavra que está escrita: ‘A morte foi tragada para sempre.’ ‘Morte, onde está a tua vitória? Morte, onde está o teu aguilhão?’ O aguilhão que produz a morte é o pecado, mas o poder para o pecado é a Lei [mosaica]. Graças a Deus, porém, pois ele nos dá a vitória por intermédio de nosso Senhor Jesus Cristo!”
4. Quando morreu Jesus, e como foi isto indicado por Daniel 9:24-27?
4 Para fazermos um cálculo bíblico do tempo, podemos comparar acontecimentos paralelos ou de natureza correspondente Por isso, perguntamos: Quando foi o próprio Jesus Cristo ressuscitado para se tornar “Cristo, as primícias”? Foi no domingo, 16 de nisã do ano 33 E.C. Dois dias antes, na Páscoa, em 14 de nisã, ele fora pendurado numa estaca, até morrer Aquele dia do sacrifício de Cristo foi um tempo marcado por Jeová Deus no cronograma dos acontecimentos e registrado em Daniel 9:24-27. Assinalou o meio daquela última semana da série de “setenta semanas”, semanas de anos, não de dias. A profecia de Daniel predisse que, durante esta última ou setuagésima semana de anos, “o Messias será decepado, sem ter nada para si mesmo.” Mas, em que tempo durante esta última semana de anos, que começou em meados do segundo semestre do ano 29 E.C.? Daniel 9:27 responde: “Na metade da semana fará cessar o sacrifício e a oferenda.” Portanto, os sacrifícios de animais perderam o valor depois da morte de Jesus.
5. Como se calcula o começo da setuagésima “semana” de anos, como foi assinalado, e que período começou então para Jerusalém e o sistema judaico?
5 Visto que Jesus sacrificou sua vida humana perfeita “na metade da semana”, ou em 14 de nisã de 33 E.C., esta “semana” começou três anos e meio antes, em 15 de tisri de 29 E.C. Pois bem, que acontecimento assinalou o início daquela setuagésima “semana” de anos? Jesus mostrou ser o Messias, que significa “Ungido” Aconteceu na ocasião em que Jesus foi batizado por João, o batizador. Logo depois, Jesus foi “ungido” com o espírito santo, para se tornar o Rei messiânico sobre o povo de Jeová. Jesus tinha então 30 anos de idade. (Luc. 3:21-23; 4:1-21) Este evento realmente assinalou o início do “tempo do fim” para Jerusalém e o sistema judaico de sacrifícios. Menos de 41 anos depois, ou em meados de 70 E.C., Jerusalém e seu templo foram reduzidos a uma desolação. Conforme predissera Daniel 9:26: “A cidade e o lugar santo serão arruinados pelo povo de um líder [o General Tito] que há de vir [em 70 E.C.]. E o fim disso será pela inundação [de legionários romanos]. E até o fim haverá guerra.”
6, 7. O que aconteceu logo após o fim dos Tempos dos Gentios em 1914, e que anúncio feito então no céu teve cumprimento com respeito à nossa terra e seus mortos?
6 De modo paralelo, quando os Tempos dos Gentios expiraram em meados do segundo semestre de 1914, começou o “tempo do fim” para este sistema de coisas. (Dan. 12:4) Logo após a expiração destes Tempos dos Gentios, o ungido Jesus foi empossado nos céus como Rei, Herdeiro permanente de seu antigo antepassado, o Rei Davi, de Jerusalém. Nesta ocasião se cumpriu o anúncio que se seguiu ao toque da sétima trombeta. Sobre isso lemos em Revelação 11:15-18:
7 “E o sétimo anjo tocou a sua trombeta. E houve vozes altas no céu, dizendo: ‘O reino do mundo tornou-se o reino de nosso Senhor [o Soberano Senhor Jeová] e do seu Cristo, e ele [o Soberano Senhor Jeová] reinará para todo o sempre.’ . . . ‘Agradecemos-te, Jeová Deus, o Todo-poderoso, Aquele que é e que era, porque assumiste o teu grande poder e começaste a reinar. Mas as nações ficaram furiosas, e veio teu próprio furor e o tempo designado para os mortos serem julgados, e para dar a recompensa aos teus escravos, os profetas, e aos santos e aos que temem o teu nome, a pequenos e a grandes, e para arruinar os que arruínam a terra.’”
8. (a) Contra quem se enfureceram então as nações, por que e até que ponto? (b) De que forma foi isso paralelo ao que aconteceu com o ungido Jesus “na metade da semana”?
8 Durante a primeira guerra mundial, de 1914 a 1918 E.C., “as nações ficaram furiosas” e deram vazão à sua fúria sobre os do povo dedicado do Soberano Senhor Jeová. Por quê? Porque estes pregavam o fim dos Tempos dos Gentios em 1914 e o pleno estabelecimento do reino de Cristo nos céus. Esta fúria das nações atingiu o auge em meados do primeiro semestre de 1918, acentuadamente nos Estados Unidos da América. Isto foi três anos e meio a partir do fim dos Tempos dos Gentios e a posse do ungido Jesus como Rei celestial. O que aconteceu com os proclamadores do Reino, na terra, em 1918, foi bastante paralelo ao que aconteceu com Jesus, em Jerusalém, “na metade da semana”. No caso dele, tornou-se necessária uma ressurreição dentre os mortos. De maneira correspondente, em 1918, os proclamadores de seu reino receberam o que os perseguidores acharam ser um “golpe mortal”, de forma que a proclamação do Reino precisava duma revivificação, duma ressurreição.
9. (a) Por que é que a revivificação ou ressurreição figurativa dos perseguidos proclamadores do Reino, para renovada atividade, não seria verdadeiro paralelo com a ressurreição de Jesus, em 16 de nisã de 33 E.C.? (b) A ressurreição espiritual de quem não precederia a serem eles “arrebatados para se encontrarem com o Senhor no ar”?
9 A ressurreição de Jesus, em 16 de nisã de 33 E.C., foi de natureza espiritual, para o domínio celestial, mas dum túmulo na terra. No caso dos proclamadores do Reino ainda em carne, sua revivificação foi para uma atividade terrena, para a renovada pregação destas “boas novas do reino” em toda a terra habitada, “em testemunho a todas as nações”. (Mat. 24:14) Estes cristãos gerados pelo espírito ainda não haviam de ser glorificados no céu, por serem “arrebatados em nuvens, para encontrar o Senhor no ar”. Este acontecimento com eles não estava programado para ‘preceder’ à ressurreição dos cristãos que “adormeceram na morte por intermédio de Jesus”, até 1918. Antes, conforme salienta 1 Tessalonicenses 4:14-17, “os que estão mortos em união com Cristo se levantarão primeiro”. Apropriadamente, sua ressurreição em primeiro lugar precederia à revivificação ou ressuscitação dos proclamadores do Reino para a sua obra adicional na carne, na terra, durante este “tempo do fim”. Esta revivificação ocorreu em meados do primeiro semestre de 1919.
10. A ressurreição de quem, e em que tempo, seria o verdadeiro paralelo com a ressurreição de Jesus, em 16 de nisã de 33 E.C.?
10 A ressurreição espiritual dos “mortos em Cristo”, em meados do primeiro semestre de 1918, três e meio anos após a entronização de Cristo, no fim dos Tempos dos Gentios, em meados do segundo semestre de 1914, seria paralela à ressurreição do próprio Jesus em 16 de nisã de 33 E.C., “na metade da semana”. (Dan. 9:27) Assim eles ‘se levantaram primeiro’. Com isso ‘precederam’ à ressurreição dos que sobreviveram até a “presença” ou parousia de Cristo e a morte da pregação do Reino.
11. Que período correspondente entra em jogo em conexão com as testemunhas proféticas de Deus de Revelação, capítulo 11, e representa a sua subida ao céu o cumprimento de 1 Tessalonicenses 4:17?
11 Um período similar entra em jogo com respeito às testemunhas proféticas descritas em Revelação, capítulo 11. Segundo Revelação 11:3-7, foram mortas após profetizarem por 1.260 dias, ou 3 anos e meio. Mas tiveram uma ressurreição: “Depois dos três dias e meio entrou neles espírito de vida da parte de Deus, e puseram-se de pé, e caiu grande temor sobre os que os observavam. E ouviram uma voz alta dizer-lhes desde o céu: ‘Subi para cá.’ E subiram para o céu, numa nuvem, e seus inimigos os observavam.” (Rev. 11:11, 12) Isto retrata profeticamente a revivificação do restante dos cristãos gerados pelo espírito no serviço do Reino, em meados do primeiro semestre de 1919. Ascenderem no destaque mundial não era o cumprimento de 1 Tessalonicenses 4:17. Neste respeito, lembramo-nos de que os 120 discípulos de Jesus Cristo só foram revivificados para a atividade pública, em Jerusalém, 51 dias depois de seu Senhor, Jesus Cristo, ter sido pendurado numa estaca e sepultado.
12. Como foi tal revivificação do restante espiritual também predita na visão de Ezequiel 37:1-14?
12 Tal revivificação do restante sobrevivente foi também predita em Ezequiel 37:1-14. Jeová deu ali ao profeta Ezequiel a visão dum vale cheio de ossos secos de israelitas. Estes ossos foram então reconstituídos em israelitas vivos, prontos para partirem de seu exílio na Babilônia pagã. Falando sobre como a visão teria cumprimento, Jeová disse: “Eis que estou abrindo as vossas sepulturas e vou fazer-vos subir das vossas sepulturas, ó meu povo [exilado em Babilônia], e vou fazer-vos chegar ao solo de Israel. E tereis de saber que eu sou Jeová, quando eu abrir as vossas sepulturas e quando vos fizer subir das vossas sepulturas, ó meu povo.” — Eze. 37:12, 13.
13. Como se cumpriu nos tempos modernos esta visão do vale de ossos secos, e como corresponde isso ao que aconteceu com os discípulos de Jesus após o que ocorreu “na metade da semana”?
13 No cumprimento moderno desta visão, os do restante dos israelitas espirituais foram revivificados em meados do primeiro semestre de 1919 e foram libertos de Babilônia, a Grande, o império mundial da religião falsa, e da sujeição servil aos amantes políticos, judiciais e militares dela, que fizeram as vontades dela durante a primeira guerra mundial. É provável que, com relação profética à cronometragem moderna dos acontecimentos, a revivificação dos discípulos pessoais de Jesus e sua libertação do opressivo sistema judaico de coisas só tenha ocorrido após a morte, o sepultamento e a ressurreição dele dentre os mortos, no terceiro dia, em 16 de nisã de 33 E.C. Isto foi pouco depois da “metade da semana”, em que Jesus foi sacrificado como resgate para toda a humanidade.
14. A que classe, mencionada em 1 Tessalonicenses 4:15-17, pertencem estas testemunhas revivificadas e reativadas dos tempos modernos, e de que modo é “feliz” para eles o que Jesus chamou de “último dia”?
14 Nos tempos modernos, o revivificado e reativado restante dos israelitas espirituais, que empreendeu novamente a obra de testemunho em meados do primeiro semestre de 1919, foram os de quem o apóstolo Paulo falou como “nós, os viventes, que sobrevivermos até a presença do Senhor”. (1 Tes. 4:15) Eles esperam, após terminarem o testemunho final do Reino em todo o mundo, morrer “em união com o Senhor” e durante a sua presença. A morte deles ocorre durante este “último dia” em que, conforme Jesus disse, ele ressuscitaria dentre os mortos os discípulos que têm o privilégio de alimentar-se de sua carne e beber o seu sangue. Significa para eles serem “arrebatados” ao encontro dele, seu Senhor, “no ar”. Esta sua ressurreição instantânea para a vida celestial é invisível aos humanos que ficam na terra, como se fosse obscurecida por “nuvens”. São realmente “felizes” porque “morrem em união com o Senhor, deste tempo em diante”, durante a “presença do Senhor”, não precisando dormir na morte, na expectativa de sua segunda vinda. — Rev. 14:13; João 6:53, 54; 1 Cor. 15:52, 53.
15. Que colaboradores recentes estarão presentes quando o restante sobrevivente partir no fim do “último dia” e que espécie de despedida talvez seja?
15 Deixam atrás muitos companheiros cristãos, uma “grande multidão” deles. Estes se tornaram colaboradores do restante dos israelitas espirituais, durante este “tempo do fim” e durante a invisível “presença do Senhor”, no testemunho final dado a todas as nações a respeito do Reino. Os desta “grande multidão” esperam sobreviver à “grande tribulação” em que este sistema mundano de coisas perecerá. (Rev. 7:9, 14) Estarão assim presentes quando chegar o tempo feliz para os últimos do restante dos israelitas espirituais serem “arrebatados em nuvens, para encontrar o Senhor no ar”. (1 Tes. 4:17) Quão amoroso seria se os da “grande multidão”, vivendo neste último dia de ressurreição, se despedissem do restante sobrevivente quando este terminar sua carreira terrestre no fim do “último dia”! (João 6:53, 54) Esta separação talvez não fosse fácil, mas poderia vir acompanhada de um intercâmbio sincero de afeição entre os que vão embora e os que ficam atrás, na terra paradísica. A “grande multidão” nunca mais os verá.
16. A associação com quem perderá a “grande multidão”, mas tendo a alegria de acolher que novatos na terra paradísica?
16 Embora percam a associação física do restante glorificado, os da “grande multidão” serão consolados pela inúmera multidão dos novos habitantes da terra paradísica. Quem são estes e donde vêm? São os outros remidos da humanidade, que serão ressuscitados da terra do “último inimigo”, a morte adâmica. (1 Cor. 15:26) Quanta alegria dará então à “grande multidão” encontrar-se com o ressuscitado Jó sim, e também com Abraão, Isaque, Jacó, João Batista, e também até mesmo com as criancinhas de Belém, que foram mandadas para o domínio dos mortos por seu inimigo, Herodes, o Grande! Quanta alegria será também encontrar-se com amigos conhecidos, as “outras ovelhas” do Pastor Excelente, que não sobreviveram à “grande tribulação” e não entraram diretamente no seu reinado de 1.000 anos! (Rev. 20:4, 6; João 10:16) Será que os membros do restante ungido, que sobreviverem à “grande tribulação”, viverão na Nova Ordem para presenciar o começo da ressurreição dos mortos terrenos no “último dia” deles? (João 11:24) As Escrituras não dão nenhuma certeza quanto a isso.
17. (a) Com respeito à colheita dos mortos terrenos, o que serão estes ressuscitados em comparação com Cristo? (b) Embora os da “grande multidão” não precisem duma ressurreição do túmulo, em que sentido serão iguais aos ressuscitados, e que bendita situação prevalecerá no fim do reinado milenar de Cristo?
17 Tais humanos ressuscitados serão colhidos como safra posterior, da qual o ressuscitado Jesus se tornou “Cristo, as primícias”. (1 Cor. 15:20, 22, 23) Embora não precisem de nenhuma ressurreição do túmulo, os sobreviventes da “grande multidão” serão como os mortos ressuscitados, ainda precisando dos benefícios adicionais do sacrifício propiciatório de Jesus Cristo. Todos os efeitos da morte herdada terão de ser eliminados. Será deveras uma ocasião bendita quando, no fim do reinado milenar de Cristo, “como último inimigo, a morte há de ser reduzida a nada” para toda a humanidade remida e obediente, inclusive a “grande multidão” de sobreviventes da tribulação. Daí, bem merecidamente, Jeová Deus será “todas as coisas para com todos”. — 1 Cor. 15:26, 28; Rev. 1:18; 20:11-14.
[Foto na página 28]
Acolhida dos ressuscitados no Paraíso.
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Perguntas dos LeitoresA Sentinela — 1979 | 1.° de novembro
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Perguntas dos Leitores
● Em 2 Samuel 8:13 declara-se que Davi golpeou os edomitas no Vale do Sal, mas 1 Crônicas 18:12 atribui esta façanha a Abisai, e o cabeçalho do Salmo 60 diz que foi Joabe quem infligiu esta derrota. Por que se dá isso?
Os três relatos, pelo visto, apresentam a derrota dos edomitas de ângulos diferentes. Em 2 Samuel, a vitória é atribuída a Davi, porque ele era o rei, o comandante supremo do exército israelita e aquele que autorizou a batalha. Visto que Joabe era o general-de-exército, o cabeçalho do Salmo 60 atribui-lhe o triunfo. Abisai serviu como general-de-divisão sob Joabe, e, sem dúvida, teve uma destacada parte na campanha militar. Isto explicaria por que se lhe atribui a vitória no relato de Crônicas. De modo que não há contradição. Mesmo hoje, costuma-se atribuir determinado ato àquele que o autorizou ou a alguém que teve uma destacada parte na sua execução com bom êxito.
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CorreçãoA Sentinela — 1979 | 1.° de novembro
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Correção
Quando se fez a Tradução do Novo Mundo do texto de Levítico 23:21, confundiu-se o hebraico יהיה (“será”), que foi lido como יהוה (“Jeová”). Portanto, a primeira sentença deste versículo deveria rezar: “E neste mesmo dia tendes de fazer uma proclamação; haverá para vós um santo congresso.”
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