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  • Os benefícios do milênio da humanidade

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  • Os benefícios do milênio da humanidade
  • A Sentinela Anunciando o Reino de Jeová — 1967
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A Sentinela Anunciando o Reino de Jeová — 1967
w67 15/4 pp. 237-242

Os benefícios do milênio da humanidade

1. (a) O que indica a Bíblia quanto a se a batalha do Armagedom deixará toda a terra sem habitantes? (b) Quem serão os primeiros súditos sobre os quais Cristo reinará durante o milênio?

SERÁ que a destruição de Babilônia, a Grande, e a batalha do Armagedom significam a exterminação da raça humana? Será que tais eventos deixarão toda a terra sem habitantes? Será que nem mesmo os do restante da fiel congregação de Cristo, de 144.000 pessoas, serão deixados na terra em vindicação do poder protetor do Deus Onipotente sobre eles? Em resposta, a Bíblia Sagrada indica expressamente que um restante destes herdeiros do Reino celeste serão preservados através da guerra do Armagedom para prestar serviço terrestre antes de seu desaparecimento terrestre e sua ressurreição e glorificação nos céus. Também, uma “grande multidão” de companheiros cristãos dedicados e batizados sobreviverão ao Armagedom junto com eles. Estes últimos serão os primeiros dos súditos humanos na terra sobre os quais Cristo reinará, para a bênção da humanidade. O que é um reino sem súditos? — Pro. 14:28.

2. Quem compõe esta “grande multidão” e o que Revelação 7:14 quer dizer ao afirmar que saem da “grande tribulação”?

2 O Apocalipse ou livro de Revelação mesmo mostra que haverá sobreviventes humanos da guerra do Armagedom, e do encarceramento de Satanás no abismo. Revelação, capítulo sete, torna claro que tais sobreviventes diferem dos 144.000 israelitas espirituais, os reis-associados de Jesus Cristo. Trata-se da “grande multidão” internacional que se reconhece como súditos de Deus e de seu Cristo; e Revelação 7:14 declara que “estes são os que saem da grande tribulação”. Significa mais do que se colocarem a favor de Deus e de seu Cristo durante o tempo da “grande tribulação” com que finda este mundano sistema de coisas. Significa que também sobrevivem a essa tribulação, sob a proteção de Deus, e passam vivos para o novo sistema de coisas que se segue na terra. Adoram e servem a Deus em Seu templo espiritual e seguem o Cordeiro, Jesus Cristo, como a um Pastor, que os guia às águas vitalizadoras. — Rev. 7:9-17.

3. Como foi que Jesus, em Mateus 24:21, 22, 37-39, indicou fortemente que haveria sobreviventes da batalha do Armagedom?

3 Em sua profecia a respeito do fim deste sistema de coisas, o “Pastor Excelente”, Jesus Cristo, indicou que haveria sobreviventes da “grande tribulação”, quando disse: “Então haverá grande tribulação, tal como nunca ocorreu desde o princípio do mundo até agora, não, nem tampouco ocorrerá de novo. De fato, se não se abreviassem aqueles dias, nenhuma carne seria salva; mas, por causa dos escolhidos, aqueles dias serão abreviados.” E, quando Jesus acrescentou que, assim como fora nos dias de Noé, assim seria nos dias de sua segunda presença invisível, sugeriu vigorosamente que haveria sobreviventes da grande tribulação, visto que tanto Noé como os sete membros de sua família sobreviveram ao dilúvio com que o mundo ímpio de seus dias foi destruído. (Mat. 24:21, 22, 37-39) Depois do dilúvio, quando Noé e sua família saíram da arca para a terra purificada, Deus lhes disse o que deviam fazer. (Gên. 9:1-17) Os sobreviventes da grande tribulação necessitarão igualmente de instruções novas e apropriadas.

4. Que situação tornará apropriado que Jesus Cristo entre em cena e comece a governar os sobreviventes do Armagedom?

4 Certas pessoas proeminentes da atualidade não sobreviverão à destruição de Babilônia, a Grande, e à destruição dos reis terrestres e seus exércitos e apoiadores na guerra do Armagedom. Não haverá sobrevivência para os governantes religiosos do império mundial babilônico da religião falsa, ou para os governantes políticos e militares que guerreiam contra o reino celeste de Deus e de seu Cristo. (Rev. 17:14; 19:19-21) Depois disso, por ser aprisionado no abismo, Satanás, “o governante deste mundo”, “o deus deste sistema de coisas” não mais terá nenhum contato com a humanidade. (João 12:31; 14:30; 2 Cor. 4:4) Essa situação tornará bem apropriado que Jesus Cristo entre em cena e preencha a necessidade que os sobreviventes na terra têm de um governo novo, justo e perfeito.

5. O que diz Revelação 20:4-6 a respeito deste governo necessário?

5 Revelação, capítulo vinte, depois de descrever o lançamento de Satanás na cova sem fundo por mil anos, fala-nos deste governo necessário, conforme diz o apóstolo João: “E eu vi tronos, e havia os que se assentavam neles, e foi-lhes dado poder para julgar. Sim, vi as almas dos executados com o machado, pelo testemunho que deram de Jesus e por terem falado a respeito de Deus, e os que não tinham adorado nem a fera nem a imagem dela, e que não tinham recebido a marca na sua testa e na sua mão. E passaram a viver e reinaram com o Cristo por mil anos. (Os demais mortos não passaram a viver até terem terminado os mil anos.) Esta é a primeira ressurreição. Feliz e santo é todo aquele que tem parte na primeira ressurreição; sobre estes a segunda morte não tem autoridade, mas serão sacerdotes de Deus e do Cristo, e reinarão com ele por mil anos.” — Rev. 20:4-6.

6. O que é esta “primeira ressurreição”, quando ocorre e por quê?

6 Nestes versículos, a “primeira ressurreição” não significa uma ressurreição simbólica, isto é, o renascimento espiritual dos cristãos no batismo em água, como diz o padre católico-romano Agostinho em seu livro De Civitate Dei. (Veja-se a página 1, parágrafo 14.) Trata-se da ressurreição literal dos felizes e santos. Ocorre como disse Jesus, no “último dia”, em sua segunda vinda e presença de forma invisível. É então, à convocação de sua voz, que estes santos mortos ‘voltam à vida’ e começam a reinar junto com Cristo em seu reino celeste. (João 5:28, 29) Por certo, não é antes do batismo em água que eles são executados com o machado por darem testemunho de Jesus e por falarem a Palavra de Deus. Certamente não foi antes do batismo que passaram a prova de não adorar a “fera” e a sua “imagem” e de não receber o sinal característico quer da besta quer da imagem em sua testa ou em suas mãos. Esta prova veio depois do batismo.

7. (a) Por que é esta ressurreição chamada de “primeira”? (b) Como é que os que participam dela se provam dignos de tal ressurreição?

7 Esta “primeira ressurreição” é assim chamada para diferençá-la da ressurreição dos “demais mortos”, que, diz-se, não vieram à vida “até terem terminado os mil anos”. Assim, a ressurreição dos felizes e santos é “primeira” quanto ao tempo e à importância, pois “sobre estes a segunda morte não tem autoridade”. Por ocasião de sua ressurreição dentre os mortos, revestem-se de imortalidade, de qualidade imorredoura, junto com a incorruptibilidade. Esta, com efeito, é a ressurreição descrita pelo apóstolo Paulo em 1 Coríntios, capítulo quinze, versículos trinta e cinco a cinqüenta e quatro. É a ressurreição a respeito da qual Paulo diz ali: “Semeia-se corpo físico, é levantado corpo espiritual.” Estes felizes e santos têm de provar-se dignos desta ressurreição de primeira categoria por sofrerem martírio, sendo executados com o machado e recusando adorar a “fera” e sua “imagem” e receber o sinal de tais coisas em suas testas ou suas mãos. Até sua morte na carne, têm de dar fielmente seu testemunho a respeito de Jesus Cristo e falar a Palavra de Deus conforme delineada na Bíblia Sagrada. — Rev. 2:10.

UM GOVERNO CELESTE

8. Será que reinarão na Jerusalém terrestre, e onde é que seus súditos se acharão durante os mil anos?

8 Sendo ressuscitados com corpos espirituais, poderão reinar junto com o Rei, Jesus Cristo, nos céus, sendo invisíveis a seus súditos humanos na terra. Jesus Cristo se senta à mão direita de Deus, o Pai celeste, em Seu trono. A respeito da localização de Seu trono, Jeová Deus afirma: “Os céus são o meu trono e a terra é o escabelo dos meus pés.” (Isa. 66:1; Atos 7:48, 49; Sal. 110:1; Atos 2:34-36; 1 Ped. 3:22) Onde, então, reinará Jesus Cristo junto com seus ressuscitados seguidores felizes e santos, durante mil anos? Nos céus semelhantes a tronos, e não na terra, não na Jerusalém terrestre que atualmente é dominada pelos jordanenses muçulmanos. Estes cristãos se chegam a “um Monte Sião e a uma cidade do Deus vivente, a Jerusalém celestial”. (Heb. 12:22) A terra será como que seu escabelo, e aqui, no escabelo, é onde seus súditos humanos se acharão durante os mil anos.

9. Religiosamente, que espécie de reino será esse?

9 Esse será realmente um reino cristão, e não um reino da cristandade, como o que tem oprimido o povo e manchado a terra com o brutal derramamento de sangue, até mesmo no nome da religião.

10, 11. (a) Quem tem governado invisivelmente a humanidade durante milênios, e por meio de que agência visível? (b) Apesar de que adoração política a paz e a segurança não existem, e quando é que existirão?

10 Durante milhares de anos, a humanidade tem sofrido por causa do domínio do invisível Satanás, o Diabo, “o governante deste mundo”, junto com suas “forças espirituais iníquas nos lugares celestiais”. (João 12:31; 14:30; Efé. 6:11, 12) Seu sistema político visível mediante o qual tem dominado a humanidade é assemelhado a uma besta-fera. A “imagem” daquela besta-fera simbólica tem sido e ainda é outra organização política para desviar a adoração e o serviço de Jeová Deus para a “fera” política.

11 Depois da Primeira Guerra Mundial, essa “imagem” foi estabelecida em forma da política Liga das Nações, e, depois da Segunda Guerra Mundial, na forma da sucessora da Liga, as Nações Unidas. Mas, muito embora os povos da terra agora adorem a “fera” política mediante sua “imagem” política, as Nações Unidas, a paz e segurança mundiais não existem na terra. Assim, a adoração dos povos ao estado político se mostra vã. Somente depois de a guerra do Armagedom destruir a “fera” e sua “imagem” política é que haverá paz e segurança, e isso por mil anos. Então, Jesus Cristo, como Rei dos reis e Senhor dos senhores, provar-se-á digno de seu título predito, “Príncipe da Paz”. — Isa. 9:6, 7; Rev. 19:16-21.

12, 13. (a) No meio deste sistema militarizado, que profecia a respeito da “parte final dos dias” cumprem os seguidores do Príncipe da Paz? (b) Em que profecia messiânica foi prefigurada a sua demonstração do pacifico espírito cristão ao invés de bestialidade?

12 Até mesmo agora, antes do fim deste sistema militarizado de coisas, controlado pelo diabólico “governante deste mundo”, os seguidores verdadeiramente dedicados e batizados do “Príncipe da Paz” cumprem a profecia a respeito desta “parte final dos dias”, a saber: “De Sião sairá a lei, e de Jerusalém a palavra de Jeová. E ele certamente exercerá o juízo entre as nações e endireitará os assuntos com respeito a muitos povos. E eles terão de forjar assuas espadas em relhas de arado e as suas lanças em podadeiras. Uma nação não levantará a espada contra outra nação, nem aprenderão mais a guerra.” (Isa. 2:2-4) Já entre eles mesmos, em suas congregações governadas por Deus por toda a terra, estes povos anteriormente divididos cultivam e demonstram o pacifico espírito cristão uns para com os outros, ao invés de bestialidade. Isto foi prefigurado na seguinte profecia messiânica:

13 “E morará o lobo com o cordeiro, e o leopardo com o cabrito se deitará, e o bezerro, e o filho de leão e a nédia ovelha viverão juntos, e um menino pequeno os guiará. A vaca e a ursa pastarão juntas, e seus filhos juntos se deitarão; e o leão comerá palha como o boi. E brincará a criança de peito sobre a toca do áspide, e o já desmamado meterá a sua mão na cova do basilisco. Não se fará mal nem dano algum em todo o monte da minha santidade, porque a terra se encherá do conhecimento do Senhor [Jeová], como as águas cobrem o mar.” — Isa. 11:6-9, Al.

14. (a) Que condição passarão a gozar os sobreviventes do Armagedom e do lançamento de Satanás no abismo, e por quanto tempo isto continuará? (b) Que trabalho assumirá a liderança em todas as atividades humanas, e com que resultado?

14 Se agora, durante estes anos assolados pela guerra desta “terminação do sistema de coisas”, pode-se atingir esta condição ideal entre os verdadeiros seguidores de Cristo, quanto mais então prevalecerá esta condição pacífica, sem interferências, entre os sobreviventes, depois de a batalha do Armagedom remover os governantes terrestres e seus exércitos e depois de Satanás e seus demônios serem encerrados no abismo! Aqueles que sobreviverem à batalha do Armagedom e ao lançamento de Satanás no abismo passarão a gozar de paz absoluta, e o reino celeste de Cristo e sua congregação glorificada preservará essa paz na terra durante mil anos. Que época boa será essa para que os homens examinem a Bíblia Sagrada, a fim de se certificarem mais precisamente de como as suas profecias foram fielmente cumpridas! A educação a respeito do Deus vivo e verdadeiro, Jeová, assumirá a liderança em todas as atividades humanas. A terra inteira literalmente “se encherá do conhecimento do Senhor [Jeová], como as águas cobrem o mar”.

15. (a) Como foi que Jesus, em oração, destacou a importância vital de tal educação? (b) Tal educação é realmente uma obra de quem, e quem será provido para executá-la?

15 A importância vital de tal educação pode ser avaliada mediante as palavras de Jesus em oração a seu Pai celeste: “Deste [a ele] autoridade sobre toda a carne, para que, com respeito ao número inteiro dos que lhe deste, ele lhes dê vida eterna. Isto significa vida eterna, que absorvam conhecimento de ti, o único Deus verdadeiro, e daquele que enviaste, Jesus Cristo.” (João 17:2, 3) A educação de seus súditos na terra no conhecimento do único Deus verdadeiro e em sua provisão para a salvação eterna mediante Jesus Cristo — esta é realmente uma obra sacerdotal. A educação das pessoas na lei de Deus era parte dos deveres do sacerdócio de Israel até à primeira vinda de Cristo. Tal obra se enquadra no fato de que o glorificado Jesus Cristo não será apenas rei, mas também sacerdote, com efeito, o Sumo Sacerdote de Deus. Sua congregação ressuscitada no céu será os subsacerdotes dele. É por isso que esta profetizado que “serão sacerdotes de Deus e do Cristo, e reinarão com ele por mil anos”. (Rev. 20:6) A educação por tais sacerdotes levará os súditos terrestres do Reino à vida eterna numa terra paradísica.

16. Que obra sacerdotal em favor de pecados será executada e no sentido de que condição isto ajudará os gratos e obedientes?

16 Os sacerdotes da cristandade têm representado mal o Sumo Sacerdote de Deus, Jesus Cristo. Desaparecerão da terra quando Babilônia, a Grande, for destruída pouco antes do Armagedom. Depois disso, a ressuscitada congregação de Cristo, no céu, fará junto com ele uma obra sacerdotal salvadora de vidas. Durante os mil anos, aplicará os benefícios de seu perfeito sacrifício de resgate à humanidade. (Mat. 20:28; 1 Tim. 2:5, 6) Seus pecados cometidos devido às fraquezas originadas de seu primeiro pai humano, Adão, e dos quais se arrependem, ser-lhes-ão perdoados. Mediante o mérito resgatador de Cristo será removida deles a condenação do pecado. Conforme ilustrado pela obra curativa de Jesus quando estava na terra, benefícios físicos e mentais resultarão do perdão de pecados. O Reino manterá condições justas na terra e orientará as pessoas no caminho da justiça. Também, a obra sacerdotal trará cura espiritual e física. Isto ajudará as pessoas gratas e obedientes a retornar à perfeição humana como a que Adão tinha ao ser criado no jardim paradísico do Éden. — Mat. 8:14-17; 9:1-12.

ELIMINADOS O HADES E A MORTE

17. Como é que esta obra sacerdotal afeta os mortos humanos, e o que indica Revelação 20:5 a respeito dos “demais mortos”?

17 Tal serviço sacerdotal abrangerá e beneficiará até mesmo a bilhões de criaturas humanas mortas. Jesus Cristo, o Sumo Sacerdote de Deus, foi ele próprio ressuscitado dos mortos a fim de prestar serviço sacerdotal em favor de todos aqueles pelos quais ele morreu. Sua congregação de subsacerdotes também é levantada dentre os mortos na “primeira ressurreição” a fim de participar na obra sacerdotal milenária de Cristo em favor da humanidade. A sua ressurreição é uma garantia de que o restante dos mortos humanos no Hades ou Seol serão levantados para a vida sob o Reino, no decorrer dos mil anos. (Atos 17:31; 1 Cor. 15:20-26) Isto explica por que Revelação 20:5 diz que “os demais mortos não passaram a viver até terem terminado os mil anos”.

18, 19. (a) Por volta do fim dos mil anos, em que condição se encontrarão os súditos obedientes? (b) Que ação tomará Cristo no fim do sábado milenar da humanidade sob o seu reino?

18 Por volta desse tempo, tanto os que sobreviverem á batalha do Armagedom, e que não precisam de ressurreição, como os que serão ressuscitados para a vida na terra, se forem obedientes, serão soerguidos à plenitude da vida humana perfeita. Não descansará sobre eles então nenhuma condenação à morte devido à imperfeição. (Heb. 7:22-27; 5:5-10) Com tal fim em vista, Revelação 20:11-14 descreve a ressurreição dos mortos, do Hades e do mar. Esta ressurreição assinala o começo da obra sacerdotal em prol dos que estão mortos no Hades e no mar.

19 No fim de sua obra sacerdotal de mil anos, Jesus Cristo entregará a Jeová Deus, o Juiz final de todos, os súditos completamente curados, purificados e aperfeiçoados de seu reino. (1 Cor. 15:24-28) Ali findará o sábado milenar da humanidade sob o reino de Deus mediante Cristo. Que alívio trouxe tal sábado!

20. Por que têm todos estes humanos aperfeiçoados de ser então postos à prova, e por que Satanás, o Diabo, será solto por um pouco de tempo?

20 Todavia, o que acontece logo depois é importante para toda a humanidade. Na verdade, achar-se-á então na perfeição humana, numa terra paradísica. Mas, o direito à vida. sempiterna ainda não foi concedido a toda a humanidade que se ergue em perfeição e justiça diante do Juiz Supremo, Jeová Deus. Todos terão de provar-se dignos de receber tal direito, assim como os perfeitos Adão e Eva no paraíso do Éden tinham de provar se mereciam o direito à vida humana eterna e perfeita num paraíso terrestre. Assim como Adão e Eva foram provados por Satanás, o Diabo, assim também todos os seus descendentes terrestres têm de ser postos à prova às mãos do mesmo Tentador, no fim dos mil anos. Esta é a razão de Satanás, o Diabo, ser solto por algum tempo de sua prisão abismal depois de terminar o milênio.

21. Que pergunta surge então a respeito dos descendentes aperfeiçoados de Adão, e como é que responde a profecia?

21 Por volta desse tempo, toda a obra iníqua de Satanás durante os últimos seis mil anos terá sido desfeita. Mas, será que Satanás e seus demônios, soltos, poderão então desviar toda a humanidade aperfeiçoada de Deus como o Soberano Universal, assim como desviou os primeiros pais humanos da humanidade no jardim paradísico do Éden? A profecia responde que Não! Haverá aqueles que, sob esta prova final e crucial, permanecerão leais a Jeová Deus e a Jesus Cristo. Estes vindicarão a Deus. Ele os julgará como sendo dignos da vida eterna e lhes concederá tal direito a ela, escrevendo seus nomes em seu “livro da vida”.

22. Qual será o resultado para aqueles que caem sob a prova, e também para o Tentador, e qual será o resultado para todos os céus e a terra?

22 Haverá outros que cairão sob a prova. Comporão o número não predito das hostes de Gogue e Magogue e serão destruídos na “segunda morte” da qual não há ressurreição. Então Satanás, o Diabo, tendo perdido agora a sua longa controvérsia contra Deus, será destruído para sempre, junto com seus demônios. (Rev. 20:7-10, 15; Mat. 25:41, 46) Por fim, todos os céus e a terra se verão limpos de toda iniqüidade e de suas conseqüências desastrosas. Em perfeita justiça, Jeová Deus, então plenamente triunfante, reinará sobre todos para todo o sempre!

23. Que espécie de provisão será essa, do reinado milenar de Cristo, e por que devemos espalhar tais boas novas?

23 Considerada do ponto de vista deste quadro completo das coisas, ó, quão amorosa e maravilhosa é a provisão de Deus do reinado milenar de seu Sacerdote-Rei, Jesus Cristo! Espalhem, então, as boas novas de que todos os que amam a justiça podem regozijar-se e podem preparar-se para ele, porque esse milênio de libertação e de bênção está próximo!

[Foto na página 240]

O Milênio, um período de educação concernente ao verdadeiro Deus, Jeová

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