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    • também a “mãe” de Cristo, que é o mais velho dentre os seus irmãos espirituais, todos os quais procedem de Deus, como Pai deles. — Heb. 2:11, 12.

      Seguir-se-ia, logicamente, e em harmonia com as Escrituras, que a “mulher” de Gênesis 3:15 seria uma “mulher” espiritual. E, correspondendo a que a “noiva” ou “esposa” de Cristo não é nenhuma mulher singular, mas uma mulher composta de muitos membros espirituais (Rev. 21:9), a “mulher” que dá à luz os filhos espirituais de Deus, a “esposa” de Deus (predita profeticamente nas palavras de Isaías e de Jeremias, conforme citadas previamente) seria constituída de muitas pessoas espirituais. Seria um grupo composto de pessoas, uma organização, sim, uma organização celestial.

      Esta “mulher” é descrita na visão de João em Revelação, capítulo 12. Mostra-se que ela dá à luz um filho, um governante que deve ‘pastorear todas as nações com uma vara de ferro’. (Compare com Salmos 2:6-9; 110:1, 2.) João teve esta visão muito depois do nascimento humano de Jesus, e também depois de este ser ungido como o Messias de Deus. Visto que, como é óbvio, tem que ver com a mesma pessoa, deve referir-se, não ao nascimento humano de Jesus, mas a algum outro evento, a saber, a ser ele empossado no poder do Reino. Assim, representou-se aqui o nascimento do reino messiânico de Deus.

      Mostra-se mais tarde Satanás como perseguindo a “mulher” e travando guerra contra “os remanescentes da sua semente”. (Rev. 12:13, 17) Sendo celeste a “mulher”, e já tendo Satanás, nessa ocasião, sido lançado para a terra (Rev. 12:7-9), ele não poderia alcançar aquelas pessoas celestes que constituíam a “mulher”, mas podia alcançar os remanescentes de sua “semente”, ou filhos, os “irmãos” de Jesus Cristo ainda na terra. Desse modo, ele perseguiu a “mulher”.

      Outros empregos

      Depois de avisar a Israel sobre as calamidades que lhe adviriam por sua infidelidade, Jeová disse, por meio de Isaías, o profeta: “E sete mulheres segurarão realmente um só homem, naquele dia, dizendo: ‘Comeremos o nosso próprio pão e vestiremos as nossas próprias capas; apenas sejamos chamadas pelo teu nome, para tirar o nosso vitupério.’” (Isa. 4:1) Nos dois versículos precedentes (Isa. 3:25, 26), Deus indicava que os homens de Israel pereceriam na guerra. Assim, ele dizia a Israel sobre as lacunas que tais condições deixariam entre os homens daquela nação, criando tamanha escassez de varões que várias mulheres se uniriam a um só homem. Ficariam contentes de levar o nome dele, e de receber algumas atenções masculinas, mesmo que tivessem de compartilhá-lo com outras mulheres. Aceitariam a poligamia ou o concubinato a fim de ter uma pequena parte na vida dum homem. Desta forma, parte do vitupério da viuvez ou da condição de mulher não-casada, ou sem filhos, seria removida.

      Numa profecia de conforto para Israel, Jeová disse: “Até quando te virarás para este e para aquele lado, ó filha infiel? Pois Jeová criou uma coisa nova na terra: A mera fêmea cercará estreitamente o varão vigoroso.” (“A mulher corteja o marido”, Vozes.) (Jer. 31:22) Até então Israel, com quem Deus mantinha um relacionamento matrimonial por motivo do pacto da Lei, virava-se “para este e para aquele lado” em infidelidade. Agora, Jeová convida a “virgem de Israel” para estabelecer marcos de estrada e postes indicadores a fim de guiá-la de volta, e para ela fixar o coração na estrada que conduz à volta. (V. 21) Jeová porá Seu espírito sobre ela, de modo que fique ansiosíssima de voltar. Assim, da mesma forma como a esposa cercaria estreitamente seu marido para voltar a ter boas relações com ele, assim também Israel cercaria de atenções a Jeová Deus a fim de voltar às boas relações com Ele, como marido dela.

      Sobre o “rei do norte”, a profecia de Daniel diz que “não dará consideração ao deus de seus pais; e não dará consideração ao desejo de mulheres, nem a todo outro deus, porém magnificar-se-á acima de todos os outros. Mas dará glória ao deus dos baluartes, na sua posição”. (Dan. 11:37, 38) Neste caso, o termo “mulheres” pode representar as nações mais fracas que se tornam ‘servas’ do “rei do norte”, como vasos mais fracos. Elas possuem seus deuses, que desejam e adoram, mas o “rei do norte” os desconsidera e presta homenagem a um deus do militarismo.

      Os “gafanhotos” simbólicos

      Na visão dos “gafanhotos” simbólicos, em Revelação 9:1-11, tais gafanhotos são representados como tendo “cabelo como o cabelo das mulheres”. Em harmonia com o princípio bíblico de que os cabelos longos da mulher são um sinal de sua sujeição ao seu cabeça marital, os cabelos destes “gafanhotos” simbólicos têm de representar a sujeição daqueles a quem simbolizam àquele que a profecia mostra que é o cabeça e o rei deles. — Veja ABADON.

      144.000 ‘não poluídos com mulheres’

      Diz-se que os 144.000 que a Revelação mostra estarem em pé, junto com o Cordeiro, no monte Sião, foram “comprados da terra. Estes são os que não se poluíram com mulheres; de fato, são virgens”. Eles são apresentados como tendo um relacionamento mais íntimo com o Cordeiro do que quaisquer outros, sendo os únicos que dominam o “novo cântico”. (Rev. 14:1-4) Isto indicaria que eles constituem a “noiva” do Cordeiro. (Rev. 21:9) São pessoas espirituais, conforme revelado por estarem em pé no celeste monte Sião, junto com o Cordeiro. Assim sendo, o não se terem ‘poluído com mulheres’ e o serem “virgens” não significaria que nenhuma destas 144.000 pessoas jamais se havia casado, pois as Escrituras não proíbem o casamento para as pessoas, na terra, que hão de ser co-herdeiros de Cristo. (1 Tim. 3:2; 4:1, 3) Nem isso subentenderia que todas as 144.000 pessoas sejam homens, pois “não há nem macho nem fêmea” no que se refere ao relacionamento espiritual dos co-herdeiros de Cristo. (Gál. 3:28) As “mulheres”, portanto, têm de ser mulheres simbólicas, sem dúvida organizações religiosas tais como Babilônia, a Grande, e suas ‘filhas’, organizações da religião falsa, sendo que aderir a elas e participar delas impediria a pessoa de ser imaculada. (Rev. 17:5) Esta descrição simbólica se harmoniza com o requisito da Lei, de que o sumo sacerdote de Israel só podia tomar como esposa a uma virgem, pois Jesus Cristo é o grande Sumo Sacerdote de Jeová. — Lev. 21:10, 14; 2 Cor. 11:2; Heb. 7:26.

      Com referência a Jesus se dirigir a Maria como “mulher”, veja MARIA N.° 1 (Respeitada e Amada por Jesus) .

  • (Mulher) Livre
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    • (MULHER) LIVRE

      Veja LIBERDADE.

  • Mulo(A)
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    • MULO(A)

      Descendência híbrida dum jumento e duma égua. O corpo dum mulo ou eguariço se assemelha ao de um cavalo, mas sua cabeça mais curta e grossa, suas orelhas compridas, sua crina mais curta, seus pés pequenos e sua cauda, terminada num tufo de pêlos longos, são característicos do jumento. O mulo combina algumas das qualidades mais excelentes de ambos os genitores: a capacidade de suportar, a robustez e o pisar firme do jumento, e a força, o vigor e a coragem do cavalo. Este animal é menos propenso à doença do que o cavalo, demonstra maior paciência quando carrega pesados fardos e goza de uma vida bem mais longa. O asinino ou asneiro, que é filho do cavalo e da burra, é menor do que o eguariço, e lhe falta a força e a beleza características deste último. Ambos os sexos dos mulos, salvo raras exceções, são estéreis.

      Estes animais se achavam entre os presentes trazidos pelos reis que desejavam ouvir a sabedoria de Salomão. (1 Reis 10:24, 25; 2 Crô. 9:23, 24) Outros muares podem ter sido obtidos de comerciantes, tais como os fenícios. (Eze. 27:8, 9, 14) Na época de Davi, pessoas de destaque utilizavam muares como montaria. A própria mula de Davi foi consignada para o uso de Salomão por ocasião de este ser ungido, em Giom. — 2 Sam. 13:29; 18:9; 1 Reis 1:33, 34, 38, 39.

      Os muares eram apreciados como bestas de carga. (2 Reis 5:17; 1 Crô. 12:40) Jeová, mediante seu profeta Isaías, indicou que os mulos seriam um dos meios de transporte utilizados para trazer a Jerusalém o Seu povo espalhado. (Isa. 66:20) Assim sendo, é digno de nota que, em cumprimento dessa profecia, os que voltaram do exílio babilônico trouxeram com eles 245 mulos, além de outros animais de carga. — Esd. 2:66; Nee. 7:68.

  • Mundo
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    • MUNDO

      Este é o termo geralmente usado para se traduzir o vocábulo grego kósmos, cujo significado básico é “ordem” ou “arranjo”. E ao ponto em que o conceito de beleza se acha ligado à ordem e à simetria, kósmos também transmite tal idéia, e, assim, era com freqüência usado pelos gregos para significar “adorno”, especialmente com respeito às mulheres. É assim utilizado em 1 Pedro 3:3. Daí também provém nossa palavra portuguesa “cosmético”. O verbo relacionado, kosméo tem o sentido de ‘pôr em ordem’, em Mateus 25:7, e o de ‘adornar’, em outras partes. (Mat. 12:44; 23:29; Luc. 11:25; 21:5; 1 Tim. 2:9; Tito 2:10; 1 Ped. 3:5; Rev. 21:2, 19) O adjetivo kósmios descreve o que é “bem arrumado” ou “ordeiro”, em 1 Timóteo 2:9 e 3:2.

      Evidentemente porque o universo manifesta ordem, os filósofos gregos às vezes aplicavam o termo kósmos à inteira criação visível. No entanto, não havia realmente unanimidade de idéia entre eles, alguns o restringindo apenas aos corpos celestes, enquanto que outros o empregavam para o universo inteiro. O emprego de kósmos para descrever a criação material como um todo aparece em alguns escritos apócrifos (compare com Sabedoria 9:9; 11:17, Vozes), estes sendo escritos durante o período em que a filosofia grega teve grande penetração em muitas áreas judaicas. Mas, nos escritos inspirados das Escrituras Gregas Cristãs, este sentido se acha virtualmente — talvez de todo — ausente. Talvez pareça que alguns textos empregam o termo neste sentido, tal como o relato do discurso do apóstolo aos atenienses no Areópago. Paulo ali disse: “O Deus que fez o mundo [kósmos] e todas as coisas nele, sendo, como Este é, Senhor do céu e da terra, não mora em templos feitos por mãos.” (Atos 17:22-24) Visto que o emprego de kósmos com o significado de universo era corrente entre os gregos, Paulo talvez tenha empregado o termo nesse sentido. Mesmo aqui, contudo, é inteiramente possível que ele o tenha usado de um dos modos considerados no restante deste verbete.

      VINCULADO À HUMANIDADE

      Kósmos ou o “mundo” está estreitamente vinculado e entretecido com humanidade. Isto se dá na literatura secular grega e especialmente na Escritura. Quando Jesus disse que o homem que anda na luz do dia “vê a luz deste mundo [kósmos]” (João 11:9), poderia parecer que, pelo vocábulo “mundo” ele se referia simplesmente ao planeta Terra, que possui o sol como sua fonte de luz diurna. Não obstante, suas palavras a seguir mencionam o homem que anda à noite e que tropeça em algo, “porque a luz não está nele”.

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