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Avante para a nova ordem sob a teocracia!A Sentinela — 1972 | 1.° de junho
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Jesus Cristo, na terra, reconheceu a nação dos israelitas naturais, circuncisos, como a congregação de Jeová Deus. (Sal. 22:22, 23; Heb. 2:12; Mat. 18:17) Portanto, enquanto Jesus estava na terra e sob o pacto teocrático da Lei ele não estabeleceu nenhuma congregação, igreja ou eclésia rival. Mas pensava em estabelecer uma congregação messiânica depois de vigorar o predito “novo pacto”, pela apresentação de seu mérito sacrificial a Jeová Deus no céu. Foi por isso que Jesus, menos de um ano antes de sua morte sacrificial e sua ressurreição, disse em resposta à confissão do apóstolo Pedro: “Tu és o Cristo, o Filho do Deus vivente”, as seguintes palavras: “Tu és Pedro, e sobre esta rocha construirei a minha congregação, e os portões do Hades não a vencerão.” — Mat. 16:16-18.
24 No ano seguinte, Jesus Cristo estabeleceu esta congregação no dia de Pentecostes (6 de sivã de 33 E. C.), por agir como Agente Principal de Jeová no derramamento do espírito santo sobre seus discípulos. (Atos 2:32, 33) Depois disso, lemos sobre a congregação messiânica ou cristã. Por exemplo, em Atos 5:11 lemos sobre a congregação de Jerusalém: “Veio grande temor sobre toda a congregação e sobre todos os que ouviram estas coisas.” — Atos 8:1.
25. (a) Que espécie de organização tinha a congregação cristã? (b) A quem pertencia o antigo Israel e a quem pertence a congregação cristã, e por que, em ambos os casos?
25 Assim como a antiga congregação do Israel natural havia sido uma organização teocrática, assim a congregação do Israel espiritual devia ser e teria de ser uma organização teocrática. Isto significa que Deus, cujo nome é Jeová, é o governante supremo dela. Isto explica por que se podia dizer que as coisas que aconteceram à antiga congregação de Israel eram típicas ou “como exemplos” para a congregação cristã de Jeová. (1 Cor. 10:6, 11) Jeová libertara o antigo Israel da escravidão e morte no Egito à base do sangue do cordeiro pascoal, e depois, da morte no Mar Vermelho, durante a sua fuga de diante dos exércitos egípcios perseguidores. Podia dizer ao antigo Israel: “Tu és meu.” (Isa. 43:1) De modo similar, a congregação cristã tornou-se Sua pelo sangue derramado do Cordeiro pascoal antitípico, Jesus Cristo, ‘Cristo, a nossa páscoa”. (João 1:29, 36; 1 Cor. 5:7) O apóstolo cristão Paulo chamava-a corretamente de “congregação de Deus, que ele comprou com o sangue do seu próprio Filho”. — Atos 20:28.
26. (a) Por ser a “nação santa” propriedade de quem tinha que espécie de governantes sobre si, e como salientou isso profeticamente Isaías? (b) Que espécie de pacto era o novo pacto, e por quê?
26 Visto que a congregação é uma nação santa, povo para propriedade especial, ela é propriedade de Jeová e ele é seu Governante indisputável. Ele é o Deus Governante, o Teocrata. (1 Ped. 2:9; Êxo. 19:5, 6) A posição teocrática de Jeová Deus para com a congregação foi predita nas palavras do profeta Isaías referentes ao antigo Israel: “Jeová é o nosso Juiz, Jeová é o nosso Legislador, Jeová é o nosso Rei; ele mesmo nos salvará.” (Isa. 33:22) Ocupando todos estes cargos, ele estabeleceu o pacto da Lei com o antigo Israel, tendo o profeta Moisés por mediador. Através de um Mediador maior do que Moisés, a saber, por Jesus Cristo, Jeová estabeleceu um novo pacto com a congregação cristã dos israelitas espirituais. (1 Tim. 2:5, 6) Como Governante teocrático, Jeová disse neste novo pacto: “Vou por a minha lei no seu íntimo e a escreverei no seu coração. E vou tornar-me seu Deus e eles mesmos se tornarão meu povo.” (Jer. 31:33; Heb. 8:7-10) Portanto, era um novo pacto teocrático.
27. Como demonstrou Jeová seu poder e seu direito teocráticos para com a congregação cristã, e que responsabilidade acarretava a chefia dela?
27 Trazendo à atenção o poder e o direito teocráticos de Jeová, de fazer todas designações de pessoas dentro de sua organização, o apóstolo Paulo escreveu: “[Jeová] sujeitou também todas as coisas debaixo dos pés dele [isto é, de Cristo], e o fez cabeça sobre todas as coisas para a congregação, a qual é o seu corpo.” “Também o Cristo é cabeça da congregação, sendo ele salvador deste corpo.” “A congregação está sujeita ao Cristo.” (Efé. 1:22, 23; 5:23, 24) Portanto, Jesus Cristo tem a responsabilidade, sob as ordens de Deus, de fazer as escolhas e as designações na congregação.
28. Como se desincumbiu Jesus desta responsabilidade com respeito à fundação da congregação, e como aumentou ela milagrosamente no dia de sua fundação?
28 Aguardando a fundação da congregação dos israelitas espirituais, Jesus passou uma noite em oração a Deus e então escolheu doze apóstolos. (Luc. 6:12-16; Mar. 3:13-19) Ele disse aos seus apóstolos fiéis: “Vós não me escolhestes, mas eu escolhi a vós, e eu vos designei para prosseguirdes e persistirdes em dar fruto, e que o vosso fruto permaneça.” (João 15:16) Jesus sabia que o antigo Israel, composto de doze tribos, compunha-se dos descendentes dos doze filhos de Jacó, apelidado Israel. (Gên. 49:28, 33; Atos 7:8) Em harmonia com este quadro profético, após a morte de Jesus Cristo e sua ressurreição e ascensão ao céu, a congregação do Israel espiritual começou no dia de Pentecostes com doze alicerces visíveis e tangíveis, a saber, os doze apóstolos. (Atos 1:13, 24-26; 2:1, 37) Naquele dia, a congregação começou com cerca de cento e vinte membros e aumentou milagrosamente a cerca de três mil. — Atos 1:15; 2:37-41.
29. (a) Como mostrou a congregação que reconhecia os doze apóstolos como membros que eram fundamentos? (b) Que visão teve João da relação dos apóstolos para com a congregação inteira?
29 Todos aqueles membros da congregação, os originais e os recém-acrescentados, reconheceram os doze apóstolos como sendo fundamentos como membros do Israel espiritual. Isto se evidencia no que lemos em Atos 2:42, 43: “E eles continuavam a devotar-se ao ensino dos apóstolos e . . . Deveras, sobre cada alma começou a cair temor, e muitos portentos e sinais começaram a ocorrer por intermédio dos apóstolos.” A relação destes apóstolos com a congregação inteira dos israelitas espirituais é representada na visão do apóstolo João sobre a “noiva” de Cristo, a Nova Jerusalém, a respeito da qual lemos: “Tinha uma grande e alta muralha, e tinha doze portões, e, junto aos portões, doze anjos, e havia nomes inscritos, os quais são os das doze tribos dos filhos de Israel. . . . A muralha da cidade tinha também doze pedras de alicerce, e sobre elas os doze nomes dos doze apóstolos do Cordeiro.” — Rev. 21:1, 2, 12-14.
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Assembléias de Distrito “Regência Divina”A Sentinela — 1972 | 1.° de junho
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Assembléias de Distrito “Regência Divina”
TODOS os que sinceramente estiverem interessados no reino de Deus terão prazer em saber que a Sociedade Torre de Vigia está programando uma série de assembléias de distrito para dezembro e janeiro próximos. O tema delas é “Regência Divina” — bem apropriado para este tempo, quando a vindoura nova ordem de Deus está tão próxima!
Cada assembléia terá um programa edificante e muito agradável de quatro dias. Para tirar pleno proveito dele, programe estar presente quando começa no início da tarde de quinta-feira, e permaneça até o fim, na tarde de domingo.
Atualmente se programam assembléias em mais de vinte cidades do Brasil, em seqüência de assembléias em outros países. Portanto, deve haver uma cidade de assembléia perto de onde mora.
Comece desde já a fazer planos para estar presente e peça que Jeová abençoe os seus empenhos neste respeito.
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