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  • Plena cooperação com os designados por Deus
    A Sentinela — 1973 | 1.° de fevereiro
    • ou admissões já feitas, então os outros poderão dar seu testemunho e comprovar os fatos. Espera-se que esta medida adicional não seja necessária e que a pessoa aceite os esforços combinados para restabelecê-lo num proceder de justiça. Neste caso, o assunto fica encerrado.

      21. Que medida adicional talvez ainda seja necessária, com que resultado possível?

      21 Se o ofensor ainda recusar a admitir a sua culpa, o que se fará então? O assunto deve então ser levado à atenção dos membros responsáveis da congregação, os do corpo de anciãos designados para exercer a qualidade judicativa. Espera-se que a pessoa escute então sua decisão oficial e seja ‘ganha’ como alguém apto a permanecer na congregação. Do contrário, ela será desassociada, sendo depois considerada como um de fora. — Mat. 18:17.

      COOPERAÇÃO EM OUTROS ASSUNTOS

      22. Mencione algumas das coisas bondosas que ministros individuais na congregação poderão fazer de iniciativa própria. O que fará tal ação a favor da congregação?

      22 A cooperação com os designados de Deus assume muitos aspectos, todos os quais cooperam para a união e a harmonia dentro da congregação cristã. Neste respeito, convém mencionar algumas das coisas que os ministros individuais podem fazer de sua própria iniciativa. Não requer muito para ver que cada cristão tem uma responsabilidade para com alguém que está doente, alguém que precisa de encorajamento ou talvez alguém que esteja no hospital. Deveria ser preciso ir ao superintendente presidente e perguntar-lhe se podemos fazer alguma coisa, quando existir tal situação? Por exemplo, quando uma mulher cristã esteve doente e acaba de sair do hospital, estando em repouso, não é claro que ela mui provavelmente precise de alguma ajuda? Talvez seja necessário que se lhe levem refeições quentes. Talvez precise de alguém para limpar-lhe o lar ou para ler para ela e animá-la, ou para dar à sua família ajuda física ou espiritual. Quão achegados isto nos faz sentir uns aos outros, e quão semelhante a Cristo é tal atuação da nossa parte! — Tia. 1:27; 2:14-17.

      23. Delineie outros serviços que poderemos prestar voluntariamente, mostrando nosso amor para com os da congregação cristã.

      23 Depois, pense também na limpeza e na manutenção do Salão do Reino. Às vezes, estas responsabilidades recaem sobre uns poucos na congregação. Poderia cooperar, ajudando neste respeito, oferecendo-se até mesmo a fazer isso? Ou poderá animar ou ajudar alguém espiritualmente doente? Falta alguém às reuniões ou parece alguém não ter mais a mesma alegria no ministério de campo que costumava ter? Devem apenas os anciãos mostrar interesse em tais pessoas? Claro que não. Sem envolver-se nos assuntos pessoais dos outros, poderia dar encorajamento espiritual e ajuda a tal pessoa? Às vezes já é consolador simplesmente visitar tais pessoas no seu lar, sem ir lá para descobrir o que há de errado com elas, e no decorrer da palestra amiúde menciona-se o problema, podendo-se então dar a ajuda espiritual apropriada. Quantas não são as coisas que poderemos fazer se formos induzidos a isso pelo amor a todos na congregação!

      24. (a) O que deve desejar hoje todo amante da justiça? (b) Que benefícios se derivam de se acostumar agora ao controle e à supervisão amorosa dos designados por Jeová?

      24 Sem dúvida, vivemos em tempos extraordinários. Os cristãos dedicados e os que estudam a Bíblia com eles apercebem-se de que se aproxima a “grande tribulação”. (Mat. 24:21, 22) Este tempo está muito próximo. Vemos o favor de Deus sobre a sua congregação. Por certo, todo amante da justiça deve ter o desejo de se harmonizar plenamente com a congregação cristã. Mas, parece que alguns associados com a congregação cristã não se empenham realmente de todo o coração no serviço ou não são tão obedientes a Jeová como poderiam ser. Muitas coisas desviam a atenção de tais, e parecem ter como que “um pé no velho sistema”. Que dizer de tais dentro de poucos anos? Estarão presentes? Não haverá então nenhum velho sistema, mas o reino de Deus exercerá pleno controle sobre a terra e seus assuntos. Teremos então tratos com pessoas que todas serão nossos irmãos ou que serão pessoas ensinadas para viver no novo sistema de coisas. Todos seremos governados pela lei do amor, de Jeová. (Tia. 2:8) Visando a vida naquele tempo, é sábio acostumar-se ao pastoreio e à supervisão amorosa dos designados hoje por Jeová na congregação cristã. (1 Tes. 5:12, 13) Isto certamente nos dará uma grande dianteira no novo sistema de coisas, onde não restarão mais elementos deste velho sistema de coisas. Deveras, há assim muitas razões compulsivas para que cada um de nós venha hoje sob a supervisão amorosa da congregação cristã, cooperando, transformando o coração e a mente, e fazendo os ajustes físicos, emocionais e espirituais necessários para agradar a Jeová. — Rom. 12:1, 2.

      25. O que faz com que o povo de Jeová seja hoje uma multidão tão feliz?

      25 Deveras, a congregação cristã de Jeová é uma maravilha. Não é perfeita, no sentido absoluto ou derradeiro, mas, por certo, está perfeitamente devotada a Jeová e demonstra as Suas qualidades de benevolência, misericórdia e justiça. O ambiente contaminador do velho sistema de coisas é mortífero. O ambiente puro do novo sistema de coisas é vitalizador. Quão felizes deve tornar a todos nós, bem como a todos os interessados que amam a justiça, saber que, por intermédio da supervisão amorosa provida por Jeová, seu Rei-Filho Jesus Cristo e a classe do “escravo fiel e discreto”, estamos sendo instruídos, corrigidos e protegidos, ao andarmos juntos e cooperarmos mutuamente, ajudando uns aos outros a entrar no novo sistema de coisas, pela benignidade imerecida de Jeová!

  • Aproveitou a oportunidade
    A Sentinela — 1973 | 1.° de fevereiro
    • Aproveitou a oportunidade

      ● Uma das testemunhas de Jeová escreve: “Senti-me realmente desanimada quando tive de deixar o serviço de tempo integral [na pregação do reino de Deus] por causa de doença, depois de dois anos. Mas este sentimento não durou por muito tempo, porque durante os meus dois internamentos no hospital tive tantas experiências positivas, que sentia-me como embaixatriz [das boas novas]. Na primeira vez que fui internada, colocaram-me num leito ao lado duma senhora que já tivera tantos contatos com as testemunhas de Jeová, que recusara uma transfusão de sangue. Ela havia orado a Deus para que uma Testemunha viesse a usar o leito ao lado dela. Cito algumas linhas duma carta que recebi dela hoje: ‘Muitas vezes lembro-me do tempo que passei no hospital. E lembro-me de que a senhora idosa com a perna quebrada, foi retirada e você veio a ocupar o leito ao meu lado, para que pudéssemos conversar! Recebi então realmente a força de que necessitava. Era como se tivesse recebido tempo adicional para viver. Pois os médicos não procuravam esconder que não acreditavam que eu sobrevivesse à operação.’ Eu soube que ela está fazendo realmente bom uso do tempo adicional de que fala, quer dizer, para progredir na verdade. Talvez não demore muito antes de ela se dedicar.”

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