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  • É encorajador como cristão?
    A Sentinela — 1972 | 1.° de janeiro
    • forte apesar de sua fraqueza. — 2 Cor. 12:7-10.

      Ainda outros talvez precisem de encorajamento visto que circunstâncias além de seu controle limitam sua participação no ministério cristão, tal como na proclamação da mensagem do Reino ao público. Mas, se estiverem fazendo tudo o que podem, não devem ser encorajados? Não elogiou Jesus a viúva que pôde dar apenas duas pequenas moedas de pouco valor? — Luc. 21:1-4.

      COMO SER ENCORAJADOR

      Como pode ser encorajador? Em primeiro lugar, por dar um bom exemplo. Os atos pesam muito mais do que meras palavras. Por manifestar frutos do espírito tais como o amor, a alegria, e a paz, poderá ser muito encorajador aos outros. E que dizer das oportunidades de ser encorajador por visitar um concristão doente? Não foi isto o que fizeram as “ovelhas” da parábola de Jesus? — Mat. 25:35-40.

      O mesmo se aplica quanto a manifestar zelo em outros aspectos do ministério cristão. Por exemplo, por ser ativo na pregação das boas novas do reino de Deus apesar de obstáculos tais como o tempo ruim, poderá estar encorajando outros a imitar seu bom exemplo.

      Também poderá ser encorajador com a sua mera presença nas reuniões do povo de Deus. Simplesmente ver os irmãos que haviam chegado de Roma ao encontro do apóstolo Paulo fez com que ele ‘agradecesse a Deus e tomasse coragem’. (Atos 28:15) Já um sorriso amistoso ou um cumprimento alegre podem significar muito mais para uma alma deprimida do que imagina. E ainda mais eficientes são palavras edificantes baseadas na fé na Palavra de Deus. Paulo ansiava ver seus irmãos em Roma, para que houvesse “um intercâmbio de encorajamento entre vós, cada um por intermédio da fé que o outro tem, tanto a vossa como a minha”. — Rom. 1:11, 12.

      Isto é algo em que pensar, quando os cristãos se associam uns com os outros em reuniões sociais. É nisto que todos talvez sejam encorajados só por verem que a conversa inclui uma boa parte de coisas edificantes da Palavra de Deus. Por que não contar experiências interessantes do ministério de campo ou contar como alguém se tornou testemunha de Jeová, ou considerar bons pontos doutrinais que se aprenderam recentemente? Se contribuir alguma coisa neste sentido, poderá ajudar a tornar a noitinha proveitosa.

      Outro modo em que pode ser encorajador é por ser ouvinte atento. Amiúde, a pessoa sente a necessidade de simplesmente falar a alguém, e ela se sente muito melhor se puder aliviar-se. De modo similar, poderá ser encorajador para o ministro que profere uma conferência bíblica, pública, por lhe dar atenção; quanto menos talentoso ele for, tanto mais encorajadora será a sua atenção indivisa.

      Especialmente todos os que têm privilégios de chefia têm oportunidades de ser encorajadores para com os que lhes estão sujeitos. Nem sempre é fácil sujeitar-se; às vezes pode ser bastante frustrador. Por causa disso, empregados, esposas e filhos podem às vezes sentir-se vencidos por sentimentos negativos. Quanta oportunidade há então de se estar atento a tais sentimentos e de se contrabalançá-los por freqüentes e sinceras expressões de apreço pelo que podem fazer, bem como pelo que são em si mesmos!

      AJUDAS PARA SE SER ENCORAJADOR

      Ser realmente encorajador é uma questão da mente e do coração. A empatia o ajudará a compreender como os outros pensam e se sentem, e como poderá ser encorajador para eles. Isto o habilitará a colocar-se na situação deles.

      O amor altruísta motivará esta empatia. Fará com que esteja atento às oportunidades de prestar ajuda, de dizer uma palavra encorajadora. O amor cristão o induzirá a acatar o conselho: “Persisti em consolar-vos uns aos outros e em edificar-vos uns aos outros.” — 1 Tes. 5:11.

      E qual é sua recompensa por ser encorajador? Sentir-se-á também encorajado, pois é veraz o provérbio: “Aquele que rega liberalmente os outros [com encorajamento] também será regado liberalmente [com ele].” — Pro. 11:25.

  • Monotonia e futilidade ou estabilidade?
    A Sentinela — 1972 | 1.° de janeiro
    • Monotonia e futilidade ou estabilidade?

      HÁ MUITO tempo, o Rei Salomão, grande observador da natureza e dotado de sabedoria incomum da parte de Deus, escreveu:

      “O sol raiou e o sol se pôs, e vem ofegante ao seu lugar onde vai raiar. O vento vai para o sul e faz o giro para o norte. Gira e gira continuamente em volta, e o vento retorna logo aos seus giros. Todas as torrentes hibernais correm para o mar, contudo, o próprio mar não está cheio. Ao lugar de onde correm as torrentes hibernais, para lá elas voltam a fim de sair correndo. Todas as coisas são fatigantes; ninguém pode falar disso. O olho não se farta de ver, nem o ouvido se enche de ouvir.” — Ecl. 1:5-8.

      O olho e o ouvido se vêem constantemente confrontados com esta procissão incansável de acontecimentos repetidos, e, visto que a vida do homem imperfeito é tão curta, talvez pareça que tudo isso é monotonia e acabe em vaidade. Mas, conforme Salomão passou a mostrar, a verdadeira causa da frustração é a situação que o homem criou para si mesmo, procurando muitas coisas de que realmente não precisa. Salomão provou isso para si mesmo, pela experiência, acumulando riquezas, casas, jardins, servos e até mesmo cantores para entretê-lo. Mas, conforme descobriu, era “um esforço para alcançar o vento”. — Ecl. 2:3-23.

      Uma ilustração disso, nos tempos modernos, vemos no afastamento do homem da vida natural, nesta era industrial, e no desenvolvimento de uma artificial sociedade tecnológica, que em muitos casos criou uma vida de estafa e de monotonia. Como?

      Embora uma vida de pura pobreza seja obviamente indesejável e resulte em estafa, a prosperidade da era industrial tampouco tem sido sem a sua estafa. A produção em massa prende muitas pessoas a empregos nos quais repetem uma pequena operação centenas de vezes por dia, sem qualquer melhora da condição mental ou espiritual do operário. E no mundo comercial, a pressão constante de obter maiores lucros cria uma rotina enfadonha que esgota os homens.

      A futilidade desta espécie de vida, com toda a sua repetição rotineira, sua brevidade e seu vácuo, faz com que muitos se perguntem: Será que a vida é só isso? É isso o que Deus proveu para a humanidade? Não, e a consideração dos

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