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    Nosso Ministério do Reino — 1970 | maio
    • Perguntas Respondidas

      ● Quais são os princípios bíblicos em que se orientam os cristãos ao pedir e fazer empréstimo de dinheiro a juros?

      No que se refere a pagar ou cobrar juros, o cristão tem a responsabilidade de obedecer à lei de César, conforme a Bíblia aconselha em Romanos 13:1-7; Tito 3:1 e 1 Pedro 2:13, 14. Cobrar ou concordar em pagar juros mais elevados do que estipulado pela lei do governo não seria correto para os cristãos. Os cristãos obedecem à lei de César não só para evitar a “espada de César”, mas por causa da consciência. (Rom. 13:4, 5) Cada pessoa dedicada tem a responsabilidade de determinar quais são as exigências legais para emprestar dinheiro a juros para fins comerciais, e se a lei exigir o registro do compromisso e recolhimento de imposto de renda, será próprio e correto que atenda a tais obrigações legais. Se uma pessoa dedicada desconsidera deliberadamente as leis de César e cobra juros mais elevados do que permitido por lei, será considerada pessoa imatura e não se habilitará a privilégios de serviço especial na congregação, nem será usada para dar instrução da tribuna à congregação.

      Convém esclarecer que cobrar juros, em si mesmo, não constitui violação dos princípios justos da Palavra de Deus, conquanto que não envolva violação da lei de César. (Deu. 23:20) Mas, antes de pensar em vantagens, o cristão agirá em harmonia com os princípios do amor quando emprestar dinheiro a pessoa necessitada, como em caso de doença, conforme a Bíblia diz em Levítico 25:35, 37. Conforme a lei dada à nação de Israel, não se devia tirar proveito injusto da pessoa necessitada por se exigir que pagasse juros do que lhe fora emprestado como ajuda. Será bastante esclarecedora a consideração dos artigos na “Sentinela” de 1.º de agosto de 1966, página 476 e na “Sentinela” de 1/5/1956, páginas 98 e 99. As Escrituras instam com o cristão para que obedeça à lei; todavia, o cristão tem o dever de colocar sempre a lei de Deus acima da lei humana e a obrigação de manter lealdade ao Soberano Criador Jeová. — Atos 4:19; 5:29-32.

      ● Como se deve tratar das necessidades dos doentios, incapacitados ou enfermos na congregação?

      Todos nós temos a responsabilidade de mostrar amor uns aos outros. (1 João 3:17, 18) “Cuidar dos órfãos e das viúvas na sua tribulação” faz parte de nossa adoração a Deus. (Tia. 1:27; 2:14-17) Na maioria das vezes isto é feito espontaneamente, em base pessoal, pelo desejo amoroso de ajudar os outros.

      O servo de congregação precisa estar atento à situação dos mais idosos e atribulados. Pode informar a congregação sobre os que estão em necessidade de cuidado amoroso. Deve cuidar também de que recebam regularmente um exemplar do “Ministério do Reino” e sejam ajudados a assistir às reuniões, se lhes for possível. Ao saberem que alguém precisa de ajuda, os outros na congregação podem visitá-lo para ajudá-lo no serviço de campo, levá-lo às reuniões ou quando for necessário ajudá-lo com as compras, com a limpeza da casa ou a lavagem da roupa. Às vezes é muito apreciado simplesmente preparar uma refeição quente para um doente. É um ato de boa vontade ler para pessoas cegas ou às vezes gravar discursos ou partes das reuniões para os que não podem estar presentes. — Veja “A Sentinela” de 1962, págs. 727-731; de 1966, págs. 476-479.

      Os espiritualmente maduros não demandarão que outros cuidem deles ou os ajudem financeiramente. Na maior parte, as necessidades materiais dos mais idosos e doentios na congregação são cuidados pelos próprios recursos da pessoa, pelos outros membros da família ou pelo estado. Pode-se ajudar a tais a saber que provisões o estado faz neste respeito. (Veja “A Sentinela” de 1966, p. 447.) Se nenhuma das provisões mencionadas estiver disponível à pessoa, então a congregação talvez ache necessário intervir, dando ajuda financeira aos dignos, quando necessário e conforme puder. — 1 Tim. 5:9, 10; Gál. 6:10; Veja também o livro “Lâmpada”, p. 132.

  • ‘Ocupe-se intensamente com a Palavra’
    Nosso Ministério do Reino — 1970 | maio
    • ‘Ocupe-se intensamente com a Palavra’

      1 Depois de o apóstolo Paulo, em Corinto, se ter empenhado um pouco na fabricação de tendas, com Áquila e Priscila, a narrativa bíblica nos diz, em Atos 18:5, que “então, tendo descido tanto Silas como Timóteo da Macedônia, Paulo começou a ocupar-se intensamente com a palavra, testemunhando aos judeus para provar que Jesus é o Cristo”. Havia bons motivos para Paulo “ocupar-se intensamente com a Palavra”? Evidentemente que sim, pois os Atos 18 versículos 9 e 10 prosseguem: “Ademais, o Senhor disse de noite a Paulo, por intermédio duma visão: ‘Não temas, mas persiste em falar e em não ficar calado . . . porque tenho muito povo nesta cidade.’”

      2 Temos hoje motivos similares para nos ocuparmos intensamente com a palavra? Sim, porque Jeová, sem dúvida, ainda tem “muito povo” em nosso território, que precisa ser achado e ensinado. Devemos lembrar-nos repetidamente da urgência dos tempos em que vivemos e da necessidade de participarmos ao máximo possível na obra de pregação e de ensino.

      3 Quando se tem o dia inteiro para se fazer certo trabalho a tendência muitas vezes é ocupar com ele o dia inteiro. Mas quando se tem uma grande tarefa a realizar, com apenas pouco tempo em que realizá-la, a situação é outra. Procurarmos então métodos mais eficientes para fazer o trabalho, e fazermos mais esforço.

      4 Há pouco mais de um ano, apresentou-se-nos o programa de estudo bíblico domiciliar de seis meses. Compreendemos logo que este seria mais um método eficiente para nos ajudar a realizar a obra no pouco tempo que resta.

      5 Os relatórios do campo mostram agora que se descontinuam estudos bíblicos quando os publicadores se dão conta de que o estudante não está fazendo progresso. Isto é muito correto. Não há motivos para gastarmos nosso tempo com os que evidentemente não estão deveras interessados em agir segundo as verdades que aprendem. Alguns publicadores ainda perguntam: “Como vou saber se devo descontinuar o estudo, sendo que eles parecem interessados e ainda se alegram com a minha visita?” A resposta é que descontinuamos os estudos quando é evidente que não há apreço pela verdade como devia haver. Talvez haja um INTERESSE em continuar a absorver conhecimento. Mas existe um APREÇO pelo conhecimento já absorvido? O apreço por Jeová e pela verdade se demonstram em ações.

      6 Há três ocasiões separadas, cada semana, para a freqüência às reuniões, ou um total de setenta e oito em seis meses. Se o estudante não tiver assistido a nenhuma destas reuniões, quando a situação permite, pode-se dizer que há apreço? Ou se não tiver de própria iniciativa ou com o seu estímulo feito leitura adicional, pode-se dizer que tem apreço? Ou se não sentiu o impulso de falar a um dos seus amigos ou parentes a respeito das boas coisas que aprende, pode-se dizer que tem apreço? Cada publicador terá de examinar o assunto com cuidado e depois decidir, mas estes pensamentos o ajudarão a fazer a decisão. Os irmãos, evidentemente, tomam o assunto a sério, porque os relatórios dos servos de circuito mostra que muitos publicadores, sem hesitação, descontinuam os estudos quando chega o tempo para isso.

      7 O que se dá então? O tempo reservado para o ministério de campo é então usado na obra de casa em casa. Jesus disse: “Em qualquer cidade ou aldeia em que entrardes, procurai nela quem é merecedor.” (Mat. 10:11) Neste país, há muitos territórios que são trabalhados menos de uma vez em seis meses. Além disso, muitos deles não são trabalhados cabalmente. Certamente poderemos fazer muito mais na obra de ‘procura’.

      8 Então, o que parece ser especialmente necessário agora para “ocupar-se intensamente com a palavra”? É bem provável que seja bom equilíbrio entre o trabalho de estudo bíblico e o serviço de casa em casa.

      9 Há várias maneiras diferentes em que se pode fazer o serviço de casa em casa com o objetivo de iniciar estudos bíblicos. Note o que certo servo de distrito escreveu a respeito de iniciar estudos logo na primeira visita: “Quanto a iniciar estudos bíblicos tive algumas boas experiências ao oferecer logo de início um estudo, quando falo com as pessoas às portas. Visto que trabalho na maior parte com irmãos, tive de providenciar às vezes que uma irmã fizesse a revisita, e em alguns casos pude levar essas irmãs comigo na revisita, mais tarde na semana. Tenho tido mais alegria no campo em resultado disso, pois acho que me proveu um ministério mais significativo.”

      10 Terem tal conceito do serviço de casa em casa e seu lugar em iniciar estudos bíblicos domiciliares, tem tornado possível que muitos publicadores tivessem mais de um estudo com o público na mesma época, não ficando assim sem estudo quando é tempo de descontinuar um. Por outro lado, também, mantêm-se em contato com os cujo estudo foi descontinuado, para ver se o apreço aumentou com a perda do estudo ou por outras razões.

      11 Recentemente se tem feito um trabalho excelente. O que se conseguiu realizar, sem dúvida, tem agradado a Jeová. Mas é possível que alguns de nós passem ainda mais a “ocupar-se intensamente com a palavra”, assim como Paulo fez? Isto é o que realmente desejamos, não é?

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