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    • (Eze. 25:5) é consubstanciado pela evidência arqueológica que mostra que a “Transjordânia ficou grandemente despovoada antes da metade do sexto século A.E.C., e que a ocupação sedentária de Amom cessou quase que inteiramente até o terceiro século”. [The Interpreter’s Dictionary of the Bible (Dicionário Bíblico do Intérprete), 1962, Vol. I, p. 112] Assim os orientais que montavam camelos podiam possuir a terra e armar ali sua tenda. — Eze. 25:4.

      É provável que os exilados amonitas, junto com os de outras nações, obtivessem de Ciro, conquistador de Babilônia, a permissão de voltar à sua terra natal, em cumprimento de Jeremias 49:6.

      CASAMENTOS MISTOS COM OS ISRAELITAS

      Depois da volta dos judeus do cativeiro (537 A.E.C.), um amonita chamado Tobias teve papel destacado em esforçar-se a obstruir a reconstrução dos muros de Jerusalém. (Nee. 4:3, 7, 8) Ainda mais tarde, teve a audácia arrogante de utilizar um refeitório nas dependências do templo, até que Neemias, indignadamente, lançou fora a mobília dele. (Nee. 13:4-8) Muitos dos exilados judeus que retornaram também haviam tomado esposas dentre os amonitas e outras origens estrangeiras, e foram severamente censurados por isso, resultando numa despedida geral de tais esposas. — Esd. 9:1, 2; 10:10-19, 44; Nee. 13:23-27.

      Depois de Tobias ser expulso da área do templo, a lei de Deus, em Deuteronômio 23:3-6, proibindo a entrada dos amonitas e dos moabitas na congregação de Israel, foi lida e aplicada. (Nee. 13:1-3) Esta restrição, imposta cerca de mil anos antes, devido a que os amonitas e os moabitas recusaram-se a socorrer os israelitas quando estes se acercavam da Terra Prometida, é geralmente compreendida como significando que tais raças não podiam obter pleno direito legal como membros da nação de Israel, com todos os direitos e privilégios concomitantes que envolviam essa condição de membros. Não significa, necessariamente, que pessoas dentre os amonitas e os moabitas não podiam associar-se nem morar entre os israelitas, e, desta forma, beneficiar-se das bênçãos divinas sobre o povo de Deus, e isto é evidente da inclusão de Zeleque entre os principais guerreiros de Davi, bem como do registro a respeito de Rute, a Moabita. — Rute 1:4, 16-18.

      Quanto a este último caso, o casamento de Rute com Boaz mostra que as mulheres dentre tais raças, ao se voltarem para a adoração do verdadeiro Deus, poderiam ser aceitáveis para o casamento com varões judeus. Devido a que os termos “amonita” e “moabita” no texto hebraico de Deuteronômio 23:3-6 acham-se no gênero masculino, o Talmude judaico argumenta que só os varões amonitas e moabitas foram excluídos de Israel. Todavia, a insistência de Esdras para que os homens judeus despachassem suas esposas estrangeiras, e a atitude similar de Neemias, já mencionada antes, indicam que a admissão de mulheres amonitas e moabitas na associação com Israel dependia de elas aceitarem a adoração verdadeira.

      Embora a evidência histórica, inclusive o livro apócrifo de 1 Macabeus (5:6), mostre que Amom continuou a ser um território distinto até o segundo século A.E.C., já no primeiro século A.E.C. a região parece ter-se tornado parte do reino nabateu, e, no terceiro século E.C., os amonitas, como raça, desapareceram da história, sem dúvida sendo absorvidos pelas tribos árabes. Conforme Sofonias tinha profetizado, os filhos de Amom se tornaram “como Gomorra . . . baldio desolado”. — Sof. 2:8-10.

  • Amor
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    • AMOR

      Certo dicionário define assim o amor: Um sentimento de caloroso apego pessoal ou de profunda afeição, como por um amigo, um genitor ou um filho, etc.; calorosa afeição ou estima por outrem; também, a benévola afeição de Deus por suas criaturas, ou a afeição reverente devida por elas a Deus; também, a bondosa afeição corretamente expressa pelas criaturas de Deus, umas para com as outras; aquela forte ou apaixonada afeição por uma pessoa do sexo oposto, que constitui o incentivo emocional para a união conjugal. Um dos sinônimos de amor é “devoção”.

      As Escrituras usam “amor” com todos os significados precedentes, e, também, ampliam o significado da palavra. Além de tais significados, as Escrituras também falam do amor guiado por princípios, como o amor à justiça, ou até mesmo o amor aos inimigos da pessoa, aos quais ela talvez não sinta afeição. Esta faceta ou expressão do amor é a devoção altruísta à justiça, e o sincero interesse no bem-estar duradouro de outros, junto com uma expressão ativa disso, para o bem deles.

      As palavras ’aháv e ’ahév (“amar”) e ’ahaváh (“amor”) são as palavras usadas primariamente em hebraico para indicar o amor nos sentidos precedentes, o contexto determinando o sentido e o grau intencionados.

      As Escrituras Gregas Cristãs empregam mormente formas das palavras agápe, philía e duas palavras provindas de storgé (não sendo usada éros, o amor entre os sexos), agápe aparecendo com maior freqüência que os outros termos.

      Sobre o substantivo agápe e a forma verbal agapáo, An Expository Dictionary of New Testament Words (Dicionário Expositivo de Palavras do Novo Testamento; Vol. III, p. 21), de W. E. Vine, diz: “O amor só pode ser conhecido pela ação que promove. Vê-se o amor de Deus na dádiva de Seu Filho, 1 João 4:9, 10. Mas, obviamente, este não é o amor da complacência, ou afeição, isto é, não foi motivado por qualquer excelência em seus objetos, Rom. 5:8. Tratava-se dum exercício da vontade Divina, em escolha deliberada, feita sem causa atribuível, exceto a que existe na natureza do próprio Deus, cp. Deut. 7:7, 8 . . .”

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