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Andando em o nome de JeováA Sentinela — 1960 | 1.° de março
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ao monte de Jehovah, e á casa do Deus de Jacob.” As testemunhas de Jeová são os que fazem ativamente este convite, abandonando as lanças e as espadas da guerra carnal para fazer esta obra pacífica e vitalizadora entre as nações. Trata-se duma questão urgente, porque, conforme Jesus indicou, “o campo é o mundo”. (Mat. 13:38) Ele deu o exemplo como pregador ativo da verdade. Falando dos que haviam de seguir este exemplo, Paulo disse: “Com a boca se faz declaração pública para a salvação . . . Pois ‘qualquer que invocar, o nome de Jeová será salvo’. Entretanto, como invocarão aquele em quem não depositaram fé? Como, por sua vez, depositarão fé naquele de quem não ouviram? Como, por sua vez, ouvirão sem que alguém pregue?” (Rom. 10:10-14, NM) Significa isso que obtermos a vida depende de qualquer circunstância geográfica, que o nosso lugar de nascimento determina a nossa crença e, portanto, se havemos de ganhar a vida eterna ou não? Absolutamente não. Apenas serve para dar ênfase à necessidade de se participar na obra mundial de tornar conhecida esta mensagem vitalizadora. Ninguém dos que tiverem amor à verdade e à justiça deixará de ter a oportunidade de ouvir a verdade e de aceitá-la. Em vez de pormos a culpa em Deus, façamos todo esforço para ajudar outros a aprender a verdade. Talvez possamos servir onde houver grande necessidade de publicadores do Reino.
10. Como se realiza a obra de peneiração, e qual será o resultado?
10 Pela obra de pregação agora em progresso realiza-se uma obra de peneiração e separação entre as nações, assinalando por meio da instrução vitalizadora os que hão de usufruir as bênçãos do novo mundo. Esta obra de peneiração é feita “assim como se sacode o grão no crivo, sem que caia na terra um só grão”. (Amós 9:9, Al) Jeová conhece os que são dele e os preservará. O resultado final desta grande obra é discernível na visão dada a João: “Eis grande multidão que ninguém podia enumerar, de todas as nações, tribos, povos e línguas, em pé diante do trono e diante do Cordeiro, vestidos de vestiduras brancas, com palmas nas mãos; e clamavam em grande voz, dizendo: Ao nosso Deus que se assenta sobre o trono, e ao Cordeiro, pertence a salvação.” Assim é que os homens de boa vontade de todas as nações chegam a reconhecer a Jeová e a sua provisão da vida, por meio de Jesus Cristo, antes que o Armagedon abata os remanescentes que são dignos da morte. — Apo. 7:9, 10; Atos 4:12, ARA.
11, 12. Como reflete o ministério do Reino a superintendência que Jeová exerce sobre o mesmo?
11 Assim como Deus não é Deus de confusão mas Deus de arranjo, sistema e controle universal ordeiros, assim também os que hoje participam na atividade ministerial de Jeová em toda a terra não agem segundo o seu capricho ou inclinação pessoal, nem de maneira desordenada. Antes, baseiam as suas atividades no modelo ministerial sistemático e eficiente dado por Jesus durante a sua vida terrestre. Isto significa visitar as pessoas de casa em casa e de cidade em cidade, para que todos tenham a oportunidade de ouvir e de aceitar a verdade. As verdades básicas da Bíblia, essenciais à salvação, são apresentadas por sermões proferidos às portas, ampliados por sermões feitos em revisitas, e recebem finalmente consideração séria em estudos bíblicos domiciliares realizados com as pessoas interessadas. — Atos 20:20.
12 O mesmo arranjo e sistema ordeiro, observável em todo o universo, reflete-se no ministério do Reino dos servos de Jeová em todo o mundo. Não se desperdiçam esforços. A sua atividade é orientada pela mesma força e espírito de Jeová, que orientam e controlam a criação celestial. Para ilustrar isso, os astrônomos dizem que a cauda dum cometa é constituída de partículas tão pequenas de matéria, que basta a pressão da luz do sol para afastar a cauda na direção oposta da cabeça quando o cometa se aproxima do sol. Embora esta cauda se estenda por milhões de quilômetros através,do espaço, todas as partículas de que é composta caberiam dentro de uma mala comum. No arranjo terrestre de Jeová, o que mantém os seus servos em harmonia com a realização da sua vontade é a força orientadora de sua Palavra e de seu espírito. Embora pareçam ser poucos em número e insignificantes, ainda refletem a luz da verdade para todos os que a buscam. Não encontramos entre os servos de Jeová alguém que sirva ou creia de um modo e outro que tenha crença diferente, assim como tampouco encontraremos um cometa com 258 caudas, uma para corresponder a cada religião. Todos os do povo de Jeová usufruem a unidade e a harmonia, tendo chegado à uniformidade de entendimento e de propósito com Cristo, sua Cabeça e seu Líder celestial.
13. Que mudanças são necessárias para se agradar a Jeová?
13 Pôr-se em harmonia com os arranjos de Deus pode bem significar uma mudança completa de nosso modo de vida, mas pode ser feito. Jeová não exige de nós algo que não possamos fazer. O Salmo 25:8, 9 (NM) diz: “É por isso que ele instrui os pecadores no caminho. Ele fará os mansos andar nas suas decisões judiciais e ele ensinará aos mansos o seu caminho.” Quando estes mansos, mesmo os piores pecadores, ouvem a verdade, eles mudam. Começam a entender pela primeira vez como Jeová é. As filosofias tolas e as crenças religiosas tradicionais são substituídas pela lógica e pela razão da verdade. É como a diferença entre à noite e o dia. Ao passo que a escuridão cobre os povos do mundo, de modo que eles continuam a andar tateando em ignorância do novo mundo agora próximo, Jeová permite que a luz da verdade brilhe, para que os mansos, que sinceramente amam a Deus e seu próximo, possam seguir o seu caminho. A estes Paulo dá as seguintes instruções: “[Despojai-vos] da velha personalidade que se conforma ao vosso procedimento anterior . . . e [revesti-vos] da nova personalidade que foi criada, segundo a vontade de Deus, em verdadeira justiça e benevolência. . . . falai a verdade cada um ao seu próximo . . . Que o ladrão não roube mais, antes, trabalhe arduamente . . . Não proceda da vossa boca nenhuma declaração torpe . . . Também, não entristeçais o espírito santo de Deus.” — Efé. 4:22-30, NM.
14. Como nos guia Jeová hoje por meio de sua organização?
14 Estes são apenas alguns dos pontos mencionados por Paulo, mas há ali algo que cada um de nós deve considerar ao aprendermos o modo de vida segundo Jeová. Não importa o que estejamos fazendo, faremos bem em perguntar-nos: Agradaria isto a Deus? Se a nossa consciência for treinada segundo a sua Palavra, teremos um bom guia para seguir. Mas, cabe a cada pessoa decidir o proceder que deseja adotar. Deus nos deu o livre-arbítrio para adotarmos o proceder que quisermos. Cabe a nós seguir as suas instruções e diretrizes para a vida. A fim de que haja unidade entre o seu povo em todo o mundo, Jeová está ajuntando o seu povo em um só rebanho, debaixo de Cristo como o Pastor Correto. Por meio de sua Palavra e de sua organização indica-se-nos o caminho a seguir, como se uma voz dissesse: “Este é o caminho, andae por elle; quando vos fordes para a direita, e quando vos fordes para a esquerda.” (Isa. 30:21, Tr) A voz de Jeová fala-nos hoje por meio de sua organização, dando-nos correção e instrução em justiça e no serviço ministerial ativo. É por meio de sua organização teocrática que se nos ajuda a continuar na vereda da vida. Precisamos manter os nossos ouvidos aguçados e ajustados a esta voz. O que ouvimos não é uma doutrina nova ou estranha, mas são palavras em harmonia com o que tem sido registrado na Bíblia para a nossa orientação. Pois, assim como Paulo disse aos gálatas: “Mesmo que nós ou algum anjo do céu vos declarasse como boas novas algo além daquilo que vos declaramos como boas novas, seja ele amaldiçoado.” — Gál. 1:8, NM.
15. Por que é valioso o estudo continuo da verdade bíblica?
15 É, portanto, vital que continuemos a examinar e a verificar o nosso entendimento da Palavra de Deus, para certificar-nos de que entendemos corretamente mesmo pontos menores, a fim de que não nos desviemos da vereda, nem estejamos desencaminhando outros com os nossos comentários ou as nossas explicações. Podemos ter obtido o conhecimento da verdade sobre doutrinas básicas tais como a trindade, o inferno, a imortalidade da alma e outras, mas, acaba ali o nosso conhecimento? Que sabemos sobre pontos pormenorizados da verdade? Romanos 2:21 diz: “Tu, pois, que ensinas a outro, não te ensinas a ti mesmo?” Não recebemos o entendimento por meio de revelação, mas temos de fazer esforço. Temos de estudar e recapitular as Escrituras, sabendo que a vida depende disso. Para dar um exemplo dos pontos que passam facilmente despercebidos, talvez fale muitas vezes sobre o Reino como sendo estabelecido na terra. Esqueceu o ponto apresentado na página 134 de “Seja Deus Verdadeiro”, que diz: “Torna-se manifesto que o Reino não é terreno mas celestial”? De modo que o Reino nunca será estabelecido na terra como se fosse um arranjo terrestre, embora estenda seu domínio sobre a terra e traga bênçãos aos homens de fé. — João 18:36.
16. Qual é a aplicação moderna de Zacarias 8:21-23?
16 Novamente, está a par de que pode ter parte no cumprimento da profecia de Zacarias 8:21-23, que diz: “Dez homens . . . pegarão da orla do vestido daquelle que é judeu, dizendo: Iremos comvosco, porque temos ouvido que Deus é comvosco”? De que modo? Este judeu, ou louvador de Jeová, segue o caminho de Jeová. A referência aqui não é feita a um judeu natural, carnal, mas a um judeu espiritual, ao restante. (Rom. 2:29) O verdadeiro atrativo para os dez homens de boa vontade não é este judeu espiritual, os do restante, mas é o Deus que adora, para seguirem no Seu caminho; “porque temos ouvido que Deus é comvosco”. Nem se trata apenas de pegar numa orla, compreender a verdade e entrar na organização; mas indica uma ação positiva e a identificação da pessoa com os louvadores de Jeová. Aos que se apegam à verdade se designa uma obra descrita biblicamente como a de lavradores e de vinheiros, fazendo uma obra de cultivo, arando figurativamente o solo, para se lançar a semente de Deus, e podando as vinhas, para que a organização produza frutos de justiça. (Isa. 61:5) Isto está explicado no livro Podeis Sobreviver ao Armagedon Para o Novo Mundo de Deus, nas páginas 324, 325.
17. Que atividade agrada hoje a Jeová?
17 Está vendo qual o lugar que ocupa no cumprimento desta profecia? Homens de todas as nações se apegam agora à verdadeira adoração e recebem designações de serviço. Retrai-se imediatamente, pensando: Eu é que não posso fazer isso? Significa trabalho, trabalho árduo, segundo a ilustração, mas nós devemos ter o vivo desejo de realizá-lo, pois sabemos que este é o caminho de Jeová para nós. Portanto não nos refrearemos de pôr as mãos no arado e de plantar as sementes da verdade que aprendemos, por visitar as pessoas no serviço ministerial. Jesus contou a parábola dum pai que tinha dois filhos. Um destes disse que ia trabalhar na vinha, mas nunca foi. O outro filho não queria fazer o trabalho, mas no fim foi fazê-lo. O pai gostou daquele que fez o trabalho. (Mat. 21:28-31) Se quisermos agradar ao nosso Pai celestial, mostraremos um espírito disposto e realizaremos a obra que nos foi confiada. Visto que dedicamos as nossas vidas a Deus, cabe a nós pôr os interesses do Reino em primeiro lugar, em tudo, em nossas vidas. Não se refreie de servir a Jeová, pois ele não se refreia de nos dar as bênçãos da vida e de podermos aprender a verdade e servi-lo.
18. De que modo podemos apoiar a congregação local?
18 Não podemos esperar, porém, realizar o ministério corretamente em nossas próprias forças. Quando Jesus disse que estas boas novas seriam pregadas em todo o mundo, ele previu uma organização, descrita por ele como classe do escravo fiel, para fornecer o alimento na ocasião devida. Portanto, para fazermos as coisas do modo de Jeová, precisamos estar sempre em plena harmonia com a sua organização. Conhecendo a gigantesca obra de testemunho que precisa ser realizada, devemos cooperar plenamente com a classe do escravo fiel, para que a obra progrida mais rapidamente. Fazemos isso por arranjar o nosso tempo não só para gastar tanto dele quanto possível no ministério, mas também de outros modos. Quando chegar a hora das reuniões, estaremos ali: Lembramo-nos de que Jeová é o grande marcador do tempo, por isso o imitamos, mostrando assim respeito pelo horário teocrático das atividades marcado dentro da congregação local. Quando chegamos ao Salão do Reino, não devemos sentar-nos imediatamente, mas, antes, é bom falar com os irmãos, fazendo esforço especial de falar com os que não conhecemos muito bem ou com os novos. Isto é algo que cada irmão e cada irmã pode fazer, assim ‘exortando uns aos outros’. Jeová revela-se como Deus de amor e de hospitalidade; mostramos assim nosso conhecimento de seu modo de agir por nós mesmos demonstrar estes atributos. Ou, quando o servo de congregação nos dá uma designação no programa de treinamento, para que ajudemos alguém a progredir no ministério ou para que nós mesmos recebamos ajuda, queremos fazer todo o possível para que isso fique coroado de êxito. Também isso faz parte do arranjo de Jeová para nós, a fim de ganhar hoje a madureza por meio de sua organização. Conforme lemos em Efésios 4:11, 12 (NM): “Ele deu alguns . . . como pastores e instrutores, tendo em vista o treinamento dos santos para a obra ministerial.”
19. Que escolha tem de fazer cada pessoa?
19 Hoje em dia, assim como no passado, cabe a nós escolher que caminho queremos tomar. Josué apresentou a questão claramente perante os israelitas, dizendo: “Escolhei hoje a quem haveis de servir; . . . Eu e minha casa, porém, havemos de servir a Jehovah.” (Jos. 24:15) Quando alguém conhece a verdade e o caminho que Jeová apresentou diante dele, e assim mesmo não o segue, ele não se acha mais no caminho de Jeová que conduz à vida, mas está descendo um beco sem saída. Assim como disse Tiago 4:17: “Para quem sabe fazer o bem, e não o faz, para esse é peccado.” Assim como há um só Deus Supremo, ‘cujo nome é Jeová’, assim há apenas um caminho, não muitos, para que a pessoa o conheça e o sirva. Jeová se deleita no proceder produtivo e feliz dos que o servem por produzirem os frutos do Reino. Ou o solo absorve a chuva e produz vegetação, recebendo a bênção de Deus, ou ele se mostra improdutivo, exceto quanto a espinhos e abrolhos, só servindo para a destruição. Que espécie de solo é? Recebeu a Palavra com alegria e trabalha na vinha para ‘dar muito fruto’? Paulo insta a cada cristão dedicado hoje em dia: “Não vos torneis indolentes, mas imitadores daquelles que por fé e por paciencia herdam as promessas.” — Heb. 6:7, 8, 12; Luc. 8:11-15.
20. Que bênçãos resultam de se fazer tudo do modo de Jeová?
20 Uma vez que tenha aprendido o caminho de Jeová, siga-o de perto. Faça todo o esforço para se apegar a este caminho e para fazer de ano em ano progresso na verdade. O caminho de Jeová acha-se claramente indicado aos homens de todas as nações, que sinceramente o buscarem. “E ali haverá certamente uma estrada, um caminho; e se chamará o Caminho da Santidade. Não passará por ela o impuro. E será para aquele que andar no caminho, e até os tolos não vaguearão por ele. . . . E os próprios remidos de Jeová voltarão e virão certamente a Sião com clamor alegre; e sobre a sua cabeça haverá regozijo por tempo indefinido. Alcançarão exultação e regozijo, e a tristeza e o gemido terão de fugir.” (Isa. 35:8-10, NM) Já chegou o tempo de se tomar esta estrada que conduz â vida, junto com a sociedade do Novo Mundo. Não há outro meio de se ganhar o favor de Jeová. Fazer tudo do modo de Jeová é o caminho da felicidade e da vida. — Jer. 7:23.
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‘Seja Feita a Tua Vontade na Terra’ — Parte 22 da sérieA Sentinela — 1960 | 1.° de março
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‘Seja Feita a Tua Vontade na Terra’ — Parte 22 da série
Pouco antes de cair a anteriormente poderosa potência mundial babilônica diante dos medos e persas vencedores, o profeta Daniel, judeu exilado e cativo, teve uma visão sobre como o vindouro Império Medo-Persa seria por sua vez derrubado pelo conquistador grego Alexandre, o Grande, e seria sucedido pelo Império Macedônio ou Grego e por outras potências mundiais que teriam algo que ver com o povo de Jeová, do qual Daniel era membro. No oitavo capítulo da profecia de Daniel, Alexandre, o Grande, foi prefigurado por um chifre insigne entre os olhos dum bode. A morte de Alexandre foi prefigurada pela quebra do grande chifre. Mas, deste surgiram quatro chifres representando os quatro impérios helênicos que resultaram dos domínios de Alexandre. De um destes quatro chifres surgiu um “chifre pequeno” que se tornou muito poderoso na terra. O cumprimento histórico da profecia bíblica provou que este “chifre pequeno” simbólico não era o Império Romano que absorveu os quatro impérios helênicos, mas um sistema Imperial posterior que surgiu duma parte que antes era do Império Romano, a saber, a dupla potência mundial anglo-americana. Isto se iniciou na Bretanha, onde Roma se manteve até 436 E. C.
18. De que maneira surgiu então o “chifre pequeno” dentre um dos quatro chifres, tornando-se forte para o sul, para o oriente e para a “terra gloriosa”?
18 Foi no século dezessete, durante os dias da Rainha Isabel I (Elisabet I), que a Britânia iniciou seu curso imperial, e a marinha britânica foi o meio conveniente para a sua expansão colonial e imperial. Por volta do ano 1815, as marinhas de guerra rivais da Holanda, da Espanha e da França tinham praticamente deixado de existir; e até a Primeira Guerra Mundial, em 1914, a marinha britânica era pràticamente a “polícia marítima do mundo; . . . esta marinha tinha sido o instrumento principal na edificação e na retenção do maior império que o mundo já viu”.a No fim da Segunda Guerra Mundial, o aliado de guerra da Grã-Bretanha, os Estados Unidos da América, que se desenvolveram das originais treze colônias britânicas, emergiu com a maior marinha de guerra do mundo. Vê-se assim, do precedente, como a sétima potência mundial, ou a dupla potência mundial anglo-americana, surgiu como “chifre pequeno” de um destes quatro chifres em que se quebrou o simbólico “grande chifre”, Alexandre, o Grande. A história atesta bem como esta potência mundial dupla da Grã-Bretanha e dos Estados Unidos, aliados íntimos com fortes laços de união, tornou-se muito forte para o sul, para o oriente e para a “terra gloriosa”.
19. A que se refere aqui a profecia ao falar da “terra gloriosa”?
19 “Terra gloriosa” é a expressão bíblica que se refere à terra do profeta Daniel. (Dan. 11:16, 41) O próprio Jeová fala dela como a “terra que tinha previsto para eles, a qual mana leite e mel, e é a glória de todas as terras”. (Eze. 20:6, 15, Al) É verdade que durante a Primeira Guerra Mundial as forças expedicionárias
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