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    • (Lev. 22:13) Para as viúvas que não dispunham desse meio de sustento ou de proteção, a Lei de Deus fazia provisões para que usufruíssem o direito de respigar nos campos, olivais e vinhedos (Deut. 24:19-21), de participar na abundante celebração, cada ano, das festividades (Deut. 16:10-14), e, a cada terceiro ano, de compartilhar os dízimos que eram contribuídos pela nação. — Deut. 14:28, 29; 26:12, 13.

      A SOLICITUDE DE JEOVÁ E DE JESUS CRISTO COM AS VIÚVAS

      Jeová mencionou a si mesmo como Aquele que ‘executa julgamento pelo menino órfão de pai e pela viúva’. (Deut. 10:18) Na Lei foram dadas fortes injunções no sentido de se administrar justiça plena e eqüitativa às viúvas. (Êxo. 22:22-24; Deut. 24:17) Amaldiçoava-se os que pervertiam o julgamento das viúvas (Deut. 27:19), e os escritos dos profetas instavam a que se desse o tratamento correto às viúvas. — Isa. 1:17, 23; 10:1, 2; Jer. 22:3; Eze. 22:7; Zac. 7:9, 10; Mal. 3:5.

      Jesus demonstrou sua preocupação com o bem-estar das viúvas em Israel quando condenou os escribas como “os que devoram as casas das viúvas”. — Mar. 12:38-40; Luc. 20:46, 47.

      ASSISTÊNCIA CRISTÃ ÀS VIÚVAS

      Durante a emergência que surgiu na congregação cristã logo depois do dia de Pentecostes de 33 EC, as viúvas de língua grega estavam sendo passadas por alto na distribuição diária. Quando isto foi trazido à atenção dos apóstolos, estes julgaram tal assunto tão importante que designaram “sete homens acreditados, cheios de espírito e de sabedoria” para supervisionarem a distribuição eqüitativa de alimentos. — Atos 6:1-6.

      O apóstolo Paulo, em 1 Timóteo 5:3-16, forneceu instruções completas para que se cuidasse amorosamente das viúvas na congregação cristã. A congregação deveria atender as viúvas destituídas. Mas, se a viúva tivesse filhos ou netos, estes deviam assumir a responsabilidade de prover-lhe suas necessidades, ou, como Paulo instruiu: “Se alguma mulher crente tiver viúvas [isto é, viúvas que sejam suas parentas], que ela as socorra e a congregação não fique sob o fardo. Esta poderá então socorrer as que são realmente viúvas [isto é, realmente sem ninguém para ajudá-las, desvalidas].” Uma viúva colocada na lista para receber assistência material da congregação era uma ‘que não tivesse menos de sessenta anos de idade’, tendo bons antecedentes morais de devoção fiel e amorosa a Jeová, e de hospitalidade e de amor aos outros. Por outro lado, o apóstolo recomenda que as viúvas jovens se casem, tenham filhos e cuidem da casa, desta forma evitando o laço dos impulsos sexuais e o perigo de ficarem “desocupadas, . . . [sendo] tagarelas e intrometidas nos assuntos dos outros”.

      Tiago, irmão unilateral de Jesus, sublinhou a importância de se cuidar dos órfãos e das viúvas em sua tribulação — ao fazer um paralelo dessa medida com o manter-se sem mancha do mundo — como um requisito para a adoração pura e imaculada do ponto de vista de Deus. — Tia. 1:27.

      Entre as viúvas de notável fé achavam-se Tamar (Gên. 38:6, 7), Noemi e Rute (Rute 1:3-5), Abigail (1 Sam. 25:37, 38, 42), a viúva de Sarefá (1 Reis 17:8-24) e Ana, a profetisa (Luc. 2:36, 37; compare a descrição de Lucas sobre Ana com as habilitações para a viúva digna, conforme esboçadas por Paulo em 1 Timóteo 5:3-16, consideradas num parágrafo anterior). Também, uma viúva anônima foi grandemente elogiada por Jesus por ter contribuído tudo que ela possuía para o templo. — Mar. 12:41-44.

      EMPREGO FIGURADO

      As cidades, quando rejeitadas e desoladas, são simbolicamente comparadas a viúvas. (Lam. 1:1; compare com Jeremias 51:5.) Babilônia, a Grande, “a grande cidade que tem um reino sobre os reis da terra”, jacta-se, assim como seu tipo, a antiga Babilônia, de que jamais ficará viúva. Todavia, assim como a antiga cidade de Babilônia se tornou deveras “viúva”, assim também ficará a moderna Babilônia, a Grande. — Isa. 47:8, 9; Rev. 17:18; 18:7, 8.

  • Voto
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    • VOTO

      Promessa solene de executar alguma medida, fazer alguma oferta ou dádiva, ou iniciar algum serviço ou condição; um compromisso, positivo ou negativo. Sendo uma promessa solene, um voto tem a força dum juramento ou jura, e, por vezes, as duas expressões se acompanham na Bíblia (Núm. 30:2; Mat. 5:33), o termo “voto” sendo mais a declaração de intenção, ao passo que “juramento” indica o apelo feito a uma autoridade superior para que ateste a veracidade ou natureza obrigatória da declaração. Juramentos amiúde acompanhavam a atestação dum pacto. — Gên. 26:28; 31:44, 53.

      Um voto poderia ser (1) um voto geral de devoção; (2) uma declaração de abstinência (caso em que uma pessoa votava deixar de utilizar, por tempo limitado ou ilimitado, certas coisas que eram comumente lícitas em si); (3) o devotamento de algo à utilização sagrada ou à destruição. — Lev. 27:28, 29; Núm. 30:2.

      O registro mais antigo dum voto se encontra em Gênesis 28:20-22, onde Jacó prometeu dar a Jeová um décimo de todos os seus bens, caso Jeová continuasse com ele e o fizesse voltar em paz, desta forma provando ser o Deus de Jacó. Jacó não estava barganhando com Deus, mas queria estar seguro de que tinha a aprovação de Deus. Como este caso aponta, os patriarcas faziam votos (veja também Jó 22:27), e, como se dava com muitos outros costumes patriarcais, a Lei mosaica definiu e regulamentou estas modalidades pré-

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