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    A Sentinela — 1962 | 1.° de novembro
    • Atos, capítulo 15. A adesão estrita à Palavra de Deus e a obediência à direção do espírito santo, fizeram com que as decisões fossem de acordo com o princípio, mas não indevidamente restritivas. A obediência fiel à direção da organização terrestre de Jeová naquele tempo resultou em as congregações serem continuamente ‘fortalecidas na fé e aumentarem em número dia a dia’. — Atos 16:5, ALA.

      20. Para que propósito deixou Paulo a Tito em Creta, e o que procurava ele no prospectivo superintendente?

      20 Quando Paulo, Barnabé e outros representantes fiéis do corpo governante visitavam as congregações, eles liam as suas decisões e serviam como bons superintendentes. Numa de suas viagens missionárias, Paulo deixou Tito em Creta. Este recebeu ordem de ‘corrigir as coisas deficientes’ e de ‘designar homens de cidade em cidade’ conforme Paulo lhe tinha autorizado. (Tito 1:5-9) Instruções similares foram dadas ao jovem superintendente, Timóteo. (1 Tim. 3:1-7) O superintendente precisa ser irrepreensível em todos os sentidos. Precisa haver ordem na sua casa e precisa estar produzindo os frutos do espírito e apegando-se “à palavra fiel que é segundo a doutrina, de modo que tenha poder, assim para exortar pelo reto ensino como para convencer os que contradizem”. — ALA.

      21. Além de ser moralmente respeitável, o que mais se requer de um superintendente?

      21 O superintendente na congregação cristã precisa ser realmente um homem irrepreensível, mas precisa ser mais do que um homem limpo moralmente e um que tenha bom testemunho dentro e fora da congregação. Ele precisa ser um homem cheio de boas obras e precisa ter uma preocupação amorosa por todos os que estão sob a sua superintendência. Deve proteger o rebanho como um pastor protege as ovelhas sob seu cuidado. O apóstolo Paulo, na sua viagem de barco a Jerusalém, aportou em Mileto, e o relato de Atos, capítulo 20, informa-nos que ele mandou chamar os homens mais maduros da congregação de Éfeso. Ele disse-lhes que estava limpo do sangue de todos os homens, pois não se refreara de dizer-lhes todos os conselhos de Deus, e, então, acrescentou: “Prestai atenção a vós mesmos e a todo rebanho, entre o qual o espírito santo vos nomeou superintendentes para apascentardes a congregação de Deus, a qual ele comprou com o sangue de seu próprio Filho. . . . Em tudo vos mostrei que, trabalhando assim, precisais socorrer os fracos e lembrar-vos das palavras do Senhor Jesus, quando ele mesmo disse: ‘Há mais felicidade em dar do que há em receber.’” — Atos 20:27-35.

      22. (a) Como foi o apóstolo João um bom superintendente para as congregações no fim de seu ministério? (b) Em Apocalipse, capítulo 1, como é representado Cristo, indicando que ele é um superintendente completo?

      22 Os apóstolos, até o último deles, o apóstolo João, estavam muito interessados nas congregações. Além de viajarem a estas, dando pessoalmente encorajamento, instruções e corrigindo, enviavam-lhes cartas, que eram então colocadas em circulação geral e que nós estamos contentes em possuir como partes da Bíblia Sagrada. Entretanto, segundo a profecia, o “homem da iniqüidade”, os líderes apóstatas dos cristãos professos, devia exercer influência cada vez mais forte sobre a congregação cristã. O idoso apóstolo João estava no fim da vida, cerca do ano 100 E. C., e então o último dos que agiam como restrição contra a usurpação estaria fora do caminho. (2 Tes. 2:1-12, ALA) Havia necessidade de um conselho forte, porém, encorajador, da parte de Jeová Deus, mediante seu Filho, Cristo, que, por sua vez, transmitisse a João para que este distribuísse a todos os superintendentes das congregações. As sete congregações da Ásia Menor representaram todas as congregações de então, mas, primariamente, todas as congregações dos gerados do espírito atualmente na terra, visto que, por inspiração, João veio a estar no “dia do Senhor”, quando recebia a visão. Ele viu sete candeeiros, representando todas as congregações dos gerados pelo espírito. Andando entre os candeeiros estava Cristo Jesus, o fiel superintendente, verificando, instruindo e corrigindo as coisas que impediam a verdadeira adoração e o progresso teocrático. Havia um superintendente para cada congregação, o qual era representado por uma estrela. As sete (um número completo) estavam na destra de Cristo, sob o controle dele. Eles precisam seguir a sua direção e se lembrar sempre que foram postos no cargo pelo espírito santo, que opera mediante Cristo e que são responsáveis perante ele. A luz das estrelas é mais forte do que de candeeiro, assim eles precisam reluzir mediante as boas novas, a boa conduta e exemplo.

      23. Em que sentidos foram elogiadas algumas das congregações, e como falhavam algumas?

      23 As condições nas sete congregações de outrora prefiguraram o que pode existir nas congregações de hoje e, seguindo os conselhos dados então, os superintendentes podem saber como resolver as coisas. Algumas congregações foram elogiadas pelo seu trabalho árduo e perseverança, mas tinham ficado desatentas quanto ao serviço e freqüência às reuniões. Algumas estavam mortas espiritualmente, tendo falhado no cumprimento de todas as fases do serviço de Deus e precisavam despertar e ser diligentes no estudo pessoal, na freqüência às reuniões e na atividade ministerial. O superintendente é quem deve tomar a dianteira para reconduzir a congregação ao seu amor anterior. Algumas foram elogiadas por não se entregarem às influências materialistas, mas estavam em perigo de sucumbir ao espírito do nacionalismo e do sectarismo religioso. O superintendente devia cuidar de não comercializar o seu cargo, não cair vítima da imoralidade sexual nem permitir que a congregação se corrompesse com ela. As irmãs tinham de manter o seu lugar na congregação e cooperar com um espírito manso e quieto, que convém às mulheres cristãs. Não havia lugar para a mornidão. A pessoa precisa estar inteiramente do lado de Jeová e apreciar as riquezas espirituais que vêm de se prestar devoção exclusiva a Jeová. — Apo., capítulos 1 a 3.

      24. O que deve ser protegido numa congregação, e como foram transmitidas as instruções às congregações?

      24 O conselho dado aos superintendentes das sete congregações da Ásia devia ser aplicado plenamente, a fim de que as congregações pudessem prosperar e não tivessem nenhuma condição interna que impedisse o pleno derramamento do espírito santo de Jeová. É digno de nota neste ponto que as instruções eram primeiramente dadas a João, sobre a terra, e então transmitidas aos superintendentes para estes agirem segundo as direções. Jeová sempre agiu por intermédio de sua organização para cumprir a sua vontade. Ele é um Deus ordeiro, um Deus de propósito e um Deus de princípios. A harmonia com a sua organização e o trabalho harmonioso com os seus superintendentes sempre têm resultado em bênçãos e prosperidade, não importa a ocasião em que o seu servo tenha vivido. A vida eterna é a recompensa para os que obedecem à supervisão amorosa de Jeová.

  • Bom para si bom para as outras
    A Sentinela — 1962 | 1.° de novembro
    • Bom para si bom para as outras

      Certa testemunha de Jeová em São Paulo confortava os corações enlutados no cemitério em dia de finados e encontrou-se com um senhor que a apresentou à mãe dele, dizendo que ela estava mais familiarizada com religião. Quando a senhora ouviu a Testemunha falar-lhe sobre as boas novas do reino de Deus, retirou da bolsa um exemplar da Sentinela e um folheto “Estas Boas Novas do Reino”, dizendo que ia dar a referida revista e o folheto para um rapaz que fizera um serviço no túmulo do seu filho. Descobriu-se então que esta mãe enlutada tinha adquirido apreço pela Sentinela num estudo bíblico que tinha em sua casa.

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