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A que o induzirá a Comemoração?Nosso Ministério do Reino — 1972 | março
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A que o induzirá a Comemoração?
1 Como faz bem ao coração a comemoração da morte de Cristo! É muito agradável usarmos esta ocasião para nos concentrarmos naquele a quem Deus constituiu nosso Senhor e Salvador, pensando no que Deus tem feito por nós por intermédio dele. Ao estarmos sentados ali, podemos imaginar o nosso grande globo terrestre girando e lembrar-nos de que as congregações ao leste de nós já se reuniram, enquanto as ao oeste de nós dentro em pouco farão o mesmo, de modo que o povo de Deus, espalhado sobre a face da terra, faz todo a mesma coisa que nós, na mesma noite. Isto nos une de modo especial.
2 E o que retemos depois de acabada a celebração da Comemoração? É verdade que nos sentimos exultantes quando o número dos presentes é grande, como muitas vezes acontece. Imagine só no ano passado, 3.453.542 pessoas estiveram presentes em todo o mundo. Isto é muito animador, porque indica que temos a bênção de Deus. Mas, embora uma assistência tão grande seja estimulante, a coisa principal de que nos devemos lembrar, e sem dúvida nos lembramos, é o que nosso Senhor Jesus Cristo fez em cumprimento do propósito de seu Pai. Reunimo-nos ‘em memória dele’. — 1 Cor. 11:24, 25.
3 Por isso desejamos sinceramente que a nossa língua esteja entre as que ‘reconhecem abertamente que Jesus Cristo é Senhor, para a glória de Deus, o Pai’. (Fil. 2:10, 11) Como nos poderemos assegurar disso durante março?
4 Queremos que nossa vida, cada dia, seja boa, pura e sadia, demonstrando que deveras conhecemos o Filho de Deus e o imitamos. Queremos demonstrar nosso amor ao cônjuge e à família, em todos os sentidos, mas, acima de tudo, nas coisas espirituais. E, “enquanto tivermos tempo favorável para isso”, queremos fazer “o que é bom para com todos, mas especialmente para com os aparentados conosco na fé”. (Gál. 6:10) Queremos usar nossa língua para edificar os irmãos e as irmãs, animando-os nas obras corretas, para que a sua língua continue a reconhecer a Jesus Cristo como Senhor. Visite-os, palestre com eles, convide-os a acompanhá-lo às reuniões e na proclamação das boas novas do reino de Deus. Mostre para com eles o mesmo amor cordial que o Filho de Deus teve para com os seus discípulos.
5 Certamente, desejamos lembrarmos do Filho de Deus por termos compaixão, assim como ele teve, para com os de fora, os não “aparentados conosco na fé”. Hoje, mais do que nunca, são realmente como “ovelhas sem pastor”. (Mat. 9:36) Quão bom é termos as boas publicações como provisão de Jeová. Podemos visitar as pessoas nos seus lares e falar sobre as maravilhosas provisões de Jeová lembrando-nos assim de nosso Criador, quer sejamos jovens, quer idosos. Os livros ou as revistas oferecidos poderão ser o meio de ajudarmos a tais pessoas obter a vida.
6 Algumas destas pessoas já estudam conosco em estudos bíblicos domiciliares. Indicam que desejam tornar-se parte da grande família de Deus e estar sob a chefia de nosso Senhor. Desde o começo do ano de serviço em setembro, milhares de tais pessoas em toda a parte, passaram tantos quantos seis meses no estudo da Bíblia. Já estão prontas agora para usarem sua língua, a fim de reconhecerem perante outros a Cristo Jesus como Senhor e assim se lembrarem de seu Criador? Sem dúvida, muitas delas aceitarão seu convite de acompanhá-lo na divulgação da Palavra da vida.
7 Que dizer dos que ainda não estão prontos? Nós, os que estudamos com eles, talvez sejamos lembrados pela Comemoração a falar com eles sobre o que significa ser discípulo de Cristo, para que saibam de que modo as verdades aprendidas devam influir na sua vida e na sua atividade. Se o seu coração for suscetível, então, no futuro próximo, talvez também estejam prontos para ‘fazer com a boca declaração pública para a salvação’. (Rom. 10:9, 10) Sabemos que o “tempo favorável” para isso se reduz cada vez mais.
8 Sim, queremos lembrar-nos de nosso Criador e de nosso Senhor Jesus Cristo cada dia de nossa vida, e esta noite especial de recordação revigora-nos e renova nossa determinação de aceitar a liderança deste. Alegramo-nos de saber que Jesus Cristo nos guia e nos orienta ativamente na obra de fazer discípulos, pois sabemos que isso significa bom êxito certo do nosso empenho. Deixemos que o modo em que gastamos nosso tempo este mês reflita nossa lembrança dele.
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Maior espiritualidade na congregaçãoNosso Ministério do Reino — 1972 | março
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Maior espiritualidade na congregação
1 Qual é o espírito prevalecente na sua congregação? Se os membros individuais, como um todo, tiverem um espírito cooperativo, cordial e amoroso, então o espírito geral ou o sentimento ou a atitude predominantes na congregação serão excelentes. Dará verdadeiro prazer associar-se com a congregação, e haverá zelo e apreço pelo ministério.
2 Nas nossas recentes assembléias de distrito ficamos todos impressionados com a necessidade de nos desenvolvermos espiritualmente, mas admoestou-se em especial os superintendentes ou “homens mais maduros” a ‘prestarem atenção a si mesmos e a todo o rebanho, . . . a pastorearem a congregação’. (Atos 20:28) Isto se aplica a todos os “homens mais maduros” e é uma admoestação que deve ser acatada desde já, no sentido de que cada “ancião” sinta vivamente a necessidade de ajustar suas atividades para fazer a sua parte em pastorear o rebanho. O servo de congregação pode fazer a coordenação geral, para que todos sejam alcançados com a necessária ajuda e o devido encorajamento mas o importante é que cada “homem mais maduro” se aperceba das necessidades dos diversos membros e as supra com preocupação amorosa.
3 Os superintendentes, ao visitarem os membros da congregação, não se interessam apenas no que fazem no ministério de campo, mas, principalmente, em como os irmãos mantêm forte o seu apreço por Jeová, em aumentar o amor mútuo, em cuidar de que tenham alegria no ministério e em assistir às reuniões. Ninguém deve pensar que deve haver algo de errado, só porque os superintendentes o visitam.
4 Como devem os superintendentes fazer estas visitas de pastoreio? Simplesmente assim como se visita um querido amigo ou um irmão carnal. Fazem a visita por amor, para vê-lo e para palestrarem sobre as coisas de que gosta de falar mais — as boas coisas da palavra de Jeová e do Seu amor a nós. Não há necessidade de levantar algum problema conhecido a menos que seja sério e exiba atenção imediata. Se houver um problema, este é usualmente mencionado pelo irmão ou pela irmã visitados apenas depois de se criar confiança. Se o servo ler regularmente a Bíblia e as publicações da Sociedade, terá a mente cheia de coisas bíblicas sobre as quais se pode falar. Simplesmente tomarem o tempo para lerem juntos uma parte da Bíblia (talvez a designada para aquela semana na escola do ministério) ou um artigo nas revistas já será bastante animador e edificante.
5 Às vezes se encontra o espírito de queixa ou a tendência de tagarelar sobre outros irmãos. O conselho perito e positivo das Escrituras ajudará a endireitar isso, e ainda assim se espera que os visitados se sintam revigorados, em vez de repreendidos. Uma só visita talvez não eleve a espiritualidade ao nível desejado, mas, ao passo que os diversos superintendentes continuarem a fazer visitas, conseguir-se-á muita coisa boa, e com a melhora da saúde espiritual de cada membro, o espírito da congregação inteira permanecerá num bom nível salutar.
6 Quando se pode fazer este trabalho de pastorear? Cada “homem mais maduro” terá de escolher o tempo em que melhor possa visitar os lares dos publicadores. Talvez decida reduzir seu serviço de campo num domingo
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