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  • Assembléias que promovem o fazer discípulos
    A Sentinela — 1968 | 1.° de abril
    • a neutralidade cristã. No Post de Palm Beach, de 8 de julho de 1967, noticiou um dos redatores:

      “As famílias de alguns refugiados ainda estão em Cuba, seus parentes que aqui estão se lembram de como os homens foram colocados em buracos e cobertos de areia, ficando apenas com a cabeça de fora, para ser queimada pelo sol abrasador, como tiveram de ficar dentro da água por longos períodos de tempo, e outras atrocidades incríveis.

      “As mulheres não são tratadas de forma tão ruim quanto os homens, dizem alguns dos que deixaram a ilha, mas seu trabalho missionário se tornou muito difícil, e possuir uma Bíblia é razão suficiente para se ser preso.

      “Mas, apesar das perseguições, as Testemunhas de Jeová em Cuba permanecem neutras às pressões governamentais e, conforme um refugiado se expressou, ‘As autoridades têm visto a fé demonstrada e dizem que somos obedientes à nossa fé.’”

      MOTIVADOS PARA TORNAREM-SE DISCÍPULOS

      Os visitantes às assembléias das testemunhas de Jeová notam em evidência esta mesma fé verdadeira. O amor cristão e o genuíno espírito amigável que permeiam estas assembléias motivam os que comparecem pela primeira vez a dar sérios passos no sentido de se tornarem discípulos de Jesus Cristo. Explicou certo homem que compareceu à assembléia de Columbus, Georgia, EUA:

      “Há algumas semanas atrás, uma das testemunhas de Jeová no trabalho me deu uma Sentinela. Eu a li. Fiquei muito impressionado com a informação. Nas duas semanas seguintes, gastei dez horas no Salão do Reino e usufruí cada minuto. Vim aqui e não perdi nenhuma sessão. Estar aqui é como estar na luz, e estar fora, na religião falsa, é como estar na escuridão. Tenho estado no exército já por vinte e um anos. Agora parece que vou alistar-me em outro exército.” Arranjos foram feitos para ser dirigido um estudo bíblico regular com este homem, de modo que ele possa satisfazer seu desejo de tornar-se um excelente soldado de Jesus Cristo. — 2 Tim. 2:3.

      Outra pessoa foi persuadida pela Testemunha com quem tem um estudo bíblico regular a comparecer a uma sessão da assembléia de Allentown, Pensilvânia, EUA. Fez isso, e ficou tão impressionada que fez arranjos de assistir à assembléia em Trenton, Nova Jersey, duas semanas depois. Durante esta, disse: “Esta tem de ser a organização de Jeová; tenho estado no mundo e pelo que vejo as testemunhas de Jeová são um milagre.”

      Tal conclusão pode ser tirada se a pessoa tomar a iniciativa e investigar pessoalmente o assunto por comparecer a uma assembléia. Na Noruega, uma esposa descrente fez isto, acompanhando seu marido Testemunha. Acamparam no acampamento da assembléia junto com quase 2.000 Testemunhas. Logo que terminaram as sessões, partiram para uma excursão em acampamentos. Qual foi a impressão dela sobre a assembléia?

      Ora, no dia seguinte voltaram! “Não iam tirar férias?” — perguntaram a eles. A esposa respondeu: “Sim, e permanecemos uma noite em outro acampamento, mas, recordando a paz e a ordem deste acampamento, verifiquei que a diferença era tão grande que preferi voltar para cá e ajudar vocês a arrumar tudo.”

      Preferiu trabalhar junto com as testemunhas de Jeová a tirar férias junto com pessoas mundanas! Desde a assembléia, tem freqüentado as reuniões congregacionais, junto com o marido, e dá passos para se tornar discípula cristã.

      As Assembléias de Distrito “Fazer Discípulos” foram deveras um grande êxito! Realizaram tanto em ajudar as pessoas de coração honesto a identificar quem realmente são os verdadeiros discípulos de Jesus Cristo na terra, atualmente. E a admoestação e a instrução inspiradoras motivaram as centenas de milhares de delegados cristãos a continuarem, com vigor renovado, a cumprir a ordem de Jesus: “Ide, portanto, e fazei discípulos de pessoas de todas as nações.” — Mat. 28:19.

  • Perguntas dos Leitores
    A Sentinela — 1968 | 1.° de abril
    • Perguntas dos Leitores

      ● Segundo Lucas 22:37, Jesus deveria ser “contado com os que são contra a lei”, em cumprimento de Isaías 53:12. Será que os discípulos de Cristo devem ser tidos como os “que são contra a lei”, por causa de portarem espadas? — A. F., EUA.

      Não, não parece que os seguidores de Jesus, muito embora tivessem duas espadas nessa ocasião, fossem os “que são contra a lei”. Antes, esta parte de Isaías 53:12 foi cumprida quando foi pendurado numa estaca entre dois criminosos. Por examinarmos o contexto das palavras de Jesus, podemos entender melhor o ponto que frisava. Lucas 22:35-38 reza:

      “Ele lhes disse também: ‘Quando vos enviei sem bolsa, e sem alforje, e sem sandálias, carecestes porventura de alguma coisa?’ Disseram: ‘Não!’ Então lhes disse: ‘Mas agora, quem tiver bolsa, apanhe-a, e assim também um alforje; e quem não tiver espada, venda a sua roupa exterior e compre uma. Pois eu vos digo que se tem de efetuar em mim o que foi escrito, a saber: “E ele foi contado com os que são contra a lei.” Porque aquilo que se refere a mim está sendo efetuado.’ Disseram então: ‘Senhor, eis aqui duas espadas.’ Ele lhes disse: ‘Basta.’”

      O Senhor passava sua última noite junto com os discípulos, antes de sua morte. Compreendia que, uma vez preso e executado, as condições mudariam para eles. Antes, quando os enviara, foram bem recebidos e sustentados pelas pessoas, mas, em geral, as coisas seriam mais difíceis agora. (Mar. 6:7-11) Daquele tempo em diante não seriam mais bem acolhidos pela maioria, mas seriam rejeitados e vituperados. Por conseguinte, teriam que fazer algumas provisões para si mesmos.

      Depois de declarar qual seria a situação deles no futuro, Jesus explicou a seus discípulos por que as coisas seriam diferentes; forneceu-lhes a razão. Era porque seria morto, executado como um transgressor e junto com pessoas anárquicas em cumprimento de Isaías 53:12. Os “que são contra a contra a lei” não eram os discípulos com os quais Jesus falava, mas, ao invés, eram os malfeitores entre os quais Jesus foi pendurado na estaca. (Mat. 27:38) Alguns manuscritos têm um versículo inserido em Marcos 15 que liga diretamente estes malfeitores com a profecia em Isaías 53:12; mas os manuscritos bíblicos mais antigos e mais fidedignos omitem Marcos 15:28.

      Depois de Jesus fornecer a explicação do motivo pelo qual os discípulos poderiam esperar problemas, os seguidores de Jesus comentaram: “Senhor, eis aqui duas espadas.” Não que os seguidores de Jesus portassem costumeiramente espadas, mas, nesta ocasião foram providas. Ao mencionar-lhes uma espada, Jesus não recomendava que se armassem para um ataque. Bem ao contrário! As suas palavras em seguida mostravam que tinha presente outra coisa e que usava as espadas para ensinar a seus seguidores uma lição importante.

      Dentro de pouco tempo, seria preso por um grupo armado, inclusive soldados romanos; e as circunstâncias poderiam provocar a resistência armada. (Mat. 26:47; João 18:12) A fim de realizar o que fora profetizado, contudo, Jesus preferiu não recorrer á resistência armada, mas voluntariamente permitiu ser preso. As duas espadas não seriam suficientes para defender vitoriosamente o grupo contra a turba amotinada, mas seriam suficientes para ensinar uma lição, para destacar que Jesus se estava entregando de sua própria vontade, livremente, e não resistia com violência, conforme seu grupo estava preparado para fazer. (João 18:11, 36) Quando Pedro impulsivamente tirou da espada e cortou a orelha do escravo Malco, Jesus o repreendeu. Disse que “todos os que tomarem a espada, perecerão pela espada”; ademais, se quisesse, poderia ter pedido a ajuda dos anjos. (Mat. 26:52, 53) Mas, não era isso o que desejava. Conforme demonstrado por ele não empregar as duas espadas em defender-se, Jesus estava entregando-se

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