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  • Proteger as criancinhas de acidentes
    Despertai! — 1970 | 8 de fevereiro
    • Outro aspecto da disciplina é a linguagem que usa e a comunicação que tem com seus filhos. Às vezes, suas palavras devem ser obedecidas de imediato para que fiquem plenamente protegidos. Será que seus filhos lhe obedecem? Verifica que tem de gritar e bradar antes que suas ordens sejam obedecidas? Talvez verifique que a maior parte do tempo vive dizendo “não”. Se usar o “não” com demasiada freqüência, pode perder sua efetividade em reais emergências. Por exemplo, quando diz à sua filha que não toque no fogão porque é quente e a queimará, será que ela assim mesmo tocará nele? Ela não devia ter que aprender isto apenas por experiência própria. A obediência completa é necessária às vezes, até mesmo se a criança não compreender plenamente a razão naquela hora.

      Para alcançar este alvo, muitos pais acham de auxílio evitar dar sempre ordens quando pedem algo ao filho. “Faça o favor de apanhar seus brinquedos” é amiúde obedecido mais rapidamente do que uma ordem dura. Daí, pode constituir um vocabulário de ordens a ser usado quando surgir real perigo. Mas, se forem dadas ordens para toda coisa trivial, talvez não sejam obedecidas em situações perigosas.

      Sempre que seja necessário dar uma ordem, suas maneiras devem ser calmas, porém firmes. O tom de sua voz deve inequivocamente soletrar “PERIGO”, exigindo obediência, e imediata! Daí, suas ações, junto com suas palavras, obterão a atenção necessária. Isto talvez exija muito treinamento, e até mesmo surras, mas, com o tempo, as ordens que tiver de dar serão mais prontamente obedecidas.

      Consideramos algumas das coisas de que os pais podem ficar cônscios no seu papel de protetores. No entanto, apenas arranhamos a superfície, visto que tratamos primariamente de bebês e crianças que engatinham. Os acidentes também acontecem com crianças em idade pré escolar e escolar. Isto será considerado num próximo exemplar da revista Despertai!

  • Vieram de mais de cem países!
    Despertai! — 1970 | 8 de fevereiro
    • Vieram de mais de cem países!

      “SENTIMO-NOS muito contentes de que estejam aqui.” Com essas palavras, N. H. Knorr, presidente da Sociedade Torre de Vigia dos EUA, expressou perante uma multidão de mais de 100.000 delegados da Assembléia Internacional “Paz na Terra” das Testemunhas de Jeová, no Estádio Ianque, em Nova Iorque, a alegria de ter delegados presentes de tantos países. Sim, apenas para a assembléia de Nova Iorque, vieram de mais de cem países receber instruções da Palavra de Deus, a Bíblia!

      Mais de 6.000 delegados vieram da Europa, sendo que outros milhares vieram da América Central e do Sul, e das Caraíbas. Quando isto foi expresso da tribuna, enorme aplauso da assistência mostrou a vívida alegria que as Testemunhas sentiam em virtude do ajuntamento unido e pacífico de tantos congressistas de todas as partes do mundo.

      O presidente da Sociedade também explicou que a assembléia na cidade de Nova Iorque tinha o privilégio especial de ouvir os servos de filial da Sociedade Torre de Vigia dos EUA relatarem pessoalmente experiências de toda a parte do mundo, contando aos congressistas exatamente o que acontecia com a pregação do reino de Deus em seus países. Quão emocionante foi ouvir tais relatórios!

      Chegada dos Delegados

      Pelo menos quarenta e cinco vôos fretados trouxeram delegados do exterior para a assembléia de Nova Iorque, e muitas linhas aéreas de vôos regulares trouxeram grupos menores. Como as Testemunhas locais se mantiveram ocupadas, pois, com interesse amoroso em seus irmãos cristãos de outros países, acolheram os delegados no Aeroporto Internacional de Kennedy! Duas turmas de doze horas foram mantidas no aeroporto para cuidar dos delegados.

      Falando com os delegados no aeroporto, os da comissão de boas-vindas souberam que, para a maioria deles, esta era sua primeira visita a Nova Iorque. Em um vôo se achava Henri Pougeol, de setenta e dois anos, que jamais viajara para longe de Guadalupe. Mas, logo o fizeram sentir-se em casa.

      Os que acolhiam os delegados verificaram ser isso muito estimulante. Às vezes os delegados chegavam trajando as suas roupas nativas, como o fizeram mais de vinte delegados da Libéria. Sua chegada fez com que muitas pessoas no aeroporto se interessassem e perguntassem sobre a visita deles. Cerca de dez destes liberianos haviam provado sua fidelidade sob severa prova de integridade em 1963, e, agora, as Testemunhas estadunidenses estavam ali para encontrar-se com tais irmãos fiéis.

      Dia após dia chegavam novos aviões lotados de Testemunhas — de Stuttgart, Helsinque, Amsterdã, Glasgow, Londres, Kingston, Francforte, Bruxelas, Hamburgo, San Juan, Viena, Copenhague, Zurique, Dusseldorfe, S. Thomas, Colônia, Munique, Estocolmo, Buenos Aires e Paris. Algumas destas cidades enviaram vários aviões. Quando dois aviões fretados chegavam quase ao mesmo tempo, aqueles que davam as boas-vindas passavam por momentos apertados. Ônibus fretados levavam muitos dos delegados para a fábrica da Sociedade Torre de Vigia na Rua Sands 77, que era usada como centro de recepção.

      À medida que um ônibus após outro descarregava os delegados na fábrica da Rua Sands, a área vibrava de movimentação.

      Para facilitar a chegada dos delegados às suas acomodações, cada um era designado a um dentre quatro grupos, no momento da chegada. O Grupo Um se compunha dos que não tinham hospedagem e que precisavam dela. O Grupo Dois se compunha dos que iam ficar em Nova Jersey e que seriam levados para lá nos automóveis das Testemunhas daquela área, cerca de 150 se apresentando como voluntários. O Grupo Três se compunha dos delegados que seriam levados de carro para suas hospedagens na cidade e nos subúrbios residenciais de Nova Iorque por um grupo de cerca de 200 motoristas, Testemunhas que ofereceram bondosamente seus carros e seu tempo, sem cobrar nada. O Grupo Quatro se compunha dos que seriam levados para sua hospedagem pelo metropolitano, sendo guiados até suas hospedagens por cerca de quarenta Testemunhas adolescentes que ofereceram seu tempo para levar os delegados estrangeiros até bem as suas acomodações.

      Mas, o que dizer dos delegados que vieram do exterior no meio da noite? Foram feitas provisões para dormirem em colchões pneumáticos no centro de recepção. Em algumas noites, todos os 500 colchões foram usados, visto que aviões traziam de 150 a 200 delegados cada um.

      Visto que cada avião trazia muitas Testemunhas, e às vezes dois aviões chegavam ao mesmo tempo, o local ficou inundado de delegados do congresso! Por isso, houve ocasiões em que ocorreram demoras, mas os delegados eram pacientes. Muitos dos delegados dinamarqueses, noruegueses, suecos, finlandeses e outros delegados estrangeiros comentaram com apreciação o espírito de prestimosidade demonstrado pelas Testemunhas locais.

      Fizeram-se grandes esforços de designar os delegados estrangeiros, muitos dos quais vieram de países com restrições de moeda, a quartos que foram oferecidos grátis ou a baixo custo por pessoas hospitaleiras.

      Uma Bênção as Reuniões em Línguas Estrangeiras

      A Assembléia Internacional “Paz na Terra” em Nova Iorque foi ímpar no sentido de que foram realizadas reuniões durante nove dias. Dois dias antes de iniciar-se a assembléia de sete dias no Estádio Ianque, delegados estrangeiros se reuniram em vários Salões do Reino para ouvir edificante conselho bíblico que os delegados de língua inglesa apreciariam mais tarde. Também, os delegados de línguas estrangeiras ouviram descrições dos dramas que seriam apresentados no Estádio Ianque para representar eventos bíblicos e a aplicação da Palavra de Deus aos problemas da vida moderna. Isto resultou muitíssimo proveitoso, visto que os habilitou a tirar rico proveito da observação dos dramas, embora não conhecessem muito o inglês.

      Também, durante a semana da assembléia no Estádio Ianque, foram realizadas simultaneamente em várias partes do estádio reuniões pela manhã em quatorze línguas. Para as Testemunhas de Suriname, Bélgica, Países-Baixos, França, Alemanha, Itália, Japão, Noruega, Dinamarca, Suécia, Finlândia, Grécia, Brasil, Portugal e os países de língua árabe, foi maravilhosa bênção ouvir o programa em seus idiomas nativos. Comentou certa Testemunha holandesa: “Quão gratos estamos pela provisão das reuniões em línguas estrangeiras!”

      A necessidade de tal arranjo pode ser vista pelo fato de que em alguns grupos, apenas cerca de 10 por cento sabiam falar inglês. E também fizeram grandes esforços de estar presentes. Um casal idoso de Amsterdã (tendo ele oitenta e quatro anos e ela setenta anos) se achavam entre os presentes.

      Os que assistiam às grandes reuniões de língua alemã puderam encontrar várias Testemunhas que estiveram nos campos de concentração de Hitler por causa de não transigirem quanto aos princípios bíblicos. Uma delas, Charlotte Müller, conhece a verdade de Deus desde 1919. Foi encarcerada por Hitler e passou nove anos no campo de concentração de Ravensbruck. Daí, na Alemanha Oriental, sob a regência comunista, foi presa de novo durante seis anos. Ela passou quase quinze anos em prisões e campos de concentração por causa de sua fé em Deus e seu reino, e ali se achava ela entre os felizes guardadores da integridade nas reuniões de língua alemã.

      O programa inteiro ouvido em inglês no Estádio Ianque também foi apresentado em francês e espanhol em grandes tendas próximas do estádio. Havia grande entusiasmo nestas reuniões em francês e espanhol. Observadores da reunião em francês, por exemplo, notaram que os dramas bíblicos foram apresentados com grande sentimento e vivacidade, excelentes gestos e naturalidade exemplar. Até mesmo a preparação dos dramas foi internacional, quatro deles sendo preparados por Testemunhas em Quebeque, Canadá, e dois por Testemunhas em França. O auge de assistência para as assembléias em francês e espanhol ocorreu no domingo, durante o discurso público “A Paz de Mil Anos Que Se Avizinha”. Na assembléia em francês havia 2.684 pessoas, e na assembléia em espanhol havia 14.444. Estas, além da enorme multidão de 104.883 pessoas no Estádio Ianque, formaram um total de 122.011 que ouviram este inspirador discurso em Nova Iorque!

      Um ponto destacado nas muitas reuniões de línguas estrangeiras foi o lançamento do cancioneiro “Cantando e Acompanhando-vos com Música nos Vossos Corações” em dinamarquês, holandês, espanhol, sueco, alemão e francês. Os delegados de língua francesa eram tão entusiásticos que obtiveram muitas coleções de discos de música para levar para seu país, de modo a aprender melhor os cânticos. Os delegados de língua espanhola ficaram especialmente felizes com o novo cancioneiro, pois a maioria deles não trouxera nenhum cancioneiro, visto que o estoque dos antigos há muito terminara. Alguns delegados de língua espanhola disseram que tinham desejado um cancioneiro em seu idioma “mais do que qualquer outra coisa”.

      Outro idioma usado na Assembléia Internacional “Paz na Terra” foi a linguagem dos sinais — provisão para os surdos tirarem proveito espiritual do excelente programa. Na parte do estádio reservada para os surdos havia também delegados estrangeiros — três casais de surdos-mudos de Zurique que conseguiam ler os lábios em alemão.

      Visita à Sede da Sociedade

      Por que tantos milhares de delegados estrangeiros escolheram Nova Iorque como sua cidade de assembléia? Não só para assistir à assembléia, mas também para ver a sede mundial das testemunhas de Jeová, o lar de Betel, inclusive o recentemente terminado prédio novo, e as gráficas de Brooklyn da Sociedade Torre de Vigia.

      No sábado e no domingo anteriores à assembléia, milhares de pessoas visitaram a sede da Sociedade. Cerca de 50 por cento eram de países estrangeiros. E quão deleitados ficaram com o que viram! Foram numerosas as expressões de apreciação. Os seguintes são alguns dos comentários.

      Inglaterra: “Valeu a pena viajar quase cinco mil quilômetros.” Porto Rico: “Apreciamos tanto que os irmãos de Betel tivessem ficado em seu trabalho, de modo que pudéssemos ver a fábrica em operação.” Argentina: “O que me impressionou foi ver publicações em tantos idiomas; isto nos ajuda a ver que fazemos uma obra que educa as pessoas de todo o mundo.” Japão: “Senti-me como a Rainha de Sabá, quando viu a glória de Salomão; não me contaram nem a metade.” Delegados japoneses amiúde comentaram sobre a oficina de máquinas e a sala de tintas da fábrica serem tão limpas quanto as outras partes da fábrica! Outros delegados estrangeiros disseram: “Jamais esperava que fosse tão grande.” “O que notamos acima de tudo foram os rostos felizes.” “É a melhor coisa que já vi na minha vida!”

      Também, ilustrando o grande interesse que os delegados estrangeiros tinham na sede da Sociedade há o fato de que grandes números deles fizeram uma viagem de ônibus para visitar a fazenda da Torre de Vigia, de 600 hectares, que fornece grande parte do alimento para a família da sede.

      Durante a semana da assembléia, bem como alguns dias antes e depois, mais de 14.000 das Testemunhas de Jeová fizeram uma excursão pelo Lar de Betel da Sociedade e mais de 20.000 pessoas visitaram as gráficas.

      Presentes Muitos Pregadores de Tempo Integral

      Em suas observações finais no Estádio Ianque, o presidente da Sociedade declarou que 1.420 missionários foram ajudados financeiramente a assistir à Assembléia Internacional “Paz na Terra” em alguma parte do mundo. De onde veio tal ajuda? Do povo de Jeová através do mundo. E, nas diversas cidades de assembléia, foram realizadas reuniões especiais de missionários.

      Na assembléia de Nova Iorque, 478 missionários se reuniram na sede da Sociedade na manhã de sábado, 12 de julho. O irmão Knorr lhes falou da necessidade de perseverança, e cerca de quinze deles, das primeiras turmas da escola missionária de Gileade, falaram ao grupo, a fim de incentivarem os missionários mais jovens a permanecer em suas designações. Certa Testemunha que servia como missionária na Itália relatou que tivera o privilégio de ajudar 115 pessoas a aprender a verdade de Deus. Depois de tais comentários encorajadores, os missionários foram para o refeitório de Betel saborear excelente refeição.

      Na assembléia de Nova Iorque havia muitos outros proclamadores de tempo integral das boas novas. De Guadalupe havia uma Testemunha que durante doze anos era pioneiro especial, devotando 150 horas por mês à pregação das “boas novas”. Das Ilhas Britânicas veio um pioneiro de oitenta e cinco anos que era Testemunha durante quarenta anos e pioneiro por sete anos. Expressou esperança de voltar a Londres em tempo para a assembléia ali no Estádio de Wembley. Um missionário da Argentina relatou que 180 delegados vieram à assembléia daquele país; e cerca da metade deles eram pregadores de tempo integral!

      Entre os 700 delegados suecos presentes achava-se Johan Eneroth, com setenta e seis anos, servo da filial da Sociedade Torre de Vigia na Suécia e uma Testemunha já por cinqüenta e um anos, quarenta e nove deles como trabalhador de tempo integral. Sendo primeiro-tenente sueco antes de aprender a verdade de Deus, desde então tem servido tanto na Dinamarca como na Suécia qual soldado de Jesus Cristo.

      Presentes na reunião em japonês havia muitos pioneiros especiais. Falar com estas entusiásticas irmãs cristãs vestidas com sua roupa nativa era um prazer. Por exemplo, uma pioneira especial, Irmã Nishigari, relatou que ela foi a um povoado em que não havia Testemunhas e formou ali uma congregação, e agora está aqui para a próxima turma da escola de Gileade. Também presente do Japão havia a família Arai Chie Arai, que trabalha na filial de Tóquio da Sociedade; e sua irmã Hisako, há dez anos pioneira e agora pioneira especial, que ajudou a formar duas congregações. Sua mãe também é pioneira.

      Durante a assembléia de Nova Iorque, chegaram telegramas e mensagens de todas as partes do mundo. Por quê? Por causa do vívido interesse das testemunhas de Jeová em toda a parte nesta assembléia, e seu amor por seus irmãos cristãos. Eis aqui alguns exemplos:

      “44.653 de seus irmãos em Zâmbia se regozijam em enviar-lhes seu caloroso amor cristão.” “Saudações e amor a todos na festa espiritual ‘Paz na Terra’ em Nova Iorque da parte dos 9.811 irmãos coreanos.” “Todos os trabalhadores do Betel no Japão, apoiados por mais de 7.000 publicadores, enviam amor e saudações cristãs a todas as Testemunhas que amam a paz, reunidas de muitos países.” “Do Equador, junto ao Rio Nilo que se move lentamente, enviamos-lhes nossas calorosas e amorosas saudações — Uganda, África.” “Unidos com todos os irmãos, desejamos-lhes as ricas bênçãos de Jeová. Seus irmãos das congregações em: Tessalônica, Beréia, Filipos, Atenas, Corinto e dezenas de outras congregações na Macedônia e Acáia, Grécia.”

      A Assembléia Internacional “Paz na Terra” em Nova Iorque chegou ao fim com emocionantes comentários feitos por N. H. Knorr a respeito de planos para mais expansão da obra urgente de levar a Palavra da vida a pessoas em todas as terras, e, então, uma oração a Jeová, o Deus que dá paz. Quão privilegiados foram aqueles que assistiram a esta grandiosa festa espiritual, uma assembléia internacional em que os delegados vieram de mais de cem países!

      [Foto na página 13]

      Delegados do Brasil e Caraíbas chegam a Nova Iorque.

      [Foto na página 14]

      Mais de 2.500 pessoas vieram da Alemanha; muitos compareceram aos programas especiais em Nova Iorque antes de a assembléia se iniciar no Estádio Ianque.

      [Foto na página 15]

      Foram realizadas sessões em dezessete idiomas no Estádio Ianque; mostra-se aqui o grupo dinamarquês.

      [Foto na página 16]

      Testemunhas em vestimentas crioulas na assembléia de língua francesa.

      [Tabela na página 14]

      Auge de assistência nas reuniões de línguas estrangeiras

      alemão 4.148

      árabe 72

      armênio 43

      chinês 29

      dinamarquês 529

      finlandês 177

      grego 312

      holandês 244

      italiano 400

      japonês 85

      norueguês 90

      polonês 241

      português 423

      sueco 538

  • Alumínio — da curiosidade à versatilidade
    Despertai! — 1970 | 8 de fevereiro
    • Alumínio — da curiosidade à versatilidade

      EM 1821, perto da comunidade francesa de Les Baux, um químico apanhou um mineral duro, semelhante à argila, de coloração avermelhada. Chamado de bauxita por causa do povoado, resultou apresentar uma porcentagem de 52 por cento de alumina. Mas, talvez pergunte, o que é alumina? É o alumínio combinado com o oxigênio, ou óxido de alumínio. Durante anos, esta substância duríssima resistiu a todos os empenhos de reduzi-la a seus componentes. Não foi senão em 1827 que as primeiras gotículas do metal foram extraídas por um processo químico dificílimo e custoso. Não é de se admirar, então, que há cem anos atrás o alumínio fosse mera curiosidade, muito embora seja o terceiro elemento mais abundante da crosta terrestre.

      Progresso na Redução do Custo

      Na Exposição de Paris, em 1855, a primeira barra sólida do metal branco como a prata foi exibida. Nesta ocasião, o alumínio emergiu do domínio da pesquisa metalúrgica, vindo a ser reconhecido pelo público em geral como metal útil. Mas, oh! — e o seu custo! Custando cerca de NCr$ 5,00 a grama, era deveras um metal precioso, tanto assim que até mesmo ultrapassava o ouro na casa de Napoleão III, Imperador de França. Apesar do seu prazer derivado da preciosidade do alumínio naquele tempo, sendo homem prático, visualizou seu uso como equipamento leve para seus soldados. Por conseguinte, o rei subvencionou um cientista francês para pesquisar meios de produzi-lo em grandes quantidades a baixo custo.

      Seu trabalho foi recompensado por se reduzir o custo para cerca de NCr$ 0,15 a grama. Não obstante, isto ainda era caro demais para tornar possível a aventura comercial. Mais tarde, um cientista estadunidense aperfeiçoou um processo que reduziu o custo para cerca de NCr$ 0,08 a grama. Isso ainda era muito, de modo que a pesquisa persistiu em busca de um método mais econômico de se processar a matéria prima.

      Em 1886, dois jovens cientistas, um em França e o outro nos Estados Unidos, trabalhando inteiramente separados um do outro, descobriram a chave para liberar o metal de seu óxido em larga

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