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  • ‘Deus suprirá plenamente todas as suas necessidades’
    A Sentinela — 1972 | 15 de novembro
    • Jeová orienta o “escravo fiel e discreto” tem sido um grande incentivo à perseverança. — Mat. 24:45-47.

      No outono de 1967, quando minha esposa adoeceu e não pôde viajar comigo no circuito, a Sociedade designou-nos bondosamente a Charleston, Carolina do Sul, como pioneiros especiais. Apesar da asma e de repetidas doenças, ela se manteve fiel até o fim de sua vida terrestre. Havíamos visitado mais de duzentas congregações, algumas delas muitas vezes, e quão precioso era este tesouro! Nunca recusei uma designação da Sociedade, e Mildred sempre estava disposta a acompanhar-me aonde quer que fossemos enviados.

      Lá em 1924 ela escreveu: “Cada momento é precioso nestes dias, e procuro consagrar cada momento ao serviço de meu Amo. Sinto-me muito fraca e incapaz desta grande responsabilidade de ser embaixatriz de meu Senhor. Sei que me basta a sua graça, e estou disposta a usar cada partícula de minha energia e do meu ser no Seu serviço.” Isto foi o que ela fez até a sua morte em 18 de junho de 1968.

      Aprecio agora o privilégio do serviço de tempo integral assim como fiz durante os últimos trinta e seis anos, e sou também abençoado com a responsabilidade de ser ministro presidente duma nova congregação que abrange quatro ilhas grandes ao largo de Charleston, na Carolina do Sul.

      Olhar para trás, para os anos desde a minha infância, e ver o crescimento milagroso do povo de Jeová, tem-me ajudado a ter maior apreço do texto: “Meu Deus, por sua vez, suprirá plenamente [todas] as vossas necessidades ao alcance das suas riquezas, em glória, por meio de Cristo Jesus.” — Fil. 4:19.

  • Estará na Assembléia de Distrito “Regência Divina”?
    A Sentinela — 1972 | 15 de novembro
    • Estará na Assembléia de Distrito “Regência Divina”?

      SE QUISER estar entre os que têm verdadeiro contentamento e satisfação por reconhecerem a regência de Deus sobre eles, desejará assistir a uma das assembléias de distrito das testemunhas de Jeová em dezembro e janeiro próximos. Se estiver interessado em saber se grupos de cristãos podem hoje cooperar assim como fizeram os do primeiro século, alegrar-se-á de reservar quatro dias para escutar o programa preparado para a Assembléia de Distrito “Regência Divina”.

      O programa começará às 13,40 horas de quinta-feira e terminará por volta das 18,15 horas de domingo. Logo de início, salientar-se-á principalmente a vida agora em pleno reconhecimento da regência de Deus. Não deixe de estar lá na tarde de quinta-feira, para ouvir o discurso esquadrinhador do coração proferido pelo presidente da assembléia: “Não Vivamos mais Para Nós Mesmos.”

      Nas assembléias de distrito, no verão passado falou-se muito sobre o arranjo bíblico dos anciãos nas congregações das testemunhas de Jeová. Desde aquela ocasião, publicaram-se na Sentinela considerações pormenorizadas deste assunto. Mas, esgotou-se plenamente este assunto? De modo algum. Ainda há muito mais a dizer. E este é motivo bastante para não se perder nenhuma parte do programa da assembléia.

      Nos anos recentes, apresentaram-se no programa dramas bíblicos. Este ano não é exceção. Um drama retratará a narrativa emocionante sobre José e seus irmãos. Outro salientará os acontecimentos que envolveram o chefe do exército sírio, Naamã. Se ler de antemão Gênesis, capítulos 37 a 45, e 2 Reis, capítulo 5, sem dúvida aumentará seu apreço dos dramas apresentados.

      Verificará que as outras partes do programa da assembléia são igualmente satisfatórias e revigorantes. Naturalmente, o ponto culminante da assembléia será o discurso público: “Regência Divina — Única Esperança de Toda a Humanidade.”

      Aproveitamos esta oportunidade para animá-lo desde já a fazer planos para assistir a uma das muitas assembléias de distrito, se ainda não os tiver feito. Serão realizadas no Brasil em Rio Branco, AC; Fortaleza, CE; Jequié, BA; Rio de Janeiro, GB; Santa Maria, RS; Manaus, AM; Recife, PE; Salvador, BA; Campinas, SP; São Paulo, SP; São Caetano, SP; Porto Alegre, RS; São Luís, MA; Niterói, RJ; Marília, SP; Florianópolis, SC; Belém, PA; Goiânia, GO; Campos, RJ; Curitiba, PR; Londrina, PR; Juiz de Fora, MG; Belo Horizonte, MG; São José do Rio Preto, SP. Para obter informações sobre as datas, os locais e acomodações nas cidades de assembléia, dirija-se ao Salão do Reino local das testemunhas de Jeová. Temos a certeza de que se agradará muito com o que observar e ouvir nas assembléias de distrito, e, por isso, convidamo-lo cordialmente a estar presente.

  • Perguntas dos Leitores
    A Sentinela — 1972 | 15 de novembro
    • Perguntas dos Leitores

      ● Fechou Deus os olhos à embriaguez de Ló e a gerar ele filhos pelas suas próprias filhas? — E. U. A.

      A resposta a esta pergunta precisa ser obtida à luz do fundo histórico deste incidente e da sua relação com outros textos.

      Ló e suas duas filhas foram as únicas pessoas a sobreviver à destruição de Sodoma e Gomorra. Depois desta destruição, começaram a residir na cidade de Zoar. Entretanto, por algum motivo, Ló tinha medo de continuar a morar ali, e, junto com as suas filhas, passou a residir numa caverna. (Gên. 19:30) A primogênita disse então à sua irmã mais moça: “Nosso pai já é velho e não há homem no país para ter relações conosco segundo o costume de toda a terra. Vem, demos de beber vinho a nosso pai e deitemo-nos com ele, e preservemos descendência a nosso pai.” — Gên. 19:31, 32.

      Procurarem embriagar seu pai sugere que se davam conta de que ele nunca teria consentido em ter relações sexuais com elas quando sóbrio. Mas, nas circunstâncias, achavam que era a única maneira de impedir a extinção da família de Ló. Eram estrangeiras na terra e não havia ninguém de seu parentesco com quem se pudessem casar e assim preservar a linhagem da família. Também precisa ser lembrado que as filhas de Ló haviam morado entre os habitantes moralmente degradados de Sodoma. Em vista destes fatores, não lhes teria sido difícil justificar seu proceder na sua própria mente. Então, por que aparece a narrativa nas Escrituras?

      A narrativa não é apresentada na Bíblia para estimular pensamentos eróticos. Está ali para uma finalidade revelando a relação dos moabitas e dos amonitas com os descendentes de Abraão, que ficaram conhecidos como israelitas. Visto que Ló era sobrinho de Abraão, os israelitas estavam aparentados com os moabitas e os amonitas, que descendiam dos dois filhos gerados por Ló por meio de suas filhas. (Gên. 11:27) Mais tarde, esta relação carnal veio também a governar as ações de Israel nos tratos com os moabitas e os amonitas. Por exemplo, ao se apossarem da terra ao leste do rio Jordão, os israelitas, sob ordens divinas, tiveram cuidado de não invadir as terras dos amonitas e dos moabitas. — Deu. 2:9, 18, 19, 37.

      Fica qualquer leitor sincero da Bíblia em dúvida quanto à conclusão que se deve tirar desta narrativa a respeito de Ló e suas filhas? Acha ele, talvez, que tal conduta seja aprovada por Deus?

      É verdade que em Gênesis, capítulo 19, apresentam-se os fatos históricos sem qualquer comentário sobre a aprovação ou desaprovação por parte de Deus do duplo incesto de Ló, no estado de embriaguez. Mas, em partes posteriores do registro bíblico, especifica-se claramente, vez após vez, a condenação da embriaguez por parte de Deus. (Pro. 20:1; 23:20, 21, 29-35; 1 Cor. 6:9, 10) Do mesmo modo, na sua Lei dada a Israel, Deus esclareceu mais tarde sua proibição do incesto, dizendo: “Não vos deveis chegar, nenhum de vós, a qualquer parente carnal que lhe seja chegado, para descobrir a nudez. . . . Não deves descobrir a nudez de teu pai nem a nudez de tua mãe.” (Lev. 18:6, 7) A penalidade pela violação da lei do incesto era a morte. (Lev. 18:29) Embora Ló e suas filhas não estivessem sob a Lei, apercebiam-se, não obstante, da impropriedade de terem relações com seu próprio pai, conforme mostra elas o terem embriagado.

      Então, por que é Ló chamado “justo”, em 2 Pedro 2:8? Não porque Deus aprovou ele embriagar-se, nem porque Deus aprovou o incesto. Deus não aprova tal conduta. Mas deve ser observado que o registro não diz nada para indicar que Ló era beberrão habitual, nem que se envolveu habitualmente em atos de incesto. Sua reputação era a de um homem “justo”, e ele tinha esta reputação perante Deus, que examina o coração. Ló deplorava as ‘ações contra a lei’ das pessoas de Sodoma. E, evidentemente, para que o Examinador dos corações o considerasse como justo, Ló deve também ter lamentado a conduta errada em que ficou envolvido.

      A inclusão da informação sobre Ló e suas filhas no registro bíblico deve realmente ajudar-nos a reconhecer que a Bíblia é um livro de verdade. Mesmo quando os conhecidos como servos de Deus ficaram envolvidos em atos impróprios, a Bíblia não os esconde. Entretanto, estas coisas são sempre narradas, não para divertir ou para estimular um desejo de se entregar à conduta imoral, mas para fornecer o fundo histórico para a compreensão de outros acontecimentos.

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