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  • Assembléias de Distrito “Soberania Divina”
    A Sentinela — 1975 | 1.° de maio
    • Assembléias de Distrito “Soberania Divina”

      ESTA é a época do ano em que os leitores da Sentinela começam a fazer planos para assistir a uma das assembléias de distrito anuais das testemunhas de Jeová. A Sociedade Torre de Vigia tem o prazer de anunciar que se fazem arranjos também para tais assembléias em português. Se for da vontade do Senhor, haverá uma destas assembléias em português em Toronto, Ontário, no Canadá, de 24-27 de julho, outra na Europa, a ser anunciada localmente, e 26 assembléias de distrito no Brasil, a partir de outubro.

      O tema das assembléias é “Soberania Divina” — bem apropriado, visto que é esta questão que confronta urgentemente todas as criaturas inteligentes.

      As assembléias serão de quatro dias. O programa diário será costumeiramente das 9 ou 10 horas às 12 ou 13 horas, e depois das 15 às 17,30 horas. Haverá arranjos para um programa batismal em cada assembléia, na maioria na sexta-feira de manhã. Convidamo-lo cordialmente a assistir a uma destas assembléias em todos os quatro dias. Para o estrangeiro, não haverá arranjos de viagens da parte da Sociedade.

  • Perguntas dos Leitores
    A Sentinela — 1975 | 1.° de maio
    • Perguntas dos Leitores

      ● Constituem as práticas lascivas da parte de um cônjuge para com o outro motivo bíblico para o cônjuge ofendido pedir divórcio?

      Há ocasiões em que práticas lascivas dentro do arranjo marital proveriam o motivo para um divórcio bíblico. Naturalmente, as Escrituras Sagradas não incentivam o divórcio, nem ordenam que o cônjuge inocente se divorcie do cônjuge que se entrega ao adultério ou à grave perversão sexual.

      A respeito do divórcio, Jesus Cristo declarou: “Todo aquele que se divorciar de sua esposa, exceto em razão de fornicação, e se casar com outra, comete adultério.” (Mat. 19:9) “Todo aquele que se divorciar de sua esposa, a não ser por causa de fornicação, expõe-na ao adultério, pois quem se casar com uma mulher divorciada comete adultério.” — Mat. 5:32.

      De modo que a “fornicação” é apresentada como único motivo para o divórcio. No grego comum, no qual se registraram as palavras de Jesus, o termo “fornicação” é porneía, que designa todas as formas de relações sexuais imorais, perversões e práticas lascivas tais como talvez sejam praticadas num prostíbulo, inclusive o coito oral e anal.

      Quanto às declarações de Jesus a respeito do divórcio, não especificam com quem é praticada a “fornicação” ou porneía. Isto deixa a questão aberta. Que porneía pode corretamente ser considerada como incluindo as perversões dentro do arranjo marital é visto em que o homem que obriga sua esposa a ter com ele relações sexuais desnaturais virtualmente a “prostitui” ou “corrompe”. Isto o torna culpado de porneía, porque o verbo grego relacionado, porneúo, significa “prostituir, corromper”.

      Por isso, podem surgir circunstâncias que tornariam as práticas lascivas dum cônjuge para com o outro motivo bíblico para o divórcio. Por exemplo, a esposa talvez faça o que razoavelmente pode para impedir que seu marido a obrigue a sujeitar-se a perversões tais como as praticadas em prostíbulos. Contudo, por causa da maior força dele, talvez a subjugue e a use para perversões sexuais. A fim de não ser prostituída assim mais uma vez, a esposa cristã talvez decida obter um divórcio. Ela pode demonstrar perante a congregação que o motivo real disso é porneía e depois passar a obter um divórcio legal em qualquer base verídica aceitável para os tribunais do país.

      Por outro lado, se as práticas lascivas foram realizadas por consentimento mútuo, nenhum dos cônjuges tem base para alegar porneía como motivo bíblico para o divórcio. É assim porque nenhum dos dois é inocente, nem procura livrar-se do cônjuge culpado de porneía. Ambos os cônjuges são culpados. Tal caso, se for trazido à atenção dos anciãos na congregação, seria tratado como qualquer outra transgressão séria.

      ● Quem pode corretamente chamar a Deus de “Pai”?

      Visto que Jeová Deus é o Criador e a Fonte da vida, todos os humanos são realmente “progênie” dele, seus filhos, conforme diz o apóstolo inspirado em Atos 17:28, 29. Portanto, todos os que sinceramente reconhecem isso podem corretamente chamá-lo de “Pai”.

      As Escrituras mostram claramente que a expressão

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