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  • A 50.a classe de Gilead é animada a buscar a sabedoria
    A Sentinela — 1971 | 1.° de novembro
    • ali, ou nos naturais do país que são maduros e que talvez sirvam como superintendentes nas congregações. Em vez de falarem orgulhosamente de sua própria erudição, deviam humildemente escutar os missionários mais experientes. Deviam devotar seus esforços e sua atenção a aprender como melhor ajudar as pessoas daquele país a obter compreensão da Palavra de Deus. O uso da sabedoria os orientara a se concentrarem nisso, sua obra principal, e os impedirá de desviarem a atenção para coisas sem proveito. — Pro. 17:24; 16:9.

      Milton G. Henschel, diretor da Sociedade Torre de Vigia, aconselhou os formados que, no empenho sábio na sua carreira missionária, deviam manter forte a sua fé. Podiam estar certos de que tal fé realizaria muito para eles, assim como o apóstolo Paulo ilustrou enfaticamente no capítulo onze do livro bíblico de Hebreus.

      Os prospectivos missionários ficaram muito animados com as palavras de outro orador, Fred W. Franz, vice-presidente da Sociedade. Ele trouxe à atenção um fato da sabedoria científica, a saber, a lei da gravidade, força que se manifesta em todo o universo físico. Daí salientou que o espírito santo de Jeová é uma força muito mais poderosa e permeia tudo. Pode-se ter plena certeza de que esta força opera com a mesma potência no território mais remoto e isolado como na própria pátria da pessoa, onde esta esteve talvez sempre cercada de irmãos cristãos. — Sal. 139:7.

      Nas suas extensas citações do Salmo 139, F. W. Franz salientou as palavras de Davi: “Se eu fizesse meu leito no Seol, eis que lá estarias tu”, Jeová. (Sal. 139:8) Concordemente, o missionário de Jesus Cristo não deve temer a possibilidade de morrer na sua designação ou pensar que precisa voltar para seus parentes queridos para findar seus dias. Pois, por meio do seu espírito, ‘Deus pode penetrar no próprio túmulo e ressuscitá-los!’ exclamou Franz. ‘Entretanto’, concluiu ele, ‘não vão para a sua designação para morrer, mas para viver — para viver a fim de proclamar às pessoas as boas novas do Reino de Deus, a fim de que elas, por sua vez, possam viver’.

      Todos os cinqüenta estudantes estavam habilitados para receber a Certidão de Mérito da Escola. Ao passarem um por um pelo palco, foram-lhes entregues as suas designações, para dezenove países. Quando se anunciou o 5.000° graduado da Escola — um Jovem da Áustria, que foi designado para Formosa — ele foi aclamado cordialmente pela assistência.

      À tarde chegou a vez dos estudantes de entreter e edificar a assistência. Fizeram isso primeiro por meio dum programa informal em que se apresentou música típica dos oito países que representavam. Depois veio o ponto saliente da tarde, um drama que os estudantes haviam preparado durante semanas. Intitulava-se “Jeová Abençoa os Leais” e salientava o tempo em que vivemos agora, tão próximo da nova ordem de Deus, exortando à pureza moral em lealdade a Jeová; tratava-se de bom conselho neste período crítico, em que prevalece a imoralidade no mundo.

      A Escola de Gilead, situada em Brooklyn, Nova Iorque, foi fundada em 1943, para treinar os jovens das testemunhas de Jeová que fossem capazes e estivessem dispostos a ser enviados a uma designação missionária no estrangeiro. Ao chegarem à sua designação estrangeira, fornece-se a estes missionários moradia e alimentação adequadas, por parte da Sociedade Torre de Vigia, mas eles não levam ali uma vida abastada ou ociosa, assim como se dá com muitos dos missionários da cristandade.

      Os missionários formados em Gilead têm estado na dianteira na proclamação do Reino em toda a terra. Em 1943, o número dos ministros e pregadores ativos das boas novas, fora dos Estados Unidos, era de 53.839. Em 1970, o número havia aumentado a 1.094.510. Deveras é como Jesus disse: “A sabedoria é provada justa pelas suas obras.” — Mat. 11:19.

  • O que faria seu filho?
    A Sentinela — 1971 | 1.° de novembro
    • O que faria seu filho?

      ● Numa assembléia das testemunhas de Jeová, um rapaz de doze anos dirigiu-se ao Departamento de Perdidos e Achados e perguntou se havia ali o dólar que tinha perdido. Foi-lhe dado um que havia sido entregue ali de manhã, mas, depois de examiná-lo bem, ele disse: “Não, não acho que seja o meu dólar. Vou esperar até depois da assembléia, e se ninguém o reclamar, terei certeza de que é meu.”

      Que exemplo brilhante dos jovens atuais que são treinados pela Palavra de Deus a seguir a justiça! Na noitinha de domingo, o dólar não reclamado estava à espera do rapaz quando voltou.

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