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  • Como dirige a sua vida?
    A Sentinela — 1983 | 15 de janeiro
    • 20, 21. Que podemos aprender a respeito de orientações congregacionais, e qual deve ser nossa atitude diante delas?

      20 Algumas regras são especificamente para o bem da congregação. Por exemplo, no passado alguns cristãos tinham a capacidade de falar em línguas. As instruções de Paulo foram que apenas dois ou três deles falassem numa mesma ocasião, que se alternassem e que estivesse presente um tradutor — regras que promoviam a paz e a ordem. (1 Coríntios 14:26-33) Similarmente, os anciãos numa congregação atual talvez dêem instruções a respeito de manter livres as saídas do Salão do Reino, de não guardar lugares desnecessariamente e de estacionar veículos de modo que mostre consideração para com o próximo, e com segurança. Tais regras congregacionais não são antibíblicas, pois têm a mesma finalidade (paz e boa ordem) como era o caso da recomendação de Paulo a respeito de falar em línguas. Relacionado com isso, existe a recomendação bíblica: “Sede obedientes aos que tomam a dianteira entre vós.” (Hebreus 13:17) Visto que o nosso empenho de evitar pecados, tais como mentir ou roubar, envolve a obediência a Deus, este texto deve referir-se à nossa obediência às orientações dos anciãos em assuntos congregacionais. E fazer isso não é difícil, se eles evitarem ‘dominar sobre os que são a herança de Deus’, de modo legislatório. — 1 Pedro 5:3.

      21 Outras “regras” ou métodos de fazer as coisas beneficiam o rebanho mundial. Por exemplo, solicita-se às Testemunhas de Jeová que entreguem relatórios a respeito de seu testemunho. (Compare com Atos 2:41, 42; 8:14.) A pessoa que oscila até o extremo da liberdade individual talvez discorde deste proceder. Pense, porém, no benefício advindo do fato de que os que supervisionam o rebanho têm tido condições de saber, à base de relatórios, a amplitude que o testemunho do reino tem alcançado, onde ajuda se faz necessária e quando um grupo de discípulos pode ser transformado em congregação. E não nos têm sido deleitoso ler os relatórios mundiais? (Ezequiel 9:11; Marcos 6:30; Atos 14:21-23; 15:3; 19:1-6) Confiantes em que Deus dirige seu povo, podemos demonstrar um espírito de apoio e cooperação.

      22. Por que é necessário estudar um pouco mais a matéria sobre a consciência?

      22 Além de leis ou regras específicas, as Escrituras contêm princípios úteis que cristãos sábios podem aplicar a fim de serem “sem defeito no seu caminho”. (Salmo 119:1) Os princípios são especialmente úteis em harmonizar a nossa consciência com o modo de pensar de Deus. Mas, que significa isso no que tange a ‘assuntos de consciência’? Alguns têm tido o conceito: ‘Se é algo entregue à minha consciência, o que eu faço é assunto inteiramente pessoal.’ Examinemos o assunto no artigo seguinte e saibamos adicionalmente como treinar nossa consciência a fim de derivar dela o maior benefício possível.

  • Tire proveito de sua consciência dada por Deus
    A Sentinela — 1983 | 15 de janeiro
    • Tire proveito de sua consciência dada por Deus

      “A lei de seu Deus está no seu coração; seus passos não vacilarão.” — Salmo 37:31.

      1, 2. Por que sermos guiados por nossa consciência deve interessar-nos? (Provérbios 12:15; 14:12)

      EMBORA Deus não tenha dado aos cristãos um extenso código de leis, ele nos forneceu algumas leis, ou regras específicas, e muitos princípios para serem aplicados segundo a nossa fé e consciência. Mas, uma coisa é ter uma consciência e outra coisa é tirar pleno proveito dela. Muitos acham que, ‘se algo não incomoda a minha consciência, está tudo bem’. É correto tal raciocínio?

      2 A Bíblia mostra que devido à carne pecaminosa, a nossa consciência pode desencaminhar-nos; ela pode ser fraca, mal orientada ou aviltada. Podemos compreender melhor o perigo do conceito “permita que sua consciência seja seu guia” por considerarmos os habitantes de Creta, do primeiro século, que eram conhecidos como “mentirosos, feras prejudiciais, glutões desempregados”. — Tito 1:10-12.

      3. No caso dos cretenses, como influiu neles a consciência?

      3 Como no caso de todas as pessoas, os cretenses tinham uma consciência inata. Mas não tiravam proveito dela. Escrevendo a Tito em Creta, o apóstolo Paulo disse: “Todas as coisas são puras para os puros. Mas, para os aviltados e os sem fé nada é puro, porém, tanto as suas mentes como as suas consciências estão aviltadas.” (Tito 1:15; Romanos 2:14, 15) A maioria dos cretenses tinham uma consciência insensível, que não os ajudava a fazer o que era moral ou limpo. (1 Timóteo 4:2) ‘Nada era puro’ para muitos cretenses. Como assim? Tendo consciências aviltadas, eles encaravam toda situação como oportunidade para fazer o mal. Talvez dissessem: ‘Isso não aflige minha consciência.’ Mas, devia ter afligido! Contudo, alguns judeus cretenses ou prosélitos estavam em Jerusalém para o Pentecostes de 33 EC. O conhecimento espiritual deles os teria ajudado a evitar serem mentirosos, injuriosos ou glutões. E os que aceitaram Jesus foram ajudados adicionalmente pelo que este ensinou sobre ter uma consciência boa e operante. — Atos 2:5, 11; Tito 1:5; 2:2-5; 3:3-7.

      4, 5. Do caso de Paulo, que podemos aprender a respeito de consciência?

      4 A consciência, porém, pode desencaminhar até mesmo uma pessoa exposta à influência da Palavra de Deus e que deseja agir com acerto. Saulo, ou Paulo, conhecia as Escrituras e adorava a Deus zelosamente de acordo com a Lei. Contudo, deixou de acompanhar o desenrolar progressivo da vontade de Deus. Depois que o Messias veio, pregou e morreu em cumprimento de profecia, Paulo continuou praticando o judaísmo farisaico. Sua consciência não o impediu de ‘perseguir a congregação’ e de ‘respirar ameaça e assassínio contra os discípulos do Senhor’. — Filipenses 3:4-6; Atos 9:1, 2.

      5 Esses exemplos mostram que nossa consciência pode desencaminhar-nos. Visto que temos muitas decisões a tomar sobre assuntos não abrangidos por leis bíblicas específicas, mas que são assuntos de consciência, precisamos saber como treinar nossa consciência e derivar dela o máximo proveito. Consideraremos a seguir três aspectos.

      QUE INDICA A PALAVRA DE DEUS?

      6, 7. Qual é uma das maneiras em que a Palavra de Deus pode ajudar-nos em assuntos de consciência?

      6 A perfeita Palavra de Deus contém muito que pode esclarecer-nos quanto ao pensamento de Deus, ou quanto a princípios, e educar a nossa consciência. Como já observado, José não dispunha de lei escrita de Deus contra o adultério. Mas, a consciência de José estava corretamente educada. Sem dúvida, havia meditado no fato de que Deus tencionara que o marido e a esposa (“os dois”) fossem uma só carne, sem a intrusão de uma terceira parceria adúltera. E José certamente sabia dos acontecimentos que envolveram o amigo de Deus, Abraão, que forneceram indícios da posição de Deus quanto ao adultério. — Mateus 19:5; Gênesis 2:24; 20:1-18.

      7 Podemos similarmente tirar proveito. Por exemplo, talvez tenhamos de tomar uma decisão quanto a participar numa refeição ou negociar com alguém de outra nacionalidade, raça ou formação. Isso é assunto de decisão pessoal. Se, contudo, tivermos assimilado da Bíblia a atitude de Deus, de imparcialidade e justiça, a nossa consciência educada neutralizará qualquer preconceito que talvez nos tenha cercado ao crescermos. Agiremos concordemente. (Atos 10:34, 35; Tiago 2:1-4) Desta forma, os princípios bíblicos também podem nos ajudar.

      8. Quando temos de tomar uma decisão de consciência, que devemos fazer?

      8 Quando temos de decidir um assunto de modo a ‘termos uma boa consciência’, devemos procurar saber o que Jeová diz que se relacione com o assunto, pois isso pode e deve influir em nossa consciência e em nossa decisão. (1 Pedro 3:16) Além de verificar se há leis que se apliquem diretamente, devemos interessar-nos em saber se há algum princípio bíblico relacionado com o assunto. Será que Jesus fez ou disse algo que revelasse qual era seu pensamento nessa questão? Podemos pesquisar o assunto nas publicações bíblicas que o abordam. E podemos consultar co-cristãos que talvez possam nos ajudar a encontrar princípios bíblicos relevantes. Naturalmente, essa iniciativa não deve ser tomada com a idéia de que eles devem assumir a nossa responsabilidade, nem devemos perguntar: ‘Se estivesse em meu lugar, o que faria’? — Gálatas 6:5.

      9. Qual é o nosso alvo, ao decidirmos assuntos relacionados com a consciência?

      9 Nas situações em que precisa ser tomada uma decisão pessoal, os cristãos sinceros devem seguir um proceder que os deixe com uma consciência tranqüila para com Deus. Devem prezar poder dizer: “Nossa consciência [dá testemunho] que nos temos comportado no mundo com santidade e sinceridade piedosa . . . porém, mais especificamente para convosco.”(2 Coríntios 1:12) O quanto um cristão ama a Jeová e a seus princípios pode evidenciar-se das decisões que toma em assuntos de consciência.

      COMO INFLUIRÁ EM OUTROS?

      10, 11. Uma pergunta a respeito de alimento, levantada na antiga Corinto, ilustra que segundo aspecto quanto a questões pertinentes à consciência?

      10 Visto que os cristãos querem que sua consciência os motive a imitar a Deus, a preocupação amorosa com outros deve ser uma influência importante nas decisões que envolvem a consciência. Este aspecto entrou em pauta quando Paulo escreveu a respeito de vários assuntos relacionados com alimento.

      11 Na congregação coríntia, surgiu uma preocupação a respeito de carne que havia sido sacrificada a ídolos. Para um cristão, teria sido idolatria comer carne sacrificial durante uma cerimônia idólatra. Mas Paulo explicou que não era pecado comer carne que sobrasse dos sacrifícios, que fosse vendida em estabelecimentos comerciais tipo restaurante, ligados a um templo, ou em açougues públicos. (1 Coríntios 8:10; 10:25; Atos 15:29) No entanto, alguns cristãos que previamente haviam adorado ídolos eram sensíveis (tinham consciência fraca) quanto a comer tal carne, mesmo quando era vendida publicamente, sem conexões religiosas. Embora não justificasse a consciência fraca, Paulo instou com outros que levassem em conta esses irmãos. Teria sido desamoroso fazer o que pudesse levá-los a tropeçar ou a sentir-se conscienciosamente livres para participar de novo na idolatria.

      12, 13. Por que devem ser levados em conta os conceitos e a consciência dos outros? Exemplifique.

      12 Paulo demonstrou a atitude que todos nós devemos ter: “Se o alimento [ou qualquer outra coisa] fizer o meu irmão tropeçar, nunca mais comerei carne alguma.” Se, num assunto que compete a nossa consciência, em que temos, portanto, a liberdade de agir, desconsideramos a consciência dos outros e assim ‘arruinamos os nossos irmãos pelos quais Cristo morreu’, podemos perder nossa boa relação com Deus. Paulo perguntou: “Por que haveria de ser julgada a minha liberdade pela consciência de outra pessoa?” (1 Coríntios 8:3, 11-13; 10:29) Embora um indivíduo ache que se trata de ‘assunto pessoal de consciência’, se prejudicar outros, isso pode resultar em ele ser julgado adversamente por Jeová. Isso mostra quão enganoso pode ser pensar ‘se depende de minha consciência, está tudo bem’.

      13 Considere o ocorrido com um casal que recebia os benefícios dum estudo bíblico, assistia às reuniões e estava em vias de se batizar. Um ancião na congregação disse ao marido que ele havia gostado de um certo filme. O homem replicou: ‘O quê?! Você assiste a filmes impróprios para menores de 18 anos?’ O ancião tentou justificar-se, dizendo que alguns desses filmes (considerados questionáveis mesmo pelo mundo) têm valor se os aspectos objetáveis forem desconsiderados. Mas, parece que isso influiu no homem. Depois disso seu progresso foi mais lento do que o de sua esposa. Se o ancião tivesse refletido sobre textos tais como Colossenses 3:2-8, Efésios 5:3-5 e Mateus 7:12, estes talvez tivessem influído em sua consciência e na sua conduta. — 1 Coríntios 9:22, 25-27.

      14, 15. Como pode a consciência do corpo de anciãos ter alguma influência em certos assuntos pessoais?

      14 Levar outros em consideração envolve também não esperar que aprovem algo que vá de encontro à consciência deles. Por exemplo, os anciãos congregacionais são responsáveis pela concessão de permissão para a realização de cerimônias de casamento no Salão do Reino, pela maneira como estas são realizadas, como o salão é decorado, e assim por diante.a Os anciãos duma congregação escreveram: “Num casamento todas as damas de honra desfilaram pelo corredor, abanando-se com leques. O próximo casamento tinha de superar o primeiro, de modo que as damas de honra percorreram o corredor girando sombrinhas. O próximo tinha de ser maior e melhor; eles queriam vinte damas de honra e vinte acompanhantes. O Salão do Reino começava a ser usado como circo.”

      15 Era isso ‘um assunto de consciência’ para decisão particular? Não. Embora a consciência dum casal de noivos permita algo excessivo ou extravagante, a consciência coletiva dos anciãos não poderia ser despercebida. Embora não queiram impor seu gosto pessoal, eles têm por objetivo final a paz, a união e a espiritualidade da congregação inteira. E devem conscienciosamente ajudar pessoas para que ‘saibam como devem comportar-se na família de Deus, que é coluna e amparo da verdade’. — 1 Timóteo 3:15; 1 Coríntios 10:1.

      16. Se você tiver de decidir um assunto que compete à sua consciência, que deve considerar?

      16 Assim, ao enfrentar uma decisão ‘num assunto de consciência’, devemos refletir sobre (1) o que a Palavra de Deus diz sobre isso e (2) como nossa decisão pode influir em outros ou envolvê-los. Há, porém, um terceiro aspecto importante.

      COMO SEREMOS NÓS MESMOS INFLUENCIADOS?

      17. Como foi que a consciência influenciou um irmão na cidade de Nova Iorque?

      17 A revista Natural History, de agosto de 1981, publicou um artigo a respeito de mensageiros da cidade de Nova Iorque que entregam, de bicicleta, encomendas e cartas urgentes a firmas na cidade. Entre exemplos de homens que entraram nesse tipo de serviço, lemos: “Donald, mensageiro de 41 anos, tem condições de sustentar sua esposa e um filho de 15 anos, com os seus vencimentos. Donald era processador de filmes, mas largou sua profissão porque, como Testemunha de Jeová, não podia fechar os olhos ao papel que desempenhava na produção de material pornográfico. Como mensageiro, não somente tem uma consciência limpa, mas pode também fazer seu próprio horário de trabalho para empregar mais tempo no proselitismo.”

      18. (a) Como talvez tenha esse irmão chegado à sua decisão? (b) Que lição pode você aprender disso?

      18 Vários fatores pesam nas decisões relacionadas com emprego (veja quadro na página 26). Similar ao caso de Donald, o cristão talvez trabalhe numa firma que processa filmes — fotografias, filmes domésticos filmes de propaganda, filmes de cinema. Gradativamente, vai aparecendo algum material pornográfico. A certo ponto, a consciência do cristão começa a incomodá-lo. Talvez verifique que ele mesmo está sendo forçado a um envolvimento com pornografia ou com outra atividade ilegal. Quer por ser identificado com uma firma que trabalha com pornografia, quer devido ao que se espera que ele faça, talvez verifique que precisa largar esse emprego a fim de permanecer “irrepreensível”, o que seria de interesse especial no caso de pessoas que tivessem ou almejassem oportunidades de serviço na congregação. Ao procurar outro trabalho, poderá confiantemente contar com a bênção de Jeová. (1 Timóteo 3:2, 8-10; Romanos 13:5) Sem dúvida, há muitos cristãos que abandonaram tais empregos em vez de permitirem que a impureza os corrompesse gradualmente. (Veja Mateus 5:28.) Assim, quando temos uma decisão a tomar que envolva a consciência, devemos perguntar: ‘Se eu fizer isso ou recusar-me a fazê-lo, como isso me afetará?’ Certamente, não devemos desconsiderar a nossa consciência, cauterizando-a e tornando assim mais fácil fazer o que é errado no futuro. — 1 Timóteo 4:2; Judas 10; Efésios 4:18, 19.

      19, 20. (a) Como podem tanto a consciência como a fé exercer uma influência quanto ao nosso ministério? (b) Ricos ou não, qual deve ser o nosso desejo?

      19 Ao refletirmos sobre a decisão conscienciosa feita por Donald, devemos observar que, além de procurar uma relação aprovada com Jeová, ele desejava divulgar em maior escala a sua fé. Isso harmoniza-se com a ligação que Paulo faz entre a consciência e a fé: “O objetivo desta ordem é o amor proveniente dum coração puro, e duma boa consciência, e duma fé sem hipocrisia.” — 1 Timóteo 1:5.

      20 É elogiável quando a fé duma pessoa e seu desejo de ter uma boa consciência levam-na a fazer ajustes, de modo que ‘seus passos não vacilem’ e que possa dispensar mais tempo e atenção a divulgar “todo o conselho de Deus”. (Atos 20:26, 27) Como, porém, devemos encarar outros cujas circunstâncias aparentemente permitem-lhes fazer mais na pregação, mas que disso não se aproveitam? Talvez tenham bom rendimento proveniente de seu emprego ou de seus negócios e já parecem ter dinheiro suficiente para viver confortavelmente neste sistema. Contudo, em vez de regozijarem-se na tarefa de fazer discípulos, por tempo integral, como pioneiros, eles prosseguem no empenho de expandir seus negócios, sua casa, e em aumentar seus confortos.b (Veja Marcos 10:17-22; Lucas 12:16-21.) Não nos compete julgar outros em tal assunto, pois “cada um de nós prestará contas de si mesmo a Deus”. Em vez disso, permitamos que a nossa fé nos mova, sem hipocrisia, a servir a Deus ao máximo, de modo a termos uma consciência limpa. — Romanos 14:1-4, 10-12.

      GUIADOS POR UMA BOA CONSCIÊNCIA

      21. Que efeito positivo pode a nossa consciência ter sobre nós?

      21 Uma consciência cristã corretamente educada e sensível nos guiará a fazer o que é bom. Fez isso no caso de Paulo. Ele estava tão interessado em ‘seus irmãos’, co-judeus, que escreveu: “Minha consciência dá testemunho comigo, em espírito santo, de que tenho grande pesar e incessante dor no meu coração.” (Romanos 9:1-3) Sim, ele fez tudo o que lhe era possível para partilhar com eles as boas novas do cristianismo.

      22. Por que pode a consciência motivar-nos mesmo além do que as regras possam conseguir?

      22 Deve-se dar o mesmo no nosso caso. Se apreciarmos o valor de nossa consciência dada por Deus, não estaremos propensos a pensar simplesmente em termos de regras. As regras talvez estabeleçam requisitos, ou alvos, mínimos. Mas, uma consciência estimulada pelo amor e pela fé provavelmente exigirá mais de nós, motivando-nos a sacrifícios e altruísmo maiores. Desse modo certamente tiraremos proveito de nossa consciência. Ela nos manterá afastados das coisas que possam resultar na desaprovação de Deus e ajudar-nos-á a fazer as coisas que ele explicitamente aprova. É especialmente assim à medida que nossa consciência nos guia em direção a termos uma participação maior em proclamar as boas novas. Que proveito maior poderia haver do que aquele que Paulo mencionou a Timóteo? Ele disse: “Presta constante atenção a ti mesmo e ao teu ensino. Permanece nestas coisas, pois, por fazeres isso, salvarás tanto a ti mesmo como aos que te escutam.” — 1 Timóteo 4:16.

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