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Manifesta compreensão nas suas dádivas?A Sentinela — 1962 | 15 de fevereiro
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daremos liberalmente, segundo a ocasião e os nossos meios, mas também alegremente. — Rom. 12:8; 2 Cor. 9:7.
Imitemos assim o grande Dador, por manifestarmos compreensão em nossas dádivas. — Tia. 1:17.
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A solicitação para uma boa consciênciaA Sentinela — 1962 | 15 de fevereiro
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A solicitação para uma boa consciência
O que é a consciência? Como funciona? É ela um guia seguro?
A MAIORIA de nós estamos acostumados com dispositivos de segurança. Há um vibrador em alguns automóveis que vibra quando se excede o limite de velocidade; o cheiro de gás previne o perigo quando o gás do fogão da cozinha está escapando; uma febre no corpo humano notifica uma infecção e, há também a consciência.
A consciência também é um dispositivo de segurança. Ela é uma faculdade da mente que nos diz se estamos certos ou errados. Ela nos acusa ou nos exime de culpa. Ela julga. Ela decide a qualidade moral de nossos pensamentos e de nossos atos. Expõe-nos os motivos ocultos. Além de expressar julgamento, a consciência faz algo mais: dá prazer ou causa sofrimento pela boa ou pela má conduta. Assim, a consciência é um dispositivo de segurança moral.
O termo consciência não se encontra nas inspiradas Escrituras Hebraicas nem nas palavras de Jesus Cristo. Ele foi introduzido nos escritos gregos pelo apóstolo Paulo. A palavra aparece também no livro de Atos e na primeira epístola de Pedro. Paulo mostra a função da consciência, nestas palavras: “Quando, pois, os gentios que não têm lei, procedem por natureza de conformidade com a lei, não tendo lei, servem eles de lei para si mesmos. estes mostram a norma da lei, gravada nos seus corações, testemunhando-lhes também, a consciência, e os seus pensamentos mutuamente acusando-se ou defendendo-se.” — Rom. 2:14, 15, ALA.
Outros aspectos referentes à consciência são expressos pelos seguintes entendidos do mundo. O Dr. Mackenzie, no seu Manual de Éticas, em inglês, diz: “Eu preferiria dizer simplesmente que a consciência é um sentimento pesaroso resultado de nossa discrepância de princípio.” Shaftesbury, de acordo com The Catholic Encyclopedia (Enciclopédia Católica), considera a consciência como a percepção do que é errado, não do que é certo. Carlyle, no seu Essay on Characteristics (Ensaio Sobre Características) afirma que as pessoas não saberiam que têm uma consciência se nunca tivessem pecado ou ofendido alguém. Ele ensina que o seu uso é negativo, para prover salvaguarda contra o mal feito. Entretanto, Theophilus Parsons, em seu Deus Homo: Deus-Homem, declara: “Por consciência se quer dizer não apenas saber que há uma diferença entre o certo e o errado, mas uma preferência entre o certo e o errado e uma felicidade de se escolher, de se fazer, de se estar certo, e algo pesaroso
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