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  • Fique vigilante contra o efeito cauterizador do pecado

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  • Fique vigilante contra o efeito cauterizador do pecado
  • A Sentinela Anunciando o Reino de Jeová — 1967
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A Sentinela Anunciando o Reino de Jeová — 1967
w67 15/2 pp. 99-101

Fique vigilante contra o efeito cauterizador do pecado

AMA o que é certo, não ama? Naturalmente que sim, ou é bem provável que não estaria lendo estas linhas. Sendo assim, desejará ficar vigilante contra o efeito cauterizador do pecado, que o tornaria indiferente ao que é certo e ao que é errado.

O Criador o dotou de uma consciência com que pode julgar o certo e o errado. Os animais inferiores não têm tal faculdade, sendo esta uma das muitas evidências do grande abismo que separa o homem do animal. Pode-se treinar um cachorro a não pegar certas coisas, mas não se lhe pode ensinar que é errado roubar. Precisa-se de razão para se poder avaliar os princípios morais, e a razão está além da capacidade dos animais irracionais. Segue-se que, se o homem permitir que sua consciência se cauterize, insensibilize, endureça, amorteça, mediante repetidas excursões descuidadas ou voluntárias no pecado e no erro, torna-se como animal irracional. É como se sua campainha de aviso moral não mais funcionasse por causa de despercebê-la repetidas vezes. Como avisa o apóstolo Pedro, por tal erro ele terá de pagar o preço da ira de Deus. — 2 Ped. 2:12, 13.

Este efeito cauterizador do pecado pode ser visto por toda a parte, como foi predito: “Nos períodos posteriores de tempo alguns se desviarão da fé, . . . marcados na sua consciência como que por um ferro de marcar.” Como se disse dos israelitas nos dias de Jeremias, pode-se dizer destas pessoas: “Assim serão confundidos pelo procedimento abominável, mas a vergonha lhes é desconhecida, e não sabem mais o que seja enrubescer.” São como a esposa infiel que comete adultério e que diz: “Eu não fiz mal algum.” — 1 Tim. 4:1, 2; Jer. 6:15; Pro. 30:20, CBC.

O efeito cauterizador do pecado pode bem ser ilustrado pelo efeito do hábito de fumar. Por causa do prazer obtido da satisfação de um desejo adquirido, incontáveis milhões de pessoas, hoje, continuam a fumar cigarros apesar da sempre crescente evidência de quão extremamente perigoso é o fumar cigarros. Entre a mais recente evidência, incidentalmente, acha-se a fornecida pela Sociedade Norte-Americana do Câncer, mostrando que o índice de mortes de doenças coronárias nos Estados Unidos entre os fumantes de cigarros é três vezes superior à dos não-fumantes. — Times de Nova Iorque, de 9 de maio de 1966.

Sim, o pecado é assim. Aqueles que, por descuido ou voluntariamente se deixam cauterizar pelo pecado se tornam indiferentes a tantas coisas de valor. Assim, muitos são os homens de meia idade que sacrificaram a felicidade da família, da esposa e dos filhos, por se terem enamorado de certa mulher mais jovem, o que talvez tenha começado como um flerte. Em resultado, ficou mais preocupado com a autogratificação do que ter um bom nome, o qual a Palavra de Deus nos diz que “vale mais que grandes riquezas”. Então cai em ouvidos surdos o conselho de continuar a considerar as coisas que forem justas, castas, amáveis, bem conceituadas e dignas de louvor. Se for ministro cristão, talvez até se torne indiferente quanto a ter “testemunho excelente” de outros e até mesmo com respeito à sua esperança de vida interminável em felicidade no novo sistema de coisas de Deus. — Pro. 22:1, CBC; Fil. 4:8; Atos 16:2; 1 Tim. 3:7.

Hoje em dia, há tantos incentivos ao pecado, a respeito dos quais devemos ficar vigilantes. Para começar, há o ambiente iníquo em que nos encontramos. Na verdade, estes são os preditos “tempos críticos, difíceis de manejar”. (2 Tim. 3:1-5) Nunca antes grassou tanto a anarquia de todo tipo. A ética nos negócios, na política, na religião e na vida familiar atinge seu nível mais baixo. Os criminosos, ao invés de serem condenados pelos seus crimes, são romantizados pela sua audácia, perícia e êxito; como no caso dos ladrões britânicos que conseguiram escapar com duas toneladas de notas bancárias no valor de Cr$ 15​.​400​.​000​.​000 e das quais apenas cerca de 10 por cento foram recuperados. — Life, 8 de abril de 1966.

Daí, há as tendências pecaminosas em nossos corpos, conforme foi reconhecido pelo Criador, Jeová Deus, logo depois do dilúvio dos dias de Noé: “Os pensamentos do seu coração são maus desde a sua juventude.” Cerca, de 2.500 anos depois, o apóstolo Paulo testificou quanto à mesma lei que operava em seus membros: “O bem que quero, não faço, mas o mal que não quero, este é o que pratico.” O apóstolo, porém, jamais deixou de lutar contra este. — Gên. 8:21, CBC; Rom. 7:19.

Assim, há em nós a tendência de gravitar para baixo, contra a qual temos de lutar continuamente. Talvez seja a tentação de colar nas provas escolares ou de roubar do empregador ou vadiar no serviço. A menos que combatamos tais tendências, ficaremos cauterizados a respeito delas e sofreremos a perda do respeito próprio, bem como nos tornaremos passíveis de cometer formas mais gritantes de desonestidade. O alcoolismo, o vício de entorpecentes e as aberrações sexuais são casos extremos em que, com mais freqüência, as vítimas não desejam ser curadas, por causa do efeito cauterizador do pecado.

A fim de ficar vigilante contra o efeito cauterizador do pecado, tem de dar ouvidos ao conselho de Jesus: “Mantende-vos vigilantes e orai continuamente, para que não entreis em tentação. O espírito, naturalmente, está ansioso, mas a carne é fraca.” Sim, reconheça suas fraquezas e erga barreiras contra elas. Faça como disse que fazia o apóstolo Paulo: “Esmurro o meu corpo, e o reduzo à escravidão.” Não literalmente o esmurrando, por certo, mas fazendo que se comporte. — Mat. 26:41; 1 Cor. 9:27, ALA.

Encha a mente do tipo correto de alimento mental, em especial, leia a Bíblia e publicações relacionadas; escolha para associados os que pensam sobre isso da sua maneira. Também, observe que a oração, para ser de ajuda, precisa ser fervorosa, “com espírito santo”. Isso significa não apenas pedir loquazmente a Deus o perdão, mas determinar e prometer a Ele agir melhor e então atuar em harmonia com suas orações. — Judas 20.

Se, de formas como estas, assim como fez o apóstolo Paulo, ‘estiver exercitando-se continuamente para ter a consciência de não ter cometido ofensa contra Deus e os homens’, estará cuidando-se do efeito cauterizador do pecado e, semelhante a ele, poderá também dizer: “Eu me comportei perante Deus com uma consciência perfeitamente limpa, até o dia de hoje.” — Atos 24:16; 23:1.

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