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  • Não resista ao conselho de Jeová
    A Sentinela — 1966 | 15 de janeiro
    • me chamarão, mas não responderei, procurar-me-ão, mas não atenderei. Porque eles detestam a ciência sem antepor-lhe o temor do Senhor [Jeová], porque repelem meus conselhos com desprezo às minhas exortações.” — Pro. 1:25, 26, 28-30, CBC.

      ACEITE O CONSELHO DE JEOVÁ

      23. Por que tanto Jeová como a Sua organização nos dão conselho?

      23 Quer o conselho de Jeová venha por meio de sua Palavra escrita ou por meio de sua organização, é para o nosso próprio bem. Ele está interessado em seu bem-estar e em seu futuro eterno. A Sua justa nova ordem é para o leitor, e Seu conselho é dado para lhe ajudar a permanecer na vereda que conduz a ela. A Sua organização terrestre está igualmente interessada em seu bem-estar. Deseja que mantenha integridade a Jeová Deus e granjeie a Sua aprovação. Deseja que viva uma vida feliz, pacífica e produtiva agora, bem como depois da guerra do Armagedom, de Deus. Deseja que receba a dádiva da vida interminável. Assim, todo conselho que lhe dá, visa esse fim.

      24, 25. Que atitude devemos tomar para com o conselho de Jeová, e que posição devemos tomar para com a ação congregacional levada a efeito contra um amigo?

      24 Seja receptivo ao conselho de Jeová e lealmente o sustente. Quando lhe insta a procurar as associações corretas, seja diligente de agir como ele diz. Incentive seus irmãos e irmãs espirituais a escutar tal conselho. Se as associações corretas foram vitais à saúde espiritual dos israelitas, não são também para o leitor? Quando ignorar tal conselho, estará ferindo a si mesmo.

      25 Às vezes, preciso é que a comissão judicial duma congregação aja contra certa pessoa da congregação. Embora tal pessoa talvez seja amigo íntimo ou parente, não resista ao arranjo de Jeová por se colocar do mesmo lado que tal pessoa, contra a organização. A ação é necessária, e é tomada para o bem de toda a congregação. Tais acontecimentos desagradáveis provam seu amor a Jeová e à Sua organização. O leitor deixará de mostrar amor e lealdade à organização de Jeová quando tomar o lado das pessoas contra as quais ela se veja obrigada a agir. — 1 Cor. 5:9-13.

      26. Por que é sempre melhor seguir as orientações de Jeová?

      26 O que talvez pareça sábio aos seus olhos não é melhor do que aquilo que Jeová diz. “Não sejas sábio aos teus próprios olhos, teme o Senhor [Jeová] e afasta-te do mal.” (Pro. 3:7, CBC) Compreenda que os interesses e as amizades egoístas podem lhe cegar ao que é justo aos olhos de Jeová. Não importa qual seja e sua conclusão, tirada de seu próprio raciocínio, siga às orientações de Jeová.

      27. Que atitude para com o conselho de Jeová deve ser cultivada?

      27 Não procure brechas em seu conselho e nas suas leis. Quando fizer isso, manifestará a atitude das pessoas mundanas que não desejam obedecer às leis, mas querem dar um jeitinho de passá-las por alto por motivos egoístas. Esta não é a atitude que se deve ter para com o conselho sábio e as leis justas de Deus. Se o leitor for alguém que já se dedicou a Deus, procurará obedecer a ele e não procurará meios de passar por alto o seu conselho e as suas leis. Não procurará brechas por meio das quais possa passar apertadamente a fim de evitar algumas sanções penais de Sua organização. Se desejar a bênção de Jeová e suas dádivas prometidas, tem de ter vívido desejo de fazer o que é correto aos Seus olhos.

      28. Expliquem quais são algumas das vantagens de dar ouvidos ao conselho de Jeová.

      28 Por dar ouvidos ao conselho de Jeová em tudo que fizer, todos os dias, poderá evitar dificuldades que abalam a vida. Não ficará torturado por consciência culpada, mas terá paz mental. Não sofrerá o rompimento de relações com Jeová e sua organização, mas saberá que suas relações com Deus e sua organização são boas. Poderá aguardar confiantemente ser preservado através da vindoura batalha do Armagedom, quando Jeová executar seu julgamento adverso contra os iníquos. Se se vir confrontado pela morte, terá a esperança confiante duma ressurreição, porque tem seguido as orientações de Jeová.

      29. O que se nos insta a fazer?

      29 Reconheça o conselho de Jeová como o melhor que poderá obter. Aceite-o por aplicá-lo em sua vida diária. Não resista a ele por argumentar contra ele, por recusar-se a dar ouvidos a ele e por falar contra a organização de Deus. Não siga as pisadas dos israelitas que sofreram desastre nacional porque deixaram de ouvir o conselho de Jeová. Siga, ao invés, as pisadas de Jesus Cristo, que se deleitava em fazer a vontade de Jeová. Como sábios filhos e netos do Pai celestial, dê ouvidos à sua voz e aplique seu bom conselho todo dia de sua vida. “Meu filho, não te esqueças de meu ensinamento e guarda meus preceitos em teu coração, porque, com longos dias e anos de vida, assegurar-te-ão eles a felicidade.” — Pro. 3:1, 2, CBC.

  • A religião falsa e os sacrifícios humanos
    A Sentinela — 1966 | 15 de janeiro
    • A religião falsa e os sacrifícios humanos

      ◆ Certo explorador que fez pelo menos sete expedições a densas florestas da América do Sul, falou recentemente a respeito de uma tribo que queima suas vítimas. Daí, pulverizam os ossos e espalham os restos numa folha de banana e a comem. “Não são realmente canibais”, explica. “Trata-se dum rito religioso. Praticam isso com sua própria gente, também.” (Daily News de Nova Iorque, de 27 de março de 1965) Isto se tem mostrado verídico através da história: A religião falsa assassinou dezenas de milhares de vítimas em sacrifícios humanos. Os índios astecas, por exemplo, praticavam em larga escala o sacrifício humano. Em seu livro Daily Life of the Aztecs (Vida Diária dos Astecas), Jacques Soustelle conta como os astecas consideravam o sacrifício humano qual dever sagrado para com o sol como sendo deus. Descrevendo como os sacerdotes astecas, de mantos negros e de cabelos compridos, realizavam suas sangrentas funções religiosas, escreve: “Na forma mais comum do rito, a vítima era estendida de costas sobre uma pedra um tanto convexa, tendo os braços e as pernas seguras por quatro sacerdotes, enquanto um quinto o retalhava com uma faca de pedra dura e lhe arrancava o coração.” Isto, no entanto, era apenas uma variedade das formas de sacrifício humano. Quanto a outros tipos, escreve:

      “Dedicavam-se mulheres às deusas da terra, e, enquanto dançavam, fingindo não saber sua sorte, decepavam-lhes as cabeças; crianças eram afogadas como oferta ao deus da chuva Tlaloc; as vítimas do deus do fogo, anestesiadas por yauhtli (haxixe), eram lançadas às chamas; e as que personificavam o deus Xipe Totec eram amarradas num tipo de armação, atingidas por flechas e então esfoladas — os sacerdotes se trajavam com a pele. Na maioria dos casos, a vítima era vestida, pintada e adornada, de modo a representar o deus que estava sendo adorado.” — Págs. 97, 98.

      Nos tempos antigos, os cananeus ofereciam comumente seus filhos quais sacrifícios humanos a seus deuses falsos, o fogo sendo o método usual de sacrifício, assim como se tem dado tão amiúde com muitas religiões falsas. Até o verdadeiro povo de Deus, os israelitas, começaram a imitar os pagãos nesta forma abominável de rito religioso. A Bíblia nos conta o conceito de Jeová Deus sobre o assunto: “Ergueram o lugar alto de Tofet, no vale do filho de Enom para lá queimarem seus filhos e filhas, não lhes havendo eu ordenado tal coisa que nem me passara pela mente.” (Jer. 7:31, CBC) Este costume, junto com os falsos ensinos religiosos que afirmam que o próprio Deus atormenta as almas humanas eternamente num logo literal, é uma das razões pelas quais, conforme mostra a Bíblia, nenhum vestígio da religião falsa sobreviverá para a nova ordem de justiça de Deus.

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