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  • Como aceita conselhos?
    A Sentinela — 1975 | 1.° de novembro
    • ESPÍRITO E MOTIVAÇÃO CORRETOS EM DAR CONSELHO E REPREENSÃO

      O conselho, às vezes, pode incluir repreensão. A palavra radical hebraica para “repreender” significa: ‘decidir questões, endireitar assuntos’. A repreensão em si mesma, no sentido bíblico, é provar franca e bondosamente o que é direito e o que é errado numa questão. Dependendo das circunstâncias e da atitude do repreendido, pode ou não ser acompanhada de censura.

      O apóstolo revelou o espírito correto de alguém que dá conselhos, ao falar sobre a responsabilidade dos anciãos na congregação cristã: “Irmãos, mesmo que um homem dê um passo em falso antes de se aperceber disso, vós, os que tendes qualificações espirituais, tentai restabelecer [reajustar] tal homem num espírito de brandura ao passo que cada um olha para si mesmo, para que tu não sejas também tentado.” — Gál. 6:1; ed. ingl. rev. de 1971.

      Portanto, quando um ancião vê um irmão cristão adotar um proceder que poderá acabar sendo indesejável, por falta de experiência ou mau critério, não se vira simplesmente para outro lado, deixando o irmão sofrer as conseqüências. Nem lhe dará uma descompostura. Antes, o amor o obriga a indicar ao seu irmão o perigo, a imprudência ou o erro de seu proceder ou de seu modo de pensar, e faz isso num espírito de brandura.

      Por conseguinte, o motivo de se dar a repreensão é ajudar o repreendido. Quem repreende preocupa-se também em manter a paz e a saúde espiritual da congregação. Quem recebe a repreensão, se a aceitar corretamente, é salvo de se meter em dificuldades e de perder o favor aos olhos de Deus. Mudará, será reajustado.

      E SE O CONSELHO MAGOAR?

      Mas, o que fará se achar que certo conselho que recebeu foi injudicioso, talvez apenas a opinião do conselheiro? Antes de desconsiderar o conselho, considere a sua própria atitude. Procura agradar a si mesmo ou a Deus? Talvez seu proceder não seja errado em si mesmo. Mas, será que não faz caso do efeito que talvez tenha sobre outros? O apóstolo nos faz lembrar: “Nós, . . . os que somos fortes, devemos suportar as fraquezas dos que não são fortes, e não estar agradando a nós mesmos. Que cada um de nós agrade ao seu próximo naquilo que é bom para a edificação dele.” — Rom. 15:1, 2.

      Para orientar nosso proceder dum modo agradável a Deus, Paulo disse também: “Todas as coisas são lícitas; mas nem todas as coisas são vantajosas. Todas as coisas são lícitas; mas nem todas as coisas edificam.” (1 Cor. 10:23) Dentro da estrutura da lei cristã há ampla margem de ação, e o cristão tem de decidir muitas questões segundo a sua consciência cristã. Mas também precisa tomar em consideração a consciência dos outros. Nem todas as coisas edificam, quer a ele, quer os outros. Coisas assim bem que podem ser sacrificadas, especialmente quando estão em jogo o amor e a paz.

      Às vezes podem-se dar conselhos não com respeito a uma transgressão, mas para haver melhora e progresso. Suponhamos que seja aconselhado na qualidade de sua leitura pública. Isto talvez lhe venha como choque, por achar que esteja lendo bem. O que fará? Por que não simplesmente descobrir em que ponto sua leitura é fraca e o que poderá melhorá-la? Por certo, nenhum de nós é leitor perfeito — admite-se que há margem para melhoras. Exercite-se na leitura. Antes de fazer uma leitura pública, prepare-se por verificar a pronúncia e o significado das palavras, considere o sentido das sentenças e a ênfase segundo o sentido, e assim por diante. Sua leitura forçosamente há de melhorar, e isso lhe dará prazer.

      Ou talvez seja aconselhado a ser mais amigável com os outros. Pode ser que, no seu próprio coração, ache que tem personalidade amistosa. Mas, pelo visto, não se evidencia aos outros. Pois bem, aceite o conselho como tendo base; esforce-se a tomar maior interesse nos outros; seja mais extrovertido, mais expressivo, mais apreciativo. Não só criará melhores amizades, mas também o seu próprio espírito melhorará, e será mais feliz.

      Mesmo que fique profundamente magoado por causa do conselho, lembre-se do exemplo de Davi. Ele recebeu muita disciplina, mas Deus o estava treinando para coisas maiores. Davi disse, falando de experiência: “Golpeie-me o justo, será isso uma benignidade: e repreenda-me; será um excelente óleo, que não quebrará a minha cabeça.” (Sal. 141:5, Authorized Version) Mesmo que o conselho dum irmão seja duro de aceitar, não matará você, leitor, nem física nem espiritualmente, mas poderá resultar em ser como óleo calmante, revigorante. Se tomá-lo a peito, sentirá o cumprimento do provérbio: “Aquele que guarda a repreensão é o que é glorificado.” — Pro. 13:18; Heb. 12:11.

  • A morte de um Deus
    A Sentinela — 1975 | 1.° de novembro
    • A morte de um Deus

      O QUE quer dizer deus? A palavra “deus” significa “poderoso”. O termo foi muitas vezes aplicado a tudo o que é adorado como poderoso ou capaz de fazer o bem ou o mal aos seus adoradores. O deus pode ser objeto, pessoa, grupo de homens ou organização.

      O deus aqui em consideração é um grupo ou uma classe de homens. É o que a Bíblia chama de “homem que é contra a lei”. O apóstolo Paulo nos fornece uma descrição desse deus, como segue:

      “Ele se coloca em oposição [ao Deus Todo-poderoso] e se ergue acima de todo aquele que se chame ‘deus’ ou objeto de reverência, de modo que se assenta no templo de O Deus, exibindo-se publicamente como sendo deus.” — 2 Tes. 2:3, 4.

      Quem se enquadra nesta descrição do “homem que é contra a lei”? Poderíamos responder por perguntar: Quem adotou títulos tais como “Reverendo”, “Reverendíssimo”, “Padre”, “Santo Padre”, e outros assim, em oposição direta às palavras de Jesus em Mateus 23:8-12? (Veja Jó 32:21, 22.) Não o fizeram os clérigos, tanto católicos como protestantes? Não reivindicam o “rebanho de Deus” como sendo o seu rebanho, e não procuram, em muitos lugares, a todo custo, impedir que outros falem com as pessoas nas suas paróquias ou comunidades sobre a Palavra de Deus, se aquilo que tais pessoas dizem discordar dos ensinos dos clérigos? (1 Ped. 5:2) Esta foi exatamente a atitude e ação adotada pelos líderes religiosos, judaicos, para com a pregação de Jesus. (Luc. 11:52) Compare isso também com o proceder dos líderes judaicos da antiguidade. — Eze. 34:1-6; Miq. 3:5.

      Os clérigos usaram sua influência para fazer os governos proscrever ou severamente limitar e oprimir os que procuram ensinar a verdade bíblica ao povo. Muitos deles negaram a inspiração da Bíblia e a chamam de “mito”, “obsoleta” e inaplicável à vida moderna, colocando assim a sua própria palavra acima da de Deus e mostrando-se contra a lei para com Deus.

      Ao passo que os clérigos da cristandade procuraram elevar-se a uma posição divina, muitas coisas que fizeram não são nada divinas. Tornaram-se amigos do mundo, constituindo-se assim inimigos

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