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  • Instruir com brandura
    A Sentinela — 1967 | 15 de novembro
    • da humildade. — João 13:5, 13-15; Mat. 20:26, 27.

      27. Onde mais é essencial a brandura?

      27 A brandura é essencial na menor unidade da congregação, a saber, o círculo familiar. Pais e mães lidam uns com os outros e com seus filhos com brandura, não recorrendo a demonstrações de temperamento ruim ou falta de razoabilidade. O chefe de família, o marido, precisa dar muito conselho e disciplina, mas deve fazê-lo com brandura. Esta maneira branda de lidar com os filhos produzirá grande efeito a favor do bem nas mentes jovens. Aprenderão desde a infância que a forma branda é a forma de se lidar com os outros. Ao crescerem, tornando-se adultos, o espírito brando crescerá junto com eles e se tornará parte de sua personalidade cristã.

      28. Quais são os resultados da brandura?

      28 Instruir com brandura, então, é a maneira de agir de Deus. Obtém os melhores resultados quando pregamos aos de fora da congregação cristã, quando ensinamos e aconselhamos os de dentro da congregação, e quando instruímos e corrigimos no círculo familiar. Contribui para grande paz e felicidade, individual e coletivamente. Que imenso prazer é nos achar entre uma inteira sociedade de pessoas que produzem os frutos do espírito de Deus, que trabalham, vivem e instruem outros com brandura! Que Deus abençoa tais pessoas, Jesus deixou claro ao dizer: “Felizes os de temperamento brando, porque herdarão a terra.” — Mat. 5:5.

  • Será que dá “conforme tem resolvido no seu coração”?
    A Sentinela — 1967 | 15 de novembro
    • Será que dá “conforme tem resolvido no seu coração”?

      ELE tinha apenas nove anos, mas estava imbuído do espírito das boas novas do reino de Deus. Isto era evidente da carta que escreveu à filial da Sociedade Torre de Vigia (EUA) em Atenas: “Meus pais me disseram que se eu passasse nos exames escolares anuais com uma nota excelente, eles me dariam de presente 500 dracmas [cerca de NCr$ 46]. Com efeito, passei nos exames, e meus pais me deram este prometido presente em dinheiro, dizendo que eu o empregasse conforme quisesse. Depois de ter refletido, cheguei à decisão de usar este dinheiro para expandir a publicação das boas novas, e lhes remeto por meio do nosso superintendente.”a

      Notável? Sim; mas não é completamente ímpar, pois exercerem as boas novas do reino de Deus este efeito sobre as crianças pode também ser observado naquilo que uma criança rodesiana de cinco anos escreveu à filial da Sociedade Torre de Vigia (EUA) em Salisbury: “Prezados Irmãos, Aqui está meu donativo à Sociedade de 1/- [um xelim; valor, cerca NCr$ 0,38] que papai me deu para comprar doces. Ao invés de comprar doces, decidi enviá-lo à Sociedade, porque será de muito maior ajuda do que se eu comprar doces.”b

      Sim, é notável que criancinhas manifestem tal espírito altruísta, mas, talvez ainda mais notável é a forma madura como estas duas crianças se expressaram: “Depois de ter refletido, cheguei à decisão”, escreveu o menino de nove anos; e “decidi enviá-lo à Sociedade”, foi a forma de se expressar do menino de cinco anos.

      Ambos os jovens parecem ter pensado bastante primeiro no assunto, e então resolvido em seus pequeninos corações expressar um impulso altruísta e então agiram segundo tal decisão. Ao assim fazerem, agiam em harmonia com o conselho inspirado do apóstolo Paulo: “Quem semear generosamente, ceifará também generosamente. Faça cada um conforme tem resolvido no seu coração.” — 2 Cor. 9:6, 7.

      Por este conselho, o apóstolo Paulo manifesta a sabedoria e o entendimento da natureza humana que lhe veio por meio do espírito santo de Deus. Talvez tenhamos resolvido, decidido ou proposto em nossos corações, depois da devida reflexão, contribuir um tanto de nossos vencimentos ou salário semanal para a causa cristã, mas, então, quando se trata de realmente separar-nos do dinheiro, isso talvez não seja tão fácil. É óbvio que é muito mais fácil resolver no coração do que realmente dar, mas é nisso que se prova a apreciação da pessoa, bem como se prova a sua integridade, de manter o auto-respeito da pessoa para com Deus. Na ocasião em que resolvemos, estávamos plenamente cônscios dos méritos da causa cristã, mas, quando chega o tempo de darmos realmente, talvez nos demos subitamente conta, de forma vívida, de nossas próprias necessidades, que então talvez pareçam mais prementes. O princípio aqui é similar ao que governa o fazer votos. — Ecl. 5:4-6.

      Este princípio pode ser aplicado a muitíssimas situações na vida. Por exemplo, o marido talvez esteja doente, acamado, e, apreciando quanto cuidado e afeição sua esposa lhe demonstra, resolve no coração comprar-lhe um grande buquê de rosas ou levá-la a um bom jantar fora, logo que se recupere. Mas, então, quando fica bom, talvez se esqueça totalmente disso ou o tire da mente como algo um tanto extravagante ou sentimental. Quando estava doente, tinha muita apreciação por tudo que a esposa fazia, e o que resolvera fazer ao ficar bom era algo sensato, bem como excelente e nobre. Agora ele devia ir adiante, exatamente como resolvera no coração quando estava acamado!

      COM RESPEITO À ADORAÇÃO DA PESSOA

      Este princípio encontra muitas aplicações na vida do cristão. Por exemplo, em certa reunião congregacional talvez tenha sido frisado quão importante é chegar nas reuniões na hora; que isso mostra respeito à Palavra de Deus e a Seu arranjo, e assim por diante. Por isso, resolve chegar na hora, dali em diante. Mas, ao decorrer tranqüilamente o tempo até à reunião seguinte, não é tão simples assim fazer isso, disciplinar-se a começar a preparar-se cedo, mas é isso que ele se obrigou a fazer e deve fazer, em vista de ter resolvido isto em seu coração.

      Ou, o ministro cristão talvez escute atentamente ao conselho e à admoestação dada em sua reunião de serviço congregacional com respeito ao ministério de campo, e resolve em seu coração devotar três horas na seguinte manhã de domingo à pregação das boas novas do reino de Deus, de casa em casa e nas revisitas. Mas, então, o tempo talvez seja um tanto inclemente, ou talvez encontre poucos ‘ouvidos que ouvem’, ou talvez note que outros deixaram de pregar depois de uma ou duas

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