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Crianças correm risco?Despertai! — 1988 | 22 de novembro
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Crianças correm risco?
QUANTO pode uma criança bem pequenina assimilar de um comercial de TV? Coisas até demais, segundo o Dr. Percy Barsky, um pediatra de Winnipeg, Canadá. O jornal “Toronto Star” diz que Barsky ficou cônscio disso quando um garotinho de três anos lhe disse que, no Natal, queria “a derradeira arma”. Como resultado, a organização “Ação Pública em Favor da Televisão Para Crianças” está procurando proibir toda a propaganda de brinquedos na televisão. “Brinquedos violentos” podem gerar violência, assevera Barsky. Comenta o jornal “The Times”, de Londres, ao noticiar uma pesquisa feita pela Campanha de Pesquisa do Câncer, em Glasgow, Escócia: “Crianças de apenas seis anos são mais influenciadas pela propaganda de cigarros do que os adultos tinham discernido.” Em ambos os casos, os perigos são óbvios, mas onde está a solução? Por certo, com os pais, a quem , em última análise, cabe a responsabilidade de cuidar do bem-estar de seus filhos, por controlar o que permitem que os filhos vejam na televisão.
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Vendas feitas pelo sexoDespertai! — 1988 | 22 de novembro
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Vendas feitas pelo sexo
“NA França”, diz a revista “Time”, “os publicitários estão recorrendo cada vez mais à insinuação sexual”. Citando um publicitário de Londres, prossegue o artigo: “O erotismo sempre foi parte do arsenal dos publicitários, mas, na França, eles estão chegando quase ao overkill (capacidade exagerada de destruir um inimigo).” No Brasil, onde o nudismo tem sido apresentado na televisão para anunciar jeans, predizia-se confiantemente um aumento de 30 por cento das vendas. O parlamento da Índia, em contraste, aprovou um projeto de lei que proíbe a utilização da mulher como símbolo sexual em qualquer forma de publicidade. Nos Estados Unidos, os ventos da mudança parecem estar soprando − pelo menos nos comerciais de TV. “Os publicitários querem atingir mais o nosso senso de humor do que nossas zonas erógenas”, informa o jornal “Daily News”, citando, em apoio, uma pesquisa dos consumidores que revelava que, dentre os dez comerciais favoritos de TV, cinco eram humorísticos e nenhum deles tinha uma conotação sexual.
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Falar eleva a pressão arterialDespertai! — 1988 | 22 de novembro
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Falar eleva a pressão arterial
“O SIMPLES” ato de falar — não necessariamente de modo irado, ou alarmado, mas o simples e costumeiro falar — parecia ligar um interruptor que de imediato elevava a pressão arterial”, noticia a revista “Aviation Safety”. Ela indica também que aqueles que sofrem de pressão alta, ou estão tomando remédios para controlá-la, são especialmente suscetíveis. Com efeito, no caso de todas as pessoas, “a elevação da pressão situa-se em algum ponto entre 120 e 50 por cento”. E, o que mais surpreendeu foi que “estas mesmas relações de pressão arterial também ocorriam com pessoas surdas que falavam por meio da linguagem de sinais”.
Isto significa que, segundo a notícia, até mesmo uma conversinha enquanto o médico está tirando a sua pressão arterial fornece uma leitura mais elevada. Na verdade, tal conversa “pretende ser amigável e relaxante”, mas ela ‘realmente faz elevar o mostrador de pressão’. Por outro lado, “estudos demonstram que ouvir ajuda a baixar a pressão arterial”. Evidentemente, o conselho de Deus em Provérbios 21:23 não só faz melhorar os relacionamentos sociais, mas também traz benefícios físicos.
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