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Enfrentando a pneumoniaDespertai! — 1975 | 22 de junho
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de prazer e excitamento que sugam as energias.
Por fim, leve a peito o princípio bíblico: ‘a devoção piedosa, junto com a auto suficiência, é grande ganho, pois não trouxemos nada a este mundo e não podemos levar nada dele’. A sabedoria disso é óbvia, não é? — 1 Tim. 6:6, 7.
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Expressa-se com clareza?Despertai! — 1975 | 22 de junho
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Expressa-se com clareza?
“QUEM dera que eu pudesse expressar-me como ele!” Já disse isso alguma vez? Se disse, não é o único, pois muitos hoje acham difícil expressar-se com clareza.
Agora, porém, como nunca antes, há necessidade de expressar-se com clareza. Os comerciantes e seus empregados têm de convencer os fregueses das vantagens de certos produtos ou serviços. Oradores públicos precisam reter a atenção dos ouvintes por meio de matéria tanto informativa como interessante. Pais e filhos precisam comunicar seus sentimentos uns aos outros.
Por que tantas pessoas têm dificuldades de expressar-se com clareza? O que pode ser feito para vencer este problema?
Obstáculos à Expressão Clara
Às vezes, as emoções constituem barreira para a expressão clara. Exemplificando: a criança que entra correndo em casa, gritando, depois de receber um talho horrível numa brincadeira, não conseguirá tornar claro o que aconteceu até que se tenha acalmado. A pessoa excitada graças a informações recém obtidas talvez tente “contar tudo de uma só vez”, com a resultante obscuridade. Pessoas que falam a assistências ao vivo podem notar que sua mente às vezes “se esvazia” devido ao nervosismo. A expressão clara envolve o controle das emoções. Mas, isso não é tudo.
Nossos pensamentos podem constituir outro obstáculo à expressão clara, pois o que a pessoa diz é simples expressão do que pensa. Se certa idéia não estiver clara na mente da pessoa, é assim que sairá quando ela falar. A expressão clara, por outro lado, emana do modo de pensar claro, ordeiro. Isso pode constituir um desafio. Por quê?
Porque, ao pensarmos num assunto para palestra, uma hoste de pormenores afluem de imediato à nossa mente consciente. As pessoas envolvidas, as coisas que aconteceram, o tempo, o lugar — tudo pode estar misturado. Se não tivermos cuidado, talvez simplesmente “pensemos alto”, resultando numa palestra que se divaga em frases desconjuntadas, saindo do assunto, e voltando-se ao que se disse antes. O modo de pensar desordenado também provoca expressões ou monossílabos ininteligíveis tais como “ah”, “e-ah”, “ê-ê-ê”. Muitos, ao ouvirem uma gravação de suas próprias conversas, ficaram tristes de verificar que a impressão predominante de sua fala era uma série de prolongados “ahs”. Já lhe aconteceu isso?
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