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  • Quem é Jesus Cristo, que todos necessitemos dele?
    A Sentinela — 1976 | 15 de outubro
    • do primeiro século antes de nossa Era Comum. Resultou no aparecimento daquele a quem Revelação chama repetidas vezes de “o Cordeiro”. Embora fosse como um cordeiro, ele mostrou ser “O Leão que é da tribo de Judá” e “a raiz de Davi”. Todo o testemunho da Bíblia Sagrada de Deus indica que este é Jesus Cristo, nascido na cidade de Davi, Belém, no começo do outono setentrional do ano 2 A. E. C. Em belo acordo com ele tornar-se qual cordeiro sacrificial, seu nascimento foi anunciado por anjos de Deus a testemunhas escolhidas por Deus, a pastores que vigiavam rebanhos de ovelhas à noite. — Luc. 2:4-18; Mat. 2:1-18.

      18. Este “descendente de Davi” foi declarado ser Filho de quem, por meio da ressurreição dentre os mortos?

      18 Tudo isso era, conforme o apóstolo cristão Paulo o chamou, “boas novas . . . . que ele prometeu outrora por intermédio de seus profetas, nas sagradas Escrituras, a respeito de seu Filho, o qual procedeu do descendente de Davi segundo a carne, mas que, com poder, foi declarado Filho de Deus, segundo o espírito de santidade, por meio da ressurreição dentre os mortos — sim, Jesus Cristo, nosso Senhor”. — Rom. 1:1-4.

      19. Em que nível foi Jesus declarado Filho de Deus pela ressurreição, mas o que havia sido antes, quando estava na terra?

      19 Agora, quanto a alguém ser filho de Deus em sentido verdadeiro, bem, segundo a genealogia carnal de Jesus Cristo, conforme apresentada em Lucas 3:23-38, o primeiro homem, Adão, era “filho de Deus”. Mas ele desobedeceu ao seu Pai celestial e morreu, trazendo o pecado e a morte sobre todos nós. Ele ainda está morto; não foi ressuscitado dentre os mortos. Perdeu sua filiação com Deus. Mas, Jesus Cristo foi ressuscitado no nível espiritual e assim foi proclamado novamente como sendo Filho de Deus, com poder maior do que tinha na terra. No entanto, mesmo quando estava no nível terreno, e embora nascesse como humano carnal por meio da virgem judia chamada Maria, Jesus era Filho de Deus. Não há motivo para questionarmos isso. Por que não?

      20. Por que atestou João Batista, não meramente de seu próprio raciocínio, que Jesus era Filho de Deus?

      20 Naquele tempo, as necessidades da situação exigiam que houvesse um “filho de Deus” disponível na terra. Jesus Cristo mostrou ser o necessário Filho de Deus. Quando se tornou plenamente desenvolvido, à idade de trinta anos, foi batizado em água por João Batista, filho dum sacerdote judaico chamado Zacarias. Quem, dizia publicamente João, era Jesus Cristo? João Batista disse aos seus discípulos que Jesus Cristo era o Filho de Deus. João sabia disso não apenas de seu próprio raciocínio sobre o assunto. Por quê? Porque, logo depois de ter batizado Jesus, João ouviu a voz de Deus dizer desde o céu: “Este é meu Filho, o amado, a quem tenho aprovado.” (Mat. 3:13-17; Mar. 1:9-11; Luc. 3:21, 22) De modo que João disse em público: “Eu o vi e dei testemunho de que este é o Filho de Deus.” — João 1:34.

      21. Por que não podia Jesus ter um pai humano, carnal mas quem confessou a paternidade quanto a ele?

      21 Todavia, ser Jesus filho de Deus não começou com seu nascimento humano por meio de Maria, a virgem judia. Visto que Jesus nasceu duma virgem que não havia tido relações sexuais com um descendente masculino de Adão, Ele não podia ter tido um pai humano, carnal. Nenhum anjo foi seu pai, porque Maria não teve relações sexuais com um anjo materializado, assim como aconteceu no caso das mães dos infames nefilins, nos dias do construtor da arca, Noé. (Gen. 6:1-4) O anjo Gabriel, que apareceu a Maria e explicou-lhe que ela se tornaria milagrosamente mãe de Jesus, não foi o pai do primogênito de Maria. (Luc. 1:26-38; Mat. 1:18-25) A ciência moderna talvez dispute hoje o nascimento virginal de Jesus, afirmando que é algo impossível, mas o anjo Gabriel eliminou qualquer possível dúvida na mente de Maria por dizer: “Para Deus nenhuma declaração será uma impossibilidade.” (Luc. 1:37) Em acordo com isso, Deus confessou perante todo o universo sua Paternidade no caso do menino Jesus, da linhagem de Davi.

      22. Como indicam as palavras de João, e as de Jesus, proferidas em oração, que Jesus havia sido Filho de Deus no céu?

      22 Tudo isso é verdade, mas foi o nascimento de Jesus em Belém de Judá o começo de sua existência como Filho de Deus? Não! João Batista, que nasceu cerca de seis meses antes de Jesus, disse publicamente a respeito de Jesus, a quem ele batizou: “Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo! Este é aquele a respeito de quem eu disse: Atrás de mim vem um homem que avançou na minha frente, porque existiu antes de mim.” (João 1:29, 30) Ora, visto que Jesus não existiu como homem na terra antes de João Batista, onde havia existido antes de João? Lá no céu. Havia existido ali como Filho de Deus. Tivera ali contato pessoal e associação com seu Pai celestial. Isto explica por que, na noite antes de sofrer a morte de mártir, fora dos muros de Jerusalém, ele disse em oração ao seu Pai celestial: “Eu te tenho glorificado na terra, havendo ter minado a obra que me deste para fazer. De modo que agora, Pai, glorifica-me junto de ti com a glória que eu tive junto de ti antes de haver mundo.” — João 17:4, 5.

      23. Donde enviou Deus seu Filho para o mundo, e como?

      23 De modo que aquele que se tornou Jesus Cristo, “o Cordeiro de Deus”, existia como Filho de Deus ao lado de seu Pai celestial no domínio espiritual, invisível. Portanto, a fim de se tornar Filho humano de Deus, com o nome de Jesus Cristo, ele tinha de deixar que o Deus Todo-poderoso transferisse sua vida desde o céu para o óvulo humano no corpo da virgem judia. Desta maneira, Deus continuou a ser seu Pai, quando nasceu em Belém. Só podia ser desde o céu que Deus transferiu a vida de seu Filho de modo milagroso e assim “enviou” seu Filho, conforme Jesus Cristo disse ao governante judaico Nicodemos: “Deus amou tanto o mundo [da humanidade], que deu o seu Filho unigênito, a fim de que todo aquele que nele exercer fé não seja destruído, mas tenha vida eterna. Pois, Deus enviou seu Filho ao mundo, não para julgar o mundo, mas para que o mundo fosse salvo por intermédio dele.” — João 3:16, 17.

      24. Por que precisamos do Filho de Deus como “o Cordeiro”?

      24 Vemos assim como Deus proveu o único homem de quem necessitávamos para a nossa salvação eterna, um só homem que era igual a Adão quando este tinha sua perfeição e estava sem pecado no Jardim do Éden. Apenas este homem podia oferecer-se a Deus para ser sacrificado como “o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo” (João 1:29) Visto que nosso pecado está incluído nisso, necessitamos dele.

  • Por que necessitamos do Reino de Jesus Cristo?
    A Sentinela — 1976 | 15 de outubro
    • Por que necessitamos do Reino de Jesus Cristo?

      1. Jesus nasceu como filho de que “deus” e por que não foi isso acidental?

      HÁ UMA coisa importante que notamos a respeito do Filho de Deus, que esteve na terra, como homem, durante o primeiro século de nossa Era Comum. Ele não nasceu numa família hindu, na Índia. Não nasceu em alguma família budista no Tibete, nem na família real da antiga China, nem na família do César imperial de Roma. (Est. 1:1; Luc. 2:1, 2) Antes, “procedeu do descendente de Davi segundo a carne”. (Rom. 1:3) Isto não foi acidental. Foi preciso que este Filho de Deus nascesse como “descendente de Davi”. Este foi o motivo pelo qual Deus escolheu uma virgem judia da linhagem carnal de Davi de Belém, para tornar-se mãe de Jesus Cristo. (Luc. 1:26-32) Esta Maria era adoradora do Deus que a tornou milagrosamente fecunda, e, por isso, seu filho não nasceu como filho de algum deus hindu ou duma deidade budista, nem do Júpiter romano ou do Zeus grego. — Luc. 1:34-55; Atos 14:12, 13.

      2. Por que não precisou Jesus nascer na tribo de Levi nem da família de Arão, para ser Cordeiro sacrificial e em que dia morreu ele?

      2 No antigo Israel, a tribo do Rei Davi era a de Judá, da qual não se tiravam sacerdotes para ofertar sacrifícios. Não obstante, Jesus Cristo podia nascer como ‘descendente de Davi”, da tribo de Judá, e ainda assim tornar-se “o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo”. (João 1:29) Não precisava ser da tribo de Levi e da família sacerdotal de Arão, família da qual se tiravam os sacerdotes de Israel. Ele podia nascer na tribo de Davi, Judá, e ainda assim ser homem perfeito, sem pecado, apto para ser sacrifício aceitável a Deus, por ser perfeito e não maculado pelo pecado. A perfeição e sua qualidade sem pecado, que mantivera como Filho de Deus no céu, continuaram com ele quando foi enviado à terra para se tornar homem absolutamente igual ao Adão perfeito e sem pecado no dia em que este foi criado no Jardim do Éden. Jesus Cristo precisava ser assim para ‘se entregar como resgate correspondente por todos’. (1 Tim. 2:5, 6; Mat. 20:28) Derramou seu sangue como sacrifício expiatório de pecados, no Dia da Páscoa de 33 E. C., dia em que os judeus sacrificavam o cordeiro pascoal e comiam sua carne assada em celebração da libertação de sua nação do antigo Egito.

      3. O que diz Levítico 17:11, 12, sobre o sangue, e, assim, que benefício obtemos do sangue de Jesus? Como?

      3 No pacto que Deus fez com o antigo Israel, ele disse as seguintes palavras, encontradas em Levítico 17:11, 12: “A alma [ou: vida] da carne está no sangue, e eu mesmo o pus para vós sobre o altar para fazer expiação pelas vossas almas, porque é o sangue que faz expiação pela alma [vida] nele. . . . ‘Nenhuma alma vossa deve comer sangue e nenhum residente forasteiro que reside no vosso meio deve comer sangue.’” Portanto, ao derramar seu sangue em sacrifício a Deus, Jesus Cristo derramou sua vida como sacrifício expiatório para todos nós, descendentes do pecador Adão. Ele apresentou o sangue vital de seu perfeito sacrifício humano a Deus no céu, e por isso não podemos nem comer, nem beber o sangue de Jesus, para obter os benefícios dele. Temos de ter fé nele, como plenamente expiando nossos pecados mortais, para tirar proveito do sangue vital de Jesus. — Heb. 9:11-14, 24.

      4. Por que as palavras de Simão Pedro, a respeito do sangue de Cristo, tornam apropriado que Revelação o apresente como Cordeiro?

      4 Um dos judeus do primeiro século, que creu no valor expiatório do sangue de Jesus, foi Simão Pedro, ex-pescador do Mar da Galiléia. Escrevendo a concrentes, Simão Pedro disse: “Não foi com coisas corrutíveis, com prata ou ouro, que fostes livrados da vossa forma infrutífera de conduta, recebida por tradição de vossos antepassados. Mas foi com sangue precioso, como o de um cordeiro sem mácula nem mancha, sim, o de Cristo.” (1 Ped. 1:18, 19) Podemos agora apreciar a propriedade de o livro de Revelação continuamente apresentar Jesus Cristo como “o cordeiro”, aquele que foi “morto”. (Rev. 5:6) Todos nós, os da humanidade, certamente necessitamos de tal Cordeiro expiatório que, com seu sangue, pode purificar-nos de nossos pecados e tirar de nós a condenação à morte. Sem a vida por meio do sacrifício deste Cordeiro, nenhum de nós poderia usufruir coisa alguma no futuro com consciência limpa perante Deus. Deveras, pois, não podemos passar sem este Cordeiro!

      5. Por se oferecer como sacrifício, Jesus Cristo serviu como antítipo de quem, no Dia da Expiação de Israel?

      5 Oferecendo-se como Cordeiro sacrificial, Jesus Cristo serviu qual Sumo Sacerdote de Deus, prefigurado pelo primeiro sumo sacerdote de Israel, a saber, Arão da tribo de Levi. Todos os outros sumos sacerdotes oficiantes do antigo Israel descenderam deste Arão, irmão de Moisés. Este é outro motivo pelo qual toda a humanidade necessita de Jesus Cristo, de ele servir qual antítipo dos sumos sacerdotes de Israel, ao levarem o sangue dos sacrifícios para dentro do Santíssimo do templo, no anual Dia da Expiação, Iom Quipur.

      6. Os judeus cristianizados foram mandados a olhar para quem, em busca da expiação de pecados, e por quê?

      6 O ressuscitado Jesus Cristo cumpriu este quadro do Dia da Expiação quando ascendeu da terra de volta para o céu, a fim de comparecer na presença de Deus e oferecer o mérito ou valor de seu perfeito sacrifício humano em expiação pelos pecados de toda a humanidade. Este era o motivo pelo qual se disse aos judeus cristianizados que não olhassem mais para os sumos sacerdotes arônicos, mas sim para seu antítipo, nas seguintes palavras registradas em Hebreus 3:1, 2: “Por conseguinte, santos irmãos, participantes da chamada celestial, considerai o apóstolo e sumo sacerdote que confessamos — Jesus. Ele foi fiel Aquele que o fez tal, assim como também Moisés o foi em toda a casa Daquele.”

      É NECESSÁRIO MAIS DO QUE UM SUMO SACERDOTE

      7. De que modo é Jesus Cristo para nós um sumo sacerdote apropriado, e onde diz o capítulo um de Revelação que ele serve como tal?

      7 Explicando adicionalmente aos judeus cristianizados de que maneira Jesus Cristo, qual Sumo Sacerdote, serve com mais eficácia do que fizeram Arão e seus sucessores, o livro de Hebreus prossegue, no Heb capítulo sete, versículo vinte e seis: “Para nós era apropriado tal sumo sacerdote, leal, cândido, imaculado, separado dos pecadores e que chegou a ser mais alto do que os céus.” O livro de Revelação, capítulo um, versículos doze a dezoito, retrata o glorificado Jesus Cristo como servindo qual Sumo Sacerdote a favor das congregações cristãs. Todavia, o capítulo cinco o representa como sendo mais do que Sumo Sacerdote de Deus. Isto salienta que todos nós necessitamos de Jesus Cristo por outro motivo adicional, além de ele ser Cordeiro sacrificial e nosso Sumo Sacerdote.

      8. Que títulos são aplicados ao Cordeiro, em Revelação 5:9, 10, e a que mais, além de ao sacerdócio, refere-se tudo isso?

      8 Revelação 5:5, 6, identifica o Cordeiro que foi morto como sendo “o Leão que é da tribo de Judá, a raiz de Davi”.

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