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  • O casamento que traz regozijo mundial
    A Sentinela — 1967 | 15 de novembro
    • por certo, provê suprema alegria para o céu e para a terra. João afirma:

      10. Que razões são fornecidas pela multidão celeste para o regozijo neste ponto?

      10 “E ouvi o que era como a voz duma grande multidão, e como o som de muitas águas, e como o som de fortes trovões. Disseram: ‘Aleluia, porque Jeová, nosso Deus, o Todo-poderoso, tem começado a reinar. Alegremo-nos e estejamos cheios de alegria, e demos-lhe a glória, porque chegou o casamento do Cordeiro e a sua esposa já se preparou. Sim, foi-lhe concedido vestir-se de linho fino, resplandecente e puro, pois o linho fino representa os atos justos dos santos.’ — Rev. 19:6-8, margem, edição de 1950, em inglês.

      11. Até onde vai no céu o regozijo, assemelhando-se ao quê?

      11 Assim como as festas de casamento são amiúde acompanhadas de cânticos, assim este casamento apresenta o brado de grande coro de vozes. Uma quarta Aleluia ressoa por todos os céus, procedendo de poderoso coro de vozes, exatamente como se tratasse do dia alegre da entronização dum novo rei.

      NOVA ÉPOCA NO DOMÍNIO DE JEOVÁ

      12. Visto que Jeová assumiu seu poder para reinar em 1914, por instalar Jesus Cristo no trono, por que se poderia dizer nesta data posterior: “Jeová, nosso Deus, o Todo-poderoso, tem começado a reinar”?

      12 Não assumiu Jeová Deus mesmo o seu grande poder em 1914 E. C. e começou a dominar por meio de seu recém-empossado reino messiânico? (Rev. 11:15-18) Sim. Então, por que proclamar que ele se tornou rei nesta época muito posterior de tempo? Porque este evento assinala nova época no reino de Jeová Deus, em razão de Babilônia, a Grande, ter sido um oponente religioso desde que Seu reino foi estabelecido em 1914, e ela ter, por muitos séculos, assumido o direito de ungir e empossar reis na terra. Com efeito, o primeiro rei humano, Ninrode, o “poderoso caçador em oposição a Jeová”, começou na antiga Babilônia. No tempo em que a antiga Babilônia caiu perante o Rei Ciro, em 539 A. E. C., e ele libertou os cativos dela, foi dito a Sião: “Teu Deus se tornou rei!” (Isa. 52:7) Agora, tendo Babilônia, a Grande, sido destruída, Jeová reina para sempre sem ter rival religioso.

      13. Como é que o Noivo tem feito preparativos durante séculos para o casamento?

      13 Embora o Pai tenha feito preparativos bem de antemão e se certificado de que seu Filho tenha uma noiva, será que a Noiva e o Noivo fazem quaisquer preparativos? Certamente que sim! Primeiro de tudo, Jesus Cristo deu sua vida por ela, daí, pagou o valor deste preço sua vida humana, a Jeová, no céu. Ele a nutriu e cuidou dela, em face da mais acirrada oposição da sua rival em destruí-la por todo meio concebível, inclusive por mover contra ela a oposição política. Babilônia, em seus esforços de aniquilar a Noiva, tem dado à luz muitas filhas prostitutas, as suas organizações-membros religiosas. Ela tem despendido especial esforço de contaminar a Noiva e fazer que ela seja uma prostituta que goze da associação de suas filhas devassas, tentando seduzir a noiva, fazendo que ela caia por meio de falsas doutrinas, envolvimento na política, movimentos ecumênicos e oposição a ponto de morte. No decorrer de toda esta luta, o Noivo tem estado com sua querida noiva e, com a plena cooperação de seu Pai, tem-se certificado de que atravesse a tudo isso seguramente. — João 17:11, 19, 20; Efé. 5:25-27.

      A ESTRÊNUA PREPARAÇÃO DA NOIVA

      14. Como é que a Noiva tem feito preparativos para o seu casamento, e o que tem sido exigido de sua parte?

      14 Da parte da Noiva, isso tem exigido grande esforço. Tem exigido fé, tem exigido coragem, determinação e amor a Jeová Deus e ao seu Noivo desposado, e ela tem tido de odiar a iniqüidade e ficar completamente limpa e livre de contaminação da parte de Babilônia, a Grande, a fim de obter a vitória. Com a destruição de Babilônia, a Grande, pode-se dizer inquestionàvelmente que a esposa do Cordeiro se preparou. Ela atravessou a prova trajando o simbólico “linho fino”, “os atos justos dos santos”. Trata-se de veste imaculada, e estes atos justos são justificativa de ela se tornar a “esposa” do Cordeiro. Tem sido questão de integridade da parte dela, e o céu pode corretamente testemunhar que “foi-lhe concedido vestir-se de linho fino, resplandecente e puro”. Ela obteve completa vitória e agora não mais existe nenhuma organização religiosa rival sobre a terra.

      15. Em vista de que o Noivo e a Noiva fizeram tantos preparativos, por que a glória pelo casamento deve ser dada a Jeová?

      15 Visto que Jeová Deus, o Todo-poderoso, é Aquele que faz o casamento para seu Filho e provê a Noiva, é apropriado que o céu ‘lhe dê a glória’, especialmente visto que predisse e prefigurou que haveria tal casamento e se empenhou por mais de 1.900 anos na formação da Noiva. Ele, bem como o Noivo e a Noiva, têm todo motivo de fazer que este tempo seja um tempo de alegre celebração.

      ASSEGURADA AOS FIÉIS A PARTICIPAÇÃO NO CASAMENTO

      16. Quando Babilônia, a Grande, cair e acontecer esse grande entoar de cânticos, será que todos os da Noiva estarão no céu, junto com o Noivo? Expliquem.

      16 Quando o apóstolo João teve a visão, ainda se achava na terra. Era um dos convidados a estar presentes, como membro da classe da Noiva, à “refeição noturna do casamento do Cordeiro”. De forma correspondente, quando Deus em breve executar o juízo sobre a “grande meretriz”, Babilônia, a Grande, ainda haverá na terra, como estava João, um restante dos membros fiéis e ungidos da classe da Noiva, membros estes que esperam estar presentes nessa mesma grande ceia celestial. Por conseguinte, é de encorajamento e proveito especiais, para eles, ler o que Jeová ordenou a João:

      17. Que maravilhosa promessa se reafirma com respeito ao restante?

      17 “E ele me diz: ‘Escreve: Felizes os convidados à refeição noturna do casamento do Cordeiro: Ele me diz também: ‘Estas são as palavras verazes de Deus.” — Rev. 19:9.

      18. Que certeza, portanto, têm os membros do restante?

      18 Para aqueles membros desposados da Noiva ainda na terra há a certeza agora de que ainda terão, eles mesmos, plena participação nesta cerimônia. Quando a grande prostituta tiver sido executada, ainda terão mais motivo de sentir-se felizes, como se sentia João, que viu estas coisas em visão:

      19. Qual foi o efeito desta visão sobre João, mas, o que lhe aconselhou o anjo?

      19 “Prostrei-me então diante dos seus pés para adorá-lo. Mas ele me diz: ‘Toma cuidado! Não faças isso! Sou apenas co-escravo teu e dos teus irmãos, que têm a obra de dar testemunho de Jesus. Adora a Deus; pois, dar-se testemunho de Jesus é o que inspira o profetizar.’ — Rev. 19:10.

      20. Como alguns fanáticos religiosos talvez chamem o prostrar-se João diante do anjo, e que explicação deu o anjo quanto a proibir tal coisa?

      20 O anjo era sem dúvida o enviado por Jesus para apresentar a João a revelação “em sinais”. (Rev. 1:1) Este anjo não permitiria nem mesmo o que poder-se-ia chamar de “adoração relativa”. Lembrou a João que apenas a grande Fonte de revelação, Jeová Deus, deveria ser adorado, e que toda profecia era inspirada para dar testemunho do Filho e Rei ungido de Jeová, Jesus Cristo, que é a Verdade, pois é o arranjo de Deus mediante o qual o universo será dominado e por meio do qual a humanidade pode obter vida. Jeová é o Inspirador de profecia, e, assim, o anjo ordenou: “Adora a Deus.”

      O CASAMENTO ABRANGE UM PERÍODO DE TEMPO

      21. (a) Quando foi que os primeiros membros da Noiva se uniram ao Noivo? (b) O que ocorre em relação aos membros do restante que morrem neste tempo? (c) O que dizer dos membros do restante, que são convidados para a celebração de casamento, depois de Babilônia, a Grande, ser destruída, e quando é que será inteiramente consumado o casamento?

      21 A evidência das profecias da Bíblia e de seu cumprimento em nosso tempo indica que Jesus Cristo veio junto com seu Pai, Jeová Deus, ao templo para julgamento em 1918 E. C. Primeiro voltou sua atenção para os membros de sua Noiva, que dormiam na morte, e os ressuscitou. Eles, por certo, juntaram se ao Noivo naquele tempo. Daí, Revelação 14:13 diz: “Felizes os mortos que morrem em união com o Senhor, deste tempo em diante. Sim, diz o espírito, descansem eles dos seus labores, porque as coisas que fizeram os acompanham.” Assim, quando estes morrem, imediatamente juntam-se ao Noivo no céu. Naturalmente, até mesmo depois da destruição de Babilônia, haverá alguns dos membros do restante ungido ainda na terra. Com o tempo, morrerão a fim de poderem receber a mudança de natureza, para o espírito imortal e incorruptível, de modo a poderem estar junto de seu querido Noivo. Quando o último destes for ressuscitado para os céus, então o casamento do Cordeiro será inteiramente consumado. Mas, antes de os maiores benefícios do casamento poderem vir à humanidade, o Noivo tem uma guerra a travar. Exatamente como ele faz isto e então como ele e sua Noiva se estabelecem para cuidar duma “família”, aguardaremos os seguintes números desta revista, que descreverão isto. — 1 Cor. 15:51, 52.

  • O tesouro que descobri na “Terra da Promessa”
    A Sentinela — 1967 | 15 de novembro
    • O tesouro que descobri na “Terra da Promessa”

      Conforme narrado por Demetrius Papageorge

      NASCI na pequenina vila montanhesca de Papingon, do noroeste da Grécia. Isso se deu em outubro de 1891, há cerca de setenta e seis anos atrás. Naquele tempo, nossa casa se achava em território turco. Meu pai era professor. Pouco depois do meu nascimento, porém, foi ordenado sacerdote da Igreja Ortodoxa Grega. Entretanto, tempos difíceis obrigaram papai a deixar nossa vila, e, finalmente, estabeleceu-se na cidade de Filadélfia, na Ásia Menor.

      Enquanto freqüentava a escola, não raro era designado a ler trechos da Bíblia na igreja. Tais partes eram geralmente tiradas dos Salmos e dos escritos dos apóstolos de Jesus. Com quatorze anos, ao terminar o curso secundário, fui para Atenas, Grécia, em busca de trabalho. Depois de ficar ali por cerca de três anos, mudei-me para Esmirna, e, dali, para Filadélfia, onde encontrei meu pai.

      Disse a meu pai que desejava estudar para o sacerdócio, como ele fizera. Mas, ele me desanimou disso! Disse-me francamente que estava muito desapontado com sua profissão sacerdotal. “Há definitivamente algo que está faltando nela”, costumava dizer. Confessou-me que procurava ver o que os outros credos tinham a oferecer. Mais tarde, na época da gripe espanhola em 1918, meu pai morreu.

      Na passagem do século, a Europa se achava em uma convulsão um tanto reprimida. Em 1909, os Jovens Turcos derrubaram o Sultão Abdul-Hamid II. Foi promulgada uma nova constituição, exigindo que todas as nacionalidades servissem no exército turco. Não tendo inclinações militares, decidi deixar o continente na primeira oportunidade, e procurar uma nova vida em outra parte. Não se passaram muitos dias até que me achava a caminho dos Estados Unidos. Aportamos em Nova Iorque em maio de 1910.

      Os Estados Unidos eram a minha imaginada “terra da promessa”. Era

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