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  • A Sentinela Anunciando o Reino de Jeová — 1977
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  • O Homem de Seis Milhões de Dólares
  • “Obcecados Pela Pergunta: ‘Por Quê?”’
  • “Não Pode Acontecer Conosco”
A Sentinela Anunciando o Reino de Jeová — 1977
w77 1/2 p. 75

Por dentro das notícias

O Homem de Seis Milhões de Dólares

● O valor químico do corpo humano muitas vezes foi calculado, no máximo, em apenas alguns cruzeiros. Mas, essas estimativas tomam em consideração apenas as matérias-primas na sua forma básica mais simples. Recentemente, o bioquímico Harold J. Morowitz, da Universidade de Yale, nos E. U. A., verificou num catálogo de materiais os preços das composições químicas complexas e sofisticadas que realmente compõem o corpo humano. Verificou que substâncias tais como hemoglobina tem o valor de 285 dólares (uns Cr$ 3.140,00) por grama, a insulina, 48,50 dólares (Cr$ 530,00) por grama, o enzima tripsina, 36 dólares (Cr$ 396,00); o aminoácido bradicinina, 12.000 dólares (Cr$ 132.000,00); o hormônio prolactina, que favorece a lactação, 17.500.000 dólares (Cr$ 192.500.000,00); e assim por diante.

Morowitz concluiu que os homens valem na realidade a média de cerca de 245 dólares por grama (uns Cr$ 2.695,00). Depois de descontar os dois terços de água no seu próprio organismo de 71,1 quilos, chegou ao valor de US$ 6.000.015,44 (ou uns Cr$ 66.000.169,84) para as substâncias restantes! Todavia, ele diz que, se os químicos tivessem de sintetizar todos estes compostos à base de matérias-primas, em vez de apenas separá-los dos produtos naturais existentes, o custo chegaria mais a uns 6 bilhões de dólares (ou 66 bilhões de cruzeiros). E embora seja impossível que homens reúnam todas essas substâncias químicas em células, contudo, ele calculou que o custo de tal operação chegaria a 6 quadrilhões de dólares (ou 66 quadrilhões de cruzeiros).

É razoável pensar que tal complexidade maravilhosa seja apenas o resultado dum acaso cego da evolução? Ou é mais criterioso pensar assim como certo observador apreciativo, que disse: “Fui feito maravilhosamente, dum modo atemorizante. . . . Teus olhos viram até mesmo meu embrião, e todas as suas partes estavam assentadas por escrito no teu livro”? — Sal. 139:14, 16.

“Obcecados Pela Pergunta: ‘Por Quê?”’

● “O Dia em Que Acabou a Inocência”, era o título dum editorial recente no jornal “Star and Herald” do Panamá. Indicou o dia 4 de agosto de 1914 como o dia que “iniciou o primeiro holocausto [a Primeira Guerra Mundial] deste século”, observando que “meio século de paz e progresso, de tolerância, em suma, de civilização, acabaram naquele dia, em 1914”.

“Ninguém, a não ser as fileiras minguantes daqueles que viveram no bom tempo do mundo pré-1914”, declarou o editorial, “podem observar o lamentável contraste entre aqueles dias e os atuais”. E suscitou a pergunta reveladora: “Embora os fatos tenham sido repassados mil vezes ou mais, os homens ainda investigam as feridas, obcecados pela pergunta: ‘Por quê?’, cuja resposta lhes escapa.”

Mas a resposta, quanto ao motivo de 1914 ter assinalado tal virada na história, não escapa daqueles que consideram as profecias bíblicas sobre a “terminação do sistema de coisas”. Jesus predisse que “nação se levantara contra nação e reino contra reino” e que isso assinalaria “um princípio das dores de aflição” para o mundo. Ele predisse também que se seguiriam então muitas outras coisas, que agora caraterizam nossa geração, tais como um “aumento do que é contra a lei”, que faz com que ‘o amor da maioria se esfrie’. Os cristãos, por certo, não precisam ficar “obcecados pela pergunta: ‘Por quê?’” a respeito da mudança notável desde 1914. — Mat. 24:3, 7, 8, 12.

“Não Pode Acontecer Conosco”

● Quando uma mortífera inundação repentina atingiu o desfiladeiro chamado Big Thompson Canyon, no Colorado, E. U. A., segundo os cálculos, pelo menos 150 pessoas foram mortas. Um motivo do grande número de mortos, segundo o xerife local, era que “tivemos dificuldades em convencê-los até mesmo de que o rio estava subindo”. Ele disse que “queriam saber se ia subir até aqui ou até aqui”, segurando a mão primeiro ao nível da perna e depois ao nível da cintura, para indicar o nível da água. “O problema era que não havia tempo para convencer as pessoas, para fazê-las entender a urgência do caso.”

As autoridades observaram que o desfiladeiro estava cheio de “turistas da planície”, que não tinham nenhuma idéia do que podem fazer as inundações repentinas. Mas, havia também muitos outros, que construíram casas e cabanas ali, achando que “não pode acontecer conosco”, embora tivessem sido avisados sobre o perigo sempre presente.

Uma situação similar confronta a humanidade desde o ano crucial de 1914. O cumprimento da profecia bíblica, desde então, prova que uma inundação repentina de destruição acabará em breve com o atual sistema de coisas. As testemunhas cristãs de Jeová têm avisado as pessoas sobre isso, em toda a terra. Mas, conforme predito na Bíblia, a reação dos outros muitas vezes é similar àquela das vítimas da inundação no Colorado. “Nos últimos dias virão ridicularizadores . . . dizendo: ‘Onde está essa prometida presença dele? Ora, desde o dia em que os nossos antepassados adormeceram na morte, todas as coisas estão continuando exatamente como desde o princípio da criação.’” — 2 Ped. 3:3, 4; veja também Mateus 24:3-44.

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