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  • Eles acharam mais tempo
    Despertai! — 1981 | 8 de março
    • Estes são apenas uns poucos exemplos de pessoas que concluíram que ter tempo — para benefício de sua própria saúde, de sua família, para ajudar outros a aprender o que a Bíblia diz sobre o verdadeiro objetivo da vida — lhes era mais importante do que o dinheiro, uma carreira proeminente ou os bens materiais. Nenhuma delas se arrependeu da decisão feita.

      As estatísticas indicam que, mesmo sob as condições atuais, pessoas assim viverão mais, e seu próprio testemunho é que vivem agora mais felizes do que antes. Como o sábio Rei Salomão colocou a questão: “Pois a sabedoria é para proteção, assim como o dinheiro é para proteção; mas a vantagem do conhecimento é que a própria sabedoria preserva vivos os que a possuem.” — Ecl. 7:12.

      Por quanto tempo pode a sabedoria preservar a sua vida? Mais do que talvez imagine!

  • Quanto tempo deseja ter?
    Despertai! — 1981 | 8 de março
    • Quanto tempo deseja ter?

      QUEIRAMOS ou não, nossos dias se esgotam. De acordo com os padrões atuais, uma pessoa nascida num país ocidental pode esperar, em média, ter 26.000 dias de vida. Isto não é muito. Se cada dia valesse um Cruzeiro, não daria nem para comprar uma pequena casa, na maioria das comunidades. Na época em que você sai da escola e está pronto para seguir uma carreira, sobram cerca de 18.000 dias. Quando chegar aos 40, restam apenas 11.000 dias. Não podem ser depositados num banco. Na morte, dinheiro algum pode comprá-los de volta.

      A maioria das pessoas prefere não pensar na brevidade da vida, raciocinando: “Para quê? Não há mesmo nada que se possa fazer.” Porém, existe algo que pode fazer quanto a isto.

      Você Pode Fazer Algo

      O uso sábio do seu tempo agora poderá lhe render muito mais do que 26.000 dias de vida. Realmente, poderá dispor de mais de 26.000 anos de vida!

      Impossível? Por que deveria ser? Os cientistas admitem que o corpo humano está apto para um período de vida muito maior do que o que agora usufruímos. Um artigo na revista Saturday Review disse a respeito do cérebro e dos sistemas relacionados do corpo: “É ponto pacífico que nós operamos com apenas pequena fração de nossas reais possibilidades. Estudando a natureza, verificamos que os sistemas são criados para serem usados integralmente. Qual a finalidade de toda a não-utilizada capacidade humana?” Ao discorrer sobre a capacidade do cérebro humano, o bioquímico Isaac Asimov afirmou que é “perfeitamente capaz de cuidar de qualquer carga de saber e memória que o ser humano possa lançar sobre ele — e também um bilhão de vezes mais do que esta quantidade”.

      Isto se harmoniza bem com o que diz a Bíblia. Abra a Bíblia e leia por si mesmo. Vez após vez refere-se à perspectiva de se viver para sempre aqui na terra. (Rev. 21:3, 4; Isa. 25:8; João 3:16) Por que, então, morremos?

      No livro bíblico de Gênesis aprendemos que Deus fez Adão, o primeiro homem, do pó da terra. Jeová Deus implantou um jardim, no Éden, perto das nascentes do rio Eufrates, fez que nele crescessem uma abundância de árvores aprazíveis e boas para alimento e em tal ambiente ele colocou o homem. Adão tinha mente e corpo perfeitos, e diante dele havia a perspectiva de viver para sempre. Mas, a vida contínua era condicional. Exigia-se dele a obediência a Deus. Como diz a Bíblia: “E Jeová Deus deu também esta ordem ao homem: ‘De toda árvore do jardim podes comer à vontade. Mas, quanto à árvore do conhecimento do que é bom e do que é mau, não deves comer dela, porque no dia em que dela comeres, positivamente morrerás.’” — Gên. 2:16, 17.

      Se Adão tivesse sido obediente, seus filhos teriam nascido com a mesma perfeição e perspectiva de vida eterna que ele tinha. Mas ele demonstrou vergonhosa ingratidão ao seu celestial Dador da Vida. No dia em que Adão comeu o fruto proibido, Deus sentenciou-o à morte. Foi desligado da Fonte da vida, Jeová Deus, e começou a morrer. Mais tarde, após gerar filhos por meio de sua esposa Eva, ele voltou ao pó do qual tinha sido tirado.

      Todos nós descendemos do moribundo Adão, e assim como todos nós herdamos braços, pernas e olhos de Adão, também herdamos dele a morte. (Rom. 5:12) O resultado tem sido uma severa limitação no tempo disponível a cada um de nós, ao nascer, e a conseqüente pressão para arrancarmos o máximo possível dos poucos anos de vida que dispomos.

      Existe algo que possamos fazer para melhorar a nossa sorte? Bem, não podemos atrasar o relógio e bloquear a ação de Adão, que trouxe a morte sobre todos nós. Tampouco existe alguém em condições, hoje em dia, para neutralizar o prejuízo que nos causou. Significa isto que a situação não tem esperança? De modo algum!

      A Bíblia afirma que, pela benignidade imerecida de Deus, ele enviou à terra seu próprio Filho, Jesus Cristo, a fim de trazer alívio que, de outro modo, seria impossível. Cristo ‘provou a morte por todo o homem’. (Heb. 2:9) Como homem perfeito, pagou por nós a penalidade da morte. O que se requer para nos beneficiarmos de tal provisão?

      Em primeiro lugar, que tomemos tempo para aprender sobre ela. Daí, que exerçamos fé nela e vivamos de um modo que demonstre tal fé. Ouça como o próprio Jesus explicou o assunto: “Isto significa vida eterna, que absorvam conhecimento de ti, o único Deus verdadeiro, e daquele que enviaste, Jesus Cristo.” Ainda mais: “Porque Deus amou tanto o mundo, que deu o seu Filho unigênito, a fim de que todo aquele que nele exercer fé não seja destruído, mas tenha vida eterna.” Também mencionou que a pessoa discreta é aquela que “ouve estas minhas palavras e as pratica”. — João 17:3; 3:16; Mat. 7:24.

      Causaria Tédio?

      “Mas, não seria tedioso viver para sempre?”, alguém talvez pergunte. Por que deveria ser? Quando foi a última vez que você sentiu tédio ao fazer algo que realmente gosta? O tédio não é causado pela duração longa da vida da pessoa, mas por uma vida que peca pela falta de qualidade, uma vida desprovida de objetivo. Uma hora gasta num serviço penoso e ingrato é muito mais aborrecedor do que um dia inteiro gasto em algo que se goste, numa atividade muito significativa para você.

      Realmente, pessoas que temem por sua felicidade, caso tivessem vida eterna, deixam transparecer estar descontentes com sua vida atual. Estremecem ao pensar em viver assim para sempre. Mas é possível que anseiem por uma vida melhor, mais interessante e mais profundamente satisfatória.

      É exatamente isto o que Deus promete! Ao invés de um prolongamento dos atuais infortúnios humanos, ele prevê um novo início para a humanidade — novos “céus”

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