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  • Examinando o mundo das coisas pequenas
    Despertai! — 1974 | 22 de julho
    • mesma forma que o feixe de elétrons dum tubo de televisão explora a tela. Com os recentes aprimoramentos pode conseguir uma resolução comparável ao antes mencionado microscópio eletrônico, que produz uma imagem de todos os pontos iluminados de uma só vez. Cada microscópio tem suas vantagens e desvantagens, mas, no microscópio eletrônico de exploração, a principal vantagem é que permite grande profundidade de foco, dando às suas imagens uma aparência tridimensional. Certas estruturas podem ser estudadas mais exatamente desta forma.

      Há infindáveis coisas nas águas e no solo da terra que provocam surpresa aos utilizadores do microscópio, e todas essas coisas confirmam de forma sólida a sabedoria e o propósito do Criador em todas as coisas que fez.

      Tem-se dito que, ao passo que o universo é de grandeza inimaginável, talvez aproximando-se do infinito, o mundo das coisas pequenas é igualmente insondável. O limite não foi nem de longe alcançado. Pense só no tamanho da terra, nos bilhões de pessoas que vivem nela, e no tempo exigido para se rodeá-la. Daí, olhe uma bola de golfe. A bola de golfe é tão grande em relação a um átomo como a terra o é em relação à bola de golfe. Por certo, este lindo universo dispõe de maravilhas suficientes para manter as mentes dos homens ocupadas em interessantes pesquisas por toda a eternidade.

  • Hormônios usados como remédios
    Despertai! — 1974 | 22 de julho
    • Hormônios usados como remédios

      “MULHER em Denver Dá à Luz Sêxtuplos.” Assim rezava a manchete de primeira página do Times de Nova Iorque, de 18 de setembro de 1973. O artigo incluía fotos do pai e da mãe, ambos sorridentes. O que fora responsável por terem sêxtuplos? Injeções de hormônios!

      A mãe não conseguia conceber depois de ter dado à luz um filho quatro anos antes. O médico dela experimentou vários hormônios, e, por fim, injeções de um hormônio derivado da urina de mulheres que haviam passado sua menopausa fizeram com que a senhora concebesse de novo. No entanto, um efeito colateral das injeções provocou o seu aumento de peso de uns 59 para quase 89 quilos pouco antes do nascimento prematuro dos sêxtuplos.

      Tentar ajudar as mulheres, que não conseguem conceber, a engravidar é apenas um dos muitos usos que os médicos fazem dos hormônios hoje. E isto não é de todo surpreendente quando aprendemos que todos os processos biológicos do corpo são pelo menos em parte sujeitos ao controle hormonal. Visto que o leitor ou leitora, ou um parente ou amiga íntima, talvez seja instado a aceitar os hormônios sob controle médico, seria bom saber algo sobre eles. Desse modo, estará em melhor condição de entender os fatores envolvidos e de fazer uma decisão sábia.

      O Que São?

      Os hormônios humanos são substâncias químicas segregadas naturalmente por seu corpo. No devido equilíbrio, exercem importantes efeitos sobre o organismo humano bem regulado. Exemplificando: os hormônios desempenham um papel particularmente vital em auxiliar o corpo a ajustar-se às mudanças em seu meio-ambiente, ajustes que amiúde são necessários à sobrevivência. Assim, a temperatura do corpo, de 37° precisa ser mantida, com ligeiras variações, todavia, a temperatura do exterior talvez varie até de uns 67° abaixo de zero a uns 55° centígrados. Daí, então, o trabalho estrênuo gera tanto calor que, se o corpo não dispusesse dos meios de refrescar-se, nossos músculos literalmente assariam. A manutenção deste equilíbrio interno do corpo na temperatura ideal, apesar das mudanças no seu meio-ambiente, é chamada “homeostase”.

      Entre as várias atividades do corpo que tornam possível a homeostase acham-se as dos hormônios, que literalmente significam “excitantes” ou “estimulantes”. São partículas diminutas extremamente potentes, quer de substâncias simples quer de compostas, que cumprem sua missão em quantidades tão ínfimas que desafiam a imaginação. Exatamente quão ínfimas? Algumas partículas de hormônios são tão ínfimas que seriam necessárias 3 bilhões (3.000.000.000) delas para igualar pouco mais de 28 gramas!

      Sabe-se amplamente que os hormônios são produzidos por oito espécies de glândulas endócrinas. Estas são a pituitária, a tireóide, a paratireóide, as supra-renais, o timo, a pineal, as ilhotas de Langerhans e as gônadas ou glândulas sexuais. Mas, não é tão bem conhecido que muitos outros órgãos e partes do corpo também produzem hormônios. Assim, o hipotálamo, uma parte do cérebro, libera vários hormônios que promovem a liberação de hormônios da pituitária e de outras glândulas endócrinas, e também influencia ampla gama de processos metabólicos. O intestino delgado, os rins e especialmente a placenta das mulheres grávidas igualmente liberam hormônios.

      Para que os vários órgãos do corpo funcionem harmoniosamente, precisam estar em contato uns com os outros. Um dos meios principais de transmitir mensagens de um órgão para outro é o sistema nervoso. O outro é o sistema hormonal. Pode-se dizer que os nervos atuam como um telefone. Este requer uma ligação em cada extremo e uma linha através da qual a mensagem ou impulso viaja, e isto se dá também com os nervos. Assim, na pele, há diminutos receptores que captam sensações tais como calor, frio e dor, e as transportam ao cérebro.

      Por outro lado, os hormônios têm sido assemelhados ao rádio. Uma emissora de rádio envia suas mensagens em todas as direções e é preciso ter um receptor capaz de captar seu comprimento de onda para apanhar as mensagens. Assim também se dá com as influências hormonais. As glândulas ou órgãos produtores os enviam a todas as células do corpo por meio do sangue, mas só influem sobre certas células que possuem receptores específicos para determinados hormônios. Recentemente, a pesquisa indica que os genes desempenham papel vital nesta acolhida.

      Outra característica interessante da forma em que atuam os hormônios é o princípio de realimentação. Uma glândula continuará a lançar seu hormônio no sangue até que seu órgão visado, que possui receptores para esse determinado hormônio, tenha recebido suficiente quantidade. Daí, o órgão visado enviará um sinal de volta à glândula para que esta pare de enviar seu hormônio por certo tempo.

      Uso Terapêutico dos Hormônios

      O estudo e a aplicação dos hormônios é denominado “endocrinologia”. É assim chamado porque lida com os produtos hormonais das glândulas endócrinas ou de secreção interna. Em especial, hoje, há grande interesse no uso terapêutico, ou para curar, dos hormônios. Tais hormônios

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