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  • Corpo
    Ajuda ao Entendimento da Bíblia
    • aos membros do corpo as coisas de que necessitam, por meio de “suas juntas”. — Col. 2:19.

      USO CORRETO DO NOSSO CORPO

      O cristão deve ter apreço pelo corpo que Deus lhe forneceu, e deve amar a si mesmo a ponto de cuidar devidamente do seu corpo, a fim de que possa apresentá-lo em serviço aceitável e sagrado a Deus. (Rom. 12:1) Isto demanda o uso da razão e o manter o corpo por meio de alimento e outras necessidades, junto com o asseio corporal, mas outros tipos de cuidados são ainda mais importantes. Estes envolvem a espiritualidade, buscar o reino de Deus e Sua justiça, e praticar a retidão moral. (Mat. 6:25; 31-33; Col. 2:20-23; 3:5) Aconselha o apóstolo: “O treinamento corporal é proveitoso para pouca coisa; mas a devoção piedosa é proveitosa para todas as coisas, visto que tem a promessa da vida agora e daquela que há de vir.” — 1 Tim. 4:8.

  • Corredores (Batedores)
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    • CORREDORES (BATEDORES)

      Rápidos corredores ou servos duma pessoa proeminente que corriam à frente de seu carro. A palavra é traduzida dum particípio da palavra hebraica ruts, “correr”. É traduzida “soldados de infantaria”, “os da guarda” (AV, Al) e “cursores” (PIB) em algumas traduções. Mas existe outra palavra para “soldados de infantaria” ou “homens a pé”, a saber, raghlí, ou, mais plenamente, ’ish raghlí.

      “Corredores” (batedores) pode referir-se a quaisquer mensageiros rápidos ou pessoas velozes, tais como Asael, irmão de Joabe, e Aimaás, filho de Zadoque. (2 Sam. 2:18; 18:19, 23, 27) Elias, em certa ocasião, correu c. de 40 km para ir do Carmelo até Jezreel, chegando antes do carro do Rei Acabe. Isto aconteceu porque “a própria mão de Jeová mostrou estar sobre Elias”. — 1 Reis 18:46.

      Num sentido oficial, os batedores eram homens ligeiros escolhidos para correr à frente do carro do rei. Quando Absalão, e, mais tarde, Adonias, conspiraram usurpar a realeza, cada um deles empregou 50 batedores à frente de seu carro para aumentar o prestígio e dar dignidade ao seu complô. (2 Sam. 15:1; 1 Reis 1:5) Os batedores serviam como uma guarda pessoal do rei, um tanto parecido à escolta moderna. (1 Sam. 22:17; 2 Reis 10:25) Serviam como guardas à entrada da casa do rei, e acompanhavam o rei de sua casa até o templo. (1 Reis 14:27, 28; 2 Reis 11:6-8, 11; 2 Crô. 12:10) Levavam mensagens para o rei. (2 Crô. 30:6) Nos dias de Assuero, rei persa, os correios a pé foram aparentemente substituídos por homens que montavam rápidos cavalos de posta. — Ester 3:13, 15; 8:10, 14.

      USO ILUSTRATIVO

      Nas Escrituras Gregas Cristãs há algumas referências a se correr simplesmente por causa de pressa. (Mat. 28:8; Mar. 9:15, 25; 10:17; João 20:2) No entanto, o apóstolo Paulo usou ilustrativamente a corrida. Escreveu à congregação de Corinto: “Não sabeis que os corredores numa corrida correm todos, mas apenas um recebe o prêmio? Correi de tal modo, que o possais alcançar. Além disso, cada homem que toma parte numa competição exerce autodomínio em todas as coisas. Ora eles, naturalmente, fazem isso para obterem uma coroa corruptível, mas nós, uma incorruptível. Portanto, corro de modo nada incerto, dirijo os meus golpes de modo a não golpear o ar; mas amofino o meu corpo e o conduzo como escravo, para que, depois de ter pregado a outros, eu mesmo não venha a ser de algum modo reprovado.” — 1 Cor. 9:24-27.

      Os contendores nos jogos gregos recebiam estrênuo treinamento e a sua disciplina era rígida; observavam estritamente sua dieta e seu comportamento. As regras da corrida eram rigidamente aplicadas pelos juízes. Caso alguém chegasse em primeiro lugar, mas tivesse violado tais regras, teria corrido em vão, como o expressou o apóstolo: “Além disso, quando alguém compete, mesmo nos jogos, não é coroado a menos que tenha competido segundo as regras.” (2 Tim. 2:5) Os corredores dirigiam os olhos para o prêmio, situado na linha de chegada. Paulo ‘correu’ desta forma, com um único objetivo, de todo o coração. (Gál. 2:2; Fil. 2:16; 3:14) Perto do fim da vida, podia dizer: “Tenho travado a luta excelente, tenho corrido até o fim da carreira, tenho observado a fé. Doravante me está reservada a coroa da justiça.” — 2 Tim. 4:7, 8.

      Ao considerar os modos como Deus lidou com o assunto da escolha dos que compõem o Israel espiritual, Paulo explicou que o Israel segundo a carne contava com seu parentesco carnal com Abraão. (Rom. 9:6, 7, 30-32) Imaginavam que eram os escolhidos, e ‘corriam’ ou buscavam a justiça, mas do modo errado. Tentando estabelecer sua justiça por suas próprias obras, não se sujeitaram à justiça de Deus. (Rom. 10:1-3) Paulo mostra como a justiça de Deus é vindicada quanto às medidas tomadas para rejeitar o Israel carnal como nação, e formar o Israel espiritual. O apóstolo, desta forma, elucida a sua declaração de que “depende . . . não daquele que deseja, nem daquele que corre, mas de Deus, que tem misericórdia”. — Rom. 9:15, 16.

  • Correio
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    • CORREIO

      Um homem especialmente escolhido dentre a guarda real para entregar decretos reais e outras correspondências urgentes do rei a áreas distantes de seu domínio. A rapidez da entrega, por parte dos correios, era de importância capital. Desde priscas eras, tais homens eram mencionados como “correios”. São assim chamados em  2 Crônicas 30:6, 10; Jeremias 51:31.

      No Império Persa, utilizavam-se cavalos velozes, junto com estações ou postos de muda, onde correios e cavalos descansados aguardavam, a fim de levarem importantes mensagens em seu percurso. (Ester 3:13-15; 8:10, 14) Levavam correndo as mensagens ao seu destino, noite e dia, e em todas as espécies de tempo. No Império Romano, havia estações colocadas de tantos em tantos km para os correios, onde se mantinham constantemente 40 cavalos. Os correios romanos costumavam percorrer c. de 160 km num dia, o que era considerável velocidade para aqueles tempos. Com este sistema de cavalos de posta, as mensagens reais podiam ser enviadas aos confins dum império em um período relativamente curto. As únicas mensagens que levavam eram as oficiais. As cartas pessoais eram levadas a seu destino por meios particulares.

  • Corrida
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    • CORRIDA

      Veja JOGOS.

  • Corte, Oficial Da
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    • CORTE, OFICIAL DA

      [Heb. , sarís, eunuco, cortesão, ministro real; gr. , eunoúkhos, guarda do leito, guarda do quarto de dormir, eunuco]. Considera-se em geral que os oficiais da corte eram os homens encarregados dos aposentos ou apartamentos privados dum palácio ou duma mansão, como era Blasto, camareiro do Rei Herodes. (Atos 12:20) (No entanto, a expressão grega epi tou koitónos, aquele “encarregado do quarto de dormir”, é usada aqui.) Mas os deveres dos oficiais da corte do rei variavam grandemente. Bigtã e Teres, oficiais medo-persas da corte, eram servos de confiança, seu dever sendo aparentemente guardar a porta do apartamento particular do Rei Assuero. (Ester 2:21) Outros ministravam à pessoa do rei. (Ester 1:10, 11) A Bíblia identifica alguns oficiais da corte como sendo homens que detinham cargos militares. (2 Reis 25:19) O “principal oficial da corte” de Babilônia ficou com a responsabilidade de designar um guardião para Daniel, Hananias, Misael e Azarias, depois de chegarem a Babilônia, quando Nabucodonosor levou o Rei Joaquim e certos judeus para Babilônia, em 617 A.E.C. — Dan. 1:3, 7, 11; veja EUNUCO.

  • Cortes
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    • CORTES

      Entre os antigos era evidentemente uma prática comum fazer cortes na carne da própria pessoa ou arranhar os braços, as mãos e a face em tempos de pesar. (Jer. 47:5; 48:37) Isto talvez tenha sido feito com vistas a apaziguar ou propiciar as deidades que se cria presidirem sobre os mortos. Com referência a tal prática entre os citas, quando seu rei morria, o historiador grego Heródoto escreve (História, Livro IV, sec. 71, Clás. Jackson): “Cortam uma parte da orelha, raspam o cabelo em torno da cabeça, fazem incisões nos braços, fendem a fronte e o nariz e passam flechas através da mão esquerda.”

      Infligir lacerações à carne, contudo, não se limitava aos ritos de pesar. Na esperança de que seu deus respondesse a seus apelos, os profetas de Baal se cortaram “com punhais e com lanças, segundo o seu costume, até derramarem sangue sobre si”. ( 1 Reis 18:28) Ritos similares também eram praticados por outros povos antigos. Para exemplificar: Heródoto (História, Livro II, sec. 61) menciona que durante a festa de Ísis os cários que residiam no Egito cortavam a fronte com a espada.

      A Lei de Deus proibia especificamente que se fizessem cortes na carne por causa dos mortos. (Lev. 19:28; 21:5; Deut. 14:1) O motivo disto era que Israel era um povo santo para Jeová, uma propriedade especial. (Deut. 14:2) Como tal, Israel devia permanecer isento de todas as práticas idólatras. Daí, também, tais demonstrações extremadas de pesar, acompanhadas por lacerações auto-infligidas da carne eram inapropriadissimas para um povo que estava inteiramente cônscio da real condição dos mortos, bem como da esperança para eles. (Compare com Daniel 12:13; Hebreus 11:19;  1 Tessalonicenses 4:13.) Também, a proibição contra a automutilação inculcaria nos israelitas o devido respeito pela criação de Deus, que é o corpo humano.

      Aparentemente, porém, os israelitas, vez por outra, desconsideravam a lei de Deus com respeito a não fazerem cortes em sua carne. — Jer. 41:5; compare com Miquéias 5:1.

  • Coruja (Mocho)
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    • CORUJA (MOCHO)

      [Heb., kohs, yanshúph (yanshóhph’); ’óahh]. As corujas e os mochos são notáveis entre as aves de rapina noturnas, e são mencionados diversas vezes no relato bíblico. Pensava-se, outrora, serem aparentados com a família dos gaviões, mas são agora, em geral, associados a outras aves que se alimentam à noite, tais como o madeira-podre e o curiango (caprimulgo).

      A coruja possui bico curto, adunco, e fortes garras aceradas que se assemelham às do gavião, mas caracteriza-se por sua cabeça ampla, grandes olhos e orelhas, bem como por possuir um dedo externo reversível em cada pé, de modo que, enquanto os outros dedos estão virados para a frente, este dedo externo pode virar-se para fora ou mesmo para trás, habilitando assim tal ave a agarrar firmemente uma infinidade de objetos. Os olhos grandes, com sua íris em expansão, utilizam da forma mais ampla possível a pálida luz noturna, e, diferente da maioria das outras aves, os olhos da coruja são binoculares, habilitando-a a ver um objeto simultaneamente com ambos os olhos. Sua plumagem macia, de cor castanho-malhada, com intricado padrão de penas, geralmente causa uma impressão de volume exagerado para o corpo da ave. Segundo certo artigo em The Scientific American (abril de 1962, p. 78), as asas da coruja são ultrassonicamente silenciosas, a penugem macia das superfícies superiores e as orlas plumosas das extremidades da frente e de trás das asas servindo evidentemente para reduzir a turbulência do fluxo de ar. Assim, a coruja se lança quietamente através da escuridão e, de forma silenciosa, arremete sobre a presa insuspeita, matando principalmente roedores,

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