-
Quanta probabilidade há na “chance”?Despertai! — 1975 | 22 de setembro
-
-
Uma em cerca de 4.000.000.000.000.000.000.000.
Isso é para apenas treze “ingredientes” alinhados na ordem correta. Não se esqueça de que cada ingrediente já existe, segundo este argumento, e, de algum modo, exatamente na quantidade correta. Em outras palavras, dizemos que o baralho existe antes de começarmos.
Outra coisa: Seriam necessários dois sexos para que a vida avançada continuasse. Assim, o mesmo processo tinha de acontecer, não apenas uma vez, mas duas. Quais são as probabilidades de que possa receber treze cartas de espadas na correta ordem numérica dum baralho, duas vezes em seguida? Para descobrir isso, seria necessário não só adicionar duas vezes o total acima, mas obter o seu quadrado, isso é, multiplicá-lo por si mesmo. Isso significaria uma em 16 seguido de mais de quarenta zeros.
Há naturalmente, muitas e muitas outras operações envolvidas num casal de humanos vivos, além da simples mistura de treze ingredientes. Mas, não ilustra isso vividamente quão remotas são as do seu lado probabilidades de a vida começar por acaso e então seguir uma trilha evolucionária?
Na realidade, as probabilidades são tão diminutas que até mesmo evolucionistas confessos admitem que é quase que de todo impossível crer nisso. Afirma Julian Huxley: “Um pouco de cálculo demonstra quão incrivelmente improvável podem ser os resultados da seleção natural quando há disponível suficiente tempo.” Pergunta ele: Quais são as probabilidades de um cavalo ser produzido apenas pela “chance”? Em sua resposta, Huxley refere-se às “fantásticas possibilidades contrárias a se conseguir várias mutações favoráveis em uma variedade através de pura ‘chance’ apenas”, e então acrescenta: “Mil elevado a um milhão [1.000 1000000], quando escrito por extenso, torna-se o, número 1 com três milhões de zeros após ele; seriam necessários três grandes volumes de cerca de quinhentas páginas cada um, apenas para imprimi-lo! Na realidade, trata-se dum algarismo inexpressivamente grande, mas mostra o grau de improbabilidade que a seleção natural tem de superar . . . Um com três milhões de zeros depois de si é a medida da inexeqüibilidade dum cavalo — as probabilidades é contrárias a que acontecesse de algum jeito. Ninguém apostaria em tal acontecimento tão improvável.”
Todavia, Huxley dá meia-volta e incredulamente afirma: “Todavia, aconteceu mesmo.” Quão coerente lhe parece isso? Se alguém deseja crer em possibilidades dessa natureza, trata-se de sua decisão tola. Mas, não pode afirmar honestamente que a carga da evidência — as probabilidades — esteja do seu lado.
Ou a “Chance” Aponta um Arquiteto?
Por outro lado, não soube sempre que a vida provém de outra vida? Certamente. Sua própria experiência, então, lhe diz que a “chance” favorece a vida como tendo sido iniciada por um Criador vivo. Nesta observação, tem o apoio do inteiro conceito de probabilidade. Por que dizemos isso?
Porque a probabilidade indica projeto. As leis da probabilidade, que examinamos apenas parcialmente, constituem a base de virtualmente todo pensamento científico. Os homens confiam cabalmente nestas leis inanimadas. Tão constantes são que os cientistas afirmam que podemos ter “fé” nelas. Bem, será que devemos crer que tais leis existam puramente por acaso? Ou não têm as leis seus legisladores? Certamente o peso dos dados, as probabilidades, apontam para um Arquiteto por trás das leis matemáticas. Ademais, se tais leis e outras da criação material são tão constantes, imutáveis, então o Criador tem de ser assim também.
Há genuíno prazer em se entender o desenrolar preciso de leis tais como as da probabilidade. Mas, a pessoa verdadeira mente discernidora deseja mais do que simples satisfação. Deseja vir a conhecer Aquele que formulou tais leis. Tal experiência pode ser infinitamente mais agradável.
-
-
Desempregado — como enfrentar issoDespertai! — 1975 | 22 de setembro
-
-
Desempregado — como enfrentar isso
“SABE, tive de fazê-lo”, disse Leonard Harris a um telejornalista em dezembro. “Meus filhinhos não têm nada. Não há comida na geladeira.”
Harris não tinha emprego fixo por seis meses, e, assim, assaltou o Banco Northwestern em Chariotte, Carolina do Norte. “Não queria que ele fizesse isso”, disse sua esposa. “Foi algo que ele achou que tinha de fazer pelo bem de sua família.”
O desemprego pode ter sérias conseqüências. No ano passado, os roubos de lojas subiram vertiginosamente, custando aos comerciantes dos EUA cerca de Cr$ 40.000.000.000,00! E James Eichler, dos Serviços de Segurança Internacionais Burns, concluiu: “Com a inflação de dois dígitos e alta taxa de desemprego, o impulso de roubar quase que certamente se tornará sobrepujante para muito mais pessoas.”
Quão crítico é o desemprego? Exatamente quão grandes são os problemas dos que não conseguem achar trabalho?
Atemorizante Tendência
Ominosamente, aumentam as estatísticas de desemprego. Em outubro de 1974, 6 por cento da força de trabalho dos EUA estava desempregada; em novembro, 6,5%; em dezembro, 7,1%; e, em janeiro de 1975, 8,2 por cento.
No início de 1975, sete e meio milhões dos trabalhadores daquele país não tinham emprego, um aumento de dois milhões de desempregados em questão de três meses! Mais pessoas estão sem emprego agora do que em qualquer outro período desde 1940, quando o país saía da Grande Depressão da década de 1930. As vezes, as dispensas das firmas são em massa, e bem anunciadas, tais como na indústria automobilística.
No entanto, o desemprego atinge a maioria das empresas, incluindo o pessoal em todos os níveis. Até mesmo executivos, com salários de Cr$ 160.000,00 ou mais estão, a dois por três, em todas
-