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Quem escreveu Segunda Pedro?Despertai! — 1971 | 8 de agosto
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“Eu acho direito, enquanto estiver nesta habitação.” (2 Ped. 1:12-15; 3:1) Em toda a carta, achamos um fervor e uma maneira direta que teria sido quase que impossível um falsificador imitar.
Quando se examinam todos os fatos, torna-se claro que os ventos e as chuvas da alta crítica açoitam em vão o testemunho da palavra de Deus. Aqueles que desejam questioná-la, encontram aparentes mosquitos a coar, mas, ao assim fazer, engolem os camelos da dúvida infundada. Jeová Deus se certificou de que apenas os livros e as cartas autênticos se tornassem parte de sua Palavra, a Santa Bíblia.
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Itens NoticiososDespertai! — 1971 | 8 de agosto
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Itens Noticiosos
Aumento das Explosões Nucleares
◆ De 1945 a 1963, os EUA, a Rússia, a Grã-Bretanha e França efetuaram 440 explosões nucleares, a maioria na atmosfera. Isto deu uma média de 24 por ano. Daí, em 1963 os EUA, a Rússia e a Grã-Bretanha assinaram um tratado proscrevendo todos os testes de armas nucleares, exceto os subterrâneos. No entanto, desde aquele tratado, os EUA já explodiram 224 bombas nucleares no subterrâneo, a Rússia pelo menos 45, e a Grã-Bretanha 2. A França e a China Vermelha, que não assinaram o tratado, explodiram 41, a maioria na atmosfera. Assim, desde o tratado de proscrição dos testes, de 1963, efetuaram-se pelo menos 312 explosões nucleares, uma média de cerca de 42 por ano, cerca de 75 por cento mais por ano do que antes da proscrição.
Decai o Prestígio Militar
◆ Em seu número de 21 de dezembro de 1970, a revista Time relata: “Em grande parte por causa da Guerra do Vietnam, o prestígio militar está decaindo. Muitos reservistas, inclusive cadetes e aspirantes da marinha de West Point e Annapolis, tentam esconder suas ligações militares quando estão de licença . . . As taxas de realistamento decresceram aos seus níveis mais baixos desde 1955. Somente 31% dos reservistas de todas as categorias e subdivisões se apresentam como voluntários para um segundo termo.” Em adição, as autoridades reconhecem que o recrutamento militar tornou-se extremamente desagradável para os rapazes. Os oficiais do governo dizem que abandonariam por completo o recrutamento se se pudesse manter uma força militar toda de voluntários.
O Dólar Minguante
◆ Em matéria de poder adquisitivo, o dólar estadunidense de 1942 valia apenas 68 centavos de dólar por volta de 1949. Lá por 1957, seu valor minguara a 58 centavos. E em 1970, comprava apenas 42 centavos em mercadorias em comparação com 1942. Assim, em 28 anos, o valor de um dólar decresceu quase 60 por cento, vítima de contínua inflação.
Norte-Americanos Deixam o País
◆ Crescente número de pessoas deixam os EUA, mudando-se para outros países. Por exemplo, os que vão para a Nova Zelândia aumentaram em cerca de 30 por cento em um ano. Por que essa saída? As razões principais se relacionam às pressões e tensões da vida norte-americana, bem como aos problemas de emprego.
Ruas Inseguras
◆ As ruas das principais cidades nos EUA tornam-se cada vez mais inseguras, especialmente depois do anoitecer. A cidade de Nova Iorque relatou um aumento de 45 por cento em roubos e assaltos pelas costas em um só mês recente em comparação com o ano anterior. Naquele mês, houve 6.838 casos relatados, uma média de mais de 200 por dia! Em Washington, D. C., um turista de Nevada hospedado num hotel caro disse: “Nunca pensei que teria uma experiência dessas na capital da nação. Na noite passada, às 18,30 um guarda me parou ao andar perto de meu hotel e me disse para sair da rua àquela hora. É inseguro, disse ele.”
A Música “Rock” Afeta a Audição
◆ Os médicos estão descobrindo que os adolescentes que ouvem uma dieta constante de música “rock” sofrem vários graus de perda de audição. O especialista em sons, Theodore Berland, afirma que “o novo som da música [‘rock’] é mil vezes mais epidemiologicamente perigoso do que o som antigo”. Sugeriu-se, e não totalmente em tom de brincadeira, que todos os discos de música “rock quente” levassem o rótulo: “Aviso! A música moderna pode ser perigosa para a sua audição.”
De Quem É a Culpa?
◆ Grande parte da juventude brasileira não vai à igreja. Não dão atenção aos assuntos religiosos. De quem é a culpa? O arcebispo católico-romano de São Paulo, Dom Evaristo Arns, admitiu: “Nós somos os culpados, se a juventude não acerta. A juventude, se tiver grandes ideais, se empenha
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