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  • Atingem as prisões os seus alvos?
    Despertai! — 1972 | 8 de julho
    • hodiernas dispõem até mesmo de um programa de treinamento mínimo de educação ou vocacional para condicionar o presidiário à sua volta à sociedade como um ser humano útil e que sustenta a si mesmo.”

      O Guardian Weekly da Inglaterra publicou recentemente uma carta de um presidiário que fora liberto recentemente de um termo de prisão ali. Disse: “Era insalutarmente apinhada e as dependências sanitárias eram tão escassas que ‘imunda’, no pior sentido possível, é a única palavra para descrevê-la. . . . Uma sentença de prisão talvez seja uma humilhação, uma degradação, e uma nódoa para o orgulho e caráter da pessoa . . . O que não é de nenhuma maneira, forma ou sentido é um período reformativo para o criminoso, ou um preventivo contra outros crimes.”

      Tal avaliação se baseia em evidência de todos os lados. As prisões modernas não impedem o crime, visto que ‘explode’ em quase todo país da terra. E as prisões não fazem aquilo que os reformadores esperavam, não reabilitam os criminosos para vidas mais úteis após retornarem ao convívio da sociedade. Conforme disse U.S. News & World Report, de 27 de setembro de 1971: “O fracasso das prisões em reformar criminosos é evidenciado pelas estatísticas que mostram que cerca de 80 por cento de todos os crimes capitais [crimes graves] são cometidos por ‘reincidentes’.”

  • Que soluções oferecem?
    Despertai! — 1972 | 8 de julho
    • Que soluções oferecem?

      VISTO que as prisões em geral não reformam os ofensores, e por certo não impedem a disseminação do crime, o que fazer então? O que se fará com as pessoas que cometem crimes?

      As respostas que chegam das autoridades, da polícia e do homem comum são conflitantes. Não há um padrão coerente. As próprias autoridades contradizem umas as outras.

      Ser Mais Duros ou Mais Lenientes?

      Certa escola de pensamento visa que se pare de “mimar” os presos. Aqueles que mantêm este conceito afirmam que o castigo devia ser muito pior, as sentenças de prisão muito mais severa.

      O Times de Londres observa que Police Review (Revista da Polícia) da Inglaterra afirma que “chegou o tempo para se enforcar, açoitar, deixar passando fome, ou fazer uma variedade de coisas a certos criminosos para fazê-los sofrer”. Afirma que as pessoas estão ficando “cheias” com a leniência demonstrada aos criminosos.

      Até mesmos alguns presos concordam no uso de castigo físico — uma vez que signifique a diminuição das sentenças. Um deles, que já esteve em Alcatraz, disse a uma autoridade carcerária: “Há três razões pelas quais os homens são mandados à prisão. Para punição, para reabilitação e para proteger o público. Às vezes, penso que se perde de vista as últimas duas ao se proferirem sentenças. Se o homem passar três, ou cinco, ou dez anos, longe de sua família e seus amigos sob tratamento justo, mas

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