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  • g81 8/9 pp. 16-17
  • Quando os humanos chegam a conhecer os animais

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  • Quando os humanos chegam a conhecer os animais
  • Despertai! — 1981
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  • OS BENEFÍCIOS DO TCA
  • CONSERVAÇÃO DE ÁGUA
  • RECUPERADA A BOLSA ROUBADA
  • PORCOS CORREDORES
  • “CHEGA DE LÁGRIMAS”? PARA QUEM?
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Despertai! — 1981
g81 8/9 pp. 16-17

Quando os humanos chegam a conhecer os animais

Alguns são usados corretamente, outros são tratados cruelmente.

OS BENEFÍCIOS DO TCA

Pode o TCA (terno cuidado amoroso) reduzir os riscos de doença cardíaca mesmo que haja consumo de grandes quantidades de colesterol? Aparentemente, sim — pelo menos nos coelhos. Pesquisadores na Universidade Estadual de Ohio, E.U.A., relataram experiências feitas com dois grupos de coelhos que receberam dietas idênticas. Um grupo recebeu “terno cuidado amoroso”, e o outro grupo, cuidado comum. Quanto aos coelhos que receberam TCA, um pesquisador disse: “Eu os visitava quatro ou cinco vezes por dia só para dizer alô e afagá-los. Ficavam felizes.” O resultado? Disse o Dr. Fred Cornhill, professor adjunto de cirurgia na Faculdade de Medicina da universidade: “Observamos duas vezes mais arteriosclerose [aumento de colesterol] — num caso três vezes mais — nas aortas dos animais que receberam cuidados comuns do que nos coelhos que receberam TCA.” A experiência parece concordar com outros estudos que mostram que a tensão pode contribuir para doenças cardíacas, e os coelhos que receberam terno cuidado amoroso evidentemente sentiram menos tensão nervosa. Sem dúvida, o mesmo aconteceria com os humanos.

CONSERVAÇÃO DE ÁGUA

Desde os tempos bíblicos, a sobrevivência no deserto tem dependido da cooperação entre homem e camelo. Por que se adaptam tão bem os camelos à vida no deserto?

A retenção de água é o principal fator. Se a pessoa perder 10 por cento do peso de seu corpo em água, ela morre. Um camelo pode perder três vezes essa quantidade de água sem risco. Quando a pessoa sente calor, transpira facilmente, mas os camelos custam muito a sentir calor e suam muito pouco. Os rins de uma pessoa excretam muito mais água do que os rins de um camelo. Mas isso não é tudo.

Já observou a névoa que se forma com o hálito da pessoa num dia frio? Essa névoa de vapor de água significa que a pessoa está perdendo água cada vez que exala. Não se dá isso com o camelo. Ele é ímpar na sua habilidade de conservar água quando exala. Como acontece isso com o camelo?

Se enrolar um pedaço de papel, fazendo um rolo solto, e soprar dentro dele, terá um modelo da parte interna das narinas de um camelo. Mas o “rolo” do camelo não é feito de papel. É de uma membrana mucosa que tem um revestimento especial de absorção de água.

O ar que entra capta a umidade do revestimento da membrana, deixando a membrana fria e seca. Quando o camelo exala, a umidade quente dos pulmões é absorvida pela membrana antes de escapar das narinas. Deste modo, o camelo poupa 68 por cento da umidade que de outra forma se perderia!

RECUPERADA A BOLSA ROUBADA

Uma candidata a doutorado em zoologia, na Universidade Rutgers, E.U.A., estava indo depositar uma tartaruga num charco. Ela planejava colocar um transmissor de rádio nas costas da tartaruga; daí, com um aparelho receptor sintonizado com o transmissor, ela poderia acompanhar o movimento da tartaruga, quando esta depositasse seus ovos. Entretanto, junto a um semáforo, um homem enfiou o braço dentro do seu automóvel e roubou-lhe a bolsa. Esta continha o transmissor da tartaruga. Portanto, pouco tempo depois, ela e um professor de zoologia ligaram o receptor. Deu sinal num estábulo, atrás de uma casa inabitada, a algumas quadras de onde a bolsa havia sido roubada. Lá estava, com tudo intato, exceto o dinheiro. Tendo sido recuperada a bolsa, o transmissor foi logo colocado onde devia ser — nas costas de uma tartaruga dentro de um charco.

PORCOS CORREDORES

Até mesmo os porcos aderiram à mania da corrida rústica. A fim de testar os efeitos da corrida e das dietas muito gordurosas sobre problemas cardíacos, um grupo de pesquisadores na Universidade Estadual de Arizona, E.U.A., decidiu usar porcos, visto que se diz que estes têm características psicológicas que se assemelham às dos humanos, como a suscetibilidade à tensão. A meta dos porcos era 3,2 quilômetros por dia. Entretanto, nem todos os 18 porcos em estudo correram. Seis só ficaram comendo e dormindo à moda dos porcos. Outros seis começaram a correr quando eram ainda porquinhos. E seis outros começaram a correr quando atingiram o peso de 68 quilos. Quanto aos porcos corredores, Ross Consaul diz: “Correm bastante na primeira volta. Depois disso, a maioria deles precisa de estímulo.” Isto se faz por incitá-los ocasionalmente com um forcado. Outro motivo por que foram escolhidos porcos para o estudo sobre corrida rústica é, segundo diz o professor adjunto de agricultura, George Seperich: “Podemos ter bastante certeza de que ninguém irá convidar nossos porcos a ir comer pizza com cerveja no meio do nosso estudo.” As primeiras descobertas foram que os porcos corredores parecem ter mais energia e uma disposição mais satisfeita.

“CHEGA DE LÁGRIMAS”? PARA QUEM?

“Science News”, de outubro passado, noticiava: “Lembram-se dos comerciais sobre xampu que anunciavam ‘chega de lágrimas’? A maioria dos dados sobre se um produto irrita ou não os olhos é obtido mediante o teste de Draize. Nome dado em homenagem ao pesquisador da Administração de Alimentos e Drogas, que o desenvolveu durante a Segunda Guerra Mundial, o teste envolve colocar uma gota de certa substância diretamente sobre a córnea de um coelho albino. As reações — tais como bolhas, lesões ou outros danos causados ao tecido — são anotadas comparando-se o olho testado com o outro olho do coelho, não exposto. Muitos coelhos passam por dor intensa para a validação das suspeitas de que alvejantes e outros produtos não devem entrar em contato com os olhos.”

Uma aliança chefiada pela Sociedade Humana dos Estados Unidos está pressionando os laboratórios para alternativas humanas ao teste de Draize. “É bastante desumano o teste”, admite Jim Roloff, da Agência de Proteção ao meio Ambiente, dos E.U.A. Os técnicos detestam fazê-lo, diz ele, porque, “se tiver uma substância química muito corrosiva, é realmente cruel”. Ele argumenta que o teste é desnecessário se os testes na pele indicarem que certa substância é altamente cáustica.

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