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  • Governo mundial nas mãos do “Príncipe da Paz”
    A Sentinela — 1971 | 1.° de outubro
    • e sustentada ‘por meio da justiça e do juízo’, não por alguns anos, mas “por tempo indefinido”, sim, para sempre. A questão é: Seremos nós os súditos, sim, os ‘filhos’ daquele “Pai Eterno”?

      Embora Cristo Jesus seja “Deus Poderoso”, ele não obrigará a ninguém a viver sob o seu governo mundial. Mas tampouco permitirá que na terra viva alguém que realmente não ame a justiça, a verdade e o juízo, em suma, que não ame seu Pai, Jeová Deus, nem ame seu próximo. Qual é a sua escolha? O que está disposto a fazer para provar seu desejo de ser súdito dele?

      Atualmente, mais de um milhão e meio de testemunhas de Jeová advogam publicamente o governo mundial nas mãos do Príncipe da Paz. Associe-se com elas nos seus Salões do Reino e aprenda como também poderá ter a esperança de viver sob o governo mundial dele.

  • Servir a Jeová na mocidade e na velhice
    A Sentinela — 1971 | 1.° de outubro
    • Servir a Jeová na mocidade e na velhice

      CONFORME NARRADO POR CARLOS OTT

      DESDE jovem aprendi a ter profundo respeito pelo nome do Grande Criador, Jeová. Em casa eu tinha a oportunidade de ler na Bíblia a respeito deste nome. E quando eu freqüentava os ofícios religiosos luteranos, junto com minha família, amiúde ficava profundamente comovido pelos cânticos que faziam uso deste nome. Eu queria louvar este nome, assim como o escritor inspirado dos Salmos convidava os co-adoradores a fazer. (Sal. 66:1, 2) Mas eu não sabia como fazê-lo.

      No sossego de nosso lar na Bavária, Alemanha, parecia que estávamos longe das tensões e pressões dos acontecimentos mundiais, mas estes passaram a afetar-nos em 1914. A guerra já grassava em grande parte da Europa. Alguns eram contra ela, embora muitos a favorecessem; entre estes estavam especialmente os clérigos. Ainda me posso lembrar de que o sacerdote luterano nos disse do púlpito que, “se o governo declarar a guerra . . . é porque a vontade de Deus se manifesta a favor dela”.

      Igual a muitos outros jovens, tive de ir à cidade mais próxima para ingressar no exército. Em caminho, tive uma palestra com meu pai. Ele não concordava com o conceito do sacerdote, e eu bem me posso lembrar do que disse: “Não acho direito que luteranos matem luteranos e católicos matem católicos.”

      Nas trincheiras não havia tempo para pensamentos espirituais. Parecia que estávamos constantemente de mudança, mudando-nos de um lugar para outro, até que chegamos ao porto de Reval (agora Tallin), no Mar Báltico. Os dias se passaram, e veio 1918 e o Armistício. Retornamos à Alemanha e para casa. Meu primo, que era Estudante da Bíblia, como então se chamavam as testemunhas de Jeová, deu-me um dos folhetos de C. T. Russell, Que Diz a Escritura Sobre o Inferno?. Ele prometeu voltar na semana seguinte para que pudéssemos conversar mais sobre isso. Interessei-me tanto, que escrevi ao escritório da Sociedade Torre de Vigia em Barmen-Elberfeld, pedindo todos os livros de Russell que estivessem disponíveis. Assinei também para a revista A Sentinela. Dentro

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