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  • O mistério é solucionado!
    Despertai! — 1988 | 8 de julho
    • vegetação verde por alimento.” — Gênesis 1:30.

      “Ora, Jeová Deus estava formando do solo todo animal selvático do campo e toda criatura voadora dos céus, e ele começou a trazê-los ao homem para ver como chamaria a cada um deles; e o que o homem chamava a cada alma [né·fesh] vivente, este era seu nome.” — Gênesis 2:19.

      Uma rápida comparação destes três versículos revela que né·fesh é um termo usado para descrever todas as formas de vida animal.

      Compare isto agora com o relato da criação do primeiro homem, Adão:

      “E Jeová Deus passou a formar o homem do pó do solo e a soprar nas suas narinas o fôlego de vida, e o homem veio a ser uma alma [né·fesh] vivente.” — Gênesis 2:7.

      Comentando isto, a Sociedade Publicadora Judaica dos Estados Unidos, numa tradução da Torá, os primeiros cinco livros das Escrituras Hebraicas, diz: “A Bíblia não diz que temos uma alma. ‘Nefesh’ é a própria pessoa, sua necessidade de alimento, o próprio sangue em suas veias, seu ser.” (O grifo é nosso.) Logicamente, o mesmo se dá com todas as outras formas de vida descritas como “alma”. Elas não possuem almas. Todas elas são almas.

      Platão e a Alma

      Onde foi, então, que surgiu a idéia de que uma alma deixa o corpo por ocasião da morte? A já citada The Jewish Encyclopedia diz o seguinte: “Foi somente através do contato dos judeus com o pensamento persa e grego que a idéia de uma alma separada do corpo, tendo a sua própria individualidade, arraigou-se no judaísmo.”

      Até mesmo anteriormente, na História humana, os egípcios criam que a alma humana era imortal e que ela podia revisitar seu corpo morto. Por este motivo, os egípcios faziam grande empenho em preservar os mortos pelo embalsamamento, ou mumificação.

      É interessante que o novo Evangelischer Erwachsenenkatechismus (Catecismo Evangélico Para Adultos) luterano alemão admite abertamente que a fonte de ensino de que a alma humana é imortal não é a Bíblia, e sim o “filósofo grego Platão (427-347 A.C.), [o qual] sustentava enfaticamente que havia uma diferença entre o corpo e a alma”. Prossegue dizendo: “Os teólogos evangélicos dos tempos modernos questionam esta combinação de conceitos grego e bíblico. . . . Rejeitam a separação do homem em corpo e alma.”

      O que, então, acontece com a alma humana por ocasião da morte? Sobre este assunto, nossa mais destacada autoridade é a Bíblia, a Palavra inspirada de Deus. Ela declara expressamente: “Os viventes estão cônscios de que morrerão; os mortos, porém, não estão cônscios de absolutamente nada.” (Eclesiastes 9:5) E, ao falar de “uma ressurreição”, Jesus disse: “Todos os que estão nos túmulos memoriais ouvirão a . . . voz [de Jesus) e sairão.” — João 5:28, 29.

      Assim, onde estão os mortos? Na sepultura, “nos túmulos memoriais”, isto é, na memória de Deus, aguardando uma ressurreição.b Uma ressurreição? O que significa isso? Quão real é tal esperança? O artigo concludente sobre uma recente tragédia ocorrida na Inglaterra mostra quão real pode ser esta esperança.

  • “Não tenho medo da morte!”
    Despertai! — 1988 | 8 de julho
    • “Não tenho medo da morte!”

      CHRISTOPHER Heslop, de nove anos, era Testemunha de Jeová, assim como seu irmão Matthew, de 14 anos. Eles haviam passado aquela manhã de outubro, junto com seu tio e sua tia, e seus dois primos, fazendo visitas de casa em casa no seu ministério cristão, perto de Manchester, Inglaterra. De tarde, partiram juntos numa viagem de recreio a Blackpool, um local próximo de veraneio à beira-mar. Todos os 6 achavam-se entre as 12 pessoas que tiveram morte instantânea num acidente rodoviário, descrito pela polícia como “um holocausto total”.

      Na noite anterior à tragédia, a morte tinha sido o assunto considerado num estudo bíblico realizado na vizinhança, a que comparecera a família Heslop. “Christopher”, disse David, o pai dele, “sempre foi um menino que refletia muito. Naquela noite, ele falou claramente sobre um novo mundo e sobre sua esperança quanto ao futuro. Daí, ao prosseguir nossa palestra, Christopher disse subitamente: ‘O interessante quanto a se ser uma Testemunha de Jeová é que, ao passo que a morte é dolorosa, sabemos que, um dia, nós nos veremos de novo na Terra.’ Nenhum de nós, ali presentes, podia discernir quão memoráveis iriam tornar-se aquelas palavras”.

      Depois do acidente, a manchete do jornal

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