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    “As Nações Terão de Saber que Eu Sou Jeová” — Como?
    • designar os servos oficiais do Deus Altíssimo? Qualquer ordenação e comissão procedente destes religiosos não seria de valor, nem vigoraria neste sentido. O todo-essencial é que alguém ou um grupo de pessoas tenha uma designação e comissão do próprio Deus Altíssimo Jeová. Isto é o que importa. Como Ser Supremo, ele pode passar por cima destes religiosos e decidir por Si mesmo quem está habilitado para a obra especial que Ele deseja que se faça neste “tempo do fim”.

      26. Quem foi desconsiderado, na designação de Ezequiel, quanto a ser profeta e testemunha, e procedente de quem reconhecem hoje as testemunhas de Jeová a sua designação?

      26 Lá no ano de 613 A. E. C., Jeová passou por cima do Sumo Sacerdote Seraías e do segundo sacerdote Sofonias, no templo em Jerusalém, e designou Ezequiel, filho de Buzi, um subsacerdote, para ser seu profeta na terra de Babilônia, a fim de falar em seu nome e para dar testemunho Dele. (2 Reis 25:18) Jeová disse a Ezequiel, de cima de seu carro celeste: “Filho do homem, envio-te aos filhos de Israel, a nações rebeldes que se rebelaram contra mim.” (Ezequiel 2:3) O mesmo se deu com as testemunhas ungidas e dedicadas de Jeová lá no ano de 1919 E. C. Os fatos desde então provam que receberam sua ordenação, designação e comissão para seu trabalho neste “tempo do fim” do próprio Jeová, mediante sua organização celestial semelhante a um carro. Por isso têm tomado muito a sério sua comissão divina, como sendo a verdadeira coisa bíblica, e têm procurado cumpri-la fielmente, apesar das críticas e das objeções dos clérigos da cristandade.

      27. Que pergunta surge quanto aos “filhos de Israel, . . . nações rebeldes”, aos quais foi enviado o Ezequiel hodierno, e que dizer dos judeus naturais lá em 1919 E. C.?

      27 Então, quem são os “filhos de Israel, . . . nações rebeldes que se rebelaram contra” Jeová, aos quais o antitípico Ezequiel hodierno é enviado neste “tempo do fim”? Não são os “filhos de Israel” naturais, circuncisos, que procuravam uma Pátria Nacional dos judeus lá no ano 1919 E. C., tendo a Chaim Weizmann por seu líder sionista. Não, mas há um equivalente moderno destes antigos “filhos de Israel, . . . nações rebeldes”.

      28. Qual é o equivalente hodierno dos “filhos de Israel, . . . nações rebeldes”, segundo que afirmação religiosa?

      28 Este equivalente é a cristandade, que afirma ser um Israel cristão. A cristandade aplicou a si mesma as palavras do apóstolo Paulo em Gálatas 6:15, 16 (Al): “Porque em Cristo Jesus nem a circuncisão nem a incircuncisão tem virtude alguma, mas sim o ser uma nova criatura. E a todos quantos andarem conforme esta regra, paz e misericórdia sobre eles e sobre o Israel de Deus.” Por exemplo, no seu “Comentário e Notas Críticas” (edição de 1836 E. C., em inglês), o ministro metodista wesleyano Dr. Adam Clarke faz o seguinte comentário sobre a expressão “O Israel de Deus”: “Os verdadeiros cristãos, chamados aqui Israel de Deus, para distingui-los do Israel segundo a carne. Veja as notas sobre Rom. ii. 29, e Rom. iv. 12.”

      29. O que diz Romanos 2:29, e como comenta isso o Dr. Adam Clarke?

      29 Romanos 2:29 (Al) reza: “Mas é judeu o que o é no interior, e circuncisão a que é do coração, no espírito, não na letra: cujo louvor não provém dos homens, mas de Deus.” Sobre a expressão: “Mas é judeu”, o Dr. Adam Clarke comenta: “Um verdadeiro membro da Igreja de Deus.” Sobre a expressão: “Cujo louvor não provém dos homens”, ele comenta: “Conjeturou-se, com muita probabilidade, que o apóstolo se tenha referido ao significado do nome Judeu ou Judá, יהודה Iehudah, LOUVOR, de ידה Iadah, ele LOUVOU. Este é um verdadeiro israelita, que anda em conformidade com o espírito de sua religião: seus patrícios podem louvá-lo porque é firme na sua profissão da fé judaica; mas Deus o louva, porque entrou no espírito e no desígnio do pacto feito com Abraão, e obteve o fim de sua fé, a salvação de sua alma. Sentimentos semelhantes a estes, sobre o mesmo assunto, podem ser encontrados nos antigos escritores judaicos.”

      30. Como se pode dizer que os “filhos de Israel” são “nações”, e como veio a cristandade a corresponder a isso em 1054 E. C.?

      30 A cristandade, porém, não tem sido fiel à sua afirmação de ser “o Israel de Deus”. Sua história, desde o quarto século, prova que ela tem sido semelhante aos “filhos de Israel” aos quais Ezequiel foi enviado, “nações rebeldes que se rebelaram contra [Jeová]”. “Nações”?f Sim, porque lá em 997 A. E. C. houve uma revolta contra o governo da linhagem real de Davi, e as doze tribos de Israel foram divididas em dois reinos, o Reino de Israel e o Reino de Judá, e assim veio a haver duas nações da estirpe israelita. Muitos israelitas tementes a Deus abandonaram o rebelde Reino de Israel e se bandearam para o Reino de Judá. Havia também muitos exilados do Reino de Israel nas províncias que o império de Babilônia havia tomado da Assíria. De modo correspondente, na cristandade, houve em 1054 E. C. o rompimento final entre as igrejas gregas e as igrejas latinas, quando os legados do papa romano excomungaram o Patriarca Miguel Cerulário, de Constantinopla.

      31. Que divisão adicional ocorreu a partir do século dezesseis, e por que se pode chamar a cristandade corretamente de “nações”?

      31 Mais tarde, no século dezesseis, houve uma divisão adicional, quando no ano de 1529 E. C. os seguidores do ex-sacerdote Martinho Lutero estabeleceram o movimento protestante. Mais tarde, em 1534 E. C., o Parlamento inglês passou atas declarando que o rei da Inglaterra, Henrique VIII, seria o Chefe Supremo da Igreja Anglicana, com autoridade para desagravar erros, heresias e abusos na Igreja Anglicana. Depois disso, surgiram centenas de seitas religiosas não-católico-romanas em toda a cristandade. A cristandade pode ser chamada em sentido religioso de “nações”, visto que vários países chamados “cristãos” têm as suas próprias igrejas estatais, nacionais. É a esta cristandade do século vinte que a classe do Ezequiel hodierno foi enviada por Jeová.

      NECESSÁRIO DESTEMOR PARA A DESIGNAÇÃO

      32. Por que era difícil a missão em que Ezequiel foi enviado, e que expectativa, segundo a predição de Deus, seria de consolo e de força para Ezequiel?

      32 Para o Ezequiel da antiguidade, era uma missão difícil na qual Jeová o enviou, sendo ele enviado a um povo “de face insolente e de coração duro”. Para cumprir com a sua missão até o fim, ele precisava que se cumprisse para com ele o significado de seu nome Ezequiel, a saber, “Deus Fortalece”. Na ocasião, talvez não o considerassem nem apreciassem como profeta de Jeová. Mas, quer o ouvissem como tal ou deixassem de ouvi-lo e prestar-lhe atenção, viria a ocasião quando estas pessoas rebeldes chegariam a “saber também que veio a haver mesmo um profeta no seu meio”. Jeová o confirmaria como profeta diante delas por fazer com que se cumprisse o que Ezequiel profetizou. (Ezequiel 2:3-5) A expectativa disso seria de consolo e força para Ezequiel, para que não ficasse desanimado por causa do modo em que estava sendo considerado e tratado no momento.

      33. Por que é igualmente difícil a missão dos da classe do Ezequiel hodierno, mas, também, o que precisará a cristandade chegar a saber?

      33 Do mesmo modo, a moderna classe de Ezequiel foi enviada numa missão provadora a pessoas religiosas do mesmo tipo como as dos dias de Ezequiel. Mas não importa como a cristandade considera ou encara este grupo de testemunhas ungidas de Jeová, terá de vir o tempo, e isto em breve, quando os que compõem a cristandade saberão que houve realmente um “profeta” de Jeová entre eles.

      34. Apesar de que circunstância da casa rebelde de Israel foi Ezequiel mandado falar destemidamente a palavra de Deus, e por que precisa o restante ungido das testemunhas de Jeová também falar com destemor?

      34 Gostaríamos de proclamar hoje a mensagem de Jeová entre coisas que nos picassem e entre escorpiões? Isto exigiria muita coragem e confiança Naquele que nos enviasse a fazer isso. Esta era a situação em que Ezequiel foi enviado, segundo as palavras que Jeová lhe disse adicionalmente: “E tu, ó filho do homem, não tenhas medo deles; e não tenhas medo das suas palavras, por haver os obstinados, e coisas que te picam e por estares morando entre escorpiões. Não tenhas medo das suas palavras e não fiques aterrorizado diante das suas faces, pois são uma casa rebelde. E tens de falar-lhes as minhas palavras, quer ouçam quer se refreiem de ouvir, pois são um caso de rebelião.” (Ezequiel 2:6, 7) Os do restante ungido das testemunhas de Jeová verificaram que é exatamente assim desde o ano de 1919 E. C. ao passo que proclamaram destemidamente a palavra de Jeová no meio da cristandade.

      35. Como respondeu a cristandade à palavra de Jeová apresentada por todos os meios de comunicação, conforme mostra hoje a condição dela, e, por isso, em que sentido não deve ser imitada a cristandade?

      35 A atual condição religiosa da cristandade atesta que ela, rebeldemente, não escutou a palavra das Escrituras Sagradas de Jeová, que lhe foi transmitida por todos os meios de comunicação, por visitas de casa em casa com a página impressa, por discos tocados em vitrolas portáteis, por alto-falantes em carros sonantes, por conferências públicas diretas, por redes de rádio e pela televisão. Apesar da indiferença ou mesmo rebeldia da cristandade, as testemunhas ungidas de Jeová fizeram exatamente conforme Ele mandou que Ezequiel fizesse, dizendo: “E tu, ó filho do homem, ouve o que te falo. Não te tornes rebelde igual à casa rebelde. Abre a tua boca e come o que te dou.” — Ezequiel 2:8.

      36. O que se deu a Ezequiel para comer e o que continha para sua informação?

      36 O que se deu a comer a Ezequiel? Sua narrativa escrita nos diz: “E comecei a ver, e eis que se estendia para mim uma mão, e eis que havia nela o rolo dum livro. E ele o estendeu diante de mim, aos poucos, e escrevera-se nele na frente e no verso; e estavam escritos nele endechas, e gemidos, e lamúria.” (Ezequiel 2:9, 10) Ezequiel soube, do que estava escrito no rolo, o conteúdo da mensagem que devia transmitir à casa rebelde de Israel, em nome de Jeová.

      37. Como foi indicada a plenitude da mensagem a ser transmitida, e por que era esta mensagem a correta a ser transmitida, tanto por Ezequiel como pelas testemunhas de Jeová da atualidade?

      37 Visto que não se desperdiçara espaço no rolo, mas se escrevera nele em ambos os lados, na frente e no verso, havia de ser uma mensagem plena a ser proclamada por Ezequiel, contendo muitas endechas sombrias, gemidos e lamúrias. Não seria uma mensagem agradável e não seria nada agradável para Ezequiel ao transmiti-la. Mas, quando pessoas rebeldes se negam a se desviar de seu caminho ímpio, que outra espécie de mensagem senão esta pode-se proclamar para elas? Do mesmo modo, ao passo que as testemunhas ungidas de Jeová, da atualidade, examinaram o livro profético de Ezequiel e as outras partes da Palavra de Jeová, encontraram exatamente tal mensagem para a cristandade.

      38. Como se ofereceu o rolo a Ezequiel e que pergunta surge quanto à aceitação dele?

      38 A mão que se estendia para Ezequiel, a fim de oferecer-lhe o rolo, era provavelmente a mão que havia por baixo da asa de uma das quatro criaturas querubínicas viventes, que acompanhavam o carro celeste de Jeová. (Ezequiel 1:8) Relata-se mais tarde que a mão de um destes querubins foi usada para colocar fogo na mão do “homem vestido de linho”. (Ezequiel 10:6-8) Mas aceitou Ezequiel o rolo daquela mão, apesar de seu conteúdo revelado, e comeu-o então, tornando-o parte de si mesmo? O que indicou ele, como “sinal” ou “portento” do futuro, que os do restante das testemunhas ungidas de Jeová fariam neste século vinte?

  • Designado vigia para a cristandade
    “As Nações Terão de Saber que Eu Sou Jeová” — Como?
    • Capítulo 5

      Designado vigia para a cristandade

      1. Quando deve um vigia ser especialmente apreciado, e em que perigo está a cristandade desde o fim dos Tempos dos Gentios em 1914 E. C.?

      UM VIGIA devia ser especialmente apreciado em tempos de perigo. Seus serviços prestados dia e noite, quando apreciados e acatados, resultam em proteção e em vida para aqueles para quem é vigia. As pessoas da cristandade estão em grande perigo desde que começou o “tempo do fim” na expiração dos “tempos dos gentios” (“tempos designados das nações”), no princípio do outono (hem. set.) do ano de 1914 E. C. Este perigo não existia só porque grassava e aumentava a Primeira Guerra Mundial, introduzindo uma “era de violência” que tem continuado até o dia de hoje. Há também um perigo de motivo mais sério, conforme veremos.

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