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Os religiosos hipócritas ficarão atônitos com a notícia“As Nações Terão de Saber que Eu Sou Jeová” — Como?
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31. Portanto, iria Jeová avisar Ezequiel diretamente na ocasião em que se desse a queda de Jerusalém? E o que se permitiu que os co-exilados de Ezequiel fizessem?
31 Jeová não iria avisar Ezequiel diretamente a respeito da queda de Jerusalém no dia deste desastre, assim como havia avisado Ezequiel no início do sítio babilônico, no dia em que ocorreu. Até que viesse finalmente o fugitivo com a notícia, que os exilados judaicos em Babilônia pensassem no que Ezequiel lhes havia profetizado. Que continuassem a descrer, se preferissem isso. Sua descrença seria no tempo devido despedaçada pela chegada duma testemunha ocular autêntica da queda de Jerusalém.
32. Com a chegada da notícia trazida pelo fugitivo, como ficariam afetados os que até então haviam duvidado, mas o que aconteceria com Ezequiel, e de que modo melhoraria sua situação como profeta e testemunha?
32 Nesta ocasião, em que zuniriam os ouvidos, os que até então duvidavam e eram incrédulos calar-se-iam atônitos, mas a mudez de Ezequiel terminaria. Ele estaria então em condições de falar baseado num fundo histórico melhor dos acontecimentos. Ele teria uma mensagem nova. Sua autoridade como verdadeiro profeta inspirado de Jeová teria sido confirmada. Como homem “sinal” ou como “portento” do que era iminente, não se terá mostrado falso. Conforme Jeová lhe disse, “hás de tornar-te para eles um portento”, Ezequiel não teria então nenhum motivo de se envergonhar de seu Deus perante seus co-exilados em Babilônia. Seu papel como profeta e testemunha de Jeová terá sido corroborado, e, como disse o Deus de Ezequiel: “Terão de saber que eu sou Jeová.” — Ezequiel 24:27.
33. Quando terá a classe de Ezequiel dito o bastante a respeito do resultado da “grande tribulação’, e teria a cristandade mais uma oportunidade?
33 Não é isto algo emocionante para aguardar, a saber, o cumprimento deste drama profético dentro de nossa geração? Será definitivamente indicado quando a “grande tribulação”, igual ao sítio de Jerusalém, começar no seu equivalente hodierno, a cristandade. (Ezequiel 24:1-5) Depois disso, os da classe ungida de Ezequiel da atualidade não precisarão dizer mais nada. Bastara o que ia terão dito sobre o resultado desta “grande tribulação”. Não poderão oferecer nenhuma esperança à antitípica Jerusalém, a cristandade. Não haverá mais nenhuma oportunidade para ela, nem para os religiosos hipócritas relacionados com ela. A “grande tribulação” terá de cumprir-se plenamente e cobrar-lhe o pleno tributo.
34. O que provará então que os da classe de Ezequiel foram um portento oportuno para os religiosos, e que propósito de Jeová triunfará?
34 Esses religiosos hipócritas ficarão atônitos quando desaparecer “o belo objeto de sua exultação, a coisa desejável aos seus olhos e o anseio da sua alma, seus filhos e suas filhas”! Notícias vindas de todas as partes da terra onde a cristandade prevalece assinalarão como verdade que os da classe ungida de Ezequiel têm um “portento” oportuno da parte do Soberano Senhor do universo. Seu propósito declarado a respeito dos religiosos atônitos triunfará então: “Terão de saber que eu sou Jeová.”
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O vigia permanece vivo e recebe a notícia“As Nações Terão de Saber que Eu Sou Jeová” — Como?
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Capítulo 15
O vigia permanece vivo e recebe a notícia
1. O que proveu o Criador por causa de seu grande interesse em nosso bem-estar nestes tempos dificultosos, e o que achamos disso?
NÃO devíamos ser gratos de que há um Criador que se interessa tanto no nosso bem-estar, que ele proveu um vigia para a nossa segurança nestes tempos perigosos? Temos motivos para ser gratos por esta provisão divina, em vez de ficar irritados porque o vigia nos adverte tão pronta e conscienciosamente. Ele não nos perturba desnecessariamente a paz e o descanso.
2. Que mundanos atuais mostram que não são hoje Seu vigia, por que terá Ele muitas contas a ajustar com este sistema de coisas e o que significará para nós acatarmos o seu verdadeiro vigia?
2 Cientistas, economistas, ecólogos e historiadores proclamam avisos bem fundados a este atual sistema de coisas, a respeito dum eventual desastre. Mas estes mundanos não constituem a classe do “vigia” suscitada pelo Criador
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