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  • A misericórdia de Deus com a humanidade em nosso século vinte
    A Sentinela — 1976 | 1.° de setembro
    • Está produzindo fruto para si mesmo. [Uma vide luxuriante era Israel, e produzia prodigamente. (Moffatt, em inglês)] Multiplicou os seus altares na proporção da abundância de seu fruto. Ergueram colunas boas [pedras sagradas (Moffatt)] na proporção da bondade de sua terra. Seu coração tornou-se hipócrita; agora serão achados culpados.”

      A SIGNIFICÂNCIA PROFÉTICA DO NOME “JEZREEL”

      28. O que significa o nome Jezreel, e, por causa de seu significado profético, por que era apropriado para o filho de Oséias?

      28 Por causa da ação que Jeová se propôs tomar contra o espiritualmente adúltero Israel, Ele fez com que Oséias chamasse seu filho primogênito com Gômer pelo nome de Jezreel. O nome era bem apropriado. Na língua de Oséias, o hebreu, significava “Deus Semeará”. Sim, “semeará”, mas não em sentido benéfico. A ‘semeadura’, aqui, tem o sentido de ‘espalhamento, dispersão’, visto que, quando se lançam sementes, estas são espalhadas. Agir Jeová contra a régia “casa de Jeú”, com um movimento de dispersão, significaria a queda dela, sua dissolução. Uma ação similar contra o reino de Israel, de dez tribos, significaria sua dissolução, sua desintegração. — Veja Lucas 22:31.

      29. O que fez o Rei Jeú a respeito da adoração de Baal e o que fez quanto à adoração de bezerros, em violação de que mandamentos?

      29 Era na cidade de Jezreel que o Rei Acabe, de Israel, tinha sua residência real, embora sua capital fosse a cidade de Samaria. A dinastia posterior do Rei Jeú também tinha sua residência real em Jezreel. Em obediência à sua comissão da parte de Jeová Deus, Jeú havia violentamente desarraigado a adoração de Baal do reino de Israel, de dez tribos. Contudo, manteve a adoração dos dois bezerros de ouro e desconsiderou a adoração de Jeová em Jerusalém. Por tal adoração de imagens esculpidas, a casa de Jeú violou os Dez Mandamentos. Violou assim também o mandamento de não assassinar. — Êxo. 20:2-6, 13.

      30. Como é que Jeová ajustou contas com a casa de Jeú, por causa de seu derramamento de sangue em Jezreel?

      30 Assim, a dinastia do Rei Jeú, adoradora de bezerros, cuja residência real estava em Jezreel, começou a estabelecer antecedentes de derramamento de sangue. O Dador dos Dez Mandamentos não podia desconsiderar tal atuação. Por conseguinte, ele disse: “Terei de ajustar contas pelos atos de derramamento de sangue de Jezreel, contra a casa de Jeú.” (Osé. 1:4) E aconteceu exatamente assim; a dinastia do Rei Jeú, sobre Israel, teve um fim violento depois de Zacarias, filho de Jeroboão II, ter reinado apenas seis meses. Ele foi assassinado. — 2 Reis 15:8-12.

      31. Como se fez cessar o domínio real da casa de Israel, e de que modo se deu isso como na “baixada” de Jezreel?

      31 A dinastia real do Rei Jeú sobre Israel terminou assim em 791 A. E. C. Mas o próprio reino de Israel, de dez tribos, continuou por mais cinqüenta e um anos, até 740 A. E. C. Assim, Jeová fez “cessar o domínio real da casa de Israel”. (Osé. 1:4) Ele usou a Potência Mundial Assíria para “quebrar o arco [de guerra] de Israel na baixada de Jezreel”. A derrubada da capital de Israel, Samaria, abateu a nação apóstata. O poder da nação foi espalhado, quando os sobreviventes israelitas foram deportados para as províncias distantes do Império Assírio, sendo espalhados quais sementes. Este terrível acontecimento ajustava-se ao significado simbólico da expressão “baixada de Jezreel [Deus Semeará]”. Não era nada parecido ao tempo em que o Juiz Gideão, libertador de Israel, com apenas trezentos guerreiros escolhidos, espalhou os midianitas invasores, não muito longe de Megido, perto da “baixada de Jezreel”. (Juí. 6:33, 34) Mas, em 740 A. E. C., sem libertador e não mais podendo batalhar pela sua existência, o reino de Israel, de dez tribos, ‘cessou’, pereceu.

      32. Por que devemos tentar entender a significância do precedente, no nosso século vinte?

      32 Entendemos a significância disso para nós, hoje? Devíamos entendê-la, pois, em nosso século vinte, encontra seu cumprimento no equivalente hodierno do espiritualmente adúltero e infiel Israel. Este equivalente é a cristandade, com quase um bilhão de membros das igrejas em todo o globo. Em face da iminente calamidade da cristandade, poderíamos perguntar: Onde se vê então a misericórdia de Jeová Deus em operação? Isto será esclarecido no nosso exame adicional dos tratos de Jeová com seu profeta Oséias.

  • A misericórdia de Deus demonstrada no Har–Magedon
    A Sentinela — 1976 | 1.° de setembro
    • A misericórdia de Deus demonstrada no Har-Magedon

      1, 2. (a) Com os assuntos maritais de quem dramatizou Jeová os seus próprios? (b) Como foi que Israel se tornou adúltero nos dias do Rei Jeroboão I?

      OS CASAMENTOS entre homens e mulheres têm encontrado dificuldades durante o reinado do pecado e da iniqüidade na terra. Isto foi o que aconteceu com o casamento de Deus com a antiga nação de Israel.

      2 Deus dramatizou seu próprio casamento com o do profeta Oséias. Às ordens de Deus, Oséias casou-se com Gômer, filha de Diblaim. Isto retratou o casamento de Jeová com o antigo Israel, por meio do pacto da Lei mosaica, no monte Sinai, em 1513 A. E. C. Depois do falecimento do Rei Salomão, filho de Davi, em 997 A. E. C., a nação de Israel, há muito casada, foi dividida em duas partes. As duas tribos de Judá e Benjamim ficaram juntas sob o reino de Judá, e as outras dez tribos, sob o reino de Israel. O primeiro rei deste último foi Jeroboão, filho de Nebate, da tribo de Efraim. Sob este Jeroboão I, o reino de Israel rompeu seu contrato matrimonial com Jeová; boicotou a adoração Dele em Jerusalém e estabeleceu a sua própria adoração nacional, com imagens idólatras, dois bezerros de ouro, um em Dã e o outro em Betel. Assim, igual à esposa de Oséias, Gômer, o reino de Israel, de dez tribos, tornou-se adúltero.

      3. Que nome mandou Jeová que se desse ao segundo bebê de Gômer, e por quê?

      3 Depois de Gômer dar à luz, para Oséias, um filho legítimo chamado Jezreel, o que aconteceu com os assuntos maritais de Oséias, em ilustração dos assuntos de Jeová com a nação de Israel, de doze tribos? Oséias prossegue com a história, dizendo: “E ela passou outra vez a ficar grávida e a dar à luz uma filha. E Ele [isto é, Deus] prosseguiu, dizendo-lhe [isto é, a Oséias]: ‘Chama-a pelo nome de Lo-Ruama, pois não mais terei misericórdia para com a casa de Israel, porque positivamente os levarei embora [isto é, os israelitas]. Mas terei misericórdia para com a casa de Judá, e vou salvá-los por Jeová, seu Deus; mas não os [judeus] salvarei pelo arco, ou pela espada, ou pela guerra, por cavalos ou por cavaleiros.’” — Osé. 1:6, 7.

      4. Quem era pai da filha de Gômer e contra quem se dirigia profeticamente o nome dela?

      4 No caso mencionado, Oséias não diz que Gômer “lhe” deu à luz uma filha. Portanto, entende-se em geral que esta filha, chamada Lo-Ruama, era ‘filha de fornicação’. (Osé. 1:2) Cometer Gômer, esposa de Oséias, adultério era comparável à situação da relação marital existente entre Jeová Deus e a nação de Israel. Naturalmente, no caso de Oséias, a coisa vital nisso é o significado do nome dado à filha de Gômer — e o motivo pelo qual Jeová mandou que Oséias a chamasse por aquele nome desagradável e ominoso. O nome da filha, Lo-Ruama, significa literalmente “Não Lastimada”. Jeová dirigiu este nome profeticamente contra a nação espiritualmente adúltera de Israel, de dez tribos, com sua sede real na cidade de Jezreel. Por que motivo?

      5. Em que resultou Jeová não ter misericórdia com o reino de Israel, de dez tribos, e o que sofrerá a cristandade de modo similar?

      5 No nosso século vinte, a cristandade devia escutar o motivo apresentado por Jeová, porque o nome Lo-Ruama aplica-se agora. O motivo que Ele forneceu aplica-se hoje à cristandade: “Pois não mais terei misericórdia para com a casa de Israel.” (Osé. 1:6) A cristandade é agora a não lastimada, aquela que não recebe misericórdia. Similar ao reino de Israel, de dez tribos, ela se entrega ao adultério espiritual contra Jeová Deus, com quem afirma estar numa relação marital por meio do “novo pacto”, que foi mediado por Jesus Cristo no ano 33 E. C. (Jer. 31:31-34; Luc. 22:19, 20; Heb. 8:6-12) Visto que Jeová, a partir dos dias de Oséias, não mais teve misericórdia com o reino de Israel, de dez tribos, qual foi o resultado? A destruição daquele espiritualmente adúltero reino em menos de um século depois, isto é, em 740 A. E. C. De modo similar, não ter Jeová mais misericórdia com o equivalente hodierno de Israel acabará no aniquilamento da cristandade durante a vindoura “grande tribulação”, que atingirá seu clímax no Har-Magedon. — Mat. 24:21, 22.

      6. Segundo Oséias 1:7, retirou-se totalmente a misericórdia de Jeová de todo o Israel, no tempo da destruição do reino de dez tribos?

      6 Foi Jeová totalmente impiedoso na ocasião em que eliminou o reino de Israel, de dez tribos? Retirou-se totalmente a sua misericórdia de todas as tribos da nação que originalmente havia entrado numa relação matrimonial com ele, mediante o pacto da Lei, no monte Sinai? O próprio Jeová respondeu a estas perguntas, dizendo: “Mas terei misericórdia para com a casa de Judá, e vou salvá-los por Jeová, seu Deus; mas não os salvarei pelo arco, ou pela espada, ou pela guerra, por cavalos ou por cavaleiros.” — Osé. 1:7.

      7, 8. (a) Por que motivo teve Jeová misericórdia com a casa de Judá? (b) Em vista da então dominante potência mundial, o que tinha de fazer Jeová, para salvar Judá sem equipamento de guerra?

      7 É bom que observemos o motivo válido pelo qual Jeová escolheu ter misericórdia com o reino de Judá, de duas tribos, cuja capital era Jerusalém. Em Oséias 11:12, Jeová esclarece seu motivo da misericórdia divina, ao dizer: “Efraim cercou-me com mentiras, e a casa de Israel [representada pela tribo dominante, Efraim], com impostura. Mas Judá ainda está peregrinando com Deus e é fidedigno com o Mais Santo.”a A casa de Judá ainda ‘peregrinava’ com Jeová, como o Mais Santo, seu Deus. Assim, por causa de seu nome, Jeová era obrigado a salvar a casa de Judá. Foi por isso que ele disse: “Vou salvá-los por Jeová, seu Deus.”

      8 Jeová tomou o propósito de salvar a casa de Judá, ao mesmo tempo em que levasse embora o reino de dez tribos e fizesse “cessar o domínio real da casa de Israel”. Para isso, Jeová tinha de ter um confronto com o Império Assírio. A Assíria, tornando-se altamente militarizada, viera a ser a potência mundial dominante daqueles dias. Nestas circunstâncias, para Jeová salvar a casa de Judá sem um arco de guerra, espada, guerra, cavalos para carros de combate, e sem cavaleiros, teria de realizar algum ato extraordinário.

      VISLUMBRE DA MISERICÓRDIA DIVINA NO HAR-MAGEDON

      9. Depois da destruição de Samaria de que modo se tornou a situação muito desafiadora para Jeová, quanto à Jerusalém?

      9 Em 740 A.E.C., Jeová usou a Potência Mundial Assíria como seu “machado”

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