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  • A cristandade luta contra Deus
    A Sentinela — 1973 | 15 de março
    • insiste em que é o dever dos membros de suas igrejas meter-se na política. Em certas ocasiões e em certos lugares ela se esforça em ditar em que candidatos políticos devem votar nas eleições. Membros de seu clero têm até mesmo atuado como regentes políticos, presidentes ou primeiros-ministros, e assim por diante.

      CULPA DE SANGUE

      E que dizer do derramamento desenfreado de sangue por parte de “Ninrode, poderoso caçador em oposição a Jeová”? O que Ninrode fez foi apenas um protótipo pequeno da atuação da cristandade! Ela também se tem empenhado como “caçadora” em campanhas militares, com armas carnais, numa escala enormemente maior. As guerras mais sangrentas de toda a história humana foram travadas pelos membros da cristandade, entre eles mesmos e com os chamados infiéis e pagãos. Nada disso é semelhante a Cristo. É babilônico e cheira a Ninrode.

      A perda de vidas humanas, nestas guerras, tem causado indizível choro entre as mulheres da cristandade. Celebram-se anualmente dias comemorativos dos mortos, quando os enlutados pela guerra vão aos cemitérios para ornamentar os túmulos de seus guerreiros mortos. A morte de poderosos generais de guerra e outros poderosos senhores de guerra é lamentada pelos membros patrióticos e nacionalistas da cristandade, fazendo-se o panegírico deles nas igrejas em que se celebram os funerais. Tudo isto concorda plenamente com o fato conhecido de que as igrejas têm sido usadas como postos de recrutamento e centros de propaganda em tempos de guerra. Tal relação de toda esta atuação política e militar com a “casa de Deus” (a igreja) na cristandade nos faz lembrar aquelas mulheres israelitas que estavam sentadas no pátio interno do templo do Soberano Senhor Deus, e que choravam a Tamuz, nos dias de Ezequiel.

      Foi o nome de Jeová, o Deus da Bíblia, enaltecido pela atuação da cristandade? Não; antes, trouxe vitupério sobre ele e causou ódio e inimizade para com o cristianismo por parte das pessoas em países que não são cristãos. A difamação do Deus da Bíblia por parte da cristandade, junto com suas ações anticristãs, tem preparado o ambiente para o comunismo.

      Além disso, é bem no meio da cristandade que a evolução tem alguns dos seus mais fortes apoiadores. Por quê? Porque ela tem feito com que a Bíblia pareça ser contraditória, ridícula e inexata, por causa de suas próprias doutrinas ridículas, falsas e desarrazoadas, tais como a Trindade, o fogo do inferno, a predestinação e seus ensinos quanto a guerra, sua intromissão no política, e, não por último, sua adoção do alto criticismo. Muitos de seus destacados clérigos têm ido ao ponto de dar apoio à teoria da evolução.

      As organizações religiosas da cristandade, em todas as suas nações, opõem-se à proclamação das boas novas do reino messiânico de Deus. Os clérigos religiosos conspiraram para conseguir que os governantes políticos proscrevessem a obra e incitaram prisões e amotinações contra as testemunhas de Jeová, as quais exortam a todos a estudar a Bíblia para ver o que ela ensina mesmo. A cristandade, empenhada na adoração de Ninrode, realmente faz parte de Babilônia, a Grande, o império mundial da religião falsa, e Deus ordena a todos os relacionados com ela: “Saí dela, . . . se não quiserdes compartilhar com ela nos seus pecados e se não quiserdes receber parte das suas pragas.” — Rev. 18:4.

      A longa história da luta da cristandade contra Deus está chegando ao fim. Ela tem zombado de Deus por adotar o nome dele e de seu Filho e depois causar a maior difamação deles. Mas, “de Deus não se mofa. Pois, o que o homem semear, isso também ceifará.” (Gál. 6:7) A cristandade pagará pela sua luta contra Deus com a perda de sua existência.

      É membro de uma das igrejas da cristandade? Então pesquise as Escrituras por si mesmo, com a ajuda de verdadeiros cristãos, e abandone a cristandade culpada de sangue. Recorra ao verdadeiro Deus e seu reino messiânico para obter a vida.

  • Perguntas dos Leitores
    A Sentinela — 1973 | 15 de março
    • Perguntas dos Leitores

      ● Até que ponto se aplica aos cristãos a lei judaica que proibia as relações maritais durante o período de menstruação? — E. U. A.

      A lei que governava as relações sexuais durante o período de menstruação declarava: “Quando um homem se deita com uma mulher menstruada e deveras lhe descobre a nudez, realmente expõe a sua fonte e ela mesma realmente descobre a fonte de seu sangue. Portanto, ambos têm de ser decepados dentre seu povo.” (Lev. 20:18; 18:19, 20) A lei judaica admitia também a possibilidade de a esposa menstruar durante as relações com seu marido. O regulamento a respeito desta situação é encontrado em Levítico 15:24: “Se é que um homem se deitar com ela e a impureza menstrual dela vier sobre ele, então ele terá de ser impuro por sete dias, e qualquer cama em que se deitar será impura.” Portanto, apenas as relações deliberadas durante a menstruação duma mulher acarretavam a penalidade de ‘serem decepados’ da vida, quer dizer, a morte.

      A proibição de relações sexuais durante o período de menstruação duma mulher era uma restrição com um objetivo. Protegia o homem contra ele se tornar religiosamente impuro pelo contato com o sangue da mulher na menstruação. E tomava também em consideração as limitações físicas e biológicas da mulher. Esta lei, quando obedecida, evidentemente contribuía para a saúde das mulheres israelitas. O Dr. Jacob B. Glenn diz no seu livro A Bíblia e a Medicina Moderna (em inglês): “O conduto genitivo, feminino, especialmente durante períodos de menor resistência (menstruação), é particularmente vulnerável à irritação e ao estímulo; este é o motivo da lei estrita, entre o povo judaico, que proibia a coabitação durante este período.”

      Os cristãos não estão sob a lei mosaica. (Rom. 6:14) Mas dão corretamente a devida consideração aos princípios estabelecidos nela e esforçam-se a viver em harmonia com estes princípios. Visto que as relações sexuais deliberadas durante o período menstrual da mulher acarretavam a pena de morte, revela-se a seriedade com que Jeová Deus encara este assunto.

      Embora o cristão não esteja debaixo de nenhuma lei que o classifique cerimonial ou religiosamente “impuro”, ele se preocupa em manter uma boa consciência perante Deus. Por exemplo, exorta-se as mulheres cristãs a fazer o que é “próprio” em matéria de cobertura de cabeça e maneira de se vestir. O apóstolo Paulo descreve também certas práticas como coisas que “não são decentes” e que “não são próprias” para os servos de Deus. (veja Efésios 5:3, 4; Romanos 1:28; 1 Coríntios 11:13; 1 Timóteo 2:9, 10) De fato, as relações maritais são um assunto particular, não público. Mas, o cristão poderá perguntar-se corretamente: Acho “próprio” e “decente” ter relações sexuais numa ocasião em que o corpo de minha esposa elimina sangue e outras matérias? É isso “natural”? Conforme nos devemos lembrar, só porque alguma coisa pode ser feita não o torna “natural” do ponto de vista bíblico. (Veja Romanos 1:26, 27.) Os cristãos, portanto, devem querer considerar o que é natural, próprio e decente ao decidirem o que podem fazer pessoalmente em boa consciência.

      Além disso, os maridos cristãos têm a ordem de ‘continuar a morar com suas esposas segundo o conhecimento, atribuindo-lhes honra como a um vaso mais fraco, o feminino’. (1 Ped. 3:7) Visto à luz da lei mosaica, tal morar com a esposa segundo o conhecimento incluiria mostrar consideração para com ela durante o período menstrual. É evidente que, quando um homem coloca a satisfação de suas paixões na frente dos melhores interesses de sua esposa, ele não lhe está ‘atribuindo honra’. Se deixar de tomar em consideração os ciclos e as vicissitudes de sua esposa, não estará ‘morando com ela segundo o conhecimento’. Por não se controlar quando pode estar em jogo o bem-estar de seu cônjuge, ele poderá estar desconsiderando a ordem bíblica: “Cada um de vós saiba obter posse do seu próprio vaso em santificação e honra.” — 1 Tes. 4:4.

      As intimidades dum casal, naturalmente, não são algo a ser investigado pelos anciãos que constituem a comissão judicativa duma congregação cristã. Quando alguém se dirige a eles sobre tais assuntos, estes anciãos poderão dar conselho apropriado, mas a sua autoridade termina aí. Assim como todos os outros cristãos, os casados desejarão fortalecer-se espiritualmente por acatarem seu sentimento íntimo quanto ao que é próprio. Reconhecerão também o interesse de Jeová Deus em como tratam seus assuntos maritais.

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